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Governo mobiliza partidos aliados para emitirem nota contra impeachment

O mecanismo disparado com o pedido de impeachment protocolado pelo deputado Walber Virgolino começa a se mover. O requerimento, como se sabe, está na Procuradoria-Geral da Assembleia, que emitirá parecer quanto à legalidade do pedido. Porém, o governador João Azevedo e sua vice, pelo visto, acusaram o golpe. E deram mais combustível.

Primeiro, com declarações do deputado Damião Feliciano, eterno xerife do PDT, acusando a oposição de estar tentando um golpe contra o mandato de sua esposa, a vice-governadora. Agora, com a mobilização de uma dúzia de partidos para emitirem uma nota de apoio ao governo e contra o impeachment. Ou seja, passaram o recibo: a ameaça de cassação é pra valer.

CONFIRA INTEGRA DA NOTA

Os partidos abaixo relacionados, por meio de seus presidentes estaduais, vêm a público prestar a mais irrestrita solidariedade ao governador João Azevêdo e à vice-governadora Lígia Feliciano, pelas acusações infundadas e desrespeitosas contidas em um processo de impeachment dado entrada na Assembleia Legislativa do Estado.

Trata-se de uma peça jurídica nula de direito, que não aponta um único crime de responsabilidade aos dois gestores e muito menos qualquer ato irregular cometido no exercício do atual mandato do governador e da vice-governadora, como prevê, para estes casos, as Constituições Estadual e Nacional.

Trata-se, na verdade, de uma tentativa clara em procurar desestabilizar o Governo do Estado, justamente quando a Paraíba vive um dos seus melhores momentos administrativos, com uma gestão fiscal rigorosa, equilíbrio absoluto nas contas públicas reconhecido pelo Tesouro Nacional, pagamento em dia de seus funcionários e
fornecedores e, ainda, permitindo que, ao contrário da grande maioria dos estados brasileiros e do próprio Governo Federal, conceda aumento salarial aos servidores públicos acima da inflação.

Todo esse ambiente proporciona atração de novos investimentos privados, além do próprio Governo realizando centenas de obras no estado que geram desenvolvimento com inclusão social distribuído por todas as regiões do território paraibano.

Diante disso, cabe questionar o seguinte: a quem interessa e porque interromper a normalidade democrática e gerar um clima de profunda instabilidade política e social no Estado da Paraíba?

Gregória Benário Lins e Silva
Presidente do PCdoB

Ronaldo Sérgio Guerra Dominoni
Presidente do CIDADANIA

Efraim de Araújo Morais
Presidente do DEM

Renato Costa Feliciano
Presidente do PDT

Lídia de Moura Silva Cronemberger
Presidente do PMN

Genival Matias de Oliveira Filho
Presidente do AVANTE

Joseildo Alves dos Santos
Presidente do PODEMOS

José Wilson Santiago
Presidente do PTB

Hugo Motta Wanderley da Nóbrega
Presidente do REPUBLICANOS

Jackson Azevedo de Macedo
Presidente do PT

José Wellington Roberto
Presidente do PL

Gérson Batista de Vasconcelos
Coordenador da REDE

Paraíba, 8 de fevereiro de 2020

 

Com informações de Helder Moura

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Oposição da Paraíba pede o impeachment do governador João Azevêdo

O deputado estadual Wallber Virgolino (Patriota) apresentou há pouco um pedido de impeachment do governador da Paraíba, João Azevêdo, que deixou o PSB e deve se filiar ao Cidadania.

O sistema político da Paraíba entrou em parafuso com a deflagração da Operação Calvário.

“As revelações já feitas até este momento, que estão longe de seu término, apontam para uma teia de comprometimentos entre autoridades de vários níveis da hierarquia e abrangência na estrutura de Poder do Estado, desgarantindo os sistemas de controle administrativo e a preservação dos valores morais emanados da própria sociedade ao prover os cargos de governador e vice através do sufrágio popular”, diz trecho do documento, obtido por O Antagonista.

O pedido foi apresentado na primeira sessão do ano na Assembleia Legislativa, que contou com a presença do próprio Azevêdo.

Para o deputado Virgolino, o atual governador “está flagrado em dois campos da cena criminal”: a troca de favores indevidos e a perda de autoridade para afastar os subordinados comprometidos com a desordem ética e moral.

Para que o processo seja aberto, é necessário o apoiamento de dois terços da Assembleia, ou seja, 24 votos.

IMPEACHMENT-DE-JOAO-AZEVEDO-PARAIBA

 

Com O Antagonista