A audiência de instrução de um dos processos que tem como objeto o escândalo do Hospital Padre Zé foi adiada. O procedimento estava marcado para a manhã desta quarta-feira (01) e tinha como uma das testemunhas o ex-governador João Azevêdo (PSB).
Ele havia sido arrolado como testemunha pela defesa do ex-diretor do hospital, padre Egídio de Carvalho.
A audiência foi adiada porque o juiz Eslu Eloy, que presidiria a audiência, foi convocado a participar da sessão do Tribunal de Justiça. Em paralelo ao adiamento, os advogados de Egídio apresentaram um novo pedido, solicitando a retirada dos nomes de João Azevêdo e de outras pessoas da lista de testemunhas.
O processo apura as relações entre os fornecedores do hospital e ex-diretores.
Entre os investigados está a ex-tesoureira, Amanda Duarte. O advogado dela, Alberdan Coelho, afirmou que a defesa está pronta para provar a inocência dela no decorrer do procedimento.
No âmbito da Operação Indignus o Ministério Público apresentou diversas ações penais. Duas delas, que estão junto ao Órgão Especial do TJ, têm como réus dois ex-secretários do Governo do Estado.
