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Polícia Civil do DF deflagra “Operação XCoderX” e cumpre 50 mandados em cinco estados, inclusive na Paraíba

A Polícia Civil do DF, por intermédio da a Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Cibernéticos, deflagrou, nesta quinta-feira (6), a Operação XCoderX. A ação visa o cumprimento de mandados de prisão preventiva, de busca e apreensão e de sequestros de bens, além de flagrantes. O trabalho de investigação contou com o apoio de equipes da 30ª DP (São Sebastião) e do MPDFT. A operação está sendo realizada, simultaneamente, nos Estados da Bahia, Paraíba, Ceará, São Paulo, Santa Catarina e Distrito Federal para cumprir 50 mandados judiciais—prisões, busca e apreensões e sequestros de bens — com a participação das Polícias Civis das respectivas unidades federativas.

Segundo a Especializada, as investigações tiveram início a partir da subtração de R$ R$ 4 mil, valor depositado, via internet, em uma conta bancária pertencente a um correntista residente no Distrito Federal, fato ocorrido em outubro de 2019.

Após prender dois indivíduos diretamente ligados à receptação do mencionado valor, a equipe de investigação da DRCC acabou identificando os outros criminosos responsáveis por coordenar um esquema interestadual de subtração de valores depositados em contas bancárias de clientes/vítimas residentes em diversos estados. Os furtos de valores depositados em contas bancárias eram realizados por organização criminosa com um esquema bem organizado e divisão de tarefas.

“Para realizarem as fraudes, os criminosos ligavam para as vítimas utilizando um recurso tecnológico que fazia aparecer no identificador de chamada o número do telefone oficial de um banco tradicional do Distrito Federal. Durante as ligações, os criminosos se passavam por funcionários do banco e questionavam as vítimas sobre transações bancárias suspeitas. Iludidas pela forma como se davam as ligações, as vítimas acabavam digitando os números de suas contas e as senhas no teclado de seus telefones, sendo que tais dados eram capturados pelos criminosos”, destaca o delegado-chefe da DRCC, Giancarlos Zuliani.

As apurações ainda verificaram que as vítimas eram orientadas a irem até um caixa eletrônico para gerar um QR Code — que deveria ser enviado para os criminosos por meio do aplicativo Whatsapp. De posse desses dados— número da conta, senha e QR Code—, os criminosos baixavam e instalavam um aplicativo do banco em seus telefones e passavam a realizar uma série de saques e transferências na conta da vítima.

No total, foram identificadas 37 vítimas com contas bancárias no Distrito Federal, sendo que o prejuízo causado pela referida organização criminosa foi inicialmente calculado em R$ 1,1 milhão. “Tal valor pode aumentar se forem somadas as vítimas de outros Estados”, acrescenta Zuliani.

Os autores irão responder pelos crimes de furto mediante fraude, organização criminosa e lavagem de dinheiro, com penas que poderão chegar a dez anos de reclusão.

 

Assessoria de Comunicação/DGPC

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Saiba quais são as delegacias de Polícia Civil que funcionam em regime de plantão em João Pessoa e região metropolitana

Visando garantir a segurança dos paraibanos, diversas delegacias da Polícia Civil da Paraíba, estão com seu efetivo reforçado e delegacias funcionando em regime de plantão durante a festa do réveillon e toda a alta estação, que compreende o período de férias e vai até o carnaval 2020, numa operação que está sendo chamada de “Operação Verão”.

Segundo o planejamento elaborado pela Delegacia Geral de Polícia Civil, delegados, escrivães, agentes de investigação e peritos devem trabalhar durante a “Operação Verão”  em  escala de revezamento, de modo a reforçar o atendimento à população.

A operação vai empregar todas as forças de segurança, como a Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar e outros órgãos do governo, todos com seus efetivos ampliados, além de órgãos parceiros de Prefeituras e instituições públicas e privadas. O objetivo é garantir um atendimento de qualidade à população durante as festividades de fim de ano e todo o período do verão.

Além do efetivo empregado nas delegacias, a Polícia Civil deverá reforçar atividades como a Delegacia Móvel, que estará presente em locais de grande movimento, como shows e atrações turísticas. Também haverá reforço no trabalho preventivo realizado pela Coordenação das Delegacias de Atendimento à Mulher (Coordeam), com a distribuição de panfletos e informações sobre o combate à violência doméstica e a Lei Maria da Penha.

A Central de Flagrantes, no Geisel, continua atendendo em sua escala de plantão 24 horas para registros de ocorrências, além das Delegacias da Mulher (Deam), da Infância e Juventude (DIJ) e de Crimes Contra a Pessoa (Homicídios). A Delegacia de Atendimento ao Turista (Deatur), em Tambaú, irá funcionar em regime de plantão 24 horas para registro de Boletins de Ocorrência, assim como a 9ª Delegacia Distrital, em Mangabeira, e a 12ª Delegacia Distrital, em Manaíra.

No interior do Estado também serão mantidos os polos de plantão que permanecem realizando procedimentos e atendimento ao público, como na Central de Polícia de Campina Grande e nas Delegacias Seccionais nos outros municípios. Todas terão os efetivos reforçados.

DELEGACIAS ABERTAS DURANTE O RÉVEILLON PARA REGISTROS DE OCORRÊNCIA

  • Central de flagrantes (Geisel/Central de Polícia)
  • Delegacia da Mulher (Geisel/Central de Poícia)
  • Delegacia da Infância e Juventude (DIJ – Geisel/Central de Polícia)
  • Delegacia de Homicídios (Geisel/Central de Polícia)
  • Delegacia do Turista (Tambaú/Térreo do prédio da PBTur)
  • 9ª DDC (Mangabeira)
  • 12ª DDC (Manaíra)
  • 5ª DDC Cabedelo
  • 6ª DDC Santa Rita
  • Delegacia de Mamanguape
  • Delegacia de Alhandra
A 2ª Delegacia Distrital com sede em Cajazeiras – Av. Cmte. Vital Rolim, S/N – (83) 3531-7005 – trabalha em regime de plantão.

Assessoria de Comunicação – SESDS

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“Natal Luz”: Gaeco/MPPB e Polícia Civil investigam e prendem 11 vereadores por crime de peculato. Assista a coletiva aqui!

O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado do Ministério Público da Paraíba (Gaeco/MPPB) e a Polícia Civil da Paraíba prenderam 11 dos 19 vereadores da Câmara Municipal de Santa Rita, na região metropolitana de João Pessoa, além de o contador daquele poder legislativo. A operação “Natal Luz”, que foi iniciada nas primeiras horas desta terça-feira (05/11), é parte de uma investigação de crime de peculato que teria sido cometido pelos agentes públicos, por meio de um esquema que incluiu pagamento de diárias, passagens aéreas e inscrições para um seminário em Gramado, no Rio Grande do Sul, com o pretexto de uma capacitação profissional, que não se efetivou.

Os promotores de Justiça do Gaeco, Romualdo Tadeu de Araújo Dias e Reynaldo Di Lorenzo Serpa Filho, e o delegado da Polícia Civil, Allan Murilo Terruel, concederam entrevista à imprensa paraibana, na Central de Polícia Civil, no final da manhã desta terça-feira. Eles afirmaram que as investigações continuam, após a operação, e que o material apreendido com os investigados deverá ser periciado, inclusive os aparelhos celulares, com a devida autorização judicial, e substanciar o processo, que já reuniu provas consistentes contra o grupo.

Segundo os promotores, vários detalhes relacionados ao evento chamaram a atenção na investigação, como, por exemplo, o fato de a capacitação ser dirigida a apenas 13 pessoas, sendo 11 vereadores de Santa Rita e um de Lagarto, em Sergipe, e um contador da Câmara de Santa Rita. Outro fato que gerou estranheza foi que o curso foi contratado a uma empresa de Aracaju/SE (o Instituto de Capacitação de Agentes Públicos – Icap), mas não foi realizado e nenhum dos estados nordestinos que têm alguma ligação com os participantes e a empresa, tendo sido realizado no Rio Grande do Sul, um dos principais destinos turísticos nesta época do ano, por causa do “Natal Luz” (daí o nome da operação).

Para acompanhar o evento naquele estado, o Gaeco/MPPB pediu o apoio do Ministério Público do Rio Grande do Sul. Os promotores observaram que o seminário, programado para ocorrer entre os dias 29 de outubro e 4 de novembro, efetivamente não foi realizado, que o grupo se reuniu apenas três vezes no período da manhã, nos cinco dias de evento. Para os promotores de Justiça Romualdo Tadeu e Reynaldo Serpa, foi identificado que esse evento foi uma “forma de desviar dinheiro público”, já que, se o objetivo era oferecer capacitação aos agentes públicos, isso poderia ter sido feito na cidade de Santa Rita, com economia de recursos e mais efetividade.

Até agora, a investigação aponta que as despesas pagas com dinheiro público ficam em torno de R$ 70 mil. Há informações de que vereadores viajaram com acompanhantes, mas a investigação ainda não concluiu se as despesas destes foram pagas com dinheiro público. O grupo foi detido quando desembarcou da viagem de volta, na madrugada desta terça-feira, no aeroporto de Recife.

Investigados na PB (11 vereadores e um contador*)

Anesio Alves de Miranda Filho
Brunno Inocencio da Nóbrega Silva
Carlos Antônio da Silva
Francisco de Medeiros Silva
Diocélio Ribeiro de Sousa
Francisco Morais de Queiroga
João Evangelista da Silva
Ivonete Virgínio de Barros
Marcos Farias de França
Sérgio Roberto do Nascimento
Roseli Diniz da Silva
Fábio Cosme de França Santos*

Com Assessoria de Imprensa – MPPB

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Jovem morre após beber cerveja e energético em bar, diz família

Isabella Bueno sofreu uma parada cardiorrespiratória logo depois de ingerir cerveja e energético, segundo a família. Laudo do IML deve indicar se houve ou não consumo de substância diferente ou doença preexistente.

Uma jovem morreu depois de sofrer uma parada cardíaca ao beber cerveja com energético em um bar de Londrina, no norte do Paraná, segundo a família. Isabella Bueno tinha 19 anos e passou mal na noite de sexta-feira (1°).

A estudante de técnico em Enfermagem faleceu no Hospital Evangélico no último domingo (3).

De acordo com a família, Isabella estava reunida com amigos em um bar localizado na Avenida Madre Leônia Milito, na região sul de Londrina, e ingeriu uma pequena quantidade de cerveja com energético.

Pouco tempo depois, ela começou a passar mal e sofreu uma parada cardiorrespiratória. Os socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram chamados, tentaram reanimá-la e levaram a jovem ao hospital, mas ela não resistiu e morreu.

“Anos atrás tinham constatado que ela tinha um pequeno problema de arritmia cardíaca. O médico disse que não era uma coisa grave e que dava para viver sem qualquer preocupação. Ela ingeriu um energético e uma cerveja, era o que estava na comanda. Por conta do energético pode ter potencializado alguma coisa”, disse o primo de Isabela, Israel Gabriel Filho.

A família ainda informou que, dias antes, Isabella tinha comentado que não estava se sentindo bem.

O corpo foi levado ao Instituto Médico-Legal (IML) onde passou por exames. Os peritos querem saber se ela ingeriu alguma substância diferente ou se tinha alguma doença preexistente desconhecida. O laudo ainda não foi concluído.

O corpo foi enterrado no cemitério Jardim da Saudade nesta segunda-feira (4), às 10h30.

A Polícia Civil informou que abriu uma investigação sobre o caso.

Isabella morreu após ingerir bebida em um bar de Londrina — Foto: Reprodução/RPC

Isabella morreu após ingerir bebida em um bar de Londrina — Foto: Reprodução/RPC.