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Fim dos lixões: Cajazeiras parte na frente, garante secretária de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente

A secretária de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente – Branquinha Abreu, voltou muita otimista do encontro realizado pelo Ministério Público da Paraíba, na última quarta-feira(06), na cidade de Sousa, onde esteve representando a Prefeitura de Cajazeiras.

Segundo ela, o evento que discutiu a destinação e o lançamento de resíduos sólidos em desacordo com as exigências em leis, expôs uma dura realidade vivenciada por muitos municípios que ainda não dispõem de aterros sanitários.

O que ficou evidenciado como solução, segundo a secretária, é a construção de aterros privados, pois esses municípios não têm condições financeiras de construir e nem de manter esses equipamentos.

Nesse sentido, Branquinha Abreu disse que Cajazeiras parte na frente, porque o processo de construção de um aterro privado está bem adiantado, devendo atender a demanda de vários municípios da região.

Em outra ponta, Cajazeiras dá passos importantes para implantação da Coleta Seletiva, que vai reduzir em muito os problemas do destino do lixo.

Aliás, Cajazeiras está entre os 12 municípios do Brasil selecionados para receber investimentos da ONG www.recicleiros.org.br que trabalha com coleta seletiva.

Secom

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Linha de Crédito: Produtores rurais poderão refinanciar dívidas com juros de 8% ao ano

Nova linha de crédito poderá ser paga em até 12 anos

Produtores rurais e cooperativas de produção que tiveram problemas climáticos ou de comercialização poderão ter acesso a uma nova linha de crédito para refinanciar a dívida. Em reunião extraordinária nessa terça-feira (15), o Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu as condições para o novo financiamento.

Nessa modalidade, chamada de composição de dívidas, os bancos concedem novo crédito para a liquidação integral de débitos. Ao todo, o governo vai oferecer até R$ 1 bilhão para a composição de dívidas de empréstimos de custeio e investimento rural contratadas até 28 de dezembro de 2017.

Cada produtor só poderá contrair até R$ 3 milhões para a composição de dívidas, com juros efetivos de 8% ao ano e prazo de pagamento de até 12 anos. O beneficiário terá 36 meses de carência, só começando a pagar a nova linha de crédito três anos depois da contratação.

Em nota, o Ministério da Economia informou que a composição de dívidas pretende permitir que os produtores e as cooperativas alonguem os prazos financiamentos contratados anteriormente, cujo cronograma original de pagamento foi dificultado por imprevistos climáticos ou problemas na venda da produção.

Agência Brasil