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“Fim dos lixões”: prefeito de Olho D’água assina acordo de não-persecução com o MPPB

O prefeito de Olho D’água (Sertão do Estado), Genoilton João de Carvalho Almeida, assinou na tarde desta terça-feira (04/02), com o Ministério Público da Paraíba o acordo de não-persecução penal se comprometendo a, em até um ano, não destinar mais os resíduos sólidos do município para lixão. A solenidade contou com a participação do 1º subprocurador-geral, Alcides Jansen, e pelo procurador de Justiça Francisco Sagres.

Também foi assinado o termo de ajustamento de conduta (TAC) para a recuperação das áreas degradadas pelo depósito de dejetos a céu aberto, no prazo de cinco anos. Os acordos fazem parte do projeto “Fim dos Lixões” desenvolvido pelo MPPB em parceria com a Federação das Associações dos Municípios da Paraíba (Famup), a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e o Ministério Público Federal.

A iniciativa começou a ser implementada em 2018, nas regiões de João Pessoa e Guarabira, onde 68 gestores (sendo 18 deles de municípios da região de João Pessoa e 50, da região de Guarabira) e se comprometeram a extinguir seus lixões no prazo de um ano (a contar da data da assinatura do acordo de não-persecução penal) e a recuperar as áreas degradadas no prazo de cinco anos.

Assessoria de Imprensa – MPPB
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“Todas as instituições estão regulares”: Comitê coordenado pelo MPPB fiscaliza 8 casas para idosos, no Sertão paraibano

Oito instituições de longa permanência para idosos (Ilpis) localizadas no Sertão da Paraíba foram fiscalizadas pelo Comitê Permanente de Monitoramento e Fiscalização, coordenado pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB). As inspeções ocorreram entre os dias 28 e 31 de janeiro e foram as primeiras do calendário 2020 elaborado pelo comitê.

Foram fiscalizadas as instituições Casa do Caminho e o Abrigo Jesus, Maria, José (localizados no município de Sousa); o Lar do Idoso Sagrada Família (localizado em Uiraúna); a Associação de Amparo ao Idoso Sagrada Família (no município de São João do Rio do Peixe); o abrigo Cirilo Pereira de Alencar (em São José de Piranhas); e mais três instituições localizadas no município de Cajazeiras: o Lar do Idoso Lucar Zorn; o Lar do Idoso O reencontro e a Casa do Idoso Joca Claudino.

Além do Ministério Público estadual, participaram das fiscalizações os Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia (Crea-PB), de Farmácia (CRF-PB), de Enfermagem (Coren-PB), de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito 1), Servo Social (Cress-PB), de Nutrição (CRN-PB) e a diretoria de Atividades Técnicas do Corpo de Bombeiros (DAT).

Segundo o coordenador do Núcleo de Políticas Públicas do MPPB, o procurador de Justiça Valberto Lira, não foram encontradas irregularidades nas instituições visitadas. “Todas as Ilpis estão  regulares, com alvarás das prefeituras renovados e certificados das Vigilâncias Sanitárias e do Corpo de Bombeiros aprovados. Isso é fruto do trabalho de monitoramento que o comitê vem fazendo há 11 anos. Temos observado que as recomendações emitidas pelos órgãos vêm sendo atendidas”, comemorou.

Lira informou que o calendário de fiscalizações 2020 prevê visitas às Ilpis localizadas nos municípios de Santa Luzia, São Mamede, Patos, Pombal, Coremas, Campina Grande, Lagoa Seca, Mari, Guarabira, Belém, Solânea, Remígio, João Pessoa, Cuité, Picuí, Alagoa Grande, Santa Rita, Bayeux, Cabedelo, Serra Branca, Sumé e Monteiro.

O Comitê

O Comitê Permanente de Monitoramento e Fiscalização das Instituições de Longa Permanência para Idosos do Estado da Paraíba foi instituído em 2009, através de Termo de Cooperação Técnica celebrado entre o Ministério Público do Estado; conselhos de classe de profissionais da área da saúde (Coren, CRF, CRN, Crefito, Conselho Regional de Medicina, Conselho Regional de Psicologia), assistência social (Cress) e engenharia e agronomia (Crea), Secretaria Estadual de Desenvolvimento Humano, Conselho Estadual do Idoso e  Conselho Estadual de Assistência Social. Nos municípios onde existe, também integram o comitê a Vigilância Sanitária e o Conselho Municipal do Idoso.

Conforme explicou o procurador de Justiça Valberto Lira, o órgão foi criado a partir da resolução do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que permite a realização dessas parcerias e uma de suas atribuições é fazer visita anual a todas as ILPIs localizadas na Paraíba, com a produção de relatórios técnicos que devem ser remetidos ao Núcleo de Políticas Públicas do MPPB, que por sua vez, faz o encaminhamento desses documentos às promotorias de Justiça que atuam nos municípios onde estão localizadas essas instituições para que sejam adotadas as providências necessárias à solução de problemas e irregularidades eventualmente encontradas nas inspeções junto aos responsáveis.

 

Assessoria de Imprensa – MPPB

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Campanha “Meu corpo não é sua folia” ganha adesão do bloco ‘Muriçocas do Miramar’

A Campanha do Carnaval “Meu corpo não é sua folia”, promovida pela Rede de Estadual de Atenção às Mulheres Vítimas de Violência Doméstica e Sexual da Paraíba (Reamcav), ganhou na última segunda-feira (20/01) a adesão do bloco ‘Muriçocas do Miramar’, o maior bloco do Folia de Rua da Capital paraibana. A adesão ocorreu durante reunião realizada pela Reamcav na Coordenação das Delegacias da Mulher, na Central de Polícia.

A reunião teve a participação do procurador de Justiça e coordenador do Núcleo Estadual e Gênero do Ministério Público da Paraíba, Valberto Lira; dos promotoras de Justiça que integram o núcleo, Rogério Lucas, Caroline Freire Monteiro da Franca, Rosane Araújo e Ismânia Pessoa; da juíza coordenadora da Mulher em Situação de Violência Doméstica do TJPB, Graziela Queiroga Gadelha de Sousa; da deputada estadual Camilla Toscano; do delegado-geral da Polícia Civil, João Alves; da coordenadora das Delegacias Especializadas da Mulher, Maísa Félix Ribeiro de Araújo; da subcoordenadora das Delegacias da Mulher, Renata de Almeida Matias; da secretária da Mulher e Diversidade Humana, Lídia Moura; da secretária geral da comissão de combate à violência e Impunidade contra a Mulher da OAB-PB a advogada Ana Beatriz Eufrauzino de Araújo; da representante da Defensoria Pública, Francisca de Fátima Pereira Diniz, Defensoria Pública; Nanci Tavares Vieira; da Capitã Dayanna, responsável pela Patrulha Maria da Penha; e da representante do Bloco das Muriçocas, Marília Rosado Maia,

Os integrantes da rede destacaram que a Campanha “Meu Corpo NÃO é sua Folia”, pela conscientização do respeito à mulher e no combate à importunação sexual. Este é o segundo ano de realização da campanha.

A representante do Bloco Muriçocas informou o interesse em aderir plenamente a Campanha do Carnaval, com ações efetivas de divulgação, entre elas, colocando no repertório de Fuba o jingle da campanha, bem como solicitando que todos os artistas passem a mensagem de não violência contra à mulher, e combate à importunação sexual. Foi informado que o bloco sairá no dia 19 de fevereiro, às 21 hs, na Praça das Muriçocas.

Na oportunidade, foi feito o convite para participação no lançamento oficial que se dará em 05 de fevereiro de 2020, no auditório da Funesc, Espaço Cultural, às 9hs.

Durante a reunião, ficou estabelecido ainda oportunidade que os demais blocos serão ouvidos individualmente, em reuniões itinerantes, com a designação de uma comissão, buscando agilizar as tratativas, tendo em vista a proximidade do evento.

Assessoria de Imprensa  – MPPB

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Prefeito de Cajazeiras e outros 145 gestores paraibanos assinaram acordo com o MPPB para “fechar” lixões

Prefeitos de 146 municípios paraibanos aderiram ao projeto ‘Fim dos Lixões’ – que vem sendo implementado há pouco mais de um ano pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) – e assinaram o acordo de não-persecução penal e o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) propostos pela instituição, comprometendo-se a dar o destino adequado aos resíduos sólidos e a recuperar as áreas degradadas pelo depósito de dejetos a céu aberto.

O último acordo de 2019 foi assinado no dia 19 de dezembro, pelo prefeito de Juazerinho, Bevilacqua Matias Maracajá, no gabinete do 2° subprocurador-geral de Justiça, Alvaro Gadelha, que representou o procurador-geral de Justiça Francisco Seráphico.

O gestor municipal se comprometeu a encontrar a solução técnica mais viável para o destino adequado dos resíduos sólidos e a acabar com o lixão de suas cidades até 1° de dezembro de 2020. Já o prazo para adotar as medidas necessárias e recuperar as áreas degradadas pelo lixão é de cinco anos.

Projeto Fim dos Lixões

O acordo de não-persecução penal e o TAC integram o projeto ‘Fim dos Lixões’, idealizado pela Procuradoria-Geral de Justiça, pela Comissão de Combate aos Crimes de Responsabilidade e Improbidade (Ccrimp) e Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente. O projeto tem o apoio do Ministério Público Federal, da Federação das Associações dos Municípios da Paraíba (Famup), Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) e Ibama.

A iniciativa começou a ser implementada em 2018, nas regiões de João Pessoa e Guarabira, onde 68  gestores (sendo 18 deles de municípios da região de João Pessoa e 50, da região de Guarabira) e se comprometeram a extinguir seus lixões no prazo de um ano (a contar da data da assinatura do acordo de não-persecução penal) e a recuperar as áreas degradadas no prazo de cinco anos.

“Temos conseguido resultados positivos. Municípios como São Sebastião de Umbuzeiro, Cubati, Prata e recentemente Sapé passaram a dar a destinação adequada aos seus resíduos. Claro que existe uma etapa posterior, que é reparar a área degradada, onde funcionava os antigos lixões. Mas, nós não estamos assinando apenas acordos com os prefeitos; estamos colocando a estrutura do Ministério Público à disposição, a partir do envolvimento com todos os órgãos – Ministério Público Federal, Ibama, Sudema, Famup –, para  apoiar os prefeitos na solução a esse grave problema social e ambiental”, disse o procurador-geral de Justiça, Francisco Seráphico.

Do Litoral ao Sertão

Em novembro deste ano, o projeto foi apresentado aos prefeitos dos demais municípios do Estado. Isso porque, de acordo com levantamento da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), 125 cidades das regiões de Campina Grande, Patos e Sousa não dão o destino adequado aos resíduos sólidos.

Desde então, 78 prefeitos dessas regiões já assinaram o acordo e o TAC e se comprometeram a fechar os lixões até 1° de dezembro de 2020. Outros gestores apontados no diagnóstico da Sudema têm comparecido ao MPPB para comprovar que já se adequaram à lei, como é o caso dos municípios de Aguiar, Boa Vista, Massaranduba, Montadas, Riachão do Bacamarte, Serra Redonda, Várzea e São Francisco.

Acordo assinado por:
18 municípios da região de JP;
50 municípios da região de Guarabira;
21 municípios da região de CG;
39 municípios da região de Patos;
18 municípios da região de Sousa.

Municípios que assinaram o acordo:
Alhandra
Baía da Traição
Caaporã
Capim
Cruz do Espírito Santo
Cuité de Mamanguape
Curral de Cima
Itapororoca
Jacaraú
Lagoa de Dentro
Lucena
Mamanguape
Marcação
Mataraca
Pedras de Fogo
Pedro Régis
Pitimbu
Rio Tinto
Alagoinha
Algodão de Jandaíra
Araçagi
Arara
Araruna
Bananeiras
Baraúna
Barra de Santa Rosa
Belém
Borborema
Cacimba de Dentro
Caiçara
Caldas Brandão
Casserengue
Cuité
Cuitegi
Damião
Dona Inês
Duas Estradas
Frei Martinho
Guarabira
Gurinhém
Itabaiana
Juripiranga
Logradouro
Mari
Mogeiro
Mulungu
Nova Floresta
Nova Palmeira
Pedra Lavrada
Picuí
Pilar
Pilões
Pilõezinhos
Pirpirituba
Remígio
Riachão
Riachão do Poço
Salgado de São Félix
São José dos Ramos
São Miguel de Taipu
Sapé
Serra da Raiz
Serraria
Sertãozinho
Sobrado
Solânea
Sossego
Tacima
Amparo
Areial
Assunção
Barra de São Miguel
Cabaceiras
Caraúbas
Esperança
Ingá
Juazeirinho
Monteiro
Natuba
Olivedos
Ouro Velho
Salgadinho
São Domingos do Cariri
São João do Tigre
São Sebastião de Lagoa de Roça
Soledade
Taperoá
Tenório
Umbuzeiro
Água Branca
Areia de Baraúna
Brejo do Cruz
Brejo dos Santos
Cacimba de Areia
Cacimbas
Cajazeirinhas
Catolé do Rocha
Coremas
Desterro
Emas
Imaculada
Jericó
Junco do Seridó
Juru
Lagoa
Mãe D’Água
Malta
Matureia
Nova Olinda
Passagem
Patos
Paulista
Pombal
Princesa Isabel
Quixaba
Riacho dos Cavalos
Santa Luzia
Santa Terezinha
São Bentinho
São Bento
São Domingos de Pombal
São José de Espinharas
São José do Bonfim
São José do Brejo do Cruz
São José do Sabugi
Tavares
Teixeira
Vista Serrana
Aparecida
Bernadino Batista
Cachoeira dos Índios
Cajazeiras
Carrapateira
Joca Claudino
Marizópolis
Monte Horebe
Nazarezinho
Poço Dantas
Poço de José de Moura
Santa Cruz
Santa Helena
São João do Rio do Peixe
São José de Piranhas
Triunfo
Uiraúna
Vieirópolis.

 

Assessoria – MPPB

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MPPB suspeita que Ricardo tenha fortuna em dinheiro vivo enterrada, diz O Globo

Nota divulgada pelo colunista Lauro Jardim, em O Globo, na edição desta quinta-feira (19), afirma que o “Ministério Público da Paraíba tem fortes suspeitas de que o ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, foragido desde anteontem, quando a polícia saiu às ruas com um mandado de prisão contra ele, mantém escondida uma fortuna em dinheiro vivo”.

“Os procuradores cogitam, inclusive, que Coutinho tenha enterrado ao menos uma parte da grana, na tentativa de ocultá-la e não ser alçado à mesma prateleira da história de Geddel Vieira Lima”, diz ainda o colunista de O Globo.

 

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Fim dos lixões: prefeito de Monte Horebe assina acordo de não-persecução penal com o MPPB

Mais um prefeito paraibano assinou com o Ministério Público da Paraíba o acordo de não-persecução penal se comprometendo a, até 1º de dezembro de 2020, não destinar mais os resíduos sólidos do município para lixão. Desta vez foi o prefeito de Monte Horebe (Sertão do Estado), Marcos Eron Gomes. Ele foi recebido na sede do MPPB pelo 2º subprocurador-geral, Alvaro Gadelha.

Também foi assinado o termo de ajustamento de conduta (TAC) para a recuperação das áreas degradadas pelo depósito de dejetos a céu aberto, no prazo de cinco anos. Esteve presente na reunião de assinatura o coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias do Meio Ambiente, promotor Raniere Dantas.

Os acordos fazem parte do projeto “Fim dos Lixões” desenvolvido pelo MPPB em parceria com a Federação das Associações dos Municípios da Paraíba (Famup), a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e o Ministério Público Federal.

O subprocurador Alvaro Gadelha explicou a importância para o Ministério Público e para o gestor da possibilidade de assinar um acordo de não-persecução para a solução efetiva de questões, como os resíduos sólidos.

O promotor Raniere Dantas falou sobre as experiências de outros municípios que já estão adotando medidas para resolver a destinação dos resíduos sólidos do município e que o Ministério Público acompanha e orienta nesse processo.

Assessoria – MPPB

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“Fim dos lixões”: mais três prefeitos assinam acordo de não-persecução penal com o MPPB

Mais três prefeitos paraibanos assinaram, com o Ministério Público da Paraíba, o termo o acordo de não-persecução penal se comprometendo a, até 1º de dezembro de 2020, não destinar mais os resíduos sólidos do município para lixão. Desta vez, foram os prefeitos de de Santa Luzia, José Alexandre de Araújo; de Santa Terezinha, Terezinha Lucia Alves de Oliveira; e de São Sebastião de Lagoa de Roça, Severo Luis do Nascimento Neto. A assinatura ocorreu nesta terça-feira (26/11) na sede do MPPB com a presença do procurador-geral de Justiça, Francisco Seráphico Ferraz da Nóbrega Filho.

Os prefeitos dos três municípios também assinaram o termo de ajustamento de conduta (TAC) para a recuperação das áreas degradadas pelo depósito de dejetos a céu aberto, no prazo de cinco anos.

O procurador-geral explicou o objetivo dos dois acordos propostos e destacou ainda que o projeto é desenvolvido em parceria com a Federação das Associações dos Municípios da Paraíba (Famup), a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e o Ministério Público Federal.

Além disso, o procurador-geral afirmou que o Ministério Público está à disposição da Prefeitura de Tenório para orientar no que for possível para a melhor alternativa de destinação dos resíduos sólidos do município.

Nesta quarta-feira (27/11), serão realizadas reunião de assinatura do acordo de não-persecução e do termo de ajustamento de conduta, em Sousa e Patos, com os prefeitos do Sertão.

Com MPPB

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Ministério Público da PB e PE e Deccor combatem fraude e desvio de recursos públicos

O Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado do Ministério Público da Paraíba (Gaeco/MPPB), juntamente com o Gaeco de Pernambuco, com a Promotoria de Santa Luzia/PB, com a Delegacia de Combate ao Crime Organizado (Deccor), com a Polícia Militar (Choque) e com a colaboração técnica da Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou a quinta etapa da Operação Papel Timbrado, na manhã desta quinta-feira (21/11).O objetivo é o cumprimento de seis mandados de busca e apreensão, por força de decisão proferida pelo juízo de direito da 6ª Vara Criminal da Capital, para combater crimes de fraude à licitação e desvio de recursos públicos, em João Pessoa/PB, Santa Luzia/PB e na capital pernambucana.

Segundo a investigação, empresários já denunciados pelo Gaeco/MPPB em outras fases dessa operação, por participação em organização criminosa, em conluio com servidores integrantes do Departamento de Estrada e Rodagem da Paraíba (DER), o então chefe da DCM e integrantes da Comissão Permanente de Licitação, fraudaram um procedimento licitatório (Convite 07/13) relacionado à construção do aterro de acesso à ponte sobre o Rio Estivas, na rodovia PB-041, e contribuíram para o desvio e a apropriação dos recursos públicos dele provenientes, em prejuízo estimado em R$ 154 mil aos cofres públicos do Estado.

Os mandados de busca e apreensão foram direcionados para empresas, órgão público e residências localizadas em João Pessoa/PB (à sede do DER e às residências de mais três alvos, dentre os quais, um integrante e um ex-integrante do corpo de servidores daquele órgão), Santa Luzia/PB (à sede da Consultoria e Construções Santa Luzia LTDA. – ME) e Recife (à residência do então engenheiro da empresa Monte Belle LTDA. – ME, beneficiada na licitação fraudulenta).

Pelos fatos praticados, os investigados envolvidos na trama, de acordo com suas responsabilidades, irão responder pelos crimes previstos nos seguintes artigos: art. 90 da Lei nº 8.666/93 e 312 do Código Penal. De acordo com o Gaeco, todos os mandados foram cumpridos e maiores esclarecimentos poderão ser disponibilizados pelo Ministério Público da Paraíba, após da conclusão das diligências.

Assessoria – MPPB

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MPPB abre inquérito para investigar supostas irregularidades e superfaturamento na compra de combustíveis da Prefeitura de Santana de Mangueira

O Ministério Público Estadual da Paraíba, por meio da Promotoria de Justiça da Comarca de Conceição, no Sertão paraibano abriu inquérito para investigar denúncias de possível superfaturamento em notas de combustíveis dos veículos da frota da Prefeitura de Santana de Mangueira.

Caso a referida investigação encontre elementos suficientes de irregularidades na compra dos combustíveis, o prefeito José Inácio Sobrinho (PSDB), será denunciado por improbidade administrativa pelo Ministério Público.

Com o inquérito, o promotor do caso, Dr. Lean Matheus de Xerez, designou que os servidores daquela Promotoria serão responsáveis por expedir notificações, remessas de ofícios e, juntada de documentos.

Abaixo, o despacho de instauração:

 

Com Ascom – MPPB

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“Natal Luz”: Gaeco/MPPB e Polícia Civil investigam e prendem 11 vereadores por crime de peculato. Assista a coletiva aqui!

O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado do Ministério Público da Paraíba (Gaeco/MPPB) e a Polícia Civil da Paraíba prenderam 11 dos 19 vereadores da Câmara Municipal de Santa Rita, na região metropolitana de João Pessoa, além de o contador daquele poder legislativo. A operação “Natal Luz”, que foi iniciada nas primeiras horas desta terça-feira (05/11), é parte de uma investigação de crime de peculato que teria sido cometido pelos agentes públicos, por meio de um esquema que incluiu pagamento de diárias, passagens aéreas e inscrições para um seminário em Gramado, no Rio Grande do Sul, com o pretexto de uma capacitação profissional, que não se efetivou.

Os promotores de Justiça do Gaeco, Romualdo Tadeu de Araújo Dias e Reynaldo Di Lorenzo Serpa Filho, e o delegado da Polícia Civil, Allan Murilo Terruel, concederam entrevista à imprensa paraibana, na Central de Polícia Civil, no final da manhã desta terça-feira. Eles afirmaram que as investigações continuam, após a operação, e que o material apreendido com os investigados deverá ser periciado, inclusive os aparelhos celulares, com a devida autorização judicial, e substanciar o processo, que já reuniu provas consistentes contra o grupo.

Segundo os promotores, vários detalhes relacionados ao evento chamaram a atenção na investigação, como, por exemplo, o fato de a capacitação ser dirigida a apenas 13 pessoas, sendo 11 vereadores de Santa Rita e um de Lagarto, em Sergipe, e um contador da Câmara de Santa Rita. Outro fato que gerou estranheza foi que o curso foi contratado a uma empresa de Aracaju/SE (o Instituto de Capacitação de Agentes Públicos – Icap), mas não foi realizado e nenhum dos estados nordestinos que têm alguma ligação com os participantes e a empresa, tendo sido realizado no Rio Grande do Sul, um dos principais destinos turísticos nesta época do ano, por causa do “Natal Luz” (daí o nome da operação).

Para acompanhar o evento naquele estado, o Gaeco/MPPB pediu o apoio do Ministério Público do Rio Grande do Sul. Os promotores observaram que o seminário, programado para ocorrer entre os dias 29 de outubro e 4 de novembro, efetivamente não foi realizado, que o grupo se reuniu apenas três vezes no período da manhã, nos cinco dias de evento. Para os promotores de Justiça Romualdo Tadeu e Reynaldo Serpa, foi identificado que esse evento foi uma “forma de desviar dinheiro público”, já que, se o objetivo era oferecer capacitação aos agentes públicos, isso poderia ter sido feito na cidade de Santa Rita, com economia de recursos e mais efetividade.

Até agora, a investigação aponta que as despesas pagas com dinheiro público ficam em torno de R$ 70 mil. Há informações de que vereadores viajaram com acompanhantes, mas a investigação ainda não concluiu se as despesas destes foram pagas com dinheiro público. O grupo foi detido quando desembarcou da viagem de volta, na madrugada desta terça-feira, no aeroporto de Recife.

Investigados na PB (11 vereadores e um contador*)

Anesio Alves de Miranda Filho
Brunno Inocencio da Nóbrega Silva
Carlos Antônio da Silva
Francisco de Medeiros Silva
Diocélio Ribeiro de Sousa
Francisco Morais de Queiroga
João Evangelista da Silva
Ivonete Virgínio de Barros
Marcos Farias de França
Sérgio Roberto do Nascimento
Roseli Diniz da Silva
Fábio Cosme de França Santos*

Com Assessoria de Imprensa – MPPB