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Assessoria de Gugu denuncia golpe de falso organizador de velório

Segundo Esther Rocha, a assessora de imprensa do apresentador, o homem estaria fazendo convites em nome da família

A assessoria de imprensa do apresentador Gugu Liberato denunciou, nesta terça-feira (26/11/2019), um golpista que estaria se passando pelo organizador do velório do apresentador, que morreu aos 60 anos, após um acidente doméstico na sua casa.

O golpista, identificado como Júnior, está ligando para celebridades e as convidando para a falsa cerimônia. Ele diz estar falando em nome da mãe de Gugu Liberato, dona Maria do Céu, que tem 90 anos.

“Uma pessoa que se chama Júnior está ligando para vários artistas e dizendo que está organizando o velório do Gugu e dizendo que a mãe do Gugu gostaria de falar com esses artistas. Peço a todos a gentileza de informar que não existe ninguém organizando o velório e convidando artistas para falar com a família. A família não tem condição de falar com ninguém”, comunicou Esther Rocha, a assessora de imprensa de Gugu Liberato.

Esther Rocha também afirmou que providências jurídicas serão tomadas nos próximos dias.

Morte Gugu

Gugu Liberato, uma das mais importantes figuras da televisão brasileira, morreu aos 60 anos, após sofrer acidente doméstico. O apresentador caiu de uma altura de quatro metros ao tentar consertar um aparelho de ar-condicionado, na residência de Orlando, nos Estados Unidos.

Encaminhado a um hospital da cidade, ficou em observação por 48 horas. A morte cerebral foi confirmada pelo médico Guilherme Lepski, neurocirurgião brasileiro chamado pela família para ir aos EUA.

 

Metrópoles com Assessoria 

 

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Homem que estava armado durante um velório é condenado a dois anos de reclusão em Pombal

O juiz José Emanuel da Silva e Sousa, da 3ª Vara da Comarca de Pombal, condenou a uma pena de dois anos de reclusão e 10 dias-multa o réu Sebastião do Nascimento Henrique, que foi preso em flagrante delito portando arma de fogo durante um velório. A pena foi convertida em prestação de serviços à comunidade e prestação pecuniária, de acordo com a sentença prolatada nos autos do processo nº 0000087-68.2019.815.0531.

Conforme a denúncia do Ministério Público estadual, no dia 15 de fevereiro de 2019, a polícia recebeu informações de que havia um indivíduo armado em um funeral que seguia em direção ao Cemitério São Francisco, em Pombal. Diante disso, os policiais se dirigiram ao local e lá encontraram o denunciado, que foi preso em flagrante portando, em sua cintura, um revólver calibre 38, marca Taurus. Quando ouvido na delegacia, o acusado assumiu a propriedade da arma apreendida.

Nas alegações finais, o Promotor de Justiça pugnou pela procedência da denúncia, com a condenação do acusado pelo crime de porte ilegal de arma de fogo. Já a defesa pediu a absolvição do réu, ou aplicação da pena mínima com a atenuante da confissão espontânea durante a instrução processual.

Na sentença, o magistrado afirmou que os fatos narrados na denúncia se enquadram na tipificação do artigo 14 da Lei nº 10.826/2003, que prevê pena de dois a quatro de reclusão e multa para o porte ilegal de arma de fogo. “Emanam do conjunto probatório elementos suficientes para o decreto condenatório, pois se extrai com certeza a materialidade e autoria delitivas na pessoa do réu”, ressaltou. Cabe recurso da decisão.

Assessoria de Imprensa – TJPB

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Justiça mantém pena de 15 anos a réu que matou homem no velório em São José de Piranhas

Momento em que a vítima era socorria para o hospital.

Na sessão de julgamento desta terça-feira (8), a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba negou provimento à Apelação Criminal nº 0000145-54.2018.815.0221 apresentada pela defesa do réu Aldeir José Vieira de Araújo. Ele foi condenado pelo Juízo da Vara Única da Comarca de São José de Piranhas a uma pena de 15 anos, por homicídio duplamente qualificado. O crime aconteceu durante um velório. A relatoria do recurso foi do desembargador e presidente do Colegiado, Ricardo Vital de Almeida. O voto foi em harmonia com o parecer do Ministério Público e a decisão unânime.

Segundo os autos, no dia 18 de março de 2018, por volta das 17h30, no Distrito de Piranhas Velhas, pertencente ao Município de São José de Piranhas, o apelante matou, por motivo fútil e dificultando a defesa da vítima, José Eudair Oliveira de Lima. Conforme foi apurado, o ofendido se encontrava em um velório, quando Aldeir José o apunhalou com um golpe de faca peixeira. Em seguida, o réu fugiu do local e teve sua prisão preventiva decretada no dia 20 de março de 2018. Os autos ainda informam que o motivo do assassinato teria sido uma discussão que o apelante e a vítima tiveram na manhã do dia do crime.

O magistrado de 1º Grau pronunciou o réu como incurso no artigo 121, § 2º, incisos I e IV, do Código Penal (homicídio duplamente qualificado).

O Conselho de Sentença da Comarca de São José de Piranhas reconheceu a materialidade e autoria delitiva e, por outro lado, rechaçou a tese defensiva de homicídio privilegiado – praticado por motivo de relevante valor social ou moral – condenando  Aldeir José Vieira de Araújo pelo crime de homicídio qualificado. Na sentença, o juiz Hermeson Alves Nogueira aplicou ao réu 15 anos de reclusão, fixando o regime fechado para o cumprimento inicial da pena, negando ao réu o direito de recorrer em liberdade.

A defesa do apelante alegou que a decisão dos jurados foi manifestamente contrária à provas dos autos e que, diante da fragilidade dos elementos probatórios, deve prevalecer o princípio do in dubio pro reu (na dúvida, a favor do réu). Com base nesses argumentos, requereu a anulação do julgamento. Pediu, ainda, a redução da pena ao patamar mínimo, defendendo a inidoneidade da fundamentação adotada quando da análise das circunstâncias judiciais.

Segundo o relator, a tese defensiva de homicídio privilegiado foi rechaçada pelos jurados, que acolheram a pretensão condenatória do crime duplamente qualificado apresentada pelo Ministério Público. “Essa opção por uma das versões arguidas em plenário, afastada a nulidade de decisão contrária à provas dos autos, deve ser mantida, em obediência ao princípio da soberania dos veredictos”, afirmou o desembargador Ricardo Vital de Almeida.

A respeito da redução da pena, o relator disse que, considerando a desfavorabilidade de dois vetores (culpabilidade e consequência do crime), bem como a pena em abstrato para o crime de homicídio qualificado (12 a 30 anos), a elevação da pena-base para 16 anos e seis meses de reclusão obedece aos princípios da razoabilidade e da proporcionalidade, impondo-se a conformação. Ao final, o desembargador ressaltou a preponderância da atenuante da confissão, realizando uma compensação parcial e reduziu a pena em um ano e seis meses. Assim, realizada a subtração, a pena ficou definitiva em 15 anos de reclusão em regime fechado. Da decisão cabe recurso.

 

Fernando Patriota – Assessoria de Comunicação – TJPB

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Polêmico presidente do Vasco, Eurico Miranda morre aos 74 anos

Dirigente foi vítima de um câncer no cérebro; velório será realizado em São Januário e será aberto ao público

Morreu nesta terça-feira (12), aos 74 anos, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, o cartola Eurico Miranda, uma das figuras mais importantes e polêmicas da história do Vasco da Gama. Eurico morreu vítima de um câncer no cérebro. Na atual gestão do Gigante da Colina, ele era presidente do Conselho de Beneméritos do clube.

Eurico fazia aparições públicas há alguns meses, estava debilitado e precisava da ajuda de cadeiras de rodas para se locomover. Com a saúde fragilizada, o cartola tinha em casa uma estrutura para manter o tratamento. Antes da doença que o vitimou, ele já tinha sofrido com câncer no pulmão e outro na bexiga.

O dirigente foi presidente do Vasco de 2001 a 2008, e voltou a comandar o clube entre 2014 a 2017. Foi vice-presidente durante o período de mais conquistas da história do time carioca, quando conquistou os títulos brasileiros de 1997, da Libertadores, em 1998, além dos torneios João Havelange e Copa Mercosul, ambos em 2000. No entanto, sua presença nos bastidores era antiga.

Em 1969, quando era vice-presidente de patrimônio do Vasco, Eurico desligou a luz na sede do clube, o que adiou a cassação do então presidente Reinald Reis. Eurico também atuou na política e foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro em 1994, pelo extinto PPB.

O cartola também foi alvo de diversos processos ao longo de sua vida. Em um deles, foi alvo de uma CPI em 2001 que investigava irregularidades na administração do futebol brasileiro. Autor de frases polêmicas, Eurico chegou a dizer que não sabia se sentia mais prazer ao ter uma relação sexual ou ao ver seu time do coração bater o maior rival, Flamengo.

Em uma das últimas frases mais polêmicas, Eurico afirmou que se mudaria para a Sibéria caso o time fosse rebaixado em 2015, o que acabou ocorrendo no fim da daquela temporada. O ex-presidente do Vasco foi um dos fundadores do Clube dos 13, organização que tentava renegociar os direitos de transmissão de rádio e TV dos campeonatos nacionais e fazer frente ao modelo de gestão da CBF.

Em 2015, após uma vitória vascaína no Carioca, Eurico foi perguntado como era a sensação de ganhar um clássico sobre o maior rival. A resposta aos jornalistas no Maracanã viralizou nas redes sociais.

O velório de Eurico Miranda será em São Januário, aberto ao público, a partir das seis da tarde. Ele deixa esposa, quatro filhos e oito netos.

 

Repórter Raphael Costa

Agência do Rádio