Arquivo de tag Wilson Santiago

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Poço Dantas está na agenda do deputado Wilson Santiago apreendida pela Policia Federal, afirma o Estadão

A Polícia Federal encontrou no apartamento do deputado Wilson Santiago (PTB), em João Pessoa, uma agenda com ‘anotações de pagamentos para personalidades politicamente relevantes da Paraíba‘, mencionando deputados, prefeitos, ex-prefeitos e vereadores ligados a 62 Municípios do Estado. Segundo a PF, a relação contém o nome do atual prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV), ao lado de quantum que totalizam R$ 260 mil.
A Polícia Federal pegou também um manuscrito com uma relação de municípios e ‘o que seriam valores financeiros a eles relacionados. Na listagem constavam os nomes dos Municípios Poço Dantas, Bernardino Batista, Bonito de Santa Fé, Poço de Jose de Moura, dentre outros. O tema foi divulgado na Revista Crusoé e o Jornal Estadão.

Além disso foram apreendidos documentos de operações bancárias de depósito em favor de empresas controladas pelo grupo familiar de Wilson Santiago, além do registro de controle financeiro da aeronave PT-WRL, registrada em nome da empresa JFB Locadora.

“O material apreendido durante o procedimento de busca e apreensão revela importantes indícios de ocultação patrimonial e dissimulação de operações financeiras através de pessoas dos círculos íntimos familiar e profissional de Wilson Santiago bem como indicativos de repasses ou recebimentos de recursos financeiros”, registrou a equipe no relatório.

A Polícia Federal também apreendeu, no quarto do parlamentar, sete cópias de planilhas de cheques com anotações de valores e nomes, e uma outra agenda, com indicações semelhantes.

 

Com informações de O Estadão

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Câmara derruba afastamento do deputado federal paraibano Wilson Santiago (PTB)

Ele teve o mandato suspenso no mês passado pelo ministro Celso de Mello, relator no STF de investigação por suposta prática de corrupção e organização criminosa.

Orientaram pela volta ao mandato PT, PTB, PL, Solidariedade, PP, PMDB, Avante e PDT. A manutenção do afastamento foi defendida pelo PSL, Cidadania, PSOL e Novo. PSC, PSD, Podemos, PV e PSB liberaram a bancada.

Por 233 a 170, a Câmara derrubou o afastamento do deputado Wilson Santiago (PTB-PB), acusado de receber R$ 1,2 milhão de propina, de obras superfaturadas de abastecimento de água no Nordeste.

Abaixo, a lista de quem votou pela volta do deputado (SIM) e pela manutenção do afastamento (NÃO):

 

Com O Antagonista

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Wilson Santiago na linha: “não é bem assim”

O deputado Wilson Santiago, do PTB, está ligando para cada colega da Câmara desde ontem à noite.

Hoje, o plenário decidirá se ele continuará ou não afastado do cargo.

Santiago foi preso no âmbito da Operação Pés de Barro. O ministro Celso de Mello, do STF, decidiu por seu afastamento, considerando os indícios cristalinos de seu envolvimento em um esquemão de corrupção.

Nas ligações, o deputado diz que “não é bem assim”.

 

O Antagonista

 

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Wilson Santiago que é alvo da “Operação Pés de Barro” seria o líder do PTB em 2020

O deputado federal Wilson Santiago, do PTB da Paraíba, afastado do cargo no dia (21/12/2019) por decisão do ministro Celso de Mello, assumiria a liderança de seu partido na Câmara em fevereiro deste ano.

Ele foi alvo da Operação Pés de Barro, que investiga o superfaturamento em obras no interior de seu estado. Como foi noticiado nesta quarta-feira (08), a ordem de afastamento dele será pautada na primeira sessão de 2020.

Apurou-se que, mesmo com a hipótese de ser mantido no cargo pelos pares, não há clima para que Santiago seja o novo líder — o que seria ainda mais bizarro. O líder reflete o sentimento da bancada, define integrantes das comissões e orienta as votações em plenário.

No início desta legislatura, houve um acordo na bancada de 10 deputados para que os líderes nos próximos quatro anos fossem Pedro Lucas Fernandes (MA), que é o atual, Wilson Santiago (PB), Maurício Dziedricki (RS) e Nivaldo Albuquerque (AL).

Com o escândalo envolvendo Santiago, agora tudo pode mudar. Por telefone, Fernandes disse hoje a este site que alguns colegas defendem que ele continue na função.

Vamos ter a eleição no próximo dia 30, vamos aguardar”, afirmou, não querendo entrar em detalhes.

O atual líder acrescentou que as prioridades do Parlamento em 2020 devem ser a reforma tributária e o pacto federativo. Para ele, a relação com o Planalto “vai continuar da mesma forma, não vai mudar” e o Congresso precisará manter o foco na agenda reformista.

 

Com O Antagonista 

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PF encontra celular escondido em caixa de remédio em frigobar na casa do deputado federal Wilson Santiago (PTB)

Alvo de operação, Wilson Santiago (PTB-PB) está afastado do cargo por decisão do Supremo

A Polícia Federal encontrou um celular escondido em uma caixa de remédio, dentro de um frigobar, durante operação de busca e apreensão na casa do deputado federal Wilson Santiago (PTB-PB), no último dia 21, em João Pessoa (PB).

Alvo da operação que apura desvio de dinheiro de obras no sertão da Paraíba, o parlamentar foi denunciado pelo Ministério Público Federal sob acusação dos crimes de organização criminosa e corrupção.

Ele foi afastado do cargo por decisão do ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal. O parlamentar nega relação com os fatos investigados.

O celular encontrado estava dentro de uma caixa de remédio de nome Saxenda (para perda de peso), no quarto de Wilson Santiago. A polícia suspeita que o telefone era utilizado para tratar de assuntos ilícitos. Ao todo, sete aparelhos foram apreendidos.

A investigação do caso teve início com a colaboração premiada de um empresário na Paraíba. George Ramalho, dono da Coenco Construções, relatou ter sido contratado para a construção de uma adutora no sertão do estado apenas após o acerto de pagamento de propina para Wilson Santiago e ao prefeito de Uiraúna (PB), João Bosco Nonato Fernandes.

O valor total da obra foi de R$ 24,8 milhões, e o montante desviado, segundo o inquérito, de R$ 1,2 milhão.

Após o início das negociações para o acordo de delação premiada de George Ramalho, a Polícia Federal conseguiu autorização judicial para realizar ações controladas. O mecanismo consistiu no acompanhamento de eventos em que o colaborador se reuniu com investigados, gravando, para realizar pagamento de propina ou tratar de assuntos ilícitos.

Um dos episódios registrados foi a entrega de R$ 30 mil, acomodados em uma pasta azul, para uma mulher, em um hotel em Brasília, que, segundo o empresário, seriam de desvio de dinheiro da obra.

Câmeras de vigilância captaram o momento em que ela chega, minutos depois, no prédio do deputado Wilson Santiago, de carro. As gravações registraram também sua saída, pelo hall, sem a pasta azul nas mãos.

Na ação da PF, há também imagens mostrando o prefeito de Uiraúna supostamente enfiando maços de dinheiro na cueca.

No dia da operação, a polícia encontrou e apreendeu dinheiro em espécie na casa do deputado em Brasília e na casa do prefeito, em Uiraúna.

“Em nenhum momento a investigação flagrou o deputado recebendo dinheiro de terceiros. Tampouco a ação controlada captou conversas ou mensagens por parte de Wilson Santiago. O dinheiro apreendido no apartamento, além de encontrar lastro no Imposto de Renda, foi objeto de saque de sua conta decorrente de seus próprios rendimentos, de modo que será comprovado em momento oportuno”, afirmou Luís Henrique Machado, advogado do deputado.

Decisões do Supremo Tribunal Federal de afastar parlamentares do mandato são controversas, mas, hoje, há o entendimento na corte de que a palavra final cabe ao plenário da Câmara ou do Senado.

Em tese, a decisão do STF é submetida ao plenário da Câmara, mas o Congresso entrou em recesso na última segunda-feira (23/12) e só volta aos trabalhos em fevereiro.

Santiago está automaticamente afastado do mandato até que o plenário delibere sobre o assunto, o que também pode não ocorrer, a depender da decisão política da cúpula da Câmara e da maioria dos partidos.

A denúncia contra Santiago e os outros acusados é assinada pelo procurador-geral da República interino, José Bonifácio Borges de Andrada. Ele solicita que eles sejam condenados a ressarcir os cofres públicos em R$ 14,9 milhões.

Cabe agora, ao STF, decidir se aceita ou não a denúncia. Em caso positivo, os acusados se tornam réus.

 

Fonte: folha.uol

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PF flagra entrega de propina a assessor do deputado Wilson Santiago

A investigação da Polícia Federal sobre o pagamento de propinas envolvendo as obras da Adutora Capivara, no sertão da Paraíba, identificou várias entregas de dinheiro em benefício do deputado federal Wilson Santiago (PTB).

Segundo a Polícia Federal, Israel Nunes, secretário parlamentar do gabinete de Santiago, recebeu uma mochila do empresário George Ramalho Barbosa com R$ 50 mil em propina na praça de alimentação do Aeroporto Internacional de Brasília.

Como registrado anteriormente, o montante foi entregue no dia 7 de novembro deste ano e o assessor o transportou até o Anexo IV da Câmara dos Deputados, onde fica o gabinete de Santiago.

Imagem 16 e 17. Após um rápido encontro com George no aeroporto de Brasília/DF, Israel pega a mochila contendo o dinheiro e a leva consigo.

Imagem 14 e 15. Acompanhamento do dinheiro da propina na mochila.

Uma vez no aeroporto de Brasília/DF, George e Israel se reúnem numa mesa da praça de alimentação, e o secretário parlamentar leva consigo a mochila trazida por George contendo o dinheiro da propina que seria destinado ao deputado federal Wilson Santiago.

Imagem 19. Veículo que levava Israel Nunes com a mochila dirigindo-se ao Congresso Nacional.

Imagem 20. Exato momento em que o veículo Hyundai IX35, placas: PBP-2031, entra no anexo IV da Câmara dos Deputados.

As movimentações foram acompanhadas por ações controladas da PF.

 

Com informações de O Antagonista

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Polícia Federal pediu ao STF prisão do deputado Wilson Santiago

Na Operação Pés de Barro, a Polícia Federal pediu ao STF cinco prisões preventivas, entre elas a do deputado Wilson Santiago e do prefeito de Uiraúna/PB, João Bosco Nonato Fernandes.

O pedido também envolvia dois assessores do parlamentar e do motorista do prefeito que foram flagrados em imagens recebendo suposta propina do empresário George Ramalho Barbosa em diversas situações.

A medida foi justificada para resguardar as investigações e evitar a prática de novas infrações penais. A PF disse ainda que é proporcional “à gravidade do crime”.

A PF afirmou ao ministro Celso de Mello ter elementos que justificassem a excepcionalidade de prender um parlamentar no mandato.

“Tem-se, no presente caso, uma profusão de provas que realçam a inquestionável excepcionalidade do caso ora submetido à apreciação de Vossa Excelência, com flagrantes de repasse de propina registrados em áudios e vídeos, pressões indecorosas para pagamento de propina, temores de retaliação e até de assassinato em caso de denúncia, conversas explícitas sobre emissão de notas fiscais falsas para acobertamento da contabilidade dos desvios de recursos públicos, combinação de estratagemas e métodos para que as condutas criminosas “não deixem rastro”, e utilização de uma estrutura político-partidária para sustentação de uma engrenagem corrupta”.

O ministro Celso de Mello, porém, negou a prisão preventiva do deputado do PTB.

 

Com informações de O Antagonista

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Operação Pés de Barro: Assessor de Wilson Santiago recebeu mochila com propina no aeroporto de Brasília

Segundo a Polícia Federal, um encontro na praça de alimentação do aeroporto de Brasília sacramentou o repasse de propina no esquema de corrupção desbaratado pela Operação Pés de Barro.

Um secretário parlamentar do gabinete do deputado federal Wilson Santiago recebeu uma mochila do empresário George Ramalho Barbosa com R$ 50 mil.

O montante foi entregue no dia 7 de novembro deste ano e o assessor o transportou até o gabinete do parlamentar.

Cinco dias depois, uma secretária do deputado recebeu mais R$ 50 mil e depois seguiu para a sede do PTB.

As movimentações foram acompanhadas por ações controladas da PF.

Ao todo, a propina acertada seria de R$ 1,8 milhão, sendo que o montante efetivamente pago pelo empresário seria de R$1,2 milhão, o que provocou “desconfiança” do deputado.

George, delator do esquema, apontou 29 repasses de propinas entre novembro de 2018 e novembro de 2019, mas apenas 15 teriam sido gravados.  O empresário começou a documentar o esquema no segundo semestre de 2019.

Em um dos áudios gravados, a assessora de Wilson Santiago cobra celeridade nos repasses:

Assessora: Deixa eu lhe dizer qual é o segredo dessa situação, é curto prazo. Entendeu? A gente tem que aprender a ser curto prazo. Entendeu?

Empresário: Estão reclamando muito?

Assessora: O problema não é nós nos encontrarmos, e se falar, e demorar, essas coisas. Tem que ser curto prazo. Entendeu? Essas coisas tem que ser mais rápido, mais ágil. Entendeu? A gente está muito conversa longa, anda. A gente tem que ter cuidado com essas situações.

Empresário: É.

 

Fonte: O Antagonista 

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Pés de Barro: deputado Wilson Santiago emite nota de esclarecimento sobre seu envolvimento em operação da Polícia Federal

Na manhã de hoje (sábado 21/12/2019), fomos surpreendidos por Operação da Polícia Federal. A operação em questão foi baseada na delação do empresário George Ramalho, o qual foi preso em abril de 2019 na Operação Feudo. Segundo as informações preliminares, o delator iniciou no segundo semestre de 2019 a construção de um roteiro, que servisse como base para acordo que lhe favorecesse na operação que foi alvo de prisão. O delator busca a todo momento, construir relações que possam nos implicar de forma pessoal e criminalizar o trabalho parlamentar.

Fica evidente, que o delator usa um princípio jurídico que veio para ser um instrumento de promoção de justiça, como artifício para favorecimento pessoal e evitar condenação na Operação Feudo. Temos certeza que esse tipo ação criminosa será coibida. Não podemos aceitar que a ação política fique refém dessas práticas. Dessa forma, tomaremos as medidas cabíveis para que a verdade venha à tona, com o esclarecimento das questões objeto da investigação e nossos direitos sejam restabelecidos. Estamos à disposição da Justiça para colaborar em todo o processo.

 

Wilson Santiago

Deputado Federal

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Bomba: Empresário preso delatou todo esquema para pagamento de propina ao deputado Wilson Santiago e ao prefeito Dr. Bosco

A notícia-crime que provocou a Operação Pés de Barros é de George Ramalho Barbosa, proprietário da empresa Coenco Construções Empreendimentos e Comércio.

A PF diz que a empresa foi contratada por R$ 24,8 milhões mediante prévio acerto de repasse de propinas, pela Prefeitura de Uiraúna/PB, para construção de um sistema adutor que se estenderia do município de São José do Rio do Peixe/PB ao município de Uiraúna/PB.

Os investigadores apontam que a contratação envolveu negociações espúrias entre o deputado federal Wilson Santiago (PTB/PB) e o empresário George.

O acerto previa o repasse de propinas no montante de 10% para o deputado e 5% para o prefeito de Uiraúna/PB, João Bosco Nonato Fernandes, popularmente conhecido como Dr. Bosco, conforme relato do empresário.

 

Com O Antagonista