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OMS confirma 11.953 casos de coronavírus em todo o planeta

Do total, 11.821 foram identificados em território chinês

A Organização Mundial da Saúde (OMS) atualizou hoje (1º) para 11.953 o número de casos confirmados de coronavírus em todo o planeta. Deste total, 11.821 foram identificados em território chinês. O total de mortos permanece estável: 259 casos. Todos na China.

De acordo com o balanço divulgado em Genebra, o segundo país a apresentar maior número de casos confirmados de coronavírus foi a Tailândia (19 pessoas), seguido pelo Japão (17), Cingapura (16), Austrália (12), Coreia (12), Malásia (8), Alemanha (7), Estados Unidos (7), França (6), Vietnã (6), Canadá (4), Emirados Árabes Unidos (4), e Itália, Reino Unido e Rússia (2 casos cada).

FILE PHOTO: A woman wears a mask in Chinatown following the outbreak of the novel coronavirus, in Chicago, Illinois, U.S. January 30, 2020. REUTERS/Kamil Krzaczynski/File Photo

Mulher usa uma máscara em Chicago, nos Estados Unidos, após o surto do novo coronavírus REUTERS/Kamil Krzaczynski/direitos reservados.

Camboja, Espanha, Filipinas, Finlândia, Nepal, Sri Lanka, Suécia e Índia registraram um caso cada.

Segundo a OMS, os casos da China incluem os confirmados em Hong Kong (13), Macau (7) e Taipei (10).

Brasil

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil registra 16 casos considerados suspeitos de coronavírus, conforme balanço divulgado às 12h deste sábado. Dez outros casos já foram descartados.

O estado que apresenta maior número de casos suspeitos é São Paulo, com oito ocorrências. Duas suspeitas já foram descartadas no estado. O Rio Grande do Sul tem quatro casos suspeitos; outros três já foram descartados.

Em Santa Catarina, até o momento, já foram levantadas duas suspeitas; dois outros casos foram descartados. A lista inclui ainda o Paraná e o Ceará, com uma ocorrência suspeita em cada.

Histórico

O coronavírus é conhecido desde meados dos anos 1960 e já esteve associado a outros episódios de alerta internacional nos últimos anos. Em 2002, uma variante gerou um surto de síndrome respiratória aguda grave (Sars) que também teve início na China e atingiu mais de oito mil pessoas.

Em 2012, um novo coronavírus causou uma síndrome respiratória no Oriente Médio que foi chamada de Mers.

A atual transmissão foi identificada em 7 de janeiro. O escritório da Organização Mundial da Saúde na China buscava respostas para casos de uma pneumonia até então desconhecida que afetava moradores na cidade de Wuhan, na China.

 

Agência Brasil

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Seminário discute políticas públicas para pessoas com deficiência

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (Sedh), em parceria com o Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência, iniciou, na quarta-feira (27), o Seminário Estadual de Controle Social e Políticas Públicas para a Pessoa com Deficiência.

O Seminário visa refletir a temática, colaborando com o surgimento de novos projetos, programas e serviços que tragam benefícios para o segmento. O evento recebe representantes de conselhos de direito da pessoa com deficiência, órgãos governamentais, entidades da sociedade civil organizada, universidades e ainda do Ministério Público Federal e Estadual, Tribunal de Justiça e Defensoria Pública.

A mesa de abertura contou com a presença da secretária de Estado do Desenvolvimento Humano, Neide Nunes; a presidente do Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência, Suzi Belarmino; a presidente da Fundação Centro Integrado de Apoio ao Portador de Deficiência (Funad), Simone Jordão; o procurador de Justiça, Guilherme Ferraz e ainda o vice-presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CONADE), Filipe Trigueiro.

A secretária de estado do Desenvolvimento Humano, Neide Nunes, destacou a importância do evento. “Hoje datamos o início de uma grande construção que continuará no próximo ano com as conferências municipais e estaduais. Sinalizamos o compromisso com a discussão porque é tempo de reafirmar a defesa permanente da garantia dos direitos das pessoas com deficiência que representamos. Precisamos juntos construir o Plano Estadual da Pessoa com Deficiência que já está no planejamento do Governo do Estado”, enfatizou.

As pessoas com deficiência são alvo de ações de diversas políticas sociais que buscam melhorar a qualidade de vida. O Seminário abordará temas como a evolução das conquistas e consolidação dos direitos, o papel dos órgãos do Judiciário na efetivação dos direitos, os conselhos de direito como instâncias de controle social, o papel dos atores desses conselhos, as políticas públicas intersetoriais e ainda temas relacionados ao autismo e a superdotação.

Sobre o tema da palestra de abertura, o vice-presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CONADE), Filipe Trigueiro, lembrou: “a consolidação dos direitos da pessoa com deficiência sempre foi uma conquista morosa. As maiorias ainda não acreditavam na capacidade da pessoa com deficiência e até hoje passamos por constantes evoluções e ainda temos muito a conquistar. Atualmente há muita legislação vigente no Brasil, como a Lei Brasileira de Inclusão, que estimula a independência, mas, temos um problema que, na prática, é apresentado: a barreira orçamentária que vai marginalizando algumas questões”, destacou o palestrante.

A presidente do Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência, Suzi Belarmino, ressaltou a parceria para realização do evento. “O Estado fez questão de unir forças conosco, neste momento, ampliando assim o nosso evento. É de extrema importância para o Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência discutir, neste seminário, a política junto com o Estado”.

O Seminário Estadual de Controle Social e Políticas Públicas para a Pessoa com Deficiência tem programação que se estende durante toda a quinta-feira (28), no Littoral Hotel, localizado na Orla do Cabo Branco, em João Pessoa.

Secom

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Casos de morte por dengue aumentam 5 vezes em relação ao ano passado

Em todo o país, 689 pessoas morreram de dengue até 12 de outubro

Brasília – Agentes de combate distribuem panfletos e conscientizam moradores de Brazlândia no Dia de Mobilização Nacional contra o Mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e do vírus Zika (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Até 12 de outubro deste ano, houve 689 mortes em decorrência da dengue em todo o país, de acordo com o mais recente boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, número quase 5,4 vezes maior que as 128 mortes registradas no mesmo período de 2018.

Ao todo, foram registrados 1.489.457 milhões casos notificados de dengue em 2019, até o 12 outubro, número cerca de 690% maior do que os 215.585 casos de 2018. A dengue atinge até o momento 708,8 em cada 100 mil habitantes. A região com a maior taxa de incidência é a Centro-Oeste, com 1.235,8 para cada grupo de 100 mil habitantes, apesar de ter um número menor de casos.

Os estados de Minas Gerais (482.739), onde houve 154 mortes confirmadas, e São Paulo (442.014), com 247 mortes confirmadas, concentram 62% dos casos prováveis. No Sudeste, a taxa de incidência é 1.151,8 para cada grupo de 100 mil habitantes.

No período, o ano de 2019 é o terceiro com a maior notificação de casos de dengue no Brasil desde o início da série histórica, em 1998, ficando atrás somente de 2015 (1,68 milhão) e 2016 (1,5 milhão).

Entre as possíveis causas para o avanço da dengue está a volta de um sorotipo da doença que há anos não circulava no Brasil, conforme destacou ontem (1) o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

“Tivemos a reentrada do sorotipo 2, há dois anos, e no ano passado isso fez um estrago muito grande no estado de São Paulo, na região de Bauru. Depois a dengue reentrou por Goiás, Tocantins – foi um número muito grande de casos, porque o sorotipo 2 havia muitos anos não circulava no Brasil, então agora ele volta com força total”, disse o ministro.

Outros fatores que contribuem para o retorno da doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypt concentram-se no aumento das chuvas em algumas regiões e também uma menor prevenção.

Chikungunya e zika

O levantamento do ministério também reúne informações sobre a febre chikungunya. Ao todo, os estados já contabilizavam, até 12 de outubro deste ano, 123.407 casos, contra 78.978 do mesmo período em 2018.

Segundo o ministério, o índice de prevalência da infecção, que também tem como transmissor o mosquito Aedes aegypti, é bastante inferior ao da dengue: 58,7 casos a cada 100 mil habitantes. Os estados do Rio de Janeiro (83.079) e do Rio Grande do Norte (12.206) concentram 77,2% dos casos prováveis.

Até o encerramento do balanço, haviam sido confirmadas 75 mortes provocadas pela Chikungunya.

O boletim epidemiológico acompanha também a situação do zika. O levantamento, nesse caso, vai até 21 de setembro, quando foram registrados 10.441 casos notificados da doença. Neste ano, o zika vírus foi a causa da morte de três pessoas.

Recomendações

Para reduzir a proliferação do mosquito vetor das doenças, o Ministério da Saúde aconselha a população a manter ações de prevenção, como verificar se existe algum tipo de depósito de água no quintal ou dentro de casa. Outra recomendação é lavar semanalmente, com água e sabão, recipientes como vasilhas de água do animal de estimação e vasos de plantas.

Não deixar que se formem pilhas de lixo ou entulho em locais abertos, como quintais, praças e terrenos baldios é outro ponto importante. Outro hábito que pode fazer diferença é a limpeza regular das calhas, com a devida remoção de folhas que podem se acumular durante o inverno.

Agência Brasil/MS

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Prédio residencial desaba em Fortaleza

Moradores relatam que pessoas estão sob os escombros. Ruas no entorno do prédio foram isoladas.

Um prédio residencial desabou, na manhã desta terça-feira (15), no Bairro Dionísio Torres, área nobre de Fortaleza.

Testemunhas do desabamento relatam que viram pessoas dentro do edifício, no cruzamento na Rua Tibúrcio Cavalcante com Rua Tomás Acioli. Logo após a construção ruir, pessoas foram vistas correndo para longe do condomínio.

Segundo moradores do bairro, o prédio tinha sete andares, incluindo a cobertura. Algumas pessoas que passavam pelo local e que sofreram ferimentos foram encaminhadas para algumas clínicas próximas ao prédio.

“Eu estava em casa. Há 30 minutos ouvi um barulho forte. Como se fosse uma batida de caminhão, coisa do tipo. Em seguida ouvi um barulho desencadeado. Eu disse: não. Caiu alguma coisa. Desabou alguma coisa. Olhei pela janela e vi poeira muito forte e gente correndo”, disse Mário Ferreira, morador da região.

Segundo informações de moradores do bairro, o prédio tinha sete andares, incluindo a cobertura. Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada ao local. Duas ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também estão no local.

O Corpo de Bombeiros pediu para que todos os moradores da região deixassem suas residências. Segundo os bombeiros, há risco de explosões devido a um possível vazamentos de gás, além do risco de choque elétrico devido aos fios de energia espalhados pela rua.

Por conta do desabamento, um trecho da Avenida Antônio Sales até a a Avenida Tomás Acioli ficou bloqueado.

Prédio que desabou em Fortaleza — Foto: Google/Reprodução

G1-Ceará