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Deputado Jeová Campos entra com duas representações em defesa da não privatização da Dataprev

O deputado estadual Jeová Campos ingressou com duas representações, uma delas endereçada ao Procurador Chefe da República na Paraíba e outra ao Procurador Chefe do Trabalho no Estado da Paraíba com o objetivo de que essas duas instituições possam fazer uma intervenção judicial para impedir o processo de privatização e quebra da Dataprev. “Essa empresa reúne bens intangíveis, bens indisponíveis que é o cadastro do povo brasileiro e entregar esses dados nas mãos de empresas privadas, para fazer o que bem entenderem, é um crime de lesa pátria e nós não podemos aceitar isso”, destaca o parlamentar em sua representação.

Ainda segundo Jeová, o cadastro da Dataprev é fundamental para a soberania nacional e fundamental para que o país possa preservar as suas informações. “A defesa da Dataprev é uma luta incansável e intransigente é inclusive uma questão de soberania nacional, já que a empresa detém a tecnologia necessária para os programas estratégicos e sociais do governo, processa o pagamento mensal de cerca de 35 milhões de benefícios previdenciários e é responsável pela aplicação on-line que faz a liberação de seguro-desemprego. Entre outros serviços, a Dataprev também processa as informações previdenciárias da Receita Federal do Brasil e  responde pelas funcionalidades dos programas que rodam nas estações de trabalho da maior rede de atendimento público do país, somadas as Agências da Previdência Social aos postos do Sistema Nacional do Emprego (Sine). Por que é que a gente vai dar de mão beijada toda essa tecnologia ao capital privado?”, questiona Jeová.

Sobre a Dataprev

A Dataprev é uma empresa pública, que fornece soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação para o aprimoramento e a execução de políticas sociais do Estado brasileiro. Com sede em Brasília e estrutura para atendimento em todo Brasil, possui Unidades de Desenvolvimento de sistemas em cinco estados (CE, PB, RN, RJ, SC) e três data centers, localizados no Distrito Federal, Rio de Janeiro e em São Paulo, projetados para promover a alta disponibilidade e a segurança dos sistemas. A Dataprev se tornou uma referência de qualidade no processamento e no tratamento de grandes volumes de dados. Guarda e faz a gestão, por exemplo, do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS), que permite a concessão automática de vários direitos sociais, como aposentadorias ou salário-maternidade.

 

Assessoria

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Dia Nacional de Luta contra a privatização do saneamento mobiliza servidores da Cagepa em toda a Paraíba

Portanto cartazes, faixas e distribuição de panfletos e uso de serviços de som, os funcionários da Cagepa foram às ruas nesta segunda-feira, 11, no Dia Nacional pela Universalização do Saneamento. Os diretores do Sindicato dos Urbanitários da Paraíba (Stiupb), se revezaram e participaram de todas as atividades agendadas: Campina Grande, João Pessoa, Patos, Guarabira, Sousa e Cajazeiras.

Em Campina Grande, o presidente do Stiupb, Wilton Maia Velez, foi até à Depuradora da Cagepa, no bairro do Tambor, onde expôs aos trabalhadores  o que é o Projeto de Lei (PL) nº 3261/2019, que quer transformar a água em mercadoria, favorecendo apenas as grandes empresas privadas.

Na oportunidade, o dirigente sindical pediu que a categoria procurasse ser ativa nessa luta, cobrando dos deputados uma posição sobre o tema, já que o Projeto vai entrar em pauta para votação em Plenário oportunamente.

 “Não estamos aqui lutando apenas pela manutenção dos nossos postos de trabalho, mas por nossa Cagepa pública, uma das mais eficientes do País, conforme estudo que já foi divulgado nacionalmente. Acreditamos também que a privatização não visa atender ao chamamento da universalização do saneamento, mas tão somente beneficiar o capital privado em nome do lucro e deixando de fora desse bolo as pequenas cidades que possuem uma arrecadação menor em termos de arrecadação tarifária”, assinalou Wilton.

Idêntica manifestação aconteceu na Cagepa R2, no centro de Campina. Em Patos, a manifestação aconteceu no Regional da Cagepa, englobando o Regional das Espinharas. Guarabira, Sousa, Cajazeiras e João Pessoa da mesma forma também realizaram manifestação e em algumas delas, os próprios gerentes fizeram questão de participar, compartilhando o pensamento de que a privatização não atenderá aos anseios dos brasileiros, notadamente das regiões mais pobres como o Nordeste e o Norte do Brasil.

Assessoria de Imprensa – Stiupb

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Série “Distopia da água” repercute nas redes sociais e desperta olhar contra a privatização da água

Produzida pelo Sindicato dos Urbanitários da Paraíba – Stiupb, a série “Distopia da água”, com seis episódios, como forma de alertar a população sobre os riscos da privatização da água e do saneamento, foi lançada no último domingo, 27,  com muita aceitação.

O presidente do Stiupb, Wilton Maia Velez, que acompanhou o primeiro episódio ao lado do diretor do trabalho Érik Medeiros, afirmou que a arte, além de entreter, também pode servir de canal para sensibilizar os brasileiros dos momentos difíceis que todos estamos passando a partir do Governo Bolsonaro.

A ideia é usar o humor para chamar à atenção e conscientizar a população e os governantes sobre os prejuízos que o PL 3261/2019 pode causar, ao propor a alteração do Marco Legal do Saneamento e desestruturar o setor. É mais uma forma de luta em defesa do direito à água.

O primeiro episódio foi disponibilizado, em 27/10/19, no canal Distopias do Mundo Real no Youtube e apresenta os personagens Catatau e Funato encarando a dura realidade de viver em um mundo sem direito de acesso à água.

Até às 15h35 deste dia 28, o Canal https://www.youtube.com/watch?v=-Uwl33KywUo contava com 780 visualizações e 300 inscritos.

Nas redes sociais do sindicato, que luta contra esse Projeto privatista, diversos trabalhadores da Cagepa postaram fotos assistindo o primeiro capítulo da série.

Portais locais e nacionais também registram o lançamento do Canal, exemplo da Federação Nacional dos urbanitários: FNU (https://www.fnucut.org.br/—/), além do Ondas –

Observatório Nacional dos Direitos à Água e ao Saneamento 

 (https://ondasbrasil.org/distopia-da-agua-serie-alerta-sobre-riscos-da-privatizacao-da-agua-episodio-1/) e o Saemec (Sindicato dos Trabalhadores em Saneamento – http://saemac.blogspot.com/2019/10/serie-distopia-da-agua-busca-chamar.html?m=1

No próximo domingo, já 03 de novembro, no mesmo horário, às 18h,

lançaremos o segundo episódio de Distopia da Água.

 

Assessoria

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Jeová diz que empobrecimento da população brasileira nos últimos cinco anos é fruto de uma política direcionada às elites

O economista Sérgio Mendonça em entrevista recente a Imprensa mostrou a relação entre o crescimento do PIB e da população e afirmou que os brasileiros estão  8% mais pobres desde 2014. Na opinião do deputado estadual Jeová Campos (PSB), isso é fruto de uma ação política organizada pelas elites que só pensa na concentração de riquezas e nem liga para os desempregados e para as desigualdades sociais do país.   “É lamentável a gente constatar que ao invés de mantermos o PIB em crescimento, como registramos entre os anos dos governos de Lula, que tivemos pico de 7,53% (2010), estamos regredindo. Isso e fato, são dados oficiais e contra eles não há falsos argumentos. O Brasil concentra cada vez mais riquezas nas mãos de uns poucos, enquanto a pobreza volta a imperar”, lamenta o parlamentar.

Em 2015, segundo explicações do economista Sérgio Mendonça, o PIB absoluto caiu 3,5%. Em 2016 o PIB absoluto caiu 3,3%. Em 2017 o PIB absoluto cresceu 1,1%. Em 2018 o PIB absoluto cresceu 1,1%. Isso significa que o PIB absoluto, ao final de 2018, estava 4,6% abaixo do PIB absoluto do final de 2014 enquanto isso, a população brasileira cresceu 3,36% entre 2014 e 2018. “Combinando o dado de queda do PIB absoluto (-4,6% entre 2014 e 2018) com o crescimento populacional de 3,36% (cerca de 0,8% ao ano), chegamos a uma queda de 7,7% do PIB per capita (por habitante) no período. Por isso digo que estamos cerca de 8% mais pobres, em média, em relação ao ano de 2014”, afirmou Sérgio.

Em sua análise do empobrecimento da população brasileira, o economista ainda falou da preocupação com a postura do presidente Jair Bolsonaro que isola o Brasil com seu discurso unilateralista, em consonância apenas com os Estados Unidos. “O Brasil sempre conseguiu fazer o debate plural e lidar com a correlação de forças. Atualmente, há um claro alinhamento econômico com os EUA e um distanciamento com outros países. E isso terá consequências, no mínimo da incerteza que os investidores têm do Brasil. Essa visão muito limitada afasta o Brasil de tudo o que ele precisa em relação aos outros países”, disse Sérgio.

Sobre a questão de soberania nacional, o economista foi bem cético. “Como falar em soberania abrindo mão de empresas públicas, muitas das quais superavitárias, ou seja, lucrativas, e de setores estratégicos, como o energético, com a venda da Eletrobrás e de parte do pré-sal?”, questionou ele. Segundo Sérgio, se as previsões de crescimento se concretizarem, no final de 2019 os brasileiros estarão ainda mais pobres. “Se o PIB de 2019 crescer 1% (o mercado está prevendo 0,87%), o PIB per capita ao final de 2019 estará 7,5% abaixo do de 2014. Em outras palavras, ao final de 2019 estaremos 7,5% mais pobres comparados a 2014, apenas cinco anos depois”, disse.

O deputado Jeová lembra que enquanto a produção industrial no resto do mundo cresceu 10% desde 2014, a atividade nas fábricas brasileiras caiu 15% no mesmo período. “Isso significa menos investimento, menos empregos e, consequentemente, mais pobreza, mais desemprego, mais caos social e esse governo que se instalou em Brasília não está nem ai para a maior parte dos brasileiros, porque governa para uma elite, para o capital privado. Essa política econômica está voltada para o capital especulativo, infelizmente”, finaliza o parlamentar.

Assessoria de Imprensa