Arquivo de tag Romero

porpjbarreto

Entenda como a gestão Romero não faz e nem deixa os outros fazerem as obras que Campina Grande merece

A atual gestão do prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues (PSD) e do seu vice-prefeito Enivaldo Ribeiro (PP) tem uma característica ímpar, que chama a atenção da população e da mídia campinense: a de buscar inviabilizar, dificultar ou até mesmo condenar obras que surgiram de iniciativas da gestão anterior ou que são anunciadas pelo Governo do Estado para a cidade.

O pretexto é de que a prefeitura seria a realizadora das obras. Porém, o que se tem verificado é que o tempo vai passando e Campina Grande acaba por ficar sem a obra, enquanto o prefeito e seu vice apostam no esquecimento para continuar negligenciando iniciativas que a cidade precisa.

Dentre estas obras destacam-se a construção do Centro Administrativo de Campina Grande e a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), conhecido como Metrô de Superfície. No caso do Centro Administrativo, no ano de 2012 o ex-prefeito e atual senador Veneziano Vital do Rêgo assinou a ordem de serviço para a sua construção, um projeto executado pela arquiteta Sandra Moura, inspirado nas características históricas e culturais do povo campinense, que seria construído ao lado do Ginásio de Esportes “O Meninão”, na esquina da avenida Floriano Peixoto com a rua José Sebastião da Silva, no bairro de Santa Rosa.

A obra tinha 56 mil metros quadrados de área total, dos quais mais de 25 mil metros quadrados seriam ocupados com a construção de cinco blocos administrativos. Nesses cinco blocos seriam instaladas as secretarias da Prefeitura de Campina Grande e alguns órgãos municipais. A obra era orçada em R$ 52 milhões, já tinha tido da PMCG o lançamento da sua pedra fundamental e o inicio da terraplanagem, após a formalização de uma PPP – Parceria Público Privada.

Assim que tomou posse como prefeito da cidade, Romero paralisou as obras e, anos depois, ofertou gratuitamente o terreno para a instalação da uma casa de shows privada (Vila Sítio São João), que tem como proprietário o filho do vereador da sua base de sustentação na Câmara Municipal, João Dantas. Esta doação foi questionada na justiça e o juiz Ruy Jander Teixeira determinou que a PMCG suspendesse a doação do terreno.

Na medida, o juiz alegou que, na doação do terreno, existe uma “suposta ofensa aos princípios constitucionais da legalidade, moralidade e impessoalidade, ante a violação da Lei da Licitação, que exige a necessidade de avaliação prévia e de licitação na modalidade de concorrência”. Veja mais: https://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2019/11/26/justica-manda-suspender-doacao-de-terreno-para-vila-sitio-sao-joao-em-campina-grande.ghtml

Incoerência? – Depois de ter barrado a construção do Centro Administrativo e tentado doar o terreno para uma casa de shows privada, o prefeito Romero propôs, em entrevista concedida ontem (4) um projeto para a construção de um minicentro administrativo, para reunir em um único local as secretarias de Planejamento, Obras, Serviços Urbanos, Assistência Social, Agricultura, Esportes, Desenvolvimento Econômico, Procuradoria, Amde e Urbema. A prefeitura está em negociação para alugar o prédio onde funcionou a Faculdade Cesrei, na Avenida Almeida Barreto, próximo ao centro da cidade.

VLT – Outra iniciativa que tem no prefeito e em seu vice a aposta de que a cidade vai esquecer é o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Quando a iniciativa foi anunciada pelo governador João Azevêdo, há cerca de um ano, Romero Rodrigues viajou apressadamente a Brasília para impedir que o Governo do Estado realizasse a obra, o que acabou conseguindo, sob a promessa de que seria a Prefeitura a executora, o que até hoje não ocorreu.

Esta mesma obra chegou a ser anunciada pela gestão anterior, cujo prefeito era o hoje senador Veneziano, que já tinha as cartas de anuência do Bando do Nordeste (BMNB) para a execução dos serviços. O anúncio do início da obra de adequação dos trilhos chegou a ocorrer, através da formatação do projeto no ano de 2011, junto a uma empresa especializada e, através da busca de recursos, como pode ser visto nessa matéria: https://www.mobilize.org.br/noticias/1102/prefeito-de-campina-grande-na-paraiba-autoriza-empresa-para-estudar-implantacao-de-metro.html

O VLT tinha o objetivo de reduzir os custos de transportes sobre o orçamento de estudantes e trabalhadores, já penalizados com os seguidos aumentos nas passagens dos ônibus em Campina. Mas já no final do ano de 2019, o prefeito mudou de ideia e anunciou juto à imprensa que não tinha data para dar início às obras, culpando o presidente Jair Bolsonaro de não conceder o documento de ‘direto de uso’, que segundo ele, permitiria o inicio das obras. Veja detalhes na matéria em que Romero culpa Bolsonaro: https://portalcorreio.com.br/nao-ha-prazo-para-vlt-operar-em-cg-diz-romero-rodrigues/

Em contraponto, o governador João Azevêdo, que já tinha conseguido, em audiência com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, o compromisso de repassar a concessão para o Estado, foi impedido, por uma articulação política do prefeito, de dar início a obra, mesmo já tendo os recursos para viabilizar o VLT. João Azevêdo contou que, quando esteve em Brasília, no final do ano passado, disse ao ministro da Infraestrutura: “nós temos o dinheiro, nós temos o projeto, nós temos os técnicos que querem realizar o trabalho e vamos fazer; o ministro disse: esse é o tipo de projeto que eu gosto, que vem pra cá, que não pede nada”.

“Se o prefeito de Campina Grande disser que tem o dinheiro para fazer, como o Estado tem os recursos, que diga, anuncie e comece a fazer a obra. Não tem problema de disputa política comigo, jamais. Agora, tem uma coisa: se ele não fizer até a data que ele deixar a prefeitura, o Estado vai lá, refaz o projeto e executa a obra, porque nós temos compromisso com o povo de Campina Grande, que eu assumi durante a campanha e disse várias vezes que implantaria, e eu não preciso de recursos do governo federal para fazer essa obra”, disse o governador.

Redação

porpjbarreto

Livânia revela que ex-secretário de Cássio e Romero levou a Roberto Santiago para distribuir propinas em campanhas eleitorais

Livânia Farias revelou em delação premiada como conheceu o empresário Roberto Santiago. De acordo com ela, o ex-secretário de Administração da gestão de Cássio Cunha Lima e de Romero Rodrigues em Campina Grande, Gustavo Nogueira, a levou a procurar o empresário pouco antes do primeiro turno da eleição de 2010.

A ex-secretária detalhou que faltavam quatro dias para as eleições quando Gustavo Nogueira a levou ao escritório de Roberto Santiago, em frente ao Manaíra Shopping, para pedir ajuda para a campanha. O empresário teria dito que não dava mais tempo, pela proximidade do pleito, mas Livânia insistiu que precisava levar dinheiro para Campina Grande. Roberto Santiago pediu então que ela assinasse um cheque para ele.

Livânia Farias deixou um cheque no valor de R$ 250 mil e, em troca, o dinheiro foi enviado para Gustavo Nogueira no “Dia D”, na eleição em Campina Grande. A ex-secretária contou que pagou a dívida no ano seguinte, ocasião em que o cheque foi devolvido para ela.

Gustavo foi secretário do ex-prefeito Cássio Cunha Lima e do atual prefeito Romero Rodrigues em Campina Grande e é considerado um homem de confiança do grupo.

Veja o vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=ubv447qL12w&feature=youtu.be

 

Redação 

porpjbarreto

Gestão Romero/Enivaldo ignora alertas do TCE e amplia para 7.805 as contrações de pessoas sem concurso na PMCG

Apesar dos alertas do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) emitidos, recentemente, ao prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues (PSD) e seu vice-prefeito Enivaldo Ribeiro (PP), por gastos com pessoal acima do limite, bem como ações que tramitam no poder judiciário e pesam sobre ele por nepotismo e corrupção, o gestor campinense vem, desde janeiro deste ano de 2019, até o último levantamento, segundo o Sistema de Acompanhamento Online (Sagres) do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB), referente ao mês de outubro de 2019, aumentando o número de comissionados e pessoas contratadas por excepcional necessidade.

Em julho a PMCG apresentava exatos 7.666 pessoas contratadas sem concurso que custaram aos cofres públicos neste referido mês R$ 11.370.847,60. Já neste mês de outubro de 2019, a PMCG apresentou um aumento para exatos: 7.805 servidores sem concurso que custaram, neste referido mês exatos R$ 11.722.187,45, o que representa um aumento de 139 cargos e mais R$ 351.339,85 em média a mais a cada mês em valores. Uma grande quantidade destes servidores tem algum grau de parentesco com o gestor campinense, ou são de pessoas ligadas a vereadores de sua base política. Os indicados estão em pastas como o Gabinete, o Fundo Municipal de Saúde, o Fundo Municipal de Assistência Social, a STTP, Urbema, AMDE e IPSEM, que tem recursos próprios. Essas informações podem ser vistas no link do TCE-PB: https://sagres.tce.pb.gov.br/municipio_index.php

Pelo menos 12 parentes de vereadores e de pessoas ligadas ao alto escalão político de Campina Grande estão inseridos na folha de pessoal do município com gordos salários. Os vencimentos chegam a passar de R$ 14 mil. Veja mais: https://www.clickpb.com.br/politica/denuncia-aponta-parentes-de-vereadores-e-aliados-em-cargos-comissionados-na-prefeitura-de-cg-255788.html

Dentre os parentes identificados estão a esposa do deputado estadual Moacir Rodrigues e cunhada do prefeito Romero Rodrigues, Giovanna Karla Barros Fernandes do Carmo, lotada no Gabinete do Prefeito com salário de R$ 14.196. Também estão na lista esposas, filhos, filhas e primos de vários vereadores de Campina Grande que compõem a base de apoio do prefeito Romero Rodrigues. Vejam nos anexos do Sagres-PB, as tabelas que mostram os gastos e quantidades de servidores sem concurso na PMCG até o mês de março deste ano.

Punições a gestores – Em diversas cidades, gestores municipais estão sendo afastados dos seus cargos pela prática de nepotismo. O mais recente caso foi a decisão do juiz do Grupo da Meta 4, no âmbito do Judiciário estadual paraibano, Jailson Shizue Suassuna, que condenou o ex-prefeito do Município de Gurinhém, Tarcísio Saulo de Paiva, por atos de improbidade administrativa, em razão da existência de inúmeros contratos temporários relativos a cargos para os quais havia contrato público válido. Com a decisão, o magistrado julgou procedente o pedido interposto pelo Ministério Público estadual na Ação Civil Pública por Ato de Improbidade Administrativa nº 0001280-72.2014.815.0761, para declarar a inconstitucionalidade incidental do artigo 2º, inciso VII e do artigo 13 da Lei Municipal nº 428/2013. Veja mais: https://parlamentopb.com.br/ex-prefeito-de-gurinhem-tem-direitos-politicos-suspensos-por-3-anos-por-contratacoes-irregulares/

Outro caso se seu no município de Cacimbas, onde Geraldo Terto da Silva foi condenado pela prática de improbidade administrativa, em virtude da contratação de servidores sem concurso público. https://www.osguedes.com.br/2019/10/09/justica-condena-prefeito-de-cacimbas-por-contratacao-de-servidores-sem-concurso-publico/

Há poucos meses veio à tona o caso da ex-prefeita de Patos, Francisca Gomes de Araújo Motta, que foi condenada pela prática de improbidade administrativa. A sentença faz parte de mais um lote do Mutirão da Meta 4, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e foi divulgada nesta sexta-feira (04) pelo Tribunal de Justiça da Paraíba. Consta nos autos que durante a gestão da ex-prefeita foram contratados servidores sem prévia aprovação em concurso público para exercício das funções de cargo próprio da atividade administrativa municipal. http://blogs.jornaldaparaiba.com.br/plenopoder/2019/10/04/justica-condena-francisca-motta-por-improbidade-em-contratacoes-de-excepcional-interesse-publico/

Outro caso se deu com o ex-prefeito de Condado, Eugênio Pacelli de Lima, teve os direitos políticos suspensos por três anos por realizar diversas contratações no período 2009/2012, sem concurso público. Ele ainda foi condenado ao pagamento de multa civil no equivalente a 10 vezes o valor da sua última remuneração percebida no cargo de prefeito. A sentença é do juiz Rúsio Lima de Melo, nos autos da Ação de Improbidade Administrativa e faz parte das ações julgadas pelo Mutirão da Meta 4, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no âmbito do Tribunal de Justiça da Paraíba. Veja: https://seligapb.com.br/politica/ex-prefeito-de-condado-tem-direitos-politicos-cassados-por-contratar-servidores-sem-concurso-publico

Ainda teve o caso do prefeito ‘do Município de Pombal, Abmael de Sousa Lacerda, foi condenado pela prática de improbidade administrativa, em razão da contratação de 546 servidores temporários por meio de contrato por excepcional interesse público, no período entre 2 janeiro de 1997 e 30 de novembro de 1998. A sentença foi proferida pelo juiz em substituição Mathews Francisco Rodrigues de Souza Amaral, da 1ª Vara da Comarca de Pombal, nos autos da Ação Civil Pública por Improbidade Administrativa nº 0000158-27.2006.815.0301. veja mais no link: https://www.bastidoresdapoliticapb.com.br/perda-de-mandato-prefeito-de-pombal-e-condenado-por-contratar-546-servidores-sem-concurso-publico/

Assim também foi com o prefeito de Aparecida, no sertão paraibano, Júlio Cesar Queiroga (PSD), afastado do cargo neste final de semana, conforme decisão do relator do caso, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Roberto Barroso, que negou o recurso extraordinário interposto pelo prefeito contra o recente acórdão do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba (TJPB). Veja: https://www.pbagora.com.br/noticia/politica/justica-determina-afastamento-do-prefeito-da-cidade-de-aparecida-no-sertao-da-pb/

Outro caso se deu com o afastamento recente do prefeito de Campinas, no estado de São Paulo, Jonas Donizette, que foi posto para fora da Prefeitura de Campinas por contratar mais de 1.800 servidores sem concurso – quantidade bem abaixo da constatada pelo TCE-PB na Prefeitura de Campina Grande. Veja:  https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/tribunal-poe-jonas-donizette-para-fora-da-prefeitura-de-campinas-por-cabide-de-emprego/

Operação Famintos – A mais recente denúncia contra o prefeito de Campina, recai sobre a ‘Operação Famintos’, as investigações foram iniciadas a partir de representação autuada no MPF, que relatou a ocorrência de irregularidades em licitações na Prefeitura de Campina Grande (PB), mediante a contratação de empresas “de fachada”. Com o aprofundamento dos trabalhos pelos órgãos parceiros, constatou-se que desde 2013 ocorreram contratos sucessivos, que atingiram um montante pago de R$ 25 milhões. A CGU, durante auditoria realizada para avaliar a execução do PNAE no município, detectou um prejuízo de cerca de R$ 2,3 milhões, decorrentes de pagamentos por serviços não prestados ou aquisições de gêneros alimentícios em duplicidade no período de janeiro de 2018 a março de 2019.

 

Redação com PBNews

porpjbarreto

Após oito meses de silêncio sobre o corte no abastecimento da Transposição a PB, Romero/Enivaldo se manifestam

Incoerência? A assessoria do prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues (PSD) e de seu vice-prefeito Enivaldo Ribeiro (PP) enviaram um comunicado onde anunciam que nesta segunda-feira (18), vão integrar uma comitiva para visitar a chegada das águas da Transposição do Rio São Francisco, no eixo leste, na cidade de Monteiro. Ocorre que o Governo do presidente da República Jair Bolsonaro, foi é responsável pelo desligamento do bombeamento deste eixo que abastece, entre outros mananciais, o Açude de Boqueirão, interrompido desde 22 de fevereiro deste ano. Portanto nesses quase oito meses não há registro de cobrança do prefeito de Campina a Bolsonaro pela volta do abastecimento, o que ocasionou o açude de Boqueirão, responsável pelo fornecimento de Campina Grande e outras 19 cidades chegasse hoje (18), a 17,2% de sua capacidade.

A interrupção do bombeamento do Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco, completou nesta segunda-feira (18.11) quase oito meses de paralisação. Decisão esta mantida neste referido período pelo presidente Jair Bolsonaro e não questionada por aliados, como o prefeito Romero e seu vice Enivaldo. O bombeamento só recebeu o aval de Bolsonaro, dois dias após a libertação do ex-presidente Inácio Lula da Silva, em visita que o chefe do executivo nacional fez a Campina Grande, para entregar a obra do Conjunto Aluízio Campos que teve como madrinha a ex-presidente Dilma Rousseff.

Durante esses oito meses de paralisação do bombeamento ao açude de Boqueirão, responsável pelo abastecimento da Rainha da Borborema e outras 19 cidades, não há registros na imprensa por parte de Romero e Enivaldo de cobranças ao Governo Federal para volta do bombeamento. Veja detalhes: https://correiodaparaiba.com.br/geral/transposicao-do-rio-sao-francisco-esta-a-70-dias-sem-agua/

Em 2018, Romero defendeu abertamente a manutenção do racionamento na Rainha da Borborema, decisão essa não acatada pelo Governo do Estado, que mostrou dados da elevação do nível do manancial que estava sendo abastecido pelo eixo leste da Transposição e pelo período chuvoso. Boqueirão tinha até o dia (18.11.2019), 80.319.885 milhões de metros cúbicos, o que equivale a 17,2% de sua capacidade que é de 466 milhões de m³

 

Redação com PB News

porpjbarreto

Prefeito Romero Rodrigues e presidente Jair Bolsonaro inauguram a maior obra pública de Campina Grande: o Conjunto Habitacional Aluízio Campos

Milhares de famílias campinenses passam a viver uma nova história de vida com a realização do sonho da casa própria. Esta meta, acalentada há muitos anos, se concretizou na manhã desta segunda-feira (11), quando Campina Grande ganhou uma “nova cidade”: o Conjunto Habitacional Aluizio Campos.

A entrega da maior obra pública da história campinense aconteceu em solenidade marcada pela presença do presidente da República, Jair Bolsonaro.  A obra foi totalmente construída durante a gestão do prefeito Romero Rodrigues, representando um investimento de quase R$ 300 milhões. As 4.100 unidades habitacionais vão abrigar uma população de quase 20 mil pessoas.

Além do presidente da República, integraram o espaço de autoridades, entre outros, o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues; ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto; presidente do Banco do Brasil, Rubens Novais; vice-prefeito Enivaldo Ribeiro; vice-governadora Lígia Feliciano; deputados federais, entre eles Damião Feliciano, Efraim Filho e Pedro Cunha Lima; senadora Daniela Ribeiro; bispo diocesano, Dom Dulcênio; além do ex-senador Cássio Cunha Lima. O ato ainda foi prestigiado por deputados estaduais, vereadores e prefeitos de vários municípios paraibanos.

Após a execução do Hino Nacional brasileiro por parte dos artistas Fabiano Guimarães e Gitana Pimentel, aconteceram os pronunciamentos das autoridades. Quem primeiro falou foi prefeito Romero Rodrigues. Segundo ele, o “Aluízio Campos representou um sonho de vários anos e o resultado de um trabalho sério e competente”. Em seguida, manifestou a sua gratidão ao presidente Jair Bolsonaro e, ainda, a diversas lideranças que tornaram possível a obra, a exemplo do deputado federal Aguinaldo Ribeiro e do ex-senador Cássio Cunha Lima.

O prefeito campinense fez um retrospecto histórico do desenvolvimento do novo núcleo habitacional, aproveitando para enaltecer o apoio recebido por parte do Banco do Brasil até a política de parceria mantida com o governo federal. Ressaltou o empenho do presidente Bolsonaro, a quem qualificou como o “presidente mais acessível do Brasil”. O prefeito, ao concluir o seu pronunciamento, destacou ainda reivindicações em favor de Campina Grande.

Ele solicitou a duplicação da BR-230 entre Campina Grande ao Sertão e a duplicação da BR-104 ligando Campina Grande a Caruaru. Pediu, ainda, a retomada da transposição; implantação de escola cívico-militar na cidade e a cessão de linha férrea para o projeto VLT. “Tudo isso não é cobrança, mas tão somente lembrança em favor da nossa gente”, destacou Romero.

Após o prefeito, fizeram discursos o presidente do Banco do Brasil, Rubens Novais; a senadora Daniela Ribeiro; vice-governadora Lígia Feliciano e o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto,  que também anunciou a retomada do bombeamento das águas do Rio São Francisco para Campina Grande. Todos os oradores destacaram a importância do Aluízio Campos para o desenvolvimento de Campina Grande.

Logo em seguida, houve a entrega das chaves às famílias que representaram na solenidade os moradores do conjunto. O prefeito Romero Rodrigues entregou as chaves à senhora Letícia da Costa, enquanto o presidente Jair Bolsonaro passou as chaves à senhora Maria Aparecida Caluete, em gesto que arrancou aplausos e gerou emoção entre todos os que testemunharam a inauguração.

A solenidade foi concluída com o pronunciamento do presidente Bolsonaro. Ele relatou que este tipo de obra é fruto de um “grande esforço coletivo de uma administração comprometida em dar melhores condições de vida ao povo brasileiro”, destacando o esforço de lideranças políticas da Paraíba para que ela fosse concretizada, a exemplo do prefeito Romero Rodrigues e do ex-senador Cássio Cunha Lima.

Entusiasmado com a recepção que desfrutou em Campina Grande, Jair Bolsonaro reafirmou o seu compromisso de trabalhar pelo progresso da cidade e do Nordeste como um todo. “O que mais alegra uma liderança é poder receber o reconhecimento do seu povo”, afirmou o presidente em seu discurso.

Assessoria de Comunicação – PMCG

porpjbarreto

Romero participa de reunião preparatória para a vinda de Bolsonaro, na próxima segunda-feira a Campina Grande

Prefeito e auxiliares integram grupo de trabalho para organização da participação do presidente da República na inauguração do Complexo Aluízio Campos

O prefeito Romero Rodrigues manteve mais uma reunião com o comando local do Exército na tarde desta segunda-feira, 4, tendo como pauta principal a agenda marcada pelo Palácio do Planalto para a vinda do presidente Jair Messias Bolsonaro a Campina Grande, na próxima segunda-feira, 11.

Acompanhado de vários auxiliares, Romero atendeu convite do tenente coronel Adriano Araújo Bezerra, comandante do 31º Batalhão de Infantaria Motorizado para participar, na sede do corporação, de um encontro de trabalho com representantes de vários órgãos de segurança.

Durante a reunião, o comandante Adriano Bezerra detalhou o planejamento de segurança padrão para uma visita presidencial, já devidamente em sintonia com o Gabinete de Segurança Institucional e o Ministério da Defesa. O encontro durou cerca de duas horas e houve oportunidade para se tirar dúvidas e também ser feito um cronograma de atividades do grupo de trabalho montado a partir da reunião.

Romero Rodrigues participou da reunião acompanhado dos secretários Bruno Cunha Lima (Chefe de Gabinete), Geraldo Nobre (Sesuma), Teles Alburquerque (Sejel) e Carlos Dunga Júnior (adjunto de Planejamento). Da equipe de auxiliares diretos, presentes também os coordenadores Marcos Alfredo (Comunicação), Rodolfo Emanuel (Guarda Municipal) e Daniel Araújo (gerente de Trânsito da STTP).

Representantes da Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Infraero e outros órgãos ligados ao setor de segurança também estiveram presentes na reunião de trabalho. Outras reuniões até a véspera do evento de inauguração do Aluízio Campos estão programadas.

No último dia 27 de setembro, em visita ao conjunto residencial, Romero acompanhou o comandante Adriano Bezerra e equipe numa inspeção prévias com vistas à possível agenda – já confirmada – do presidente em Campina Grande.

Assessoria de Comunicação – PMCG
porpjbarreto

Índice Firjan 2019, confirma que gestão Romero/Enivaldo Ribeiro deixou Campina em situação crítica. Veja detalhes!

Em meio as denúncias de corrupção e nepotismo que envolvem a gestão do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD) e do seu vice-prefeito Enivaldo Ribeiro (PP), a edição 2019 do Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), relativos a 2018, trouxe mais uma triste realidade, Campina está numa situação considerada critica pelo índice no tocante a Gestão Fiscal e nos Investimentos. Semana passada o levantamento feito pelo anuário Multi Cidades – Finanças dos Municípios do Brasil, lançado neste mês pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP), mostra que Campina Grande (PB) foi à cidade do interior do Nordeste que apresentou a maior queda nos investimentos, em 2018.

Para se ter ideia a gestão do prefeito Campina Romero Rodrigues (PSD) e do seu vice-prefeito Enivaldo Ribeiro (PP),  ficou na posição 4.517, dentre os 5.337 municípios brasileiros pesquisados, onde apresentou no tocante aos tópicos Gestão Fiscal e nos Investimentos, uma situação considerada critica. Outro dado que chama a atenção no ranking ‘Gastos com Pessoal’, é que comparando só entre os 223 municípios paraibanos, Campina Grande ficou na posição 119º, atrás gestões ficais consideradas mais eficientes como das cidades de: Cacimba de Dentro, Brejo dos Santos, Caaporã, Cabedelo, Cajazeiras, etc. Veja detalhes: https://www.firjan.com.br/ifgf/consulta-ao-indice/consulta-ao-indice-grafico.htm?UF=PB&IdCidade=250400&Indicador=3&Ano=2018

Anuário Multi Cidades – Neste levantamento foi destacado que Campina apresentou uma queda de 35% em relação a investimentos na atual gestão Romero-Enivaldo Ribeiro, sendo a à cidade do interior do Nordeste que apresentou a maior queda nos investimentos, em 2018.

Apadrinhados- Em junho a PMCG já apresentava exatos 7.666 pessoas contratadas sem concurso que custaram aos cofres públicos neste referido mês R$ 11.370.847,60. Até marco desde ano eram 7.215 servidores sem concurso o que representa um aumento de 451 pessoas. Segundo o Sagres, estes 7.666 servidores estão divididos entre (comissionados e pessoas contratadas por excepcional necessidade), em pastas como a PMCG, o Fundo Municipal de Saúde, o Fundo Municipal de Assistência Social, a STTP, Urbema, AMDE e IPSEM, que tem recursos próprios. Ambos podem ser vistos no link do TCE-PB: https://sagres.tce.pb.gov.br/municipio_index.php

Operação Famintos

A mais recente denúncia contra o prefeito de Campina, recai sobre a ‘Operação Famintos’, as investigações foram iniciadas a partir de representação autuada no MPF, que relatou a ocorrência de irregularidades em licitações na Prefeitura de Campina Grande (PB), mediante a contratação de empresas “de fachada”. Com o aprofundamento dos trabalhos pelos órgãos parceiros, constatou-se que desde 2013 ocorreram contratos sucessivos, que atingiram um montante pago de R$ 25 milhões. A CGU, durante auditoria realizada para avaliar a execução do PNAE no município, detectou um prejuízo de cerca de R$ 2,3 milhões, decorrentes de pagamentos por serviços não prestados ou aquisições de gêneros alimentícios em duplicidade no período de janeiro de 2018 a março de 2019. Em nota, a prefeitura de Campina Grande afirmou que a distribuição da merenda escolar no município atende a todos os padrões de excelência.

Redação com Correio da Paraíba

porpjbarreto

Famintos: ex-chefe de gabinete de Renan diz que aliado de Romero e quem administrava empresa investigada

Entre os interrogatórios realizados pela Justiça na semana passada, durante a fase de instrução do processo da Operação Famintos, que investiga a formação de uma ‘Orcrim da Merenda’, responsável por supostos desvios milionários na contratação de merenda escolar na gestão do prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues (PSD), o ex-chefe de gabinete do vereador Renan Maracajá, André Nunes Oliveira Lacet, disse que Renam que integra a base de sustentação do prefeito era o responsável por administrar a empresa Comercial Lacet, uma das investigadas por participação em licitações supostamente fraudadas para distribuir merenda, na cidade.

“A pedido de Renan essa empresa foi colocada no meu nome. Antes de ser no meu nome, não era no nome dele. Foi no nome dele, passou para o nome de outra pessoa e dessa pessoa passou para o meu. Em toda a trajetória ele sempre foi o administrador. Eu nunca tive escritório na empresa e nunca exerci nenhuma atividade administrativa. Eu não tenho gerência, nem administração, nem ciência do que era feito. Eu não sei nem como funciona um procedimento licitatório. Nunca participei de licitação”, disse o ex-chefe de gabinete.

Confira na íntegra o depoimento de André Lacet

https://youtu.be/0nBCt7pxwWo

Famintos – As investigações foram iniciadas a partir de representação junto ao MPF, relatando a ocorrência de irregularidades em licitações na Prefeitura de Campina Grande (PB) mediante a contratação de empresas “de fachada”. Com o aprofundamento dos trabalhos pelos órgãos, constatou-se que desde 2013 ocorreram contratos sucessivos, que atingiram um montante pago de R$ 25 milhões. Dois secretários municipais (Administração e Educação) foram afastados pela Justiça. Dois secretários municipais de Campina Grande foram afastados dos cargos.

A CGU, durante auditoria realizada para avaliar a execução do PNAE no município, detectou um prejuízo de cerca de R$ 2,3 milhões, decorrentes de pagamentos por serviços não prestados ou aquisições de gêneros alimentícios em duplicidade no período de janeiro de 2018 a março de 2019.

Famintos 2

A Segunda fase da Operação Famintos teve como foco contratos firmados diretamente entre empresas – que seriam de fachada – e as escolas municipais. São investigados crimes como fraude em licitações, sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e de corrupção na aquisição de gêneros alimentícios e merenda escolar. Oito pessoas foram presas. Até agora 16 pessoas já foram denunciadas pelo MPF à Justiça, por envolvimento no suposto ‘esquema’.

Processo nº 0802629-06.2019.4.05.8201

Íntegra da denúncia

http://www.mpf.mp.br/pb/sala-de-imprensa/docs/denuncia-operacao-famintos/view

Redação com PBNews

porpjbarreto

Romero anuncia cerca de 300 mil em recursos extras para APAE

Reunido com a direção da APAE de Campina Grande, na manhã desta terça-feira, 29, o prefeito Romero Rodrigues anunciou a destinação de cerca de R$ 300 mil em recursos extras para a instituição, além do valor que já é repassado mensalmente pela Prefeitura à instituição. O montante será destinado exclusivamente para ações de custeio dos serviços realizados na entidade.

De acordo com o prefeito, o recurso extra é proveniente de emendas parlamentares e foi solicitado pela gestão municipal. “Fizemos o apelo à nossa bancada no Congresso e agora estamos aguardando a liberação da emenda por parte do Ministério da Saúde, que deve acontecer em única parcela. Gostaríamos até poder solicitar um valor maior, no entanto este é teto que a APAE pode receber em emendas da saúde”, explicou.

Também na reunião o prefeito garantiu a cessão de dois profissionais da Saúde para atuarem na APAE, que atualmente já conta com quinze servidores municipais à disposição da instituição. “A APAE faz um trabalho fantástico e é de extrema importância para nossa cidade e toda uma região. Faremos tudo que estiver ao nosso alcance para garantir ainda mais a qualidade dos atendimentos realizados no serviço”.

A presidente da APAE, Maria da Conceição Costa do Rego, informou que o recurso da emenda servirá para manter as despesas operacionais da instituição e também para a realização de obras de reforma no prédio, que foi construído há 20 anos. Atualmente a APAE conta com 57 profissionais que atendem 387 pessoas com deficiência de Campina Grande e de outros 38 municípios paraibanos.

Presente à reunião, a secretária municipal de saúde, Luzia Pinto, informou que, somente este ano, a Secretaria Municipal de Saúde repassou mais de R$ 218 mil para a APAE e esta semana serão disponibilizados mais R$ 49 mil pelo custeio de atendimentos de saúde executados na entidade.

Além da secretaria de saúde, também participaram da reunião os secretários Bruno Cunha Lima, da chefia de gabinete, Teles Albuquerque, de Esporte, Juventude e Lazer, Renato Gadelha, de Agricultura, e o vereador Álvaro Farias.

Assessoria de Comunicação – PMCG

porpjbarreto

Dois pesos? Romero não reconhece o Governo Federal como ‘pai da obra’ do conjunto Aluízio Campos, mas pede apoio federal

Após o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD), adiar pela terceira vez a entrega do Complexo Aluízio Campos, manifestações foram registradas ontem (25) por famílias contempladas. A concentração foi feita na BR-104, em frente ao Parque de Exposições do Ligeiro, que dá acesso ao Complexo. A entrega foi remarcada para o dia 11 de novembro. Em virtude da insatisfação dos contemplados com os atrasos o prefeito pediu apoio de forças federais por meio da Policia Federal para evitar novas manifestações. Apesar de a obra deter de mais de 93% de recursos federais, não se observa declarações do gesto municipal reconhecendo cabia ao governo federal o titulo de pai da obra.

Recentemente, Romero anunciou uma lista de pessoas convocadas para apresentar documentos para receberem seus apartamentos. Não para os 26 mil inscritos, mas para apenas 0,38% desse total, ou seja, em torno de 100 pessoas. Passados quase sete anos da gestão de Romero Rodrigues e três eleições, a promessa do prefeito de entregar as 4.100 unidades habitacionais do conjunto ainda continua no âmbito das ‘promessas’ mesmo. Durante esse período, foram feitos eventos de cadastramento às vésperas das eleições de 2016, que reuniram milhares pessoas, com a promessa da entrega de casas, sorteios das supostas casas, listas de entregas, até mesmo com denúncias de irregularidades no cadastramento.

Chegado o ano pré-eleitoral de 2020, a Coordenadoria de Comunicação da Prefeitura de Campina Grande (Codecom) enviou release divulgando uma relação parcial de 100 pessoas convocadas da lista de espera, que deveriam comparecer à Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan) para entregar as cópias legíveis dos documentos pessoais. Ou seja, essas 100 pessoas representam apenas 0,38% do total de pessoas que fizeram as inscrições para as 4.100 casas nesses seis anos. Veja (https://campinagrande.pb.gov.br/pmcg-divulga-lista-de-convocados-para-o-aluizio-campos-com-prazo-final-para-se-apresentar-a-secretaria-de-planejamento/).

Pai da obra – As obras do Complexo Habitacional Aluízio Campos em Campina Grande, iniciadas em 2013 na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff, que detém 93% de recursos federais, mas que para o prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues (PSD) é a obra que representa sua gestão, só tem recebido reconhecimentos do prefeito ao Governo Federal, quando o mesmo é para culpar a gestão federal pelos atrasos ou pedir apoio financeiro ou da polícia para a manutenção da obra.

Auxiliar debocha das famílias

Nesta última quinta-feira (24), vazou o áudio de um prestador de serviços da Prefeitura debochando de cadastrados para receber as casas, que estariam reclamando dos atrasos na entrega das casas. Segundo o áudio o servidor sem concurso Adriano Magno Alves Florenço. “Quer casa de graça vai ter que esperar”, disse. Veja mais: https://www.wscom.com.br/ouca-auxiliar-de-romero-debocha-de-cadastrados-do-aluizio-campos/

Operação Famintos – Um dos motivos já alegados por um dos aliados do prefeito Romero pela não vinda do presidente Jair Bolsonaro a Campina Grande, o deputado federal Julian Lemos (PSL) é a repercussão negativa da ‘Operação Famintos’. Deflagrada em sua primeira fase no último dia 24 de julho, com a segunda fase tendo ocorrido no dia 22 de agosto, a Operação Famintos iniciou-se no âmbito do Ministério Público Federal a partir da Notícia de Fato 1.24.001.000119/2018-12 e prosseguiu por meio do Inquérito Policial 119/2018.

De acordo com o que foi apurado até aqui pelo MPF, Polícia Federal, Controladoria-Geral da União (CGU) e Escritório de Pesquisa e Investigação da 4ª Região Fiscal (Espei) da Receita Federal, pelo menos desde 2013 a organização criminosa criou uma rede de pessoas jurídicas de fachada para participar de procedimentos licitatórios em vários municípios do estado, principalmente em Campina Grande, sobretudo para a compra de merenda escolar com recursos provenientes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Processo nº 0802629-06.2019.4.05.8201

Íntegra da denúncia

http://www.mpf.mp.br/pb/sala-de-imprensa/docs/denuncia-operacao-famintos/view

Redação