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Em sua homenagem ao Professor, o deputado Jeová Campos lembrou a todos o que a Educação pode fazer na vida de alguém

No Dia do Professor, o deputado Jeová Campos (PSB), que também é professor licenciado do quadro docente, da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), homenageou a categoria, na manhã nesta terça-feira (15),durante o pequeno expediente da sessão da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB). Em seu discurso, o parlamentar citou a jornada de vida que o levou de feirante a advogado e professor universitário, e agradeceu às suas primeiras professoras. Ele também destacou a importância de se “conquistar” a criança e o adolescente quando se trata de Educação e homenageou o governador da Paraíba, João Azevedo.

O deputado Jeová Campos é prova viva do que a Educação pode fazer na vida de alguém. Filho de agricultores, Jeová trabalhou durante anos como vendedor de alho em Cajazeiras, levando uma vida difícil e de muitas limitações. No entanto, conseguiu terminar os estudos do Ensino Médio, formar-se em Direito e passar para um concurso para professor da UFCG. Hoje, ele está em seu terceiro mandado de deputado estadual e tem a Educação e a defesa da classe trabalhadora como algumas de suas principais bandeiras na ALPB

“Alguém que vendia alho na feira e estudando chegou a uma universidade e, mais que isso, tornou-se professor universitário, só tem o que agradecer pela oportunidade que foi me dada através do estudo”, disse o parlamentar no início. “Então, quando vejo um menino de 15 anos abandonando a sala de aula e caindo no mundo do crime, vejo que faltou conquista. De fato a vida de professor é fácil. É uma luta constante, mas é preciso pensar na formação das novas gerações, inclusive dos novos professores que virão”, avaliou, agradecendo pelo que suas professoras fizeram por ele.

“Minha primeira professora foi dona Maria Vieira Campos, minha mãe. Ela me ensinou o ‘B – A – BA’. Depois dela, minha tia Maria, que foi fundamental para mim e sua presença ainda é constante em minha vida”, lembrou o deputado, não esquecendo também de homenagear o governador João Azevedo. “Parabéns a todos os professores e ao governador João Azevedo, também professor, que não se intimida e investe em Educação como prioridade. Aqui você terá sempre sua defesa”, disse Jeová.

Ao final, Jeová Campos ainda alfinetou colegas de oposição que estão sempre a falar sem o devido conhecimento de causa. “Durante essa homenagem aos professores também é preciso falar para certos alunos a terem cuidado com as palavras que caluniam. Essa é uma lição importante”, concluiu o parlamentar.

Assessoria de Imprensa

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Anúncio de férias coletivas na Embraer é um prenúncio de que essa fusão com a Boeing não trará vantagens para os brasileiros afirma Jeová

A perda do controle acionário da Embraer para a Boeing, além de colocar em risco a soberania espacial do país, ainda será responsável pela perda de muitos empregos. Essa afirmativa foi feita nesta segunda-feira (14), pelo deputado estadual Jeová Campos, logo após tomar conhecimento de que a Embraer concederá férias coletivas a todos os seus funcionários no Brasil, entre os dias 6 e 20 de janeiro de 2020. Segundo a empresa, a medida afetará 15 mil trabalhadores e durante esse período as instalações Faria Lima e Eugênio de Melo, em São José dos Campos, Taubaté, Sorocaba, Gavião Peixoto e Botucatu, todas no Estado de São Paulo, serão “fechadas”. “Isso já é um prenúncio de outras coisas ruins que estão por vir. Essa política de privatização e de entrega de nossas riquezas pelo Governo Bolsonaro ao capital especulativo e estrangeiro vai nos custar muito caro’, afirmou o parlamentar.

Na opinião de Jeová, na medida em que o governo entrega a Embraer a uma empresa estrangeira, abrindo mão da possibilidade do governo participar disso, é claro que essa ação terá um desdobramento para os trabalhadores, pois a área de pesquisa e inteligência da Embraer ficará toda prejudicada. “Esse é mais um exemplo da política entreguista do governo federal. No caso da Embraer, o governo brasileiro está abrindo mão do controle acionário da empresa aeronáutica. Atualmente, mesmo com investimento privado, a autoridade nacional ainda mantém poder de veto em questões estratégicas, com a transição para a Boeing, isso não mais acontecerá”, denuncia Jeová.

Segundo o parlamentar, a venda da Embraer representa um ‘desastre absoluto’, do ponto de vista da política externa e da defesa nacional. “Essa empresa é viável e estratégica por várias razões, seja pelo ponto de vista tecnológico, seja do ponto de vista da defesa, afinal, lá são produzidas aeronaves que são essenciais para a proteção do nosso espaço aéreo”, reitera Jeová, lamentando que os muitos trabalhadores da empresa também estão com o futuro incerto.

Assessoria de Imprensa

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Jeová Campos era um dos mais entusiasmados na solenidade de inauguração da sede do IPC de Cajazeiras

Um pleito que remonta a março de 2007, época do primeiro mandato do deputado estadual Jeová Campos, quando ele teve aprovado um requerimento pela ALPB de pedido de implantação de um Instituto de Polícia Científica – IPC em Cajazeiras e uma reivindicação ainda mais antiga da população do alto sertão, que necessitava deste equipamento foi concretizado nesta sexta-feira (11), com a inauguração das instalações do Instituto. O deputado Jeová, ao lado do governador João Azevêdo, era um dos mais entusiasmados na solenidade. “Sei da importância deste IPC para Cajazeiras e região e há 12 anos lutava para que isso se concretizasse. Estou duplamente feliz hoje”, destacou o parlamentar, que foi também o autor da propositura que denominou de Dr. Epitácio Leite Rolim o novo espaço.

“Esse é um momento muito importante, pois o IPC é uma reivindicação histórica do povo de Cajazeiras e região”, disse Jeová, lembrando que antes da disponibilidade do Instituto, qualquer morte, fosse ela natural ou não, o corpo tinha que ser transportado para Patos. “Agora, não vamos mais passar pelo constrangimento e sofrimento de ter que esperar o translado de corpos de entes queridos, para só depois deste processo poder sepultar nossos mortos”, destaca Jeová.

O parlamentar lembra ainda que com a disponibilidade do IPC em Cajazeiras, os cursos de Medicina ganham mais um instrumento de estudo e o mercado um novo espaço de trabalho. Ainda segundo Jeová, além da alegria com a disponibilidade do equipamento, outro detalhe lhe deixou também muito feliz: o fato do Instituto ser denominado Dr. Epitácio Leite Rolim, uma homenagem à memória do médico, ex-prefeito e ex-deputado paraibano cajazeirense, que foi uma propositura dele, aprovada pela ALPB por unanimidade.

“Estou muito feliz hoje. Primeiro com essa conquista e depois em fazer essa homenagem a Dr. Epitácio Leite Rolim. Esse homem que dedicou toda sua vida à política e à boa política. Fez o bem a muita gente, com suas ações todas voltadas aos mais humildes, aos excluídos dessa sociedade. Um franciscano. Viveu sua vida para lutar pelos direitos do povo. Sua história é uma das mais bonitas da política da Paraíba e nada mais justo e honrado que o IPC de Cajazeiras levar o seu nome”, explicou Jeová.

O edifício sede do IPC, situado no bairro Agrovila, disponibilizará serviços de perícias criminalísticas e de medicina legal, o que também desafogará os serviços na cidade de Patos. Um dos Institutos mais modernos do Nordeste, o IPC de Cajazeiras foi construído em uma área de 600,57 m², representando R$ 2.681.213,31 de investimentos oriundos do Tesouro Estadual. A Estrutura tem laboratórios, sala de coleta, capela, recursos humanos, alojamentos consultório custódia, sala de cofre, recepção, diretoria administrativa, diretoria técnica, diretoria geral, sala de peritos, arquivo, copa, sala de utilidades, sala de necropsia, vestiários, raios-X, câmara fria, sala pós – necropsia, liberação do corpo, bloco de serviço (sala de utilidade, lixo comum, lixo contaminado, necropsia especiais, lavagem bombonas/carrinhos), circulação, rampa de acessibilidade, estacionamento e jardim.

Assessoria de Imprensa 

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Jeová diz a um vereador que não fará aliança com o grupo de Carlos Antônio. “Não me junto com esse povo, nem que meu pai pedisse”

“Não me junto com esse povo nem que meu amado pai se vivo estivesse, me pedisse”

Há um ano para ás eleições municipais, os ânimos já começam a dar o tom de rivalidade. Não é de se estranhar que as divergências políticas entre o grupo representado pelo deputado estadual Jeová Campos (PSB) e o grupo político representado pelos ex-prefeitos de Cajazeiras, Dr. Carlos Antônio (DEM), Dra. Denise (PSB), Carlos Filho (DEM) e o deputado estadual Júnior Araújo (Avante), estejam inflamadas e em desencontro.

Jeová teria dito a um vereador de Cajazeiras, que não se aproximará na campanha de 2020, nem tão pouco se alia com o grupo político de Carlos Antônio mesmo que seu pai se vivo estivesse, pedisse ao referido parlamentar sertanejo. “Não me junto com esse povo nem que meu amado pai se vivo estivesse, me pedisse”, confidenciou Campos.

Para Jeová, o nome do Vereador Marcos Barros tem seu aval e total apoio para ser colocado à disposição do seu grupo, para concorrer à Prefeitura de Cajazeiras, porém, devido os diversos processos judiciais e impedimento criminal, que o parlamentar-mirim está inserido no momento – dificilmente poderá ser candidato.

Na linha sucessória, figura o irmão do deputado, o ex-vice-prefeito de São José de Piranhas, Marcos Campos que recentemente transferiu seu domicílio eleitoral daquela cidade, para Cajazeiras.

Em contato com “Marquinhos Campos” na última sexta-feira (04) durante evento em sua residência, o irmão de Jeová chegou a afirmar que não caminha ao lado do projeto político de reeleição do prefeito José Aldemir (PP). “Não tenho atrito com nenhum grupo político, não tenho desavença com Zé Aldemir, com Dr. Carlos, nem com Dra. Denise, nem com Carlos Filho e nem tão pouco com o deputado Júnior Araújo, o nosso grupo é esse aqui (apontando para os suplentes que estavam presentes no café da manhã e, ao lado da conversa), vou para onde esses guerreiros me levar, eles que estiveram com a gente na campanha estadual do ano passado (2018), eles que vão dizer para onde e com quem eu vou”, afirmou Marcos Campos.

 

Redação – fmrural.com.br

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Jeová diz que empobrecimento da população brasileira nos últimos cinco anos é fruto de uma política direcionada às elites

O economista Sérgio Mendonça em entrevista recente a Imprensa mostrou a relação entre o crescimento do PIB e da população e afirmou que os brasileiros estão  8% mais pobres desde 2014. Na opinião do deputado estadual Jeová Campos (PSB), isso é fruto de uma ação política organizada pelas elites que só pensa na concentração de riquezas e nem liga para os desempregados e para as desigualdades sociais do país.   “É lamentável a gente constatar que ao invés de mantermos o PIB em crescimento, como registramos entre os anos dos governos de Lula, que tivemos pico de 7,53% (2010), estamos regredindo. Isso e fato, são dados oficiais e contra eles não há falsos argumentos. O Brasil concentra cada vez mais riquezas nas mãos de uns poucos, enquanto a pobreza volta a imperar”, lamenta o parlamentar.

Em 2015, segundo explicações do economista Sérgio Mendonça, o PIB absoluto caiu 3,5%. Em 2016 o PIB absoluto caiu 3,3%. Em 2017 o PIB absoluto cresceu 1,1%. Em 2018 o PIB absoluto cresceu 1,1%. Isso significa que o PIB absoluto, ao final de 2018, estava 4,6% abaixo do PIB absoluto do final de 2014 enquanto isso, a população brasileira cresceu 3,36% entre 2014 e 2018. “Combinando o dado de queda do PIB absoluto (-4,6% entre 2014 e 2018) com o crescimento populacional de 3,36% (cerca de 0,8% ao ano), chegamos a uma queda de 7,7% do PIB per capita (por habitante) no período. Por isso digo que estamos cerca de 8% mais pobres, em média, em relação ao ano de 2014”, afirmou Sérgio.

Em sua análise do empobrecimento da população brasileira, o economista ainda falou da preocupação com a postura do presidente Jair Bolsonaro que isola o Brasil com seu discurso unilateralista, em consonância apenas com os Estados Unidos. “O Brasil sempre conseguiu fazer o debate plural e lidar com a correlação de forças. Atualmente, há um claro alinhamento econômico com os EUA e um distanciamento com outros países. E isso terá consequências, no mínimo da incerteza que os investidores têm do Brasil. Essa visão muito limitada afasta o Brasil de tudo o que ele precisa em relação aos outros países”, disse Sérgio.

Sobre a questão de soberania nacional, o economista foi bem cético. “Como falar em soberania abrindo mão de empresas públicas, muitas das quais superavitárias, ou seja, lucrativas, e de setores estratégicos, como o energético, com a venda da Eletrobrás e de parte do pré-sal?”, questionou ele. Segundo Sérgio, se as previsões de crescimento se concretizarem, no final de 2019 os brasileiros estarão ainda mais pobres. “Se o PIB de 2019 crescer 1% (o mercado está prevendo 0,87%), o PIB per capita ao final de 2019 estará 7,5% abaixo do de 2014. Em outras palavras, ao final de 2019 estaremos 7,5% mais pobres comparados a 2014, apenas cinco anos depois”, disse.

O deputado Jeová lembra que enquanto a produção industrial no resto do mundo cresceu 10% desde 2014, a atividade nas fábricas brasileiras caiu 15% no mesmo período. “Isso significa menos investimento, menos empregos e, consequentemente, mais pobreza, mais desemprego, mais caos social e esse governo que se instalou em Brasília não está nem ai para a maior parte dos brasileiros, porque governa para uma elite, para o capital privado. Essa política econômica está voltada para o capital especulativo, infelizmente”, finaliza o parlamentar.

Assessoria de Imprensa 

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Jeová Campos fala sobre projeto que deve mudar a forma de produção de alimentos na Paraíba

O deputado estadual Jeová Campos (PSB) chamou atenção dos parlamentares presentes na sessão desta terça-feira (26) para a seriedade e, por que não, a validade, de um projeto de agricultura sustentável na Paraíba. Segundo Jeová – que aproveitou o momento para parabenizar a organização do evento de recepção ao ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta, às unidades oncológicas da Paraíba, ocorrido na segunda-feira (25). “As filas de doentes acometidos pelo câncer só aumenta e isso está diretamente ligado ao que as pessoas consomem”, disse Jeová.

“O evento foi para a chegada de um grande projeto ao Laureano, com a instalação do PET-Scan, e também de recursos para a manutenção do  hospital de oncologia de Patos mas, o que me chamou atenção é a quantidade de pessoas que adoecem, e isso tem tudo a ver com o tipo de alimento que ingerimos. O índice de câncer aumenta cerca de 8% em se tratando de notificação. O ser humano é resultado do que consome”, ressaltou o deputado, dividindo sua preocupação e chamando outros deputados para o envolvimento com o tema.

Jeová, que é presidente da Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar, está percorrendo vários municípios paraibanos com o Secretário de agricultura Luiz Couto, para conversar com os produtores e colher deles o que eles acham importante para o projeto de fomento à agricultura familiar. “Eu e Luiz Couto fizemos uma discussão sobre a Paraíba sustentável no município de Catolé do Rocha e estamos fazendo esse trabalho em todo o estado, chamando os agricultores para a formulação de politicas publicas de fomento a agricultura familiar no Estado uma nova política inclusiva, produtiva, que resulte em dias melhores não só para os produtores, mas também numa produção sem veneno, sem agrotóxico, alimentos não contaminados”, continuou o parlamentar.

Dentro desse debate Jeová, portanto, solicitou apoio de seus pares para apoiar o projeto porque ele representa uma melhoria de qualidade de vida para todo e qualquer paraibano. “Dia 1º de abril espero ter outra audiência no polo da Borborema e, para isso, também espero que a casa aprove o requerimento para tal”, disse, frisando que o governo do estado está ciente de sua bandeira pela agricultura familiar na Paraíba e de um projeto muito mais arrojado que deve ter o apoio da Secretaria da Agricultura Familiar.

“Estou disposto a fazer essa peregrinação a levar essa agenda positiva, tratando de políticas públicas que possam melhorar o desenvolvimento de nosso estado. Não tenho dúvida que a Secretaria da Agricultura Familiar nos dê estrutura, e precisamos fortalecê-la também. Dar a ela condições técnica, ou seja, servidores à altura desse projeto, que é o Empreender Sustentável”, concluiu Jeová, esperando que daqui a quatro anos ele possa olhar para trás e ver que o estado avançou. “É o trabalho que chegou à roça e a roça que chegou à cidade”.

Assessoria de Imprensa