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Prefeito José Aldemir entrega três novas ambulâncias para atender à população de Cajazeiras

Na manhã desta sexta-feira (29), em frente à Prefeitura Municipal de Cajazeiras, o prefeito José Aldemir Meireles fez a apresentação de mais três ambulâncias para a Secretaria Municipal de Saúde, que serão destinadas a atender a várias comunidades do município.

As novas ambulâncias, que se somam às outras quatro que já estão prestando serviço à população, foram conseguidas junto ao Ministério da Saúde com o apoio do deputado federal Aguinaldo Ribeiro, atendendo à solicitação feita pelo prefeito cajazeirense e pela então secretária municipal de saúde e hoje deputada estadual, Dra. Paula Fracineti.

Com as presenças de autoridades, como o vice-prefeito Marcos Antônio Gomes, a deputada Dra. Paula, o vereador Eriberto Maciel, líder do governo na Câmara Municipal, vereadores Eudomar Filho, Alysson Lira e Neto Damacena, secretários municipais, auxiliares da administração, lideranças comunitárias e populares, Zé Aldemir destacou a importância da boa assistência em saúde para a população, tanto no atendimento nas Unidades Básicas de Saúde quanto no deslocamento de pacientes.

“De 2017 até agora, já são 21 veículos adquiridos para a Secretaria Municipal de Saúde, demonstrando a preocupação da nossa administração com a saúde da população”, disse o prefeito.

Ele ressaltou ainda a importância da aquisição desses veículos para o município, evitando gastos com locação e representando uma grande economia para os cofres públicos.

Também fizeram uso da palavra, além do prefeito, a deputada estadual Dra. Paula e o secretário municipal de saúde, Helano Segundo.

 

Secom

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Prefeitura de Cajazeiras renova parceria com o HUJB para novos serviços à população

O Prefeito de Cajazeiras, José Aldemir participou, ao lado do secretário de Saúde, Helano Segundo, de solenidade no Hospital Universitário Júlio Bandeira, no último dia (14), para assinatura de renovação da parceria entre a Prefeitura e a instituição de saúde. O contrato tem por objetivo, inserir e integrar o HUJB na rede de atenção à saúde, definindo responsabilidades e estabelecendo metas quantitativas do processo de atenção e vigilância à saúde.

Na ocasião, a Dra. Mônica Paulino, superintendente do HUJB, destacou a importância do ato para os serviços prestados pela referida unidade hospitalar. “Os recursos que o hospital recebe são do teto do município. Então, sem essa parceria, o HUJB não teria condições de funcionamento”, destacou.

Por outro lado, o prefeito Zé Aldemir falou também sobre a importância do convênio com o Hospital Universitário, e ainda pontuou as principais ações do seu governo na área de saúde, destacando o Centro de Diagnóstico por Imagem, que se constitui no único em todo o Brasil 100% SUS, como a grande conquista da atual gestão.

O secretário de saúde, Helano Segundo, destacou a trajetória em torno desse processo, deflagrado desde o inicio da gestão atual para contratualização dos serviços ofertados pelo HUJB, hoje uma realidade, e que teve a participação dos dois secretários anteriores, Dra. Paula Francinete e Cristóvão Pinheiro.

Helano revelou que, além da pediatria, que continua na grade de atendimento, está sendo implantado o serviço de cirurgias: Geral, Urologia, Ginecologia, Otorrinolaringologia. Também de maneira gradativa, haverá implantação no setor ambulatorial.

Secom

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Senadores pedem apoio à população para PEC que reduz número de parlamentares

Os senadores do movimento “Muda Senado, Muda Brasil” pediram, em coletiva à imprensa nesta quarta-feira (23), apoio da população para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 12/2019, que reduz em um terço o número de senadores e deputados federais e promete uma economia anual de R$ 680 milhões. A PEC, de autoria do senador Alvaro Dias (Podemos-PR), tem relatório favorável do senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) e está pronta para entrar na pauta da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Questionado se não seria mais fácil cortar privilégios, como carros oficiais, devido à provável dificuldade em aprovar a proposta, Alvaro Dias disse que o grupo de senadores não procura o que é fácil, mas o que é ideal.

— Nós não estamos buscando essa economia pífia do carro oficial, porque isso é mais simbólico do que realmente despesa exagerada. Nós estamos buscando uma redução muito mais significativa, muito mais expressiva — disse.

O autor da proposta comparou o Brasil aos Estados Unidos, que, proporcionalmente, tem 15% a menos de parlamentares. Segundo o senador, os Três Poderes devem “cortar na carne” para ter autoridade de decidir sobre outras medidas para o país.

— Ou nós cortamos na própria carne ou perdemos a autoridade de decidir sobre o futuro do país, especialmente no que diz respeito a corte de benefícios. Obviamente, na esteira dessas providências, devem vir sim a eliminação de todos os privilégios das autoridades e nós já trabalhamos para isso. Já há propostas tramitando — afirmou.

O relator lembrou que a economia pode ser de muitos bilhões por ano, já que a proposta impacta também na redução dos parlamentares das assembleias estaduais. Para ele, é preciso acabar com o “empreguismo” nos poderes públicos, e a população precisa saber que há no Congresso parlamentares pensando em mudar o país.

— Nós temos que dizer à população que tem gente aqui neste Congresso pensando em mudar o país, que a esperança não pode morrer, que a população tem que procurar, de alguma maneira, entender isso. E que, se a população não se mobilizar, realmente essas reformas não serão feitas. Mas alguém tem que começar. Alguém tem que dar o pontapé inicial na bola. É isso que nós estamos fazendo — disse Oriovisto.

Para o senador Lasier Martins (Podemos-RS), os parlamentares do movimento “Muda Senado, Muda Brasil” não vão descansar nem desistir das propostas.

— Nós estamos numa época de transformações. Há um grupo novo de senadores que veio para o Senado este ano, se juntando a alguns dos mais antigos, que têm o mesmo pensamento, a mesma filosofia de respeitar o dinheiro público. E é nesse sentido que estamos aqui reunidos.

O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) explicou que o movimento é um grupo de senadores de vários partidos que quer fazer mudanças no Senado e que já está incomodando a Casa. No entanto, Girão acredita que a PEC terá apoio de outros senadores.

— É uma equipe que está incomodando, inclusive, porque quer fazer o que é certo, quer cortar na própria carne. E, andando pelo Plenário, pelos corredores, a gente vê que essa PEC do senador Alvaro Dias, que visa diminuir a quantidade de senadores e deputados federais, um terço, com o relatório do senador Oriovisto, ela vai ser abraçada por outros senadores.

O senador Arolde de Oliveira (PSD-RJ) ressaltou que a redução dos parlamentares não reduzirá a representatividade do povo no Congresso. Segundo ele, a tecnologia, que já permite a participação direta da população nas discussões do Legislativo, compensará essa redução.

— Com as tecnologias de cadastro biométrico do Tribunal Superior Eleitoral, nós podemos, por exemplo, ampliar o alcance da população a participar diretamente de todas as decisões do Poder Legislativo, por meio de suas opiniões diretas, como fazemos hoje nas redes sociais ou como fazem os internautas. Isso é uma realidade.

Para o senador Styvenson Valentim (Podemos-RN), a PEC é um sonho dele antes mesmo de ser senador. Segundo Styvenson, a população brasileira quer redução de gastos e de pessoas no serviço público, pois não o considera eficiente.

— Há um questionamento muito grande sobre o Senado, sobre o Congresso, sobre toda a estrutura pública, com números pesadíssimos de pessoas, de comissionados, de parlamentares, de representantes, que pouco devolvem para a população. Apenas consomem.

Styvenson convocou a imprensa a ser otimista em relação à aprovação da PEC, para não diminuir ainda mais a crença da população.

— Se o representante do Rio Grande do Norte, com 745 mil votos, passar desânimo, passar que aqui não vai passar nada, que a gente está triste, que as coisas não andam, a população brasileira vai deixar de acreditar mais ainda nisso aqui. Então, evitem  passar pessimismo para a população. Vamos passar otimismo!

Fonte: Agência Senado

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Jeová diz que empobrecimento da população brasileira nos últimos cinco anos é fruto de uma política direcionada às elites

O economista Sérgio Mendonça em entrevista recente a Imprensa mostrou a relação entre o crescimento do PIB e da população e afirmou que os brasileiros estão  8% mais pobres desde 2014. Na opinião do deputado estadual Jeová Campos (PSB), isso é fruto de uma ação política organizada pelas elites que só pensa na concentração de riquezas e nem liga para os desempregados e para as desigualdades sociais do país.   “É lamentável a gente constatar que ao invés de mantermos o PIB em crescimento, como registramos entre os anos dos governos de Lula, que tivemos pico de 7,53% (2010), estamos regredindo. Isso e fato, são dados oficiais e contra eles não há falsos argumentos. O Brasil concentra cada vez mais riquezas nas mãos de uns poucos, enquanto a pobreza volta a imperar”, lamenta o parlamentar.

Em 2015, segundo explicações do economista Sérgio Mendonça, o PIB absoluto caiu 3,5%. Em 2016 o PIB absoluto caiu 3,3%. Em 2017 o PIB absoluto cresceu 1,1%. Em 2018 o PIB absoluto cresceu 1,1%. Isso significa que o PIB absoluto, ao final de 2018, estava 4,6% abaixo do PIB absoluto do final de 2014 enquanto isso, a população brasileira cresceu 3,36% entre 2014 e 2018. “Combinando o dado de queda do PIB absoluto (-4,6% entre 2014 e 2018) com o crescimento populacional de 3,36% (cerca de 0,8% ao ano), chegamos a uma queda de 7,7% do PIB per capita (por habitante) no período. Por isso digo que estamos cerca de 8% mais pobres, em média, em relação ao ano de 2014”, afirmou Sérgio.

Em sua análise do empobrecimento da população brasileira, o economista ainda falou da preocupação com a postura do presidente Jair Bolsonaro que isola o Brasil com seu discurso unilateralista, em consonância apenas com os Estados Unidos. “O Brasil sempre conseguiu fazer o debate plural e lidar com a correlação de forças. Atualmente, há um claro alinhamento econômico com os EUA e um distanciamento com outros países. E isso terá consequências, no mínimo da incerteza que os investidores têm do Brasil. Essa visão muito limitada afasta o Brasil de tudo o que ele precisa em relação aos outros países”, disse Sérgio.

Sobre a questão de soberania nacional, o economista foi bem cético. “Como falar em soberania abrindo mão de empresas públicas, muitas das quais superavitárias, ou seja, lucrativas, e de setores estratégicos, como o energético, com a venda da Eletrobrás e de parte do pré-sal?”, questionou ele. Segundo Sérgio, se as previsões de crescimento se concretizarem, no final de 2019 os brasileiros estarão ainda mais pobres. “Se o PIB de 2019 crescer 1% (o mercado está prevendo 0,87%), o PIB per capita ao final de 2019 estará 7,5% abaixo do de 2014. Em outras palavras, ao final de 2019 estaremos 7,5% mais pobres comparados a 2014, apenas cinco anos depois”, disse.

O deputado Jeová lembra que enquanto a produção industrial no resto do mundo cresceu 10% desde 2014, a atividade nas fábricas brasileiras caiu 15% no mesmo período. “Isso significa menos investimento, menos empregos e, consequentemente, mais pobreza, mais desemprego, mais caos social e esse governo que se instalou em Brasília não está nem ai para a maior parte dos brasileiros, porque governa para uma elite, para o capital privado. Essa política econômica está voltada para o capital especulativo, infelizmente”, finaliza o parlamentar.

Assessoria de Imprensa