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Presidente do (PSL) de Santa Rita emite Nota de Repúdio e Solidariedade e cita ameaças de morte contra jornalistas da cidade

Após veiculação em rede nacional da Operação Natal Luz, que envolve (onze) vereadores da cidade de Santa Rita, na Grande João Pessoa, PB, jornalistas e demais membros da imprensa daquela cidade tem sofrido ameaças de morte, segundo denuncia Eliane Carvalho Nunes, Presidente da Comissão Municipal Provisória do PSL de Santa Rita.

Estão buscando cercear a imprensa local, sob o chicote do velho coronelismo, desferindo ameaças de morte contra profissionais de imprensa que com muita coragem e, sobretudo, responsabilidade e competência fizeram as matérias investigativas que culminaram na descoberta de um grande esquema de corrupção que fraudava congressos e cursos com o objetivo de obter vantagens pessoais”.

Dois parlamentares da legenda, Diocélio de Várzea Nova e Galego do Boa Vista, foram suspensos por terem sido presos na operação da Polícia Civil com o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado do Ministério Público da Paraíba (Gaeco) da Paraíba.

 

Redação com Paraíba Já

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Presidente do PSL-PB diz que não vai a evento com Bolsonaro em CG devido à presença de ‘corruptos’ como Romero e a família Ribeiro

Em nota a imprensa por meio das suas redes sociais o deputado federal e presidente estadual do PSL-PB Julian Lemos, disse que não comparecerá ao evento marcado para esta segunda-feira (11) da entrega das casas do Conjunto Aluízio Campos em Campina Grande que conta com 93% de recursos federais e foi iniciada na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff. A solenidade contará com a presença do presidente da República Jair Bolsonaro (PSL), o paraibano atribuiu a não presença a participação de políticos que considera ‘corruptos’ no evento e deu nome aos bois, o prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues (PSDB) e seu vice-prefeito Enivaldo Ribeiro (PP) que tem sua gestão alvo da ‘Operação Famintos’ que desviou através de uma ‘Orcrim da Merenda’, milhões. Bem como da participação do deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP), réu no STF acusado de compor a organização criminosa mais conhecida como “Quadrilhão do PP”.

Veja a nota:

Nota ao meu querido povo conservador da Paraíba.

Ao tempo que bate à minha porta o sentimento da decepção, ao mesmo tempo surge o dever e a coragem para falar o que precisa ser dito doa a quem doer. Não compactuar com certos caminhos e decisões tomadas pelo meu Presidente Jair Bolsonaro posto que jamais pensei que um dia viveria para assistir Jair Bolsonaro, exemplo de moralidade, desembarcar, em minha terra, do avião presidencial na companhia de Agnaldo Ribeiro, líder do Centrão (o qual combatemos em campanha), Réu no STF acusado de compor a organização criminosa mais conhecida como “Quadrilhão do PP” e sequer ter pedido um voto para o atual presidente. E ainda mais absurdo manter a mãe do referido deputado no comando da Funasa entre outros órgãos na Paraíba. São os ideais que se vão e os corruptos que se chegam. Não bastasse isso, também será recepcionado pelo Prefeito Romero Rodrigues, cuja administração está atolada até o pescoço no esquema de corrupção mais conhecido como “Operação Famintos”. Não assistirei de perto a esse fato, não me farei presente a esse “evento” não farei parte dessa hipocrisia política e desse teatro, não foi pra isso que lutei quase 4 anos da minha vida. Vou seguir firme nos meu ideais de mudança da política no Brasil. Sonhava trazer o meu Presidente novamente a minha terra para anunciar as verdadeira mudanças que a Paraíba precisa, mas infelizmente não é isto que está acontecendo.

Famintos – As investigações foram iniciadas a partir de representação junto ao MPF, relatando a ocorrência de irregularidades em licitações na Prefeitura de Campina Grande (PB) mediante a contratação de empresas “de fachada”. Com o aprofundamento dos trabalhos pelos órgãos, constatou-se que desde 2013 ocorreram contratos sucessivos, que atingiram um montante pago de R$ 25 milhões. Dois secretários municipais (Administração e Educação) foram afastados pela Justiça. Dois secretários municipais de Campina Grande foram afastados dos cargos.

A CGU, durante auditoria realizada para avaliar a execução do PNAE no município, detectou um prejuízo de cerca de R$ 2,3 milhões, decorrentes de pagamentos por serviços não prestados ou aquisições de gêneros alimentícios em duplicidade no período de janeiro de 2018 a março de 2019.

Famintos 2

A Segunda fase da Operação Famintos teve como foco contratos firmados diretamente entre empresas – que seriam de fachada – e as escolas municipais. São investigados crimes como fraude em licitações, sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e de corrupção na aquisição de gêneros alimentícios e merenda escolar. Oito pessoas foram presas. Até agora 16 pessoas já foram denunciadas pelo MPF à Justiça, por envolvimento no suposto ‘esquema’.

Processo nº 0802629-06.2019.4.05.8201

Íntegra da denúncia

http://www.mpf.mp.br/pb/sala-de-imprensa/docs/denuncia-operacao-famintos/view

PROPINODUTO DO PP – A Procuradoria Geral da República calculou em R$ 357.945.680,52 milhões o total de propina recebida pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, um dos delatores da Operação Lava Jato, e pelo Partido Progressista (PP) a partir de desvios de recursos na área de Abastecimento da estatal.

A PGR narra que a partir de 2011, o comando do PP passou para outros parlamentares, que também passaram a controlar a distribuição da propina: os senadores Ciro Nogueira (PI) e Benedito de Lira (AL) e os deputados federais Arthur de Lira (AL), Eduardo da Fonte (PE) e Aguinaldo Ribeiro

Leia mais: http://m.valenewspb.com/products/pgr-diz-que-deputado-federal-aguinaldo-ribeiro-controlava-distribuicao-de-propina/

 

Redação com PBNews

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Vinda de Bolsonaro a CG confirma crise no PSL-PB; Julian que considerou gestão Romero/Enivaldo ‘corrupta’ agora silencia

Em meio a uma guerra interna no PSL, além de denúncias que envolvem seu nome na morte da vereadora carioca Marielle Franco e quedas consecutivas de aprovação popular o presidente da República Jair Bolsonaro (PSL), confirmou que estará em Campina Grande na próxima segunda-feira (11), para a entrega do conjunto habitacional Aluízio Campos. A vinda de Bolsonaro contradiz o que dizia o presidente estadual do PSL-PB o deputado federal Julian Lemos que teria orientado o chefe do executivo nacional de não vir a Campina devido as fortes acusações de corrupção na atual gestão do prefeito de Campina Romero Rodrigues (PSD) e de seu vice Enivaldo Ribeiro (PP).

Bolsonaro vem travando uma guerra interna com a direção nacional do PSL, que tem desgastado seu governo. Nesta disputa o presidente do PSL-PB teria recebido a tutela de ‘traidor’ pelo filho do presidente o deputado líder do PSL Eduardo Bolsonaro que já o teria tirado da vice-presidência do partido e de comissões na Câmara. Julian também vem sendo acusado de comandar o esquema do laranjal do PSL-PB, quem confirma tal acusação é a suplente de deputada federal Pâmela Bório (PSL). “Como vice-presidente do PSL na época, o Gullien articulou junto ao Bebianno e ao Bivar a distribuição irregular dos repasses do Fundo Partidário aqui na Paraíba e nacionalmente, quando em vários estados foram constatados candidaturas laranjas”, acusou Pâmela. Veja: http://paraibadebate.com.br/pamela-borio-acusa-julian-lemos-de-articular-laranjal-nacional-do-psl/

Bolinha sem o apoio da nacional- Sem o aval da orientação da nacional do PSL, Julian também teria lançado a pré-candidatura do empresário Artur Bolinha a prefeitura de Campina Grande, tendo em vista que o deputado estadual Moacir Rodrigues (PSL), irmão de Romero, sequer teria sido consultado. Bolinha já coordenou campanha do grupo Cunha Lima na cidade, a exemplo da campanha do ex-deputado federal Rômulo Gouveia na época no PSDB, em 2008. “Eu particularmente tive a oportunidade de em 2008, ser coordenador de sua campanha”, dizia Bolinha, ao reconhecer sua trajetória política: https://snn.com.br/artur-bolinha-destaca-vocacao-politica-de-romulo-gouveia/

A vinda de Bolsonaro a Campina, portanto trará um clima de desconforto entre as alas do PSL paraibanos comandadas por Julian Lemos e de Moacir Rodrigues. Especula-se nos bastidores políticos que Julian não terá direito a falas, tendo em vistas as recentes criticas ao prefeito Romero Rodrigues e seu vice-Enivaldo Ribeiro. Recentemente o presidente do PSL-PB titulou a atual gestão municipal de ‘corrupta’ e ‘torta’ e relatava que devido a isso Bolsonaro não devir vir a Campina. Veja: https://www.clickpb.com.br/politica/julian-critica-cabide-de-empregos-na-gestao-de-romero-e-diz-coisa-esta-muito-torta-em-campina-grande-269338.html

Julian também vem desferindo na imprensa nacional sucessivos ataques a família Bolsonaro, como revela nessa matéria do site O Antagonista: “Os meninos vão inviabilizar muita coisa do governo”, diz vice-líder afastado do PSL. Veja: https://www.oantagonista.com/brasil/os-meninos-vao-inviabilizar-muita-coisa-do-governo-diz-vice-lider-afastado-do-psl/

Operação Famintos: “Eu faço críticas a corrupção, eu sou um homem de palavras pesadas. E tem sim corrupção no governo Romero, pois tem secretário sendo preso, a ex-cunhada dele foi presa, estão metendo a mão na merenda escolar. Tem cabide de empregos na assessoria do prefeito sim”, disse Julian sobre a gestão de Romero destacando também que não é bobo “Eu estou afirmando que o modelo de gestão da prefeitura favorece cabide de empregos e isso é imoral. Aqui mesmo em Campina quem é apadrinhado de Romero, a esposa do irmão do prefeito, afilhados, aí começa…”, comentou Julian Lemos. Veja mais detalhes: https://dercio.com.br/blog/operacao-famintos-julian-lemos-considera-romero-cumplice-e-acha-sua-gestao-corrupta/

Detalhes da Operação Famintos

Processo nº 0802629-06.2019.4.05.8201

Íntegra da denúncia

http://www.mpf.mp.br/pb/sala-de-imprensa/docs/denuncia-operacao-famintos/view

Redação com PBNews