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Saúde amplia público para vacinas contra febre amarela e gripe

As novas medidas passam a valer a partir de 2020

A partir de 2020, o Sistema Único de Saúde (SUS) passará a ofertar uma dose de reforço da vacina de febre amarela para crianças com 4 anos de idade. O Ministério da Saúde também ampliará, de forma gradativa, a vacinação contra febre amarela nos 1.101 municípios nordestinos que não faziam parte da área de recomendação de vacinação.

“Dessa forma, todo o país passa a contar com a vacina contra a febre amarela na rotina dos serviços. As novas diretrizes sobre as Campanhas Nacionais de Vacinação foram enviadas pela pasta aos estados e aos municípios em novembro deste ano para que estejam preparados para as ações do próximo ano”, destaca o ministério.

A pasta informou também que a campanha contra a gripe, realizada todos os anos entre abril e maio, contará com um novo público, os adultos de 55 a 59 anos. A medida tem por objetivo ampliar a vacinação dos grupos mais vulneráveis. “O público-alvo, portanto, representará aproximadamente 67,7 milhões de pessoas. A meta é vacinar, pelo menos, 90% dos grupos prioritários para a vacinação, que já conta com crianças, gestantes, puérperas, povos indígenas, pessoas com doenças crônicas, trabalhadores de saúde, idosos, entre outros.”

Segundo o ministério, as datas para início das campanhas serão definidas pelos estados, a partir do plano de implantação elaborado individualmente por eles. “O Ministério da Saúde conta com estoque suficiente para atender à demanda, a partir da solicitação de quantitativo dos estados, responsáveis por fazer a distribuição das doses aos municípios.”

Com informações do Ministério da Saúde

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Projeto de extensão capacita merendeiras em Ipaumirim no interior do CE

Público-alvo foram profissionais de escolas públicas do município de Ipaumirim

Um grupo de estudantes do curso superior de Tecnologia em Alimentos do IFPB Campus Sousa visitou o município de Ipaumirim, no Ceará, no último fim de semana. O objetivo foi levar uma capacitação para os profissionais que trabalham com a manipulação de alimentos em escolas e outras instituições locais. A ação é parte de um projeto de extensão do Instituto Federal da Paraíba.

O treinamento foi no sentido de identificar falhas no processo de armazenamento e manipulação dos alimentos e propor mudanças. Antes, os integrantes do projeto já haviam visitado a cidade para cadastrar indústrias parceiras e fazer um diagnóstico da situação nos locais. A professora do IFPB e docente colaboradora do projeto, Lucélia Kátia de Lima, explicou como se deu a escolha do município. “Uma das alunas reside nessa cidade, que possui indústria de doces de frutas, e percebeu a necessidade de aplicar seus conhecimentos adquiridos”.

Três alunas do curso viajaram acompanhadas da professora Lucélia para levar informações importantes sobre os cuidados necessários na hora de processar os alimentos. Participaram da capacitação integrantes do Centro de Referência de Assistência Social – CRAS e de escolas municipais e estaduais. “Lá foi bem produtivo. As merendeiras interagiram bastante conosco. Contribuímos deixando elas mais conscientes em ralação ao manuseio e como deveria ser feito o armazenamento correto”, comentou Kássia Raffaela Roque Silva, estudante do IFPB.

Durante a vigência do projeto, o grupo ainda deve retornar ao município para coletar e fazer análises microbiológicas, acompanhar a implementação do treinamento realizado e visitar indústrias locais. “O intuito é beneficiar as instituições para atender aos alunos e consumidores com uma alimentação segura, livre de contaminação por agentes físicos, químicos e biológicos”, explica o texto do projeto, que é registrado na Pró-Reitoria de Extensão e Cultura do IFPB e tem prazo de conclusão para 31 de dezembro deste ano.

 

Assessoria de Comunicação do IFPB/Sousa