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Polícia Militar prende homem acusado de desferir golpe de faca contra o pai Cajazeiras

Uma guarnição da Polícia Militar foi acionada para comparecer à Rua Francisco Martins, no Bairro dos Tecedores em Cajazeiras, para atender uma ocorrência de lesão corporal.

O fato foi registrado no último sábado dia (02) de novembro e segundo informações Joalison Alves Menezes, teria chegado em casa, possivelmente drogado e, agredido seu genitor com golpe de faca na mão.

A Polícia Militar através da guarnição de Rádio Patrulhamento, conseguiu localizar o suspeito sendo o mesmo, conduzido à Delegacia Polícia Civil de Cajazeiras, para as medidas cabíveis.

Com informações de Ângelo Lima

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Justiça fixa pena de 23 anos de reclusão para homem acusado de estupro de vulnerável contra filha na cidade de Areia, na Paraíba

Por unanimidade e em harmonia com o parecer ministerial, os membros da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba fixaram a pena de 23 anos e quatro meses de reclusão, em regime fechado, para Pedro Ediano da Silva, acusado da prática do crime de estupro de vulnerável contra sua filha, a época dos fatos, com 11 anos idade. A Apelação Criminal nº 0000070-77.2018..815.0071 apresentada pela defesa do acusado foi provida parcialmente e teve a relatoria do desembargador Arnóbio Alves Teodósio.

De acordo com os autos, no dia 16 de fevereiro de 2018, o acusado abusou sexualmente de sua filha, praticando com a mesma atos libidinosos diversos da conjunção carnal.

No 1º Grau, a juíza da Vara Única da Comarca de Areia, Alessandra Varandas, condenou o genitor pela prática dos crimes dispostos nos artigos 217-A e 213, § 1º, combinado com o artigo 69, todos do Código Penal, aplicando a pena de 25 anos de reclusão. Inconformada, a defesa pugnou pela absolvição do acusado, argumentando de que não há provas suficientes a ensejar a sanção condenatória. Arguiu não restar provada a materialidade delitiva e que o laudo sexológico restou prejudicado, pois a adolescente manteve outras relações sexuais, dentre outras.

No voto, o desembargador Arnóbio Teodósio afirmou que restou comprovado nos autos que o genitor praticou os abusos sexuais, desde quando sua filha possuía 11 anos de idade até completar 14 anos, configurada a prática do estupro de vulnerável e e estupro  qualificado, não havendo, assim, que se falar em absolvição fundada na insuficiência probatória.

“No presente caso, deve ser aplicada a regra da continuidade delitiva e não do concurso material de crimes, conforme estabelecida na sentença, pois os fatos foram praticados pelo mesmo agente e contra a mesma vítima, em semelhantes condições de lugar, tempo, circunstâncias e modo de execução, período que compreendeu a idade da ofendida dos 11 anos aos 14 anos”, disse o relator, tornando a pena definitiva em 23 anos e quatro meses de reclusão. Desta decisão cabe recurso.

Assessoria de Imprensa – TJPB