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Homem morre afogado na tarde desta segunda-feira (24) em açude na Zona Rural de Carrapateira, no Sertão paraibano

O popular Betânio Bernardo, de 41 anos, conhecido por “Dodóia”, tentava colocar uma rede de pesca do tipo “galão” nas águas de um açude do Sítio Currais, na Zona Rural de Carrapateira, no Sertão paraibano, quando escorregou e morreu afogado.

Fato ocorrido no final da tarde desta segunda-feira (24), porém, tragicamente o pescador acabou se afogando e morreu no local.

De acordo com informações da pessoa que pescava com “Dodóia”, a vítima teria escorregado, motivo pelo qual, houve o afogamento. “Ele escorregou na parede do açude, quando tentava armar o galão, mergulhou e não subiu mais, apenas o boné dele subiu”, presenciou a testemunha.

A Polícia Militar foi acionada, para preservar a área até a chegada de uma guarnição do Corpo de Bombeiros. Até o fechamento desta matéria o corpo de Betânio, não havia sido encontrado.

 

Redação

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Brejo dos Santos: Energisa terá que pagar R$ 20 mil a familiares de homem vítima fatal de descarga elétrica

A Energisa Paraíba – Distribuidora de Energia S/A terá que indenizar, com a quantia de R$ 20 mil, a título de danos morais, os familiares de Francisco Neto de Araújo, morto após ser atingido por uma descarga elétrica provocada por um fio de alta-tensão, que estava caído no chão, em consequência da chuva. A sentença condenatória foi prolatada pela juíza Fernanda de Araújo Paz, que julgou parcialmente procedente o pedido da Ação de Indenização por Danos Material e Moral (0801592-61.2016.8.15.0141), que tramita na 1ª Vara Mista da Comarca de Catolé do Rocha.

Segundo os autos, o Município de Brejo dos Santos, onde ocorreu o sinistro, vinha sofrendo quedas de energia constantes em razão de problema na rede elétrica localizada na Travessa da Rua Floriano Peixoto com a Rua Hermenegildo Limeira, local do acidente, que aconteceu no dia 29 de março de 2016.

A princípio, a família havia ingressado com o processo requerendo o pagamento do montante de R$ 80 mil, a título de danos morais e os valores despendidos com o velório. Em sua defesa, a Energisa alegou, em síntese, a ausência de nexo de causalidade, pugnando pela improcedência da ação.

Na fundamentação da sentença, a magistrada Fernanda Paz invocou o artigo 37, § 6º, da Constituição Federal, o qual disciplina que as pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa. Segundo a julgadora o referido dispositivo consagra a responsabilidade civil objetiva da Administração Pública, que é a teoria do risco administrativo do negócio.

“As empresas que firmam contratos para a execução de serviços como fornecimento de água ou energia, ou construção e conservação de rodovias, são responsabilizadas pelos possíveis danos na mesma proporção do poder público executando os mesmos serviços”, asseverou a magistrada.

Em relação ao dano material, Fernanda Paz salientou que, apesar de haver o pedido de ressarcimento de despesas suportadas com o funeral, não foi demonstrado que houve o efetivo dispêndio, tampouco em que monta, razão pela qual não comporta acolhimento.

“De sua vez, os danos morais devem ser reconhecidos, pois não visam reparar o dano no sentido literal, mas sim compensar a dor, o constrangimento, a angústia e uma infinidade de sentimentos negativos naturalmente suportados por quem quer que passe por uma situação semelhante à vivenciada pela autora, enquanto irmã da vítima”, finalizou. Cabe recurso da decisão.

 

Assessoria de Imprensa – TJPB

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Após aplicação de silicone industrial em clínica clandestina, cajazeirense morre em hospital de João Pessoa

A unidade de saúde informou que ela deu entrada na instituição na terça-feira (4), às 16h52, e veio a óbito às 3h da madrugada desta quarta-feira (5).

A militante cajazeirense LGBT, Maísa Andrade, 34 anos, morreu no Hospital de Trauma de João Pessoa após aplicar silicone industrial na perna em uma clínica clandestina no bairro do Varadouro, na Capital. A unidade de saúde informou que ela deu entrada na instituição na terça-feira (4), às 16h52, e veio a óbito às 3h da madrugada desta quarta-feira (5).

O SAMU socorreu a vítima até o hospital. Ainda de acordo com informações da assessoria do Trauma de João Pessoa,  Maísa foi internada em estado gravíssimo e diagnosticada com embolia pulmonar, que é a obstrução de artérias do pulmão com coágulos de sangue.

O Movimento em Defesa dos Direitos Humanos da População LGBT do Município de Cajazeiras, do qual a mulher trans morta era integrante, divulgou nota em rede social lamentando o ocorrido dela. Maísa era nascida em Cajazeiras e moradora deste município no Sertão da Paraíba. Com informações do ClickPB.

Veja a nota do grupo na íntegra:

Nota de Falecimento do Movimento em Defesa dos Direitos Humanos da População LGBT do Município de Cajazeiras-PB

É com profunda tristeza que o Movimento EM Defesa dos Direitos Humanos de Cajazeiras-PB, vem informar aos amigos/as, aos nossos militantes e a nossa base social, o falecimento da companheira Maysa Andrade, na manhã do dia 05 de Fevereiro de 2020.

O Movimento LGBT se despede dessa guerreira e dá continuidade ao seu legado, transmitindo todo o aprendizado de seus atos para as próximas gerações.

Joyce Montinelly Oliveira

Representante do Movimento e Articuladora de Ações

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Jovem trans é encontrada morta dentro de casa em Patos

A família informou que Alice tinha epilepsia e crises convulsivas, mas ainda não se sabe se isso está relacionado com a causa da morte.

A jovem transexual Alice Nóbrega foi encontrada morta nesta quarta-feira (25) em sua residência, em Patos, no Sertão paraibano.

O corpo de Alice, que tinha 30 anos, foi encontrado por familiares por volta das 11hs30 em cima da cama em um dos cômodos da residência.

O caso foi comunicado à polícia, que ficou resguardando o local até a chegada da perícia. A família informou que Alice tinha epilepsia e crises convulsivas, mas ainda não se sabe se isso está relacionado com a causa da morte.

 

Com informações de ClickPB

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Paraibano é encontrado morto em pedreira em cidade africana

Laudo ainda não foi divulgado e família não sabe da veracidade dos fatos

Natural da cidade de Pedra Lavrada, distante 227 km da capital João Pessoa, o minerador Roberto Magalhães da Costa, 54 anos, foi encontrado morto dentro de uma pedreira, na noite da última sexta-feira (29/11), em uma cidade da África, cujo nome não foi revelado. A morte do paraibano está envolta em mistério para a família, que nas últimas 48 horas está vivendo momentos de agonia e desespero a procura de verdadeiras informações.

Pai de três filhos e residindo no Colinas do Sul, em João Pessoa, “Robertão” como era conhecido o minerador, deixou a Paraíba e o Brasil pela última vez para trabalhar no continente africano foi no mês de julho passado. As informações são de que ele teria trocado de patrão, haja vista que trabalhava com um espanhol e depois resolveu se transferir para a África, para trabalhar em pedreiros comandadas por um novo patrão.

A verdadeira causa da morte do paraibano, ainda é mistério e até o presente momento, conforme foi apurado nenhum parente se deslocou para a África no sentido de tomar as providências em relação ao translado do corpo, bem como as investigações sobre como ocorreu a morte do paraibano.

A família de Roberto Magalhães (duas irmãs), que residem em Pedra Lavrada é quem está servindo de mediação entre o atual patrão do paraibano, na África e os parentes dele no Brasil, em especial, na Paraíba. A informação mais recente que se tem é que na próxima segunda-feira (2) deverá sair o laudo pericial da morte para conhecimento dos familiares. Outra informação é a de que o corpo do paraibano chegará em 15 dias em Pedra Lavrada para velório e sepultamento.

Um mistério que a Polícia Federal brasileira deverá tomar a frente das investigações, a se iniciar por investigações junto ao Consulado Brasileiro na África.

Por Marcos Lima

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Torcedor cearense passa mal e morre após gol do Flamengo contra River Plate

Flamenguista começou a infartar após o segundo gol marcado contra o River Plate

Empresário acompanhava a partida com a filha pequena. Parente relata que Washington era torcedor fanático do time carioca. (foto: arquivo pessoal).

O torcedor do Flamengo Washington Vasconcelos, de 41 anos, passou mal e faleceu na tarde deste sábado (23) enquanto assistia a final da Copa Libertadores em casa, no bairro Conjunto Ceará, em Fortaleza/CE. No segundo gol marcado contra o River Plate, time argentino, o empresário cearense começou a se sentir mal e foi socorrido por vizinhos que o encaminharam para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

Washington estava em casa com a filha de 10 anos, na ocasião sua esposa estava no trabalho, quando precisou ser socorrido. “Ele infartou no segundo gol do Flamengo, ele era flamenguista doente. Talvez [tenha sido] por conta da emoção”, explica um parente que preferiu não se identificar.

O familiar acrescenta que outros casos de morte em decorrência de infarto já foram registrados na família e conta que o homem foi levado rapidamente para a UPA do bairro, mas chegou ao local em óbito.

O parente não soube informar se Washington fazia uso de alguma medicação, ou se já teve algum outro problema de saúde relacionado à hipertensão, mas informou que ele praticava exercício com regularidade. O velório acontece no início da tarde deste domingo (24).

 

Com Diário do Nordeste

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Corpo de Gugu chegará ao Brasil na quinta-feira, diz assessoria

O apresentador morreu nessa sexta-feira (22/11/2019), aos 60 anos, em Orlando, nos Estados Unidos

O corpo de Gugu Liberato, que morreu nessa sexta-feira (22/11/2019), aos 60 anos, nos Estados Unidos, deverá chegar ao Brasil até quinta-feira (28/11/2019). A informação foi passada pela assessoria de imprensa do apresentador.

Ainda de acordo com a nota divulgada, o velório de Gugu Liberato será aberto ao público. No entanto, a data e o local da cerimônia ainda não foram definidos. A família analisa o convite feito pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) para a despedida ocorrer em um salão da Casa.

“A probabilidade maior é de que o corpo chegue entre quarta e quinta, sendo mais provável na quinta”, pontua a assessoria de imprensa do comunicador.

Gugu Liberato, uma das mais importantes figuras da televisão brasileira, morreu aos 60 anos, após sofrer acidente doméstico. O apresentador caiu de uma altura de quatro metros ao tentar consertar um aparelho de ar-condicionado, na residência de Orlando, nos Estados Unidos.

O comunicador foi encaminhado a um hospital da cidade, onde ficou em observação por 48 horas. A morte cerebral foi confirmada pelo médico Guilherme Lepski, neurocirurgião brasileiro chamado pela família para ir aos Estados Unidos.

Assessoria 

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Ao morrer Lena não deixa apenas um legado como jornalista, mas como cidadã que soube ser autêntica, ter luz própria e coerência, diz Jeová

Filha da Família Guimarães, parente do velho Sabino Guimarães, o grande comunista de Cajazeiras, Lena desde a juventude já mostrava a que veio, ao integrar um grupo de jovens que resistia contra a ditadura, que lutava por dias melhores, recorda o deputado estadual Jeová Campos, conterrâneo de Lena, ao lamentar a morte da jornalista, ocorrida nesta segunda-feira (18), em João Pessoa. Para o parlamentar, o jornalismo paraibano, especialmente, o político perde com a ausência de Lena Guimarães um grande quadro. “Lena era autêntica, independentemente, de qual órgão de Imprensa ela estivesse. Ela tinha faro e luz própria, a ela o meu carinho e à família, a minha solidariedade”, disse Jeová.

O parlamentar lembra que Lena nasceu na Rua Dr. Coelho, em Cajazeiras, mas sua capacidade de ler os fatos, ser autêntica e analisar a política como poucos, a projetou para além do sertão paraibano. “Você até podia não concordar com alguma colocação ou ponto de vista dela, mas, era sempre enriquecedor conversar com Lena, uma mulher aguerrida, competente, inteligente, autêntica e que tinha uma capacidade extraordinária de se comunicar”, afirma Jeová.

Ainda segundo o parlamentar, Lena é um exemplo de mulher que venceu na vida pessoal e profissional. “Ela era, antes de tudo forte, ocupou espaços nunca antes ocupado por mulheres, não parou nos inúmeros obstáculos que lhes apareceu pela frente e manteve a altivez até o fim. A ela, minhas melhores reverências. Viva Lena Guimarães”, finaliza Jeová.

Sobre Lena

Lena Guimarães estava internada em um hospital particular da capital paraibana e morre em função de falência múltipla de órgãos, em decorrência de um câncer no pâncreas. Lena deixa um filho, Daniel Guimarães e uma trajetória na Imprensa paraibana, onde ocupou diversas funções, desde repórter, redatora e chefe de reportagem do Jornal A União, além de editora dos cadernos de Cultura, Cidades, Economia e Política no Jornal Correio da Paraíba. Ela também ocupou o cargo de diretora de jornalismo do Sistema Correio de Comunicação e de secretária de Comunicação do Estado, no governo José Maranhão (2009-2010). A jornalista foi ainda editora-geral do jornal O Momento e repórter regional da Folha de São Paulo e do Jornal do Brasil. Atualmente, ela mantinha uma coluna no jornal Correio d Paraíba, que era leitura cotidiana de todos que quisessem se manter bem informados.

Assessoria de Imprensa 

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Jovem morre após beber cerveja e energético em bar, diz família

Isabella Bueno sofreu uma parada cardiorrespiratória logo depois de ingerir cerveja e energético, segundo a família. Laudo do IML deve indicar se houve ou não consumo de substância diferente ou doença preexistente.

Uma jovem morreu depois de sofrer uma parada cardíaca ao beber cerveja com energético em um bar de Londrina, no norte do Paraná, segundo a família. Isabella Bueno tinha 19 anos e passou mal na noite de sexta-feira (1°).

A estudante de técnico em Enfermagem faleceu no Hospital Evangélico no último domingo (3).

De acordo com a família, Isabella estava reunida com amigos em um bar localizado na Avenida Madre Leônia Milito, na região sul de Londrina, e ingeriu uma pequena quantidade de cerveja com energético.

Pouco tempo depois, ela começou a passar mal e sofreu uma parada cardiorrespiratória. Os socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram chamados, tentaram reanimá-la e levaram a jovem ao hospital, mas ela não resistiu e morreu.

“Anos atrás tinham constatado que ela tinha um pequeno problema de arritmia cardíaca. O médico disse que não era uma coisa grave e que dava para viver sem qualquer preocupação. Ela ingeriu um energético e uma cerveja, era o que estava na comanda. Por conta do energético pode ter potencializado alguma coisa”, disse o primo de Isabela, Israel Gabriel Filho.

A família ainda informou que, dias antes, Isabella tinha comentado que não estava se sentindo bem.

O corpo foi levado ao Instituto Médico-Legal (IML) onde passou por exames. Os peritos querem saber se ela ingeriu alguma substância diferente ou se tinha alguma doença preexistente desconhecida. O laudo ainda não foi concluído.

O corpo foi enterrado no cemitério Jardim da Saudade nesta segunda-feira (4), às 10h30.

A Polícia Civil informou que abriu uma investigação sobre o caso.

Isabella morreu após ingerir bebida em um bar de Londrina — Foto: Reprodução/RPC

Isabella morreu após ingerir bebida em um bar de Londrina — Foto: Reprodução/RPC.