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Hospital de Patos atendeu 305 vítimas de acidentes de trânsito em janeiro

Entre os dias 01 e 31 de janeiro, o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, atendeu 305 pacientes vítimas de acidentes de trânsito, com diversas lesões, algumas das quais que necessitaram de encaminhamento para cirurgias. Ao contabilizar o número total de acidentados, mais uma vez, um dado chama atenção: o do enorme número de casos envolvendo acidentes com motocicletas. Dos 305 casos registrados no período, 268 envolveram acidentes com motos.

As demais vítimas de acidentes de trânsito que deram entrada no Complexo, durante o mês de janeiro, foram de 17 casos envolvendo bicicletas, outros 13 pacientes por causa atropelamento, além de sete casos com acidentados de carro. Já em relação aos atendimentos oriundos por violência, das 52 ocorrências, 21 foram por agressão física, 17 casos foram de vítimas feridas por arma branca e outros 14 casos por arma de fogo.

A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, volta a chamar atenção para os altos índices de acidentados por motos e da incidência de picos de acidentes no final de semana. “Dos 305 casos de atendimentos por acidentes registrados no mês, 132 ocorreram durante os finais de semana, ou seja, quase a metade das ocorrências, o que nos leva a deduzir que a associação de álcool e direção aumenta, consideravelmente, o número de ocorrências”, destaca a diretora, que vem chamando atenção para um fato corriqueiro em hospitais da rede pública não apenas na Paraíba, mas, em todo o país. “O alto índice de acidentados por moto é um assunto muito sério porque as implicações de um acidente, principalmente de moto, podem comprometer a qualidade de vida da pessoa para o resto da vida”, destaca Liliane.

Ela lembra que o Complexo sempre participa de ações que envolvam o debate sobre educação no trânsito. “Nós terminamos sendo o principal referencial de atendimento à população de Patos e região quando se trata do socorro às vítimas de acidentes de trânsito, em função disso é importante o nosso engajamento”, finaliza Liliane.

 

Assessoria 

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Estado paga salários de janeiro com reajuste a partir de quinta-feira (30)

O pagamento do funcionalismo público estadual, referente ao mês de janeiro, será efetuado nos próximos dias 30 e 31, já com o reajuste anunciado pelo governador João Azevêdo. Na quinta-feira (30), recebem os aposentados e pensionistas. Já na sexta-feira (31) será feito o pagamento dos servidores da ativa. O anúncio foi feito durante o programa Fala Governador, desta segunda-feira (27), transmitido em cadeia estadual pela Rádio Tabajara e pelas redes sociais do Governo.

Na oportunidade, o governador João Azevêdo enfatizou que o pagamento de janeiro já virá com o reajuste linear de 5% para todas as categorias, inclusive aposentados e pensionistas e também com o aumento de 12,84% para o magistério. “É importante dizer que isso é fruto de um esforço muito grande do Governo. Alguns estados vão judicializar os aumentos em função da incapacidade de pagamento dos 12,84% para o magistério e não estão dando aumento geral nenhum”, frisou.

Vale lembrar que a Paraíba é o estado do país que concedeu o maior reajuste salarial aos servidores públicos em comparação com os demais estados do país, de acordo com dados do Conselho dos Secretários de Planejamento e da Gestão Estratégica das Finanças (Gefin).

Durante o Fala Governador, João Azevêdo ainda acrescentou: “Mais uma vez, vamos fazer o pagamento dos servidores estaduais dentro do mês trabalhado, na quinta e na sexta-feira. A Paraíba fez o dever de casa, se preparou, fez ajustes no ano passado para que a gente continue no mesmo ritmo de crescimento em 2020”, ressaltou.

Calendário

30/01 – aposentados e pensionistas

31/01 – servidores da ativa

 

Secom

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Câmara Municipal de Cajazeiras realiza Sessão Especial em alusão ao “Janeiro Branco” e cuidados com a mente

A Câmara Municipal de Cajazeiras, vai realizar nesta terça-feira (28) de janeiro de 2020, às 17 horas, uma Sessão Especial em alusão ao “Janeiro Branco” e os cuidados com a mente.

A propositura é do Vereador Rivelino Martins Ferreira (PSB).

 

Assessoria

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Salário mínimo será de R$ 1.039 em 2020

Novo valor entra em vigor a partir de 1º de janeiro

O presidente Jair Bolsonaro editou Medida Provisória (MP) que aumenta o salário mínimo de R$ 998 para em R$ 1.039 a partir de amanhã, dia 1º de janeiro de 2020. O novo valor corresponde ao reajuste da inflação do ano, que encerrou 2019 em 4,1%, segundo Índice Nacional do Preços ao Consumidor (INPC), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

É a primeira vez na história que o salário mínimo ultrapassa a faixa de R$ 1 mil desde o início do Plano Real, em 1994. A MP foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) ainda nesta terça-feira (31).

Em relação à Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2020, aprovada pelo Congresso Nacional há duas semanas, o valor ficou R$ 8 mais alto. Isso porque a previsão anterior do governo federal para a inflação de 2019 era de 3,3%, mas o percentual acabou ficando em 4,1%, de acordo com a última estimativa medida pelo IBGE.

Em nota, o Ministério da Economia informou que o aumento do valor da carne nos últimos meses pressionou o crescimento geral nos preços no final do ano, ampliando o percentual de inflação apurado.

“Anteriormente, o governo projetou o salário mínimo de R$ 1.031 por mês para 2020, conforme a Mensagem Modificativa ao Projeto da Lei Orçamentária de 2020 (PLOA-2020). A recente alta do preço da carne pressionou a inflação e, assim, gerou uma expectativa de INPC mais alto, o que está refletido no salário mínimo de 2020. Mas como o valor anunciado ficou acima do patamar anteriormente estimado, será necessária a realização de ajustes orçamentários posteriores, a fim de não comprometer o cumprimento da meta de resultado primário e do teto de gastos definido pela Emenda Constitucional nº 95”, informou a pasta.

Até o ano passado, a política de reajuste do salário mínimo, aprovada em lei, previa uma correção pela inflação mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país). Esse modelo vigorou entre 2011 e 2019. Porém, nem sempre houve aumento real nesse período porque o PIB do país, em 2015 e 2016, registrou retração, com queda de 7% nos acumulado desses dois anos.

O governo estima que para cada aumento de R$ 1 no salário mínimo, as despesas elevam-se em R$ 355,5 milhões, principalmente por causa do pagamento de benefícios da Previdência Social, do abono salarial e do seguro-desemprego, todos atrelados ao mínimo.

Agência Brasil