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Comissão do Senado aprova por unanimidade relatório de Veneziano que estabelece normas eleitorais contra o uso de fake news

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou por unanimidade nesta quarta-feira (12) o relatório do Senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) ao Projeto de Lei que estabelece normas eleitorais contra o uso de notícias falsas, as chamadas “fake News”. O PLS 218/2018, do senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), obriga o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a criar campanhas de conscientização sobre a disseminação de notícias falsas no período das eleições, além de informar a população sobre as punições previstas a quem divulgar conteúdo falso.

Em seu relatório, Veneziano disse que opinou favoravelmente ao acolhimento do projeto considerando que as ‘fake news’, que circulam nas redes sociais – o mundo digital onde os boatos são disseminados com rapidez e vasta abrangência em termos de alcance populacional – se constituem numa preocupante novidade nas campanhas eleitorais, tendo demonstrado poder incontrolável e avassalador no sentido de destruir ou alavancar, muitas vezes de forma irreversível, determinadas candidaturas.

“Assim, em que pese a proposição em análise não ter o poder de coibir a circulação de notícias falsas a respeito dos candidatos, a inclusão na propaganda institucional de esclarecimento aos cidadãos sobre a disseminação de informações e notícias falsas com o propósito de exercer influência indevida sobre o processo eleitoral, assim como advertências sobre eventuais sanções decorrentes de sua divulgação, mediante a alteração da redação do art. 93-A da Lei Eleitoral, sem dúvida, contribuirá para reduzir, ou mesmo afastar, as influências danosas que podem macular a normalidade e legitimidade das eleições” destacou o senador paraibano.

O autor do projeto argumentou que esse tipo de ação nefasta, através das ‘fake news’, não ajuda em nada a democracia, pelo contrário, prejudica bons candidatos, até favorecendo para que outros maus candidatos possam se eleger. Segundo ele, o TSE poderá conscientizar a população de que uma notícia falsa, que, aparentemente, soa como verdadeira, não possa ser disseminada nas redes.

Levantamento da Universidade de São Paulo (USP) aponta que 12 milhões de perfis online compartilham notícias falsas regularmente nas redes sociais. Para o autor da propositura, em geral essas publicações têm como alvo pessoas específicas.

Assessoria de Imprensa

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Cajazeiras: CRAS I conscientiza sobre o “Janeiro Branco” e aborda o uso excessivo da tecnologia

Na manhã da última terça-feira (28), o CRAS I – (Centro de Referência de Assistência Social) realizou o “Janeiro Branco” com o tema: “O Uso Excessivo da Tecnologia, Entenda como afeta a Saúde Mental”.

De acordo com a Psicóloga Vilma Oliveira que fala do uso da tecnologia diz que se faz necessário e é muito importante para o nosso dia a dia, vimos que principalmente os celulares e os tablets são os mais utilizados até porque pela facilidade de locomoção, o uso é realizado no shopping, no restaurante, em eventos familiares ou em casa, os aparelhos tecnológicos e a internet viraram parte do cotidiano e tem diminuído o contato pessoal. Se o excesso de uso é prejudicial à qualquer pessoa, para crianças e adolescentes os efeitos podem ser ainda mais nocivos e é preciso atenção dos pais e responsáveis para os limites e cuidados na hora de usar as tecnologias.

Explica a psicóloga, o ideal é que crianças de até dois anos não tenham contato com tecnologia. Após esse período, o uso deve ser ainda limitado a no máximo a duas horas por dia. Mas, na prática, em um mundo rodeado por celulares, tablets, computadores e TVs, os pequenos tem acesso cada vez mais cedo a este tipo de informação.

Os riscos e prejuízos são os mesmos tanto para crianças quanto para adolescentes. “Para a criança, isso pode trazer algumas alterações nas fases de desenvolvimento, porque ela não está preparada para receber a quantidade de estímulos que a tecnologia traz. Em crianças e adolescentes, isso pode diminuir a concentração, a memória e trazer repercussões para o desenvolvimento psicossocial, além do isolamento e sedentarismo”.

Para evitar esses problemas mais comuns e até casos mais graves como pedofilia, a orientação é sempre estar atento aos movimentos das crianças e adolescentes na internet e ter um relacionamento aberto e transparente com eles. “Com crianças pequenas deve haver um monitoramento direto tanto de tempo quanto de qualidade do que está sendo acessado, como os tipos de programas e conteúdos.

Depois dos 12 anos tem que haver uma supervisão e estabelecer vínculos de conexão com os filhos. Eles devem saber que estão sendo supervisionados e por isso é importante o vínculo entre pais e filhos para que tenham essa comunicação”, afirma à psicóloga.

Fonte: Sec. Desenvolvimento Humano

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Complexo Hospitalar de Patos adota pulseiras para classificação de risco

A classificação de risco é um procedimento necessário na admissão de pacientes em qualquer unidade de saúde e no caso de uma instituição que atua com urgência e emergência isso é ainda mais importante, porque ao se avaliar o paciente, direcionasse  melhor o atendimento de acordo com a necessidade que cada quadro requer. E para aperfeiçoar essa sistemática, o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, passou a adotar, a partir desta terça-feira (10), pulseiras para Classificação de Risco, onde o paciente que der entrada no pronto socorro passará a usar uma pulseira colorida que identifica a prioridade no atendimento. As pulseiras seguem a Classificação de Risco preconizado pelo Ministério da Saúde de acordo com a Política Nacional de Humanização. “Esse sistema prioriza o atendimento pela gravidade do caso e não pela idade ou ordem de chegada”, destaca a diretora geral do Complexo, Liliane Sena.

A nova sistemática tem o objetivo de melhor acolher o paciente, avaliar a sua necessidade clínica e propiciar um atendimento de acordo com a urgência, classificando-o por cores: vermelha (emergência), laranja (muito urgente), amarela (urgente), verde (pouco urgente ) e azul (não urgente). Dentre as vantagens da adoção da pulseira está a redução do índice de mortalidade na porta das emergências com a identificação rápida de pacientes em risco de vida.

A diretora geral do Complexo lembra ainda que esse novo procedimento de classificação adotado pela unidade está em consonância com um processo interno de melhoria contínua, que tem o objetivo de assegurar que os pacientes tenham um atendimento mais eficaz, levando-se em conta a sua própria necessidade e urgência. “Nós já fazíamos essa classificação de risco e a adoção das pulseiras chega para complementar e aperfeiçoar esse processo de eficiência do atendimento na nossa porta de entrada”, finaliza Liliane Sena.

Assessoria