Arquivo de tag Operação

porpjbarreto

Câmara derruba afastamento do deputado federal paraibano Wilson Santiago (PTB)

Ele teve o mandato suspenso no mês passado pelo ministro Celso de Mello, relator no STF de investigação por suposta prática de corrupção e organização criminosa.

Orientaram pela volta ao mandato PT, PTB, PL, Solidariedade, PP, PMDB, Avante e PDT. A manutenção do afastamento foi defendida pelo PSL, Cidadania, PSOL e Novo. PSC, PSD, Podemos, PV e PSB liberaram a bancada.

Por 233 a 170, a Câmara derrubou o afastamento do deputado Wilson Santiago (PTB-PB), acusado de receber R$ 1,2 milhão de propina, de obras superfaturadas de abastecimento de água no Nordeste.

Abaixo, a lista de quem votou pela volta do deputado (SIM) e pela manutenção do afastamento (NÃO):

 

Com O Antagonista

porpjbarreto

Paraíba: Operação Lei Seca autua 45 condutores por embriaguez durante o mês de janeiro

Ao todo, foram rea bafômetro, o que resultou na apreensão de 32 CNHslizados 505 testes de

O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PB), por meio da Operação Lei Seca, notificou 45 motoristas por dirigir sob efeito de álcool, durante o mês de janeiro de 2020. Os números foram divulgados nesta segunda-feira, dia (03) pela Coordenação de Policiamento e Fiscalização de Trânsito do órgão.

Ao todo, foram realizados 505 testes de bafômetro neste mês, o que resultou na apreensão de 32 carteiras de habilitação (CNHs) e na remoção de 8 veículos aos pátios do órgão. Neste período 2 motoristas tiveram que ser conduzidos à delegacia. A operação ainda autuou em flagrante 36 condutores pela prática de outras infrações ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

As ações da Operação Lei Seca foram intensificadas desde a segunda quinzena de dezembro até fevereiro de 2020, quando ocorre a estação mais quente do ano, o verão. A época coincide com as férias escolares e o carnaval, em que se estima um aumento significativo de veículos circulando em todo o Estado, sobretudo nos munícipios litorâneos.

Quarenta e cinco homens serão os responsáveis pelas ações. Esse efetivo será composto por 3 equipes, cada uma com 12 agentes de trânsito e 3 policiais militares, que atuarão nas fiscalizações de trânsito com o auxílio dos seguintes equipamentos: 14 etilômetros (bafômetros), 50 talonários eletrônicos, 2 redutores de velocidade móveis, 2 camas de faquir, 20 cones de sinalização e 2 barreiras de sinalização retrátil. Nas ações serão empregadas 9 viaturas, entre elas 2 reboques.

Segundo o major Edmilson Castro, coordenador da Lei Seca no Estado, as fiscalizações têm o objetivo de coibir os abusos praticados por muitos condutores que ainda insistem em desobedecer às leis de trânsito, principalmente ao que se refere às infrações relacionadas à embriaguez ao volante.

 

Assessoria 

porpjbarreto

Polícia Federal deflagra “Operação Jampa Verde 2” para combater extração ilegal de minérios na Paraíba

A Polícia Federal deflagrou na última sexta-feira (17/1), em conjunto com a SUDEMA e o Ministério do Trabalho, a Operação Jampa Verde 2, com objetivo de combater extração de recursos minerais, sem a competente autorização da ANM e da SUDEMA, bem como condições degradantes de trabalho.

A Operação conjunta contou com a participação 20 servidores, entre policiais federais e funcionários públicos dos demais Órgãos.

ENTENDA O CASO

A investigação apura a exploração ilegal de recursos minerais em pedreira situada no bairro Mandacaru, mais precisamente em área sem autorização ambiental. Relembra-se que, na data de 31/7/2019, a Polícia Federal, em parceria com a SUDEMA, o Batalhão Ambiental e a Agência Nacional, deflagrou a Operação JAMPA VERDE 1, a qual teve também teve como escopo a repressão de extração de recursos minerais, sem a competente autorização, nos municípios de Santa Rita/PB e Conde/PB.

CRIMES INVESTIGADOS

Os investigados serão indiciados nos crimes do art. 55 da Lei 9.605/1998, combinado com o art. 2 da Lei 8.176/1991, cujas penas somadas poderão ultrapassar 5 anos de prisão.

Comunicação Social da Polícia Federal na Paraíba

porpjbarreto

Wilson Santiago que é alvo da “Operação Pés de Barro” seria o líder do PTB em 2020

O deputado federal Wilson Santiago, do PTB da Paraíba, afastado do cargo no dia (21/12/2019) por decisão do ministro Celso de Mello, assumiria a liderança de seu partido na Câmara em fevereiro deste ano.

Ele foi alvo da Operação Pés de Barro, que investiga o superfaturamento em obras no interior de seu estado. Como foi noticiado nesta quarta-feira (08), a ordem de afastamento dele será pautada na primeira sessão de 2020.

Apurou-se que, mesmo com a hipótese de ser mantido no cargo pelos pares, não há clima para que Santiago seja o novo líder — o que seria ainda mais bizarro. O líder reflete o sentimento da bancada, define integrantes das comissões e orienta as votações em plenário.

No início desta legislatura, houve um acordo na bancada de 10 deputados para que os líderes nos próximos quatro anos fossem Pedro Lucas Fernandes (MA), que é o atual, Wilson Santiago (PB), Maurício Dziedricki (RS) e Nivaldo Albuquerque (AL).

Com o escândalo envolvendo Santiago, agora tudo pode mudar. Por telefone, Fernandes disse hoje a este site que alguns colegas defendem que ele continue na função.

Vamos ter a eleição no próximo dia 30, vamos aguardar”, afirmou, não querendo entrar em detalhes.

O atual líder acrescentou que as prioridades do Parlamento em 2020 devem ser a reforma tributária e o pacto federativo. Para ele, a relação com o Planalto “vai continuar da mesma forma, não vai mudar” e o Congresso precisará manter o foco na agenda reformista.

 

Com O Antagonista 

porpjbarreto

Sem Napoleão, presos na Calvário desistem de habeas corpus no STJ

Ao menos dois presos na Operação Calvário desistiram de pedidos de liberdade levados ao STJ depois que os habeas corpus foram encaminhados à ministra Maria Thereza de Assis Moura.

Ontem, ela assumiu o plantão e negou a soltura de quatro investigados no esquema que desviou mais de R$ 134 milhões dos cofres públicos da Paraíba.

Tiveram o pedido rejeitado José Arthur Viana Teixeira, ex-secretário de Educação; Bruno Miguel Teixeira de Avelar Pereira Caldas, suspeito de intermediar pagamento de propinas; e Denise Krummenauer Pahim e Breno Dornelles Pahim Neto, supostos laranjas do ex-governador Ricardo Coutinho.

Depois dos pedidos negados, o ex-secretário de Saúde Waldson Dias de Souza e o empresário Vladimir dos Santos Neiva desistiram dos pedidos de liberdade.

Mesmo assim, os advogados deles tentaram uma manobra: apresentaram pedidos de extensão de liberdade dentro do habeas corpus no qual Napoleão Nunes Maia mandou soltar Ricardo Coutinho, no sábado.

A esperança era a de que o ministro assumisse os casos e aliviasse as prisões. Se deram mal: todos os pedidos de extensão — 8 no total— foram encaminhados para Maria Thereza.

 

Com informações de O Antagonista

porpjbarreto

Investigação da PF contra deputado flagrou 11 entregas de propina, uma delas em hotel de Cajazeiras

Deputado federal Wilson Santiago e prefeito de Uiraúna, Dr Bosco, são investigados por propina em obra de construção de adutora no Sertão da Paraíba, orçada em R$ 24 milhões.

A operação Pés de Barro, deflagrada pela Polícia Federal neste sábado (21) contra o deputado federal Wilson Santiago (PTB-PB), flagrou 12 encontros para entregas de propina por supostos desvios de recursos na construção de uma adutora em Uiraúna, Sertão da Paraíba. Onze, foram feitas no estado.

Conforme a investigação, a empresa COENCO foi contratada por R$ 24,8 milhões para construir a adutora, após negociações entre Wilson Santiago e o empresário George Ramalho Barbosa, em que ficou acertado, sobre o valor do contrato, o repasse de propinas no montante de 10% para o parlamentar e 5% para o Prefeito de Uiraúna, João Bosco Nonato Fernandes (Dr. Bosco).

De acordo com a PF, o inquérito surgiu de informações obtidas em uma proposta de delação premiada, que está sob sigilo. Neste sábado, a polícia cumpriu mandado de busca e apreensão no gabinete do deputado José Wilson Santiago (PTB-PB), na Câmara dos Deputados, em Brasília. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello, que autorizou as buscas, também determinou o afastamento de Santiago do cargo. A operação teve outros sete alvos, incluindo três assessores e um funcionário de Wilson Santiago, além do prefeito de Uiraúna um funcionário dele e um empresário.

No total, são 13 mandados de busca e apreensão, em João Pessoa, São João do Rio do Peixe, Uiraúna (PB) e Brasília (DF). Há ordens de afastamento das funções públicas para o deputado e mais seis alvos da operação. Segundo a Polícia Federal, os investigados podem responder pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro, fraude licitatória e formação de organização criminosa.

Em nota, o deputado federal Wilson Santiago afirma que “o delator busca a todo momento, construir relações que possam nos implicar de forma pessoal e criminalizar o trabalho parlamentar. […] Temos certeza que esse tipo ação criminosa será coibida. Não podemos aceitar que a ação política fique refém dessas práticas. Dessa forma, tomaremos as medidas cabíveis para que a verdade venha à tona, com o esclarecimento das questões objeto da investigação e nossos direitos sejam restabelecidos”.

A Defesa do Prefeito de Uiraúna, Bosco Fernandes, disse que está se inteirando dos fatos apontados pela polícia federal para se pronunciar.

Operação Pés de Barro

A Polícia Federal deflagrou na manhã deste sábado (21) a operação Pés de Barro, que investiga desvios de recursos para obras da “Adutora Capivara”, sistema adutor entre São José do Rio do Peixe e Uiraúna, no Sertão da Paraíba.

A Polícia Federal cumpriu quatro mandados de prisão preventiva, mas o deputado José Wilson Santiago não é um dos alvos. A PF pediu a prisão do deputado, mas o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, indeferiu o pedido.

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão, entre eles no gabinete do deputado José Wilson Santiago (PTB-PB), na Câmara dos Deputados, em Brasília.

Dinheiro na cueca de prefeito

Em imagem feita durante a investigação da Polícia Federal, o Prefeito de Uiraúna, João Bosco Nonato Fernandes, aparece depois de um encontro para entrega de propina com um volume em dinheiro escondido dentro da cueca.

O prefeito foi preso neste sábado, durante o cumprimento de mandados da Operação Pés de Barro, assim como Evani Ramalho e Israel Nunes de Lima, ambos assessores de Santiago, e Severino Batista do Nascimento Neto, motorista do prefeito Bosco.

Entregas de propinas flagradas na Paraíba e em Brasília

Cinco encontros foram feitos em edifício de Tambaú, João Pessoa — Foto: Reprodução/TV Cabo Branco.

Cinco encontros em edifício de Tambaú, João Pessoa

Segundo a investigação da Polícia Federal, houve pelo menos cinco entregas de propina feitas no edifício Holanda´s Prime, em Tambaú, João Pessoa. No dia 13 de setembro, na garagem do subsolo do prédio, foi feita a entrega de R$ 50.000. No mesmo edifício foram feitos repasses no dia 18 de setembro, com entrega de R$ 50.000. No dia 25 de setembro, foi feita a entrega de R$ 40.000 e no dia 27 de setembro, houve repasse de R$ 60.250. Todos os repasses foram feitos a Evani Ramalho, que é assessora do deputado federal Wilson Santiago.

Propina entregue em flat, em Cajazeiras

Gravatá Flat Hotel – Cajazeiras, PB.

Foi feita a entrega de R$ 50.000 a João Bosco Fernandes, no dia 19 de setembro, no Gravatá Flat Hotel, em Cajazeiras.

Propina entregue em pousada de Manaíra, João Pessoa

Foi feita a entrega de R$ 20.000 a João Bosco Nonato Fernandes, no dia 23 de setembro durante conversa na Pousada Verde Mar, em Manaíra

Propinas entregues em sedes do PTB, em João Pessoa

Foi feita a entrega de R$ 40.000 a João Bosco Nonato Fernandes, no dia 24 de setembro. O repasse ocorreu na sede do Partido Trabalhista Brasileiro, no bairro Miramar, em João Pessoa. No dia 3 de outubro, também foi feita a entrega de R$ 25.000, na sede do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), na Avenida Epitácio Pessoa. A secretária parlamentar Evani Ramalho, lotada no gabinete de Wilson Santiago, foi a responsável por agendar a data e o local da entrega dos valores.

Entrega de propina em hotel, em Sousa

Segundo a PF, foi feita a entrega de de R$ 25.000 a João Bosco Nonato Fernandes, prefeito de Uiraúna, para repasse ao deputado dederal Wilson Santiago. A entrega ocorreu no Hotel “Vó Ita”, município de Sousa, no dia 23 de outubro.

Entrega de propina no aeroporto de Brasília

Foi feita a entrega de R$ 50.000 no aeroporto de Brasília, no dia 7 de novembro, ao deputado federal Wilson Santiago, por intermédio do secretário parlamentar Israel Nunes de Lima.

Entrega de propina em supermercado, em João Pessoa

Houve entrega de R$ 50.000 a Evani Ramalho, no dia 8 de novembro, dentro do supermercado Pão de Açúcar, em João Pessoa, para repasse ao Prefeito de Uiraúna, João Bosco Nonato Fernandes.

 

G1-PB

porpjbarreto

Operação Pés de Barro: Assessor de Wilson Santiago recebeu mochila com propina no aeroporto de Brasília

Segundo a Polícia Federal, um encontro na praça de alimentação do aeroporto de Brasília sacramentou o repasse de propina no esquema de corrupção desbaratado pela Operação Pés de Barro.

Um secretário parlamentar do gabinete do deputado federal Wilson Santiago recebeu uma mochila do empresário George Ramalho Barbosa com R$ 50 mil.

O montante foi entregue no dia 7 de novembro deste ano e o assessor o transportou até o gabinete do parlamentar.

Cinco dias depois, uma secretária do deputado recebeu mais R$ 50 mil e depois seguiu para a sede do PTB.

As movimentações foram acompanhadas por ações controladas da PF.

Ao todo, a propina acertada seria de R$ 1,8 milhão, sendo que o montante efetivamente pago pelo empresário seria de R$1,2 milhão, o que provocou “desconfiança” do deputado.

George, delator do esquema, apontou 29 repasses de propinas entre novembro de 2018 e novembro de 2019, mas apenas 15 teriam sido gravados.  O empresário começou a documentar o esquema no segundo semestre de 2019.

Em um dos áudios gravados, a assessora de Wilson Santiago cobra celeridade nos repasses:

Assessora: Deixa eu lhe dizer qual é o segredo dessa situação, é curto prazo. Entendeu? A gente tem que aprender a ser curto prazo. Entendeu?

Empresário: Estão reclamando muito?

Assessora: O problema não é nós nos encontrarmos, e se falar, e demorar, essas coisas. Tem que ser curto prazo. Entendeu? Essas coisas tem que ser mais rápido, mais ágil. Entendeu? A gente está muito conversa longa, anda. A gente tem que ter cuidado com essas situações.

Empresário: É.

 

Fonte: O Antagonista 

porpjbarreto

Pés de Barro: deputado Wilson Santiago emite nota de esclarecimento sobre seu envolvimento em operação da Polícia Federal

Na manhã de hoje (sábado 21/12/2019), fomos surpreendidos por Operação da Polícia Federal. A operação em questão foi baseada na delação do empresário George Ramalho, o qual foi preso em abril de 2019 na Operação Feudo. Segundo as informações preliminares, o delator iniciou no segundo semestre de 2019 a construção de um roteiro, que servisse como base para acordo que lhe favorecesse na operação que foi alvo de prisão. O delator busca a todo momento, construir relações que possam nos implicar de forma pessoal e criminalizar o trabalho parlamentar.

Fica evidente, que o delator usa um princípio jurídico que veio para ser um instrumento de promoção de justiça, como artifício para favorecimento pessoal e evitar condenação na Operação Feudo. Temos certeza que esse tipo ação criminosa será coibida. Não podemos aceitar que a ação política fique refém dessas práticas. Dessa forma, tomaremos as medidas cabíveis para que a verdade venha à tona, com o esclarecimento das questões objeto da investigação e nossos direitos sejam restabelecidos. Estamos à disposição da Justiça para colaborar em todo o processo.

 

Wilson Santiago

Deputado Federal

porpjbarreto

Chefe do setor administrativo do núcleo regional de atendimento ao servidor de Cajazeiras é preso em operação policial

Não é mais novidade auxiliares do governador João Azevedo serem alvo de operações policiais. Desde que assumiu o governo, João Azevedo já viu inúmeros auxiliares visitados ou presos pelo polícia.

Na manhã desta quarta-feira (20), foi a vez do Chefe do Setor Administrativo do Núcleo Regional de Atendimento ao Servidor de Cajazeiras, Damísio Mangueira da Silva (foto), ex-prefeito do município de Triunfo, alvo da 4ª fase da Operação Recidiva, da Polícia Federal, que visa combater fraudes na aplicação de verbas federais descentralizadas em convênios feitos com a Fundação Nacional da Saúde (Funasa).

 

Por Paraíba Rádio Blog

porpjbarreto

Polícia Federal faz operação contra contrabando de migrantes em SP

A Polícia Federal (PF) cumpre nesta quinta (31) oito mandados de prisão temporária e 18 mandados de busca e apreensão na Operação Estação Brás e Bengal Tiger contra o contrabando de migrantes e lavagem de dinheiro nas cidades em São Paulo, Embú das Artes (SP), Taboão da Serra (SP) e Garibaldi (RS). A PF considera esta uma das maiores operações internacionais já realizadas.

Desde maio de 2018, policiais investigam estrangeiros domiciliados em São Paulo que estariam liderando organização criminosa voltada à promoção de migração ilegal de pessoas para os Estados Unidos. Os inquéritos policiais tiveram cooperação policial internacional com a agência norte-americana de imigração U.S. Immigration and Customs Enforcement.

A polícia descobriu que o grupo criminoso agia solicitando refúgio e fornecendo documentos de viagem falsos (como passaportes, vistos e cartas de tripulantes marítimos) a migrantes ilegais oriundos de países como Afeganistão, Bangladesh, Índia, Nepal e Paquistão.

Os migrantes desembarcavam no Aeroporto Internacional de Guarulhos, seguiam para Rio Branco (AC), atravessavam a fronteira com o Peru e prosseguiam por via terrestre (ônibus, barco, carona e a pé) até a fronteira do México com os Estados Unidos.

Durante o processo, esses migrantes sofriam maus-tratos, como cárcere privado, agressões físicas e psicológicas. Oito migrantes bengaleses, inclusive, foram sequestrados por cartéis de drogas mexicanos, na cidade de Nuevo Laredo, na fronteira do México com os Estados Unidos em junho deste ano.

Segundo estimativa da PF, a organização criminosa movimentou ao menos 10 milhões de dólares entre 2014 e 2019. Os investigados responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de contrabando de migrantes (qualificado pela submissão a condições desumanas e degradantes), lavagem de dinheiro e organização criminosa, com penas de três a dez anos de prisão, sem prejuízo de responderem por outros crimes que possam ser descobertos ao longo da investigação.

Agência Brasil