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Hospital de Patos atendeu 305 vítimas de acidentes de trânsito em janeiro

Entre os dias 01 e 31 de janeiro, o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, atendeu 305 pacientes vítimas de acidentes de trânsito, com diversas lesões, algumas das quais que necessitaram de encaminhamento para cirurgias. Ao contabilizar o número total de acidentados, mais uma vez, um dado chama atenção: o do enorme número de casos envolvendo acidentes com motocicletas. Dos 305 casos registrados no período, 268 envolveram acidentes com motos.

As demais vítimas de acidentes de trânsito que deram entrada no Complexo, durante o mês de janeiro, foram de 17 casos envolvendo bicicletas, outros 13 pacientes por causa atropelamento, além de sete casos com acidentados de carro. Já em relação aos atendimentos oriundos por violência, das 52 ocorrências, 21 foram por agressão física, 17 casos foram de vítimas feridas por arma branca e outros 14 casos por arma de fogo.

A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, volta a chamar atenção para os altos índices de acidentados por motos e da incidência de picos de acidentes no final de semana. “Dos 305 casos de atendimentos por acidentes registrados no mês, 132 ocorreram durante os finais de semana, ou seja, quase a metade das ocorrências, o que nos leva a deduzir que a associação de álcool e direção aumenta, consideravelmente, o número de ocorrências”, destaca a diretora, que vem chamando atenção para um fato corriqueiro em hospitais da rede pública não apenas na Paraíba, mas, em todo o país. “O alto índice de acidentados por moto é um assunto muito sério porque as implicações de um acidente, principalmente de moto, podem comprometer a qualidade de vida da pessoa para o resto da vida”, destaca Liliane.

Ela lembra que o Complexo sempre participa de ações que envolvam o debate sobre educação no trânsito. “Nós terminamos sendo o principal referencial de atendimento à população de Patos e região quando se trata do socorro às vítimas de acidentes de trânsito, em função disso é importante o nosso engajamento”, finaliza Liliane.

 

Assessoria 

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Hospital do Bem realiza ação para marcar Dia Mundial de Combate ao Câncer

Estima-se que 1,5 milhão de mortes anuais por câncer poderiam ser evitadas com medidas adequadas de prevenção. Esse alerta foi feito na manhã desta terça-feira (04), por profissionais que atuam no Hospital do Bem, na data em que se comemora o Dia Mundial de Combate ao Câncer. Na ocasião, a Oncologista Nayarah Castro e o Cirurgião Oncológico Wostenildo Crispim realizaram uma abordagem com orientações de saúde e prevenção para pacientes, acompanhantes e funcionários da unidade oncológica que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos.

“Essa data é muito importante para que a gente possa relembrar a diferença que faz a identificação da doença ainda em seu estágio inicial. Quanto mais precoce for o diagnóstico, melhor para o paciente, para a terapêutica e para o sucesso do tratamento também”, destaca a médica. Ela reitera que as pessoas devem estar atentas a alguns sinais, tipo manchas estranhas na pele, nódulos nos seios e axilas, febre contínua, feridas que não cicatrizam, indigestão constante e rouquidão crônica e que os homens realizem o exame da próstata e dos testículos periodicamente após os 40 anos. “Hoje nós temos disponível aqui em Patos uma unidade que é um espaço que pode ajudar neste diagnóstico precoce e possibilitar um imediato início do tratamento”, destaca Dra. Nayarah.

Dr. Wostenildo Crispim reforçou a importância da identificação precoce da doença, lembrando que essa data comemorativa de 04 de Fevereiro já completa duas décadas e que ela torna-se ainda mais relevante a cada ano.  “A detecção precoce se baseia na seguinte premissa: quanto mais cedo diagnosticado o câncer, maiores as chances de cura, a sobrevida e a qualidade de vida do paciente, por isso, identificar a doença em seu estágio inicial faz toda a diferença tanto no atendimento a esse paciente, quanto nas chances de cura dele”, enfatizou o médico, lembrando que as estratégias para a detecção precoce do câncer incluem rastreamento e diagnóstico precoce.

A paciente Marlene da Silva Melquiades, 56 anos, da cidade de Patos, esteve hoje no Hospital do Bem para dar continuidade a sua quimioterapia e disse que a identificação mais cedo faz toda a diferença. “Tive que fazer uma mastectomia, por causa de um câncer de mama que talvez não tivesse sido tão invasivo se eu descobrisse a doença mais cedo, mas, o importante é encarar o tratamento e não perder a fé que tudo dará certo”, disse ela, elogiando a equipe do Hospital do Bem. “O atendimento aqui é ótimo, todos no tratam muito bem, da auxiliar de serviços até o médico, todos aqui os acolhem com muito carinho”, afirmou ela, enquanto tomava sua medicação intravenosa na sala de quimioterapia da unidade.

A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, reforçou a diferença que faz o diagnóstico precoce. “Muitas de nossas pacientes que tiveram câncer de mama e que já tocaram o sino da cura descobriram a doença em sua fase inicial e atestam essa premissa de altos índices de cura quando a doença é identificada no início”, reforça ela.

Sobre o Dia Mundial do Câncer

O Dia Mundial do Câncer, 4 de fevereiro, é uma iniciativa global organizada pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS). Criada em 2000, por meio da Carta de Paris contra o câncer, a data tem como objetivo aumentar a conscientização e a educação mundial sobre a doença, além de influenciar governos e indivíduos para que se mobilizem pelo controle do câncer evitando, assim, milhões de mortes a cada ano.

 

Assessoria

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Patos: Hospital do Bem registra cura do câncer em 24 mulheres

O Hospital do Bem, unidade de oncologia que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, tem um papel importante no que diz respeito ao acolhimento e tratamento de pacientes com câncer no sertão paraibano. Somente no ano passado, a unidade realizou 1.296 sessões de quimioterapia, 3.342 consultas por especialidades e ainda 534 cirurgias, em pacientes de 84 municípios. Nesse universo, ao longo de 2019, 24 mulheres comemoraram a cura da doença e tocaram um sino, localizado no hall da unidade, que simboliza a superação do câncer após o final do tratamento.

Uma dessas mulheres foi a professora aposentada  Miriam Medeiros dos Santos, de 65 anos, da cidade de Malta, que superou um câncer de mama. Dona de uma alegria contagiante, Miriam desde o diagnóstico da doença até a cura, nunca perdeu a alegria de viver, nem deixou de sorrir. Nem mesmo quando seus cabelos caíram após a primeira sessão de quimioterapia. “Eu sou muito prática e acho que a vida é feita de escolhas e eu escolhi ser feliz. Eu escolhi que iria viver e fazer o possível para me curar e tive a sorte de contar com o Hospital do Bem nessa jornada”, afirma ela, que iniciou o tratamento na unidade em novembro de 2018, fez cirurgia em janeiro de 2019 e começou a quimioterapia em março do mesmo ano, encerrando o ciclo de tratamento com a radioterapia, no Hospital Napoleão Laureano, em João Pessoa. Ela tocou o sino da cura em setembro do ano passado.

“O Hospital do Bem faz jus ao nome. As pessoas lá são muito humanas, acolhedoras, amáveis, tratam os pacientes muito bem e isso faz toda a diferença para quem está passando por um tratamento, especialmente, o câncer que tem todo um estigma”, afirma Miriam, que está lançando no próximo dia 15 de fevereiro, no CRAS de Malta, o livro ‘Lições da Vida’. A obra é uma coletânea de pensamentos e reflexões sobre como encarar os desafios, contratempos e adversidades, sem perder a fé na vida, nem a alegria de viver. “Não escrevi o livro unicamente por causa da doença, mas por um conjunto de fatores que me levaram a refletir que posso, através de minhas reflexões, de minhas experiências e superações, inspirar outras pessoas”, disse ela, que perdeu a única filha mulher, aos 36 anos, de um enfarte fulminante. “Eu sou feliz por mim e por ela”, afirma Miriam que em partes do livro, o primeiro que ela escreve, faz referências ao Hospital do Bem e agradecimentos à equipe da unidade.

Um fato curioso na história de Miriam, é que ela descobriu o câncer após sonhar com pessoas de branco que apontavam para seu seio. “Acordei de madrugada, após esse sonho, com dor de cabeça e fui tomar um analgésico. Lembrei do fato e fui apalpar meus seios e descobri o nódulo”, conta ela, que um ano antes tinha feito uma mamografia que não tinha acusado nada de anormal. “Uma das primeiras coisas que me perguntei ao saber da doença foi: Deus, o que eu preciso aprender com essa experiência? e superado todas essas etapas acho que descobri: a felicidade é uma escolha que a gente faz e eu escolhi ser feliz”, destaca ela.

Das 24 mulheres que junto com Miriam tocaram o sino da cura do Hospital do Bem, em 2019, 19 se trataram de câncer na mama, quatro de câncer no ovário e apenas um caso foi na Vesícula Biliar. 16 pacientes fizeram tratamento adjuvante, ou seja, primeiro realizaram a cirurgia de retirada do tumor para, em seguida, passar pela quimioterapia e oito fizeram tratamento neoadjuvante, quando a quimio é feita antes da cirurgia. Essa última terapêutica é indicada para pacientes com tumores acima de 5cm. Essas 24 pacientes, com idades entre 31 anos, a mais nova, e 75 anos, a mais idosa,  são da cidade de Bom Jesus, Coremas, Água Branca, Malta, Santa Luzia, Taperoá, Santana dos Garrotes, Areia de Baraúnas, Pombal, São Mamede, Imaculada, Belém do Brejo do Cruz, Vista Serrana, São Jose do Bomfim, Santa Luzia, Sousa e Patos.

A oncologista do Hospital do Bem, Dra. Nayarah Castro, afirma que é uma alegria muito grande cada sino tocado, porque isso simboliza o sucesso do tratamento e superação da doença. “Como médica me sinto feliz em poder fazer parte destas 24 histórias de sucesso, de alegrias e de vitórias. É uma honra ver o quanto avançamos em relação ao tratamento oncológico e podemos oferecer esperança aos pacientes e seus acompanhantes. Me sinto feliz por saber que os pacientes são tratados não apenas no que diz respeito às medicações administradas: me sinto feliz em poder fazer parte de uma equipe que trata o paciente nas esferas emocionais, espirituais e orgânicas”, destaca a oncologista.

A médica esclarece que a cura definitiva da maioria dos cânceres é dada após o acompanhamento por 5 a 10 anos, sem demonstração de retorno da doença. “O sino da cura marca o término dos tratamentos de quimioterapia, após a realização dos primeiros exames que demonstraram a não existência de doença em atividade. Por isso, é importante que os pacientes façam o acompanhamento oncológico a cada três meses”. Reitera Dra. Nayarah.

A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, destaca que o Hospital do Bem vem cumprindo com muita satisfação a sua missão de não apenas acolher bem como tratar os pacientes de câncer no interior do Estado. “É muito gratificante para todos da equipe, quando um paciente toca o sino da cura porque sabemos quantas batalhas cada um deles teve que enfrentar pela superação da doença. E essa superação, que é individual de cada paciente, termina tornando-se coletiva porque envolve todos os profissionais que empregam seu talento, competência, conhecimento e doação para que essas pessoas consigam ressignificar a vida e continuarem suas jornadas livres de uma doença que é ainda muito estigmatizante, apesar dos avanços do tratamento”, reitera Liliane, lembrando que o Hospital do Bem tem atendimento ambulatorial, tratamento quimioterápico e cirúrgico, para quatro tipos de câncer: pele, próstata, mama e colo de útero. A sala de quimioterapia da unidade tem capacidade para atender dez pacientes simultaneamente.

Para o coordenador Administrativo do Hospital do Bem, Thiago Viana, um profissional que tem contato com todos os pacientes e não raro os recebe na porta do Hospital, reunir tantas histórias de superação é um estímulo nessa árdua batalha contra o câncer. “Vivemos intensos sentimentos ao conhecer a história de vida de cada um de nossos pacientes, então o sentimento da felicidade ganha outra dimensão com a tão sonhada vitória na luta contra o câncer que é a cura e a batida do sino”, destaca ele que atua na unidade desde a inauguração, em setembro de 2018.

 

Assessoria 

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Hospital de Patos melhora assistência com ficha de controle de antibióticos

Com a implantação de um simples procedimento, o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) conseguiu reduzir em 28,8% o uso de antibióticos, entre os meses de outubro do ano passado e janeiro deste ano. A adoção de uma ficha de controle de solicitação de antimicrobianos, monitorada pelas equipes que atuam nos setores da Farmácia e do Serviço de Controle de Infecções Hospitalares (SCIH) conseguiu aprimorar a terapêutica da unidade, tornando-a ainda mais segura, efetiva e eficaz com ganho de qualidade na assistência aos pacientes e no serviço prestado a eles.

O médico responsável pelo Serviço de Controle de Infecções Hospitalares do Complexo. Diego Varela, explica que o sistema de controle de fichas é muito simples, mas bastante eficaz no que diz respeito a distribuição de medicamentos e que a sistemática foi introduzida para melhorar a rotina de prescrição de antibióticos para pacientes admitidos e que permanecem internados. “Implantamos as fichas de controle de solicitação de antimicrobianos visando melhorar essa dinâmica na unidade a fim de garantir o completo tratamento das patologias dos pacientes, mas, ao mesmo tempo, restringindo o uso de antimicrobianos, especialmente, aqueles que têm um espectro de atuação mais amplo, que são os antibióticos mais fortes que se forem utilizados de forma indevida podem selecionar algumas bactérias e fazer com que apareçam infecções multirresistentes”, disse o médico.

Ainda segundo Diego, esse risco de disseminação de infecções multirresistentes pode ser minimizado com essa simples conduta adotada pelo Complexo, desde outubro do ano passado. “Atuando com mais controle, a gente busca, enquanto SUS, oferecer o melhor tratamento ao paciente, diminuindo o risco à saúde deste paciente, assegurando assim um tratamento ainda mais eficaz e completo”, reitera o médico. Ele lembra que apenas com a adoção da ficha de controle de solicitação de medicamentos, a unidade conseguiu reduzir não apenas a utilização de antibióticos em quase 30%, como diminuir a incidência de infecções multirresistentes garantindo um ambiente com menos riscos aos pacientes.

A ideia, segundo Dr. Diego, é tornar a ficha de solicitação de antimicrobianos uma rotina automática, imprescindível e permanente na unidade. “Com essa rotina cotidiana vamos diminuir ainda mais o uso de medicamentos controlados, as infecções multi resistentes, os riscos aos pacientes e melhorar, cada vez mais, a qualidade do atendimento no hospital de Patos”, reforçou o médico. A ficha de solicitação, segundo Dr. Diego, é preenchida pelo médico que solicita a medicação. Nela é preciso constar o nome completo do paciente, idade, em qual setor ele está internado na unidade, o tipo de infecção, o número de dias do tratamento e a justificativa para utilização de tal medicação.

“Nos hospitais e em outros serviços de saúde, a assistência farmacêutica é parte essencial dos processos de atenção à saúde em todos os níveis de complexidade. Essa ficha de controle, portanto, aprimorou nossa rotina nos dando a garantia de que esse processo de liberação de antibióticos passou a acontecer de forma mais eficaz e segura, com ganhos para o paciente e para o ambiente hospitalar. Além disso, constatamos uma redução de custos com o melhor uso dos antimicrobianos. Ou seja, houve ganhos para o paciente e a unidade que melhorou sua prestação de serviços gerando economia e mais segurança”, destaca a diretora geral do Complexo, Liliane Sena, que soltou comunicado interno agradecendo e parabenizando os profissionais das equipes da Farmácia, Enfermagem e do SCIH envolvidos neste processo de melhoria contínua da prestação de serviços da unidade, especialmente, a Responsável Técnica, Luciana Coutinho. “Foi ela quem idealizou o controle através desta ficha e é quem acompanha e monitora todas as informações deste processo. Essa ideia de Luciana melhorou nossos processos de controle nessa área”, finaliza a diretora.

 

Assessoria

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Hospital de Patos atendeu 292 pessoas vítimas de acidentes de trânsito nos últimos 28 dias

 Nos últimos 28 dias, o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, atendeu 292 pacientes, com diversas lesões, algumas das quais que necessitaram de encaminhamento para cirurgias, vítimas de acidentes de trânsito. Ao contabilizar o número de acidentados de motos atendidos entre os dias 30 de dezembro e 26 de janeiro, esse quantitativo é bem expressivo, já que neste período 257 pacientes deram entrada na unidade com esse tipo de ocorrência. Ou seja, uma média de dez pacientes/dia deram entrada na unidade por causa de acidentes e uma média de nove pacientes/dia foram atendidos por causa de acidentes com motocicletas.

A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, continua chamando atenção para a gravidade do problema e os altos números de acidentados por motos. “Esse último levantamento, correspondente aos últimos 30 dias, mostra que de 292 acidentes de trânsito, 257 foram com motos. Esse é um dado assustador e mais ainda o fato de estarmos registrando crescentes números de atendimentos de pacientes vítimas de acidente de trânsito envolvendo motos e, lamentavelmente, isso também se repete em outros hospitais da rede estadual”, alerta a diretora.

As demais ocorrências neste período, referentes a pacientes atendidos no hospital vítimas de acidentes de trânsito, mostram que 15 pacientes foram vítimas de acidentes com bicicletas, 13 casos foram de atropelamentos e outros sete casos com automóvel. O relatório de gestão da unidade no tocante a atendimentos à vítimas de violência, neste mesmo período, ainda registra que foram 45 casos no total, sendo 18 por agressões físicas, 15 pacientes com ferimentos por arma branca e outros 12 feridos por armas de fogo.

 

Assessoria de Imprensa

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Hospital do Bem: Pacientes comemoram cura após cirurgia e tratamento

Dados do Instituto Nacional de Câncer – Inca atestam que o câncer de mama atinge 60 mil mulheres por ano no Brasil. Ele é o tipo de tumor mais temido pelas mulheres e com razão, já que é o mais incidente entre elas depois do câncer de pele não melanoma e também uma doença que mexe com uma parte do corpo da mulher que é muito significativa. Mas, com o avanço da Medicina e das técnicas cirurgicas e de tratamento, o diagnóstico da doença não significa mais uma sentença de morte. Os vários casos de cura atestam que é possível superar a doença e ressignificar a vida após esse episódio. E é isso que farão a partir de hoje as pacientes do Hospital do Bem, Franceilma da Silva, 32 anos, Maria Lúcia da Silva, 57 anos e Francisca Maria dos Santos, 53 anos, que nesta quinta-feira (23) tocaram o sino da cura e deram a volta por cima após realizarem, com sucesso, o tratamento cirúrgico e quimioterápico no Hospital do Bem, de Patos.

O momento do toque do sino, que simboliza que o tratamento realizado no Hospital do Bem surtiu efeito sobre a doença, foi acompanhado pela diretora do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, Liliane Sena, pela oncologista da unidade, Dra. Nayarah Castro, e pelo cirurgião oncológico do Hospital, Dr. Wostenildo Crispim. As pacientes Franceilma da Silva, da cidade de Mato Grosso, que iniciou seu tratamento em maio de 2019, Maria Lúcia da Silva, da cidade de Patos, que começou em agosto do ano passado e Francisca Maria dos Santos, de Brejo dos Santos, que se tratava desde julho de 2019, receberam alta nesta quinta-feira e tocaram o sino, após passarem por cirurgias e quimioterapias. O ateste da cura veio após a realização de tomografias de tórax e abdômen inferior, além das cintilografias que mostraram a inexistência de tumor pós-tratamentos. “Esses exames indicam que as pacientes que fizeram cirurgias no hospital e quimioterapia, durante seis meses, tiveram sucesso e não mais apresentam tumor neste momento”, afirma a Dra. Nayarah, lembrando que todas elas tiveram câncer de mama.

Ainda segundo a médica, é importante que ao menor sinal de nódulo endurecido ou caroço (no seio ou na axila), irritação ou aparecimento de irregularidades em alguma parte da mama, como afundamentos ou franzidos que fazem a pele parecer com uma casca de laranja, inchaço na mama toda ou em parte dela e vermelhidão ou descamação da pele da mama ou do mamilo (bico do seio) e ainda ao se notar a saída de secreção pelo mamilo (que não leite), dor ou inversão do mamilo (quando o bico do seio fica para dentro), a mulher deve procurar um médico e fazer exames para afastar a possibilidade de câncer ou  diagnosticar a doença em estágio inicial. “Quanto mais cedo for iniciado o tratamento, maiores são as chances de cura”, disse Dra. Nayarah. O Hospital do Bem faz parte do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC) e integra a rede estadual de saúde.

 

Assessoria de Imprensa

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Maternidade de Patos registrou mais de 3,5 mil partos em 2019

Referência de atendimento a gravidez de alto risco e nos serviços prestados às mulheres de mais de 90 municípios do sertão paraibano, a Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos registrou, de janeiro a dezembro do ano passado, a realização de 3.508 partos, sendo 1.946 cesáreos e 1.562 normais. A unidade, que integra a rede estadual de saúde, que também é Hospital Amigo da Criança e tem um banco de leite padrão Ouro, fechou o ano de 2019 com a totalização de 11.624 internações maternas. O relatório de gestão referente a 2019 mostra ainda que 615 recém nascidos utilizaram os serviços da UCIN, 289 passaram pela UTI Neo e 246 pacientes foram admitidas na UTI Materna.

Em média, a unidade realiza cerca de 300 partos/mês. O mês de maior registro de nascimentos em 2019 foi janeiro, com 553 e o menor foi abril que registrou 238 partos. O relatório de gestão aponta ainda que a Maternidade realizou 5.092 mamografias,  2.757 ultrassonografias e 1.033 Raio-X e 317 pacientes se submeteram a procedimentos de curetagem.

O diretor geral da Maternidade, Dr. Umberto Marinho Júnior, explica que o atendimento humanizado da unidade prioriza os partos normais, mas, que muitas das gestantes já chegam à Maternidade com intercorrências que impossibilitam que o parto não possa ser normal, daí a razão do número de partos cesáreos ter superado os normais em 2019. “Priorizamos o parto humanizado e sempre que é possível deixamos a natureza agir sem intervenções externas, mas, por sermos uma unidade de gravidez de alto risco, recebemos muitas gestantes que não são acompanhadas no pré-natal, que chegam com riscos iminentes tanto da própria vida, quando dos bebês, com quadros que impossibilitam a condução de um parto normal, daí esse registro de mais partos cesáreos que normal no ano passado”, explica o médico, lembrando que é gratificante olhar para os números e dados da unidade que comprovam a importância da prestação de serviços à população feminina do sertão.

Diferenciais da Peregrino Filho

A Maternidade além de atender gravidez de alto risco, integra a rede de cardiologia pediátrica que identifica cardiopatias congênitas, através de exames à distância, possibilitando um melhor acompanhamento dos bebês após o nascimento. A unidade também tem ambulatórios de microcefalia, que dispõe de uma equipe multidisciplinar, que acompanha crianças que nascem com a doença, outro de alto risco para gestantes, que são acompanhadas com maior atenção durante a gestação, reduzido assim o risco de intercorrências durante o parto, o ambulatório de egressos para recém nascidos prematuros que são acompanhados por pediatras durante o primeiro ano de vida e desde outubro do ano passado também dispõe do ambulatório de ginecologia.

Desde 2015, a Maternidade mantém uma sala de parto onde a gestante dispõe de um espaço especial, equipado com TV, bolas suíças e barras de apoio para exercícios que melhoram a mobilidade pélvica durante o trabalho de parto. Neste espaço, a paciente conta com acompanhamento de uma equipe de enfermeiros e técnicos de enfermagem. A inclusão da unidade, desde 2014, no programa Rede Cegonha, do Governo Federal, sendo a única unidade da região habilitada com esse atendimento também é outro diferencial da maternidade.

Assessoria 

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Hospital de Patos registrou média de oito atendimentos dia somente com acidentados no trânsito por motocicletas na última semana

Somente entre os dias 06 e 12 deste mês, o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, atendeu 67 pacientes, com diversas lesões, algumas das quais que necessitaram de encaminhamento para cirurgias, vítimas de acidentes de trânsito, destes, 62 casos envolveram acidentes com motocicletas, o que dá uma média de oito atendimentos/dia somente com vítimas nesta modalidade de transporte.

O relatório semanal de atendimentos aponta ainda que aconteceram três atropelamentos e outros dois acidentes de trânsito envolvendo ciclistas e mais onze pessoas deram entrada na unidade vítimas de violência, sendo cinco delas por ferimentos com armas brancas, quatro por armas de fogo e duas pessoas vítimas de agressão física.

A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, chama atenção para a gravidade dos constantes números de acidentados por motos. “Nós estamos registrando crescentes números de atendimentos de pacientes vítimas de acidente de trânsito envolvendo motos e isso não é uma realidade só de Patos e região, se repete em outros hospitais da rede estadual. Penso que é preciso reforçar a campanha de educação no trânsito para que as pessoas se conscientizem da gravidade deste fato, que além de lotar as emergências dos hospitais, ocupar leitos e UTI’s, via de regra, em boa parte dos casos, pode deixar sequelas para o resto da vida”, afirma Liliane, complementando que dados do Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, referente apenas aos últimos dias 11 e 12, atestam que 58 pessoas deram entrada naquela unidade também vítimas de acidentes de motos.

 

Assessoria

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Hospital do Bem realizou mais de 3 mil atendimentos em 2019

O Hospital do Bem – unidade de oncologia do Sertão, que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, está cumprindo sua missão de acolher e tratar os pacientes de câncer no interior do Estado. Absorvendo boa parte do contingente de pessoas que antes da unidade só tinham a opção de tratamento de câncer em Campina Grande ou em João Pessoa, o Hospital contabilizou, a longo de 2019, a realização de 1.296 sessões de quimioterapia, 3342 consultas por especialidades e ainda 534 cirurgias, em pacientes de 84 municípios do sertão paraibano.

O Hospital tem atendimento ambulatorial, tratamento quimioterápico e cirúrgico, para quatro tipos de câncer: pele, próstata, mama e colo de útero. A sala de quimioterapia da unidade tem capacidade para atender dez pacientes simultaneamente. Das 3342 consultas por especialidade, a maior parte delas foi de Oncologia Clínica, com 1.939 casos, seguido de Mastologia com 419, Colo Uterino com 407, Pele com 391 casos e Urologia com 186.

 A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, reitera a importância do Hospital do Bem no atendimento de pacientes próximos de suas cidades. “Antes da disponibilidade de nossos serviços, os pacientes oncológicos do interior viviam uma dura rotina de ter que se deslocar cerca de 350 km até a Capital ou Campina Grande, para realizarem seus tratamentos. Com a disponibilidade dos serviços oncológicos de média e alta complexidade em Patos, esse tratamento pode ser feito mais próximo da residência dos pacientes, o que impacta positivamente na melhoria da qualidade de vida dessas pessoas, que não mais precisam enfrentar o tratamento, seguido do desgaste do deslocamento destas viagens muito longas, tendo toda a assistência necessária no Hospital do Bem que segue os mesmos protocolos de hospitais que tratam o câncer”, destaca Liliane.

Hospital do Bem, lembra Liliane, só atende pacientes regulados, ou seja, com consultas e procedimentos já agendados previamente, via Secretarias de Saúde dos municípios, através da Central de Regulação do Estado. Desde que foi fundado, em 03 de setembro de 2018, os tipos de maior incidência de câncer atendidos na unidade foram os de mama e colo uterino.

Assessoria 

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Complexo Hospitalar de Patos registra no período do Natal 282 atendimentos

O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) teve um plantão movimentado entre os dias 24 e 26 de dezembro. Neste período de festividades natalinas, a unidade que integra a rede estadual de saúde, registrou 282 atendimentos, sendo 243 deles no serviço de urgência e emergência, 33 consultas ambulatoriais e ainda outros exames no Centro de Diagnóstico. Os dados são referentes a manhã do dia 24 até às 9h da manhã da última quinta-feira (26).

Do total de 282 atendimentos, 40 pacientes precisaram ficar internados no Hospital para observação e outros procedimentos por causa de acidentes com motos, quedas da própria altura, dor abdominal, dificuldade de respirar, febre alta, entre outros motivos. Dos 19 acidentes de trânsito registrados no período, a grande maioria deles, com 14 casos, envolveram motociclistas, o que é uma constante nos boletins de acidentados socorridos para a unidade. Dos 14 casos, metade deles foram vítimas de acidentes de moto ocorridos na cidade de Patos, o restante foi de acidentes que aconteceram em Itaporanga, Matureia, Malta, São José do Bonfim e Teixeira. Desses 14 acidentados, cinco precisaram permanecer internados devido a gravidade dos ferimentos provocados pelos acidentes.

Deram entrada ainda na unidade duas pessoas vítimas de atropelamento, dois pacientes por causa de acidentes de trânsito envolvendo automóvel e um paciente por causa de acidente com bicicleta. A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, disse que houve um discreto aumento de demanda por causa das festividades, mas considerou o movimento dentro da normalidade. “É natural que haja um discreto aumento de procura, em função da cidade e dos municípios vizinhos receberem um grande fluxo de pessoas por causa das festividades natalinas, mas, os plantões do período transcorreram dentro da normalidade”, destaca a diretora, lembrando que o fato que continua chamando atenção é o grande número de acidentados por motos. “Dos 19 acidentes de trânsito, 14 envolveram motos e essa é uma estatística preocupante e que tem sido recorrente”, lamenta ela.

Assessoria