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Secretaria da Mulher instala placas “Peça Ajuda” durante o Carnaval para ampliar acesso à rede de proteção no Rio – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

– A violência contra a mulher não é tolerada no Carnaval nem em nenhuma outra época do ano. Essas placas estão em locais estratégicos porque a informação precisa estar onde a mulher está. Colocamos a mensagem também em inglês para deixar claro: todas as mulheres, cariocas ou turistas, encontram no Rio uma rede de apoio especializada e gratuita -, afirma a secretária de Políticas para Mulheres, Joyce Trindade.

A parceria com a Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos é fundamental para garantir que a ação alcance pontos estratégicos da cidade e tenha ampla visibilidade durante a maior festa popular do país.

– A Secretaria de Conservação é aliada à pauta das mulheres, principalmente na prevenção da violência contra a mulher -, destaca o secretário Diego Vaz.

As placas serão posicionadas em locais estratégicos de grande circulação durante o Carnaval, como o Circuito Preta Gil, a Avenida Atlântica, a Marquês de Sapucaí e os Parques da Cidade. Nesta primeira fase, a ação contempla os parques: Oeste, Realengo, Madureira e Piedade, com previsão de ampliação gradual para outros pontos da cidade após o período da folia.

A medida segue uma estratégia já adotada em outras cidades e países como forma de dar visibilidade ao enfrentamento à violência contra mulheres em espaços públicos. Experiências semelhantes existem na Espanha, em cidades como Calpe, San Vicente del Raspeig e Móstoles, além de iniciativas no México e na Suíça. No Brasil, ações do mesmo tipo já foram implementadas em locais como Recife, Petrópolis, Itatiaia e Curitiba, contribuindo para ampliar a informação e facilitar o pedido de ajuda.

No Rio de Janeiro, a placa direciona para a plataforma www.mulher.rio, que reúne informações sobre acolhimento psicológico, orientação jurídica, serviços especializados e encaminhamento para a rede municipal, além do acesso ao 1746 e à orientação para acionamento do 190 em situações de risco imediato. A proposta é garantir que mulheres saibam, de forma simples e visível, onde buscar apoio caso tenham seus direitos violados.