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Cerveja contaminada: Secretaria de Saúde confirma quarta morte

Vítima é uma mulher que morreu no fim de dezembro no interior mineiro

A Secretaria de Saúde de Minas Gerais confirmou, na tarde desta quinta-feira (16), a quarta morte por ingestão de dietilenoglicol, substância tóxica encontrada em cervejas produzidas pela Backer, em Belo Horizonte. A vítima é uma mulher que morreu no dia 28 de dezembro em Pompéu, interior do estado. Já são 18 casos, incluindo mortes e internações por intoxicação. Na manhã de hoje, havia sido confirmada a terceira morte por intoxicação.

São 12 casos em Belo Horizonte e seis nas cidades de Nova Lima, Pompéu, São João Del Rei, São Lourenço, Ubá e Viçosa. Inicialmente, havia a confirmação de lotes contaminados por dietilenoglicol na cerveja Belorizontina, da Backer. Hoje, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento confirmou a presença de substâncias tóxicas em outras cervejas produzidas pela empresa mineira.

A ingestão de dietilenoglicol pode causar síndrome nefroneural. A Secretaria de Saúde pede que sejam notificados às autoridades locais os casos de pessoas que ingeriram cerveja da marca Backer a partir de outubro de 2019 e apresentaram em até 72 horas sintomas gastrointestinais (náusea e/ou vômito e/ou dor abdominal) associados a alterações da função renal ou sintomas neurológicos (paralisia facial, borramento visual, amaurose, alterações de sensório, paralisia descendente e crise convulsiva).

Exames laboratoriais encontraram monoetilenoglicol e dietilenoglicol nas cervejas de rótulos Capitão Senra, Pele Vermelha, Fargo 46, Backer Pilsen, Brown e Backer D2. A marca Belorizontina, que é vendida como Capixaba no Espírito Santo, foi o primeiro rótulo da Backer a ter a contaminação confirmada.

Operação

Devido às suas propriedades anticongelantes, o monoetilenoglicol e o dietilenoglicol costumam ser usados em sistemas de refrigeração. A cervejaria Backer, no entanto, tem negado empregar as duas substâncias em sua linha de produção. Procurada, a cervejaria não se pronunciou sobre as novas conclusões do Ministério da Agricultura, nem sobre o cumprimento dos mandados de busca e apreensão na distribuidora que lhe fornece insumos.

Investigação

O Ministério da Agricultura informou que continua  “atuando nas apurações administrativas para identificar as circunstâncias em que os fatos ocorreram e tomando as medidas necessárias para mitigar o risco apresentado pelas cervejas contaminadas”.

No último dia 13, a pasta intimou a empresa a recolher dos estabelecimentos comerciais toda a sua produção vendida a partir de outubro de 2019 até a presente data. Antes disso, o ministério já havia lacrado tanques e demais equipamentos de produção e apreendido 139 mil litros de cerveja engarrafada e 8.480 litros de chope.

 

Por Marcelo Brandão/AB

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Polícia Civil confirma segunda morte associada ao consumo de cerveja

Caso de mulher morta em dezembro no interior mineiro é investigado

Mais uma vítima da síndrome nefroneural, que vem sendo associada ao consumo da cerveja pilsen Belorizontina, da Backer, morreu devido a complicações decorrentes do quadro de insuficiência renal e alterações neurológicas causado pela intoxicação por uma substância encontrada em amostras da bebida, o dietilenoglicol.

A vítima é um homem, cujo nome e idade não foram divulgados. Ele estava internado em uma das unidades hospitalares da rede Mater Dei, em Belo Horizonte, e seu corpo será encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde será submetido a novos exames a fim de tentar estabelecer a causa da morte. A Polícia Civil trata o caso como a segunda morte oficialmente associada aos supostos casos de intoxicação por consumo da cerveja da cervejaria mineira Backer.

A suspeita de um terceiro caso fatal envolvendo a morte  de uma moradora da cidade de Pompéu, a cerca de 170 quilômetros de Belo Horizonte, ainda não foi confirmada nem pela Polícia Civil, nem pela Secretaria de Saúde de Minas Gerais.

Segundo a Secretaria de Saúde de Pompéu, a mulher morreu no dia 28 de dezembro, e o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs-MG) já foi notificado. A secretaria informou que a mulher, cujo nome não foi divulgado, esteve em Belo Horizonte entre os dias 15 e 21 de dezembro e, de acordo com parentes, tomou a cerveja Belorizontina nesse período.

Já a primeira morte foi registrada na noite de 7 de janeiro, em Juiz de Fora. Exames a que a vítima foi submetida antes de morrer confirmaram a presença de dietilenoglicol no sangue. O corpo do paciente, um homem, cujo nome e idade também não foram oficialmente confirmados, foi sepultado no município mineiro de Ubá.

Vestígios do dietilenoglicol já foram encontrados no sangue de vários pacientes, em vasilhames lacrados de três lotes da cerveja Belorizontina e na linha de produção da fábrica da Backer em Belo Horizonte. A cervejaria, no entanto, afirma que não emprega a substância tóxica na preparação da bebida. O dietilenoglicol costuma ser utilizado em sistemas de refrigeração devido a suas propriedades anticongelantes.

Em nota divulgada nesta quarta-feira (15) para comunicar a morte de mais um paciente internado, a Polícia Civil informa já recebeu notificação de 18 casos suspeitos de intoxicação – e que, em quatro destes, a intoxicação por dietilenoglicol foi atestada. A Secretaria de Saúde do estado confirma 17 internações.

Todos os pacientes internados por causa da síndrome nefroneural apresentaram sintomas semelhants – insuficiência renal aguda de evolução rápida (ou seja, que levou a pessoa a ser internada em até 72 horas após o surgimento dos primeiros sintomas) e alterações neurológicas centrais e periféricas que podem ter provocado paralisia facial, embaçamento ou perda da visão, alteração sensório, paralisia, entre outros sintomas.

 

Agência Brasil

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Imagens fortes: Duplo homicídio em praça pública de Catolé do Rocha, no Sertão paraibano

Grande correria se deu na noite da última terça-feira (07), por volta das 20hs20, quando uma moto com dois elementos se aproximou de um grupo de jovens e acabou praticando um duplo homicídio na Praça Sérgio Maia, (ao lado da Avenida Américo Maia), Centro de Catolé do Rocha, no Sertão paraibano.

De acordo com informações recebidas nas redes sociais, dois homens em uma motocicleta de cor preta se aproximaram de um grupo de jovens e efetuaram vários disparos de arma de fogo, atingindo às vítimas, duas delas morreram no local. Renan da Silva Gomes, foi atingido em uma das pernas, foi socorrido para o Hospital Regional de Catolé do Rocha e não corre risco de morte.

Após efetuarem os disparos, os autores do referido crime tomaram rumo ignorado.

A Polícia Militar foi acionada, mas até o momento não conseguiu localizar ou identificar os criminosos.

– As vítimas foram identificadas por Maria Clara Rodrigues, companheira de Renan da Silva Gomes e sua irmã, Adriana da Silva Gomes. De acordo com o delegado que investiga o caso, quatro jovens seriam alvos do ataque, sendo atingidos os três acima mencionados.

Redação

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Prefeito de CG, Romero Rodrigues lamenta a morte da jornalista cajazeirense Lena Guimarães

Jornalista Lena Guimarães faleceu nesta segunda-feira (18), vitima de câncer de pâncreas.

O prefeito Romero Rodrigues lamentou profundamente a morte, na manhã desta segunda-feira. 18, em um hospital particular de João Pessoa, da jornalista Lena Guimarães, colunista do Jornal Correio da Paraíba e uma das apresentadoras do programa Correio Debate, na TV Correio. Lena faleceu após travar uma luta contra um câncer no pâncreas, há vários meses.

– A imprensa paraibana perde uma das importantes referências das últimas décadas e o jornalismo do nosso Estado sofre uma perda incalculável – resumiu Romero Rodrigues, que disse ter conhecido Lena Guimarães praticamente desde que iniciou sua vida pública e sempre nutriu por ela admiração e respeito.

Natural de Cajazeiras, Lena Guimarães teve uma carreira marcada pela competência e superação de desafios. Foi repórter, editora setorial e editora-geral do jornal A União. Foi também diretora de Jornalismo do Sistema Correio de Comunicação.

O prefeito Romero lembra ter sido Lena a responsável pelo período de maior crescimento do Jornal Correio da Paraíba, numa expansão que terminou por dar grande visibilidade à sucursal do veículo em Campina Grande, com a estreia de um clichê especial para a cidade e ampliação dos investimentos na cidade.

Lena foi também secretária de Comunicação do Estado, assessora do senador Raimundo Lira e, ultimamente, vinha desempenhando funções de colunista e apresentadora no Sistema Correio da Paraíba. Até a conclusão desta matéria, não havia ainda informações sobre o local do velório e sepultamento do corpo da jornalista.

 

Assessoria 

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PSC da Paraíba emite Nota de Pesar pelo falecimento de Lena Guimarães

O Partido Social Cristão da Paraíba, por meio de seu presidente, emitiu nota de pesar na manhã desta segunda-feira pelo falecimento da jornalista Lena Guimarães.

Na nota, Marcondes Gadelha destaca a credibilidade do trabalho de Lena além de revelar a leitura obrigatória da coluna da jornalista.

Vale ressaltar que Nena, era natural da cidade de Cajazeiras, no Sertão do Estado da Paraíba.

Nota de Pesar

Registro, em nome de todo o Partido Social Cristão, profundo pesar pelo desaparecimento da jornalista Lena Guimarães.

Jornalista conceituada, analista precisa e autora de uma coluna de leitura obrigatória aos que buscavam entender a política no nosso país e com especial destaque para o cenário local.

Lena não se limitou à mídia impressa, levou seu vasto conhecimento para os meios eletrônicos com a mesma competência e credibilidade.

Rogo a Deus que conceda à família e aos amigos o conforto necessário neste momento de dor. Tenham certeza que a memória de Lena permanecerá viva em nossos corações e nos exemplos que ela nos deixou.

Marcondes Iran Benevides Gadelha

Presidente do PSC/PB

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Presidente do (PSL) de Santa Rita emite Nota de Repúdio e Solidariedade e cita ameaças de morte contra jornalistas da cidade

Após veiculação em rede nacional da Operação Natal Luz, que envolve (onze) vereadores da cidade de Santa Rita, na Grande João Pessoa, PB, jornalistas e demais membros da imprensa daquela cidade tem sofrido ameaças de morte, segundo denuncia Eliane Carvalho Nunes, Presidente da Comissão Municipal Provisória do PSL de Santa Rita.

Estão buscando cercear a imprensa local, sob o chicote do velho coronelismo, desferindo ameaças de morte contra profissionais de imprensa que com muita coragem e, sobretudo, responsabilidade e competência fizeram as matérias investigativas que culminaram na descoberta de um grande esquema de corrupção que fraudava congressos e cursos com o objetivo de obter vantagens pessoais”.

Dois parlamentares da legenda, Diocélio de Várzea Nova e Galego do Boa Vista, foram suspensos por terem sido presos na operação da Polícia Civil com o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado do Ministério Público da Paraíba (Gaeco) da Paraíba.

 

Redação com Paraíba Já

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Após cirurgia, vendedora de Cajazeiras morre em hospital de Fortaleza

Após ser submetida a uma  cirurgia, a vendedora, Yuska de Abreu Teixeira, 40 anos,  faleceu nesta quinta-feira (24) no Hospital da Santa Casa, em Fortaleza/CE.

Yuska era filha do ex-secretário de finanças da Prefeitura de Cajazeiras, professor Abreu (falecido).  Ela foi diagnosticada com nódulo na mama no início do ano e estava em tratamento.

Após a cirurgia, Yuska de Abreu, teve uma parada cardiorrespiratória e foi levada às pressas para Unidade de Terapia Intensiva (UTI) onde ficou internada, mas devido a complicações ela faleceu. O corpo da jovem será velado em Cajazeiras.

Com informações de Alex Gonçalves

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Justiça mantém pena de 15 anos a réu que matou homem no velório em São José de Piranhas

Momento em que a vítima era socorria para o hospital.

Na sessão de julgamento desta terça-feira (8), a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba negou provimento à Apelação Criminal nº 0000145-54.2018.815.0221 apresentada pela defesa do réu Aldeir José Vieira de Araújo. Ele foi condenado pelo Juízo da Vara Única da Comarca de São José de Piranhas a uma pena de 15 anos, por homicídio duplamente qualificado. O crime aconteceu durante um velório. A relatoria do recurso foi do desembargador e presidente do Colegiado, Ricardo Vital de Almeida. O voto foi em harmonia com o parecer do Ministério Público e a decisão unânime.

Segundo os autos, no dia 18 de março de 2018, por volta das 17h30, no Distrito de Piranhas Velhas, pertencente ao Município de São José de Piranhas, o apelante matou, por motivo fútil e dificultando a defesa da vítima, José Eudair Oliveira de Lima. Conforme foi apurado, o ofendido se encontrava em um velório, quando Aldeir José o apunhalou com um golpe de faca peixeira. Em seguida, o réu fugiu do local e teve sua prisão preventiva decretada no dia 20 de março de 2018. Os autos ainda informam que o motivo do assassinato teria sido uma discussão que o apelante e a vítima tiveram na manhã do dia do crime.

O magistrado de 1º Grau pronunciou o réu como incurso no artigo 121, § 2º, incisos I e IV, do Código Penal (homicídio duplamente qualificado).

O Conselho de Sentença da Comarca de São José de Piranhas reconheceu a materialidade e autoria delitiva e, por outro lado, rechaçou a tese defensiva de homicídio privilegiado – praticado por motivo de relevante valor social ou moral – condenando  Aldeir José Vieira de Araújo pelo crime de homicídio qualificado. Na sentença, o juiz Hermeson Alves Nogueira aplicou ao réu 15 anos de reclusão, fixando o regime fechado para o cumprimento inicial da pena, negando ao réu o direito de recorrer em liberdade.

A defesa do apelante alegou que a decisão dos jurados foi manifestamente contrária à provas dos autos e que, diante da fragilidade dos elementos probatórios, deve prevalecer o princípio do in dubio pro reu (na dúvida, a favor do réu). Com base nesses argumentos, requereu a anulação do julgamento. Pediu, ainda, a redução da pena ao patamar mínimo, defendendo a inidoneidade da fundamentação adotada quando da análise das circunstâncias judiciais.

Segundo o relator, a tese defensiva de homicídio privilegiado foi rechaçada pelos jurados, que acolheram a pretensão condenatória do crime duplamente qualificado apresentada pelo Ministério Público. “Essa opção por uma das versões arguidas em plenário, afastada a nulidade de decisão contrária à provas dos autos, deve ser mantida, em obediência ao princípio da soberania dos veredictos”, afirmou o desembargador Ricardo Vital de Almeida.

A respeito da redução da pena, o relator disse que, considerando a desfavorabilidade de dois vetores (culpabilidade e consequência do crime), bem como a pena em abstrato para o crime de homicídio qualificado (12 a 30 anos), a elevação da pena-base para 16 anos e seis meses de reclusão obedece aos princípios da razoabilidade e da proporcionalidade, impondo-se a conformação. Ao final, o desembargador ressaltou a preponderância da atenuante da confissão, realizando uma compensação parcial e reduziu a pena em um ano e seis meses. Assim, realizada a subtração, a pena ficou definitiva em 15 anos de reclusão em regime fechado. Da decisão cabe recurso.

 

Fernando Patriota – Assessoria de Comunicação – TJPB