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Hospital de Patos atendeu 305 vítimas de acidentes de trânsito em janeiro

Entre os dias 01 e 31 de janeiro, o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, atendeu 305 pacientes vítimas de acidentes de trânsito, com diversas lesões, algumas das quais que necessitaram de encaminhamento para cirurgias. Ao contabilizar o número total de acidentados, mais uma vez, um dado chama atenção: o do enorme número de casos envolvendo acidentes com motocicletas. Dos 305 casos registrados no período, 268 envolveram acidentes com motos.

As demais vítimas de acidentes de trânsito que deram entrada no Complexo, durante o mês de janeiro, foram de 17 casos envolvendo bicicletas, outros 13 pacientes por causa atropelamento, além de sete casos com acidentados de carro. Já em relação aos atendimentos oriundos por violência, das 52 ocorrências, 21 foram por agressão física, 17 casos foram de vítimas feridas por arma branca e outros 14 casos por arma de fogo.

A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, volta a chamar atenção para os altos índices de acidentados por motos e da incidência de picos de acidentes no final de semana. “Dos 305 casos de atendimentos por acidentes registrados no mês, 132 ocorreram durante os finais de semana, ou seja, quase a metade das ocorrências, o que nos leva a deduzir que a associação de álcool e direção aumenta, consideravelmente, o número de ocorrências”, destaca a diretora, que vem chamando atenção para um fato corriqueiro em hospitais da rede pública não apenas na Paraíba, mas, em todo o país. “O alto índice de acidentados por moto é um assunto muito sério porque as implicações de um acidente, principalmente de moto, podem comprometer a qualidade de vida da pessoa para o resto da vida”, destaca Liliane.

Ela lembra que o Complexo sempre participa de ações que envolvam o debate sobre educação no trânsito. “Nós terminamos sendo o principal referencial de atendimento à população de Patos e região quando se trata do socorro às vítimas de acidentes de trânsito, em função disso é importante o nosso engajamento”, finaliza Liliane.

 

Assessoria 

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Patos: Hospital do Bem registra cura do câncer em 24 mulheres

O Hospital do Bem, unidade de oncologia que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, tem um papel importante no que diz respeito ao acolhimento e tratamento de pacientes com câncer no sertão paraibano. Somente no ano passado, a unidade realizou 1.296 sessões de quimioterapia, 3.342 consultas por especialidades e ainda 534 cirurgias, em pacientes de 84 municípios. Nesse universo, ao longo de 2019, 24 mulheres comemoraram a cura da doença e tocaram um sino, localizado no hall da unidade, que simboliza a superação do câncer após o final do tratamento.

Uma dessas mulheres foi a professora aposentada  Miriam Medeiros dos Santos, de 65 anos, da cidade de Malta, que superou um câncer de mama. Dona de uma alegria contagiante, Miriam desde o diagnóstico da doença até a cura, nunca perdeu a alegria de viver, nem deixou de sorrir. Nem mesmo quando seus cabelos caíram após a primeira sessão de quimioterapia. “Eu sou muito prática e acho que a vida é feita de escolhas e eu escolhi ser feliz. Eu escolhi que iria viver e fazer o possível para me curar e tive a sorte de contar com o Hospital do Bem nessa jornada”, afirma ela, que iniciou o tratamento na unidade em novembro de 2018, fez cirurgia em janeiro de 2019 e começou a quimioterapia em março do mesmo ano, encerrando o ciclo de tratamento com a radioterapia, no Hospital Napoleão Laureano, em João Pessoa. Ela tocou o sino da cura em setembro do ano passado.

“O Hospital do Bem faz jus ao nome. As pessoas lá são muito humanas, acolhedoras, amáveis, tratam os pacientes muito bem e isso faz toda a diferença para quem está passando por um tratamento, especialmente, o câncer que tem todo um estigma”, afirma Miriam, que está lançando no próximo dia 15 de fevereiro, no CRAS de Malta, o livro ‘Lições da Vida’. A obra é uma coletânea de pensamentos e reflexões sobre como encarar os desafios, contratempos e adversidades, sem perder a fé na vida, nem a alegria de viver. “Não escrevi o livro unicamente por causa da doença, mas por um conjunto de fatores que me levaram a refletir que posso, através de minhas reflexões, de minhas experiências e superações, inspirar outras pessoas”, disse ela, que perdeu a única filha mulher, aos 36 anos, de um enfarte fulminante. “Eu sou feliz por mim e por ela”, afirma Miriam que em partes do livro, o primeiro que ela escreve, faz referências ao Hospital do Bem e agradecimentos à equipe da unidade.

Um fato curioso na história de Miriam, é que ela descobriu o câncer após sonhar com pessoas de branco que apontavam para seu seio. “Acordei de madrugada, após esse sonho, com dor de cabeça e fui tomar um analgésico. Lembrei do fato e fui apalpar meus seios e descobri o nódulo”, conta ela, que um ano antes tinha feito uma mamografia que não tinha acusado nada de anormal. “Uma das primeiras coisas que me perguntei ao saber da doença foi: Deus, o que eu preciso aprender com essa experiência? e superado todas essas etapas acho que descobri: a felicidade é uma escolha que a gente faz e eu escolhi ser feliz”, destaca ela.

Das 24 mulheres que junto com Miriam tocaram o sino da cura do Hospital do Bem, em 2019, 19 se trataram de câncer na mama, quatro de câncer no ovário e apenas um caso foi na Vesícula Biliar. 16 pacientes fizeram tratamento adjuvante, ou seja, primeiro realizaram a cirurgia de retirada do tumor para, em seguida, passar pela quimioterapia e oito fizeram tratamento neoadjuvante, quando a quimio é feita antes da cirurgia. Essa última terapêutica é indicada para pacientes com tumores acima de 5cm. Essas 24 pacientes, com idades entre 31 anos, a mais nova, e 75 anos, a mais idosa,  são da cidade de Bom Jesus, Coremas, Água Branca, Malta, Santa Luzia, Taperoá, Santana dos Garrotes, Areia de Baraúnas, Pombal, São Mamede, Imaculada, Belém do Brejo do Cruz, Vista Serrana, São Jose do Bomfim, Santa Luzia, Sousa e Patos.

A oncologista do Hospital do Bem, Dra. Nayarah Castro, afirma que é uma alegria muito grande cada sino tocado, porque isso simboliza o sucesso do tratamento e superação da doença. “Como médica me sinto feliz em poder fazer parte destas 24 histórias de sucesso, de alegrias e de vitórias. É uma honra ver o quanto avançamos em relação ao tratamento oncológico e podemos oferecer esperança aos pacientes e seus acompanhantes. Me sinto feliz por saber que os pacientes são tratados não apenas no que diz respeito às medicações administradas: me sinto feliz em poder fazer parte de uma equipe que trata o paciente nas esferas emocionais, espirituais e orgânicas”, destaca a oncologista.

A médica esclarece que a cura definitiva da maioria dos cânceres é dada após o acompanhamento por 5 a 10 anos, sem demonstração de retorno da doença. “O sino da cura marca o término dos tratamentos de quimioterapia, após a realização dos primeiros exames que demonstraram a não existência de doença em atividade. Por isso, é importante que os pacientes façam o acompanhamento oncológico a cada três meses”. Reitera Dra. Nayarah.

A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, destaca que o Hospital do Bem vem cumprindo com muita satisfação a sua missão de não apenas acolher bem como tratar os pacientes de câncer no interior do Estado. “É muito gratificante para todos da equipe, quando um paciente toca o sino da cura porque sabemos quantas batalhas cada um deles teve que enfrentar pela superação da doença. E essa superação, que é individual de cada paciente, termina tornando-se coletiva porque envolve todos os profissionais que empregam seu talento, competência, conhecimento e doação para que essas pessoas consigam ressignificar a vida e continuarem suas jornadas livres de uma doença que é ainda muito estigmatizante, apesar dos avanços do tratamento”, reitera Liliane, lembrando que o Hospital do Bem tem atendimento ambulatorial, tratamento quimioterápico e cirúrgico, para quatro tipos de câncer: pele, próstata, mama e colo de útero. A sala de quimioterapia da unidade tem capacidade para atender dez pacientes simultaneamente.

Para o coordenador Administrativo do Hospital do Bem, Thiago Viana, um profissional que tem contato com todos os pacientes e não raro os recebe na porta do Hospital, reunir tantas histórias de superação é um estímulo nessa árdua batalha contra o câncer. “Vivemos intensos sentimentos ao conhecer a história de vida de cada um de nossos pacientes, então o sentimento da felicidade ganha outra dimensão com a tão sonhada vitória na luta contra o câncer que é a cura e a batida do sino”, destaca ele que atua na unidade desde a inauguração, em setembro de 2018.

 

Assessoria 

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Hospital de Patos melhora assistência com ficha de controle de antibióticos

Com a implantação de um simples procedimento, o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) conseguiu reduzir em 28,8% o uso de antibióticos, entre os meses de outubro do ano passado e janeiro deste ano. A adoção de uma ficha de controle de solicitação de antimicrobianos, monitorada pelas equipes que atuam nos setores da Farmácia e do Serviço de Controle de Infecções Hospitalares (SCIH) conseguiu aprimorar a terapêutica da unidade, tornando-a ainda mais segura, efetiva e eficaz com ganho de qualidade na assistência aos pacientes e no serviço prestado a eles.

O médico responsável pelo Serviço de Controle de Infecções Hospitalares do Complexo. Diego Varela, explica que o sistema de controle de fichas é muito simples, mas bastante eficaz no que diz respeito a distribuição de medicamentos e que a sistemática foi introduzida para melhorar a rotina de prescrição de antibióticos para pacientes admitidos e que permanecem internados. “Implantamos as fichas de controle de solicitação de antimicrobianos visando melhorar essa dinâmica na unidade a fim de garantir o completo tratamento das patologias dos pacientes, mas, ao mesmo tempo, restringindo o uso de antimicrobianos, especialmente, aqueles que têm um espectro de atuação mais amplo, que são os antibióticos mais fortes que se forem utilizados de forma indevida podem selecionar algumas bactérias e fazer com que apareçam infecções multirresistentes”, disse o médico.

Ainda segundo Diego, esse risco de disseminação de infecções multirresistentes pode ser minimizado com essa simples conduta adotada pelo Complexo, desde outubro do ano passado. “Atuando com mais controle, a gente busca, enquanto SUS, oferecer o melhor tratamento ao paciente, diminuindo o risco à saúde deste paciente, assegurando assim um tratamento ainda mais eficaz e completo”, reitera o médico. Ele lembra que apenas com a adoção da ficha de controle de solicitação de medicamentos, a unidade conseguiu reduzir não apenas a utilização de antibióticos em quase 30%, como diminuir a incidência de infecções multirresistentes garantindo um ambiente com menos riscos aos pacientes.

A ideia, segundo Dr. Diego, é tornar a ficha de solicitação de antimicrobianos uma rotina automática, imprescindível e permanente na unidade. “Com essa rotina cotidiana vamos diminuir ainda mais o uso de medicamentos controlados, as infecções multi resistentes, os riscos aos pacientes e melhorar, cada vez mais, a qualidade do atendimento no hospital de Patos”, reforçou o médico. A ficha de solicitação, segundo Dr. Diego, é preenchida pelo médico que solicita a medicação. Nela é preciso constar o nome completo do paciente, idade, em qual setor ele está internado na unidade, o tipo de infecção, o número de dias do tratamento e a justificativa para utilização de tal medicação.

“Nos hospitais e em outros serviços de saúde, a assistência farmacêutica é parte essencial dos processos de atenção à saúde em todos os níveis de complexidade. Essa ficha de controle, portanto, aprimorou nossa rotina nos dando a garantia de que esse processo de liberação de antibióticos passou a acontecer de forma mais eficaz e segura, com ganhos para o paciente e para o ambiente hospitalar. Além disso, constatamos uma redução de custos com o melhor uso dos antimicrobianos. Ou seja, houve ganhos para o paciente e a unidade que melhorou sua prestação de serviços gerando economia e mais segurança”, destaca a diretora geral do Complexo, Liliane Sena, que soltou comunicado interno agradecendo e parabenizando os profissionais das equipes da Farmácia, Enfermagem e do SCIH envolvidos neste processo de melhoria contínua da prestação de serviços da unidade, especialmente, a Responsável Técnica, Luciana Coutinho. “Foi ela quem idealizou o controle através desta ficha e é quem acompanha e monitora todas as informações deste processo. Essa ideia de Luciana melhorou nossos processos de controle nessa área”, finaliza a diretora.

 

Assessoria

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Deputado Jeová Campos é transferido para João Pessoa após sofrer hemorragia

O deputado estava na casa da mãe, em Cajazeiras, se preparando para retornar a João Pessoa, quando passou mal e começou a vomitar

O deputado estadual Jeová Campos foi transferido de Sousa, no Sertão da Paraíba, para João Pessoa, na tarde desta segunda-feira (27), após ter sido internado com hemorragia digestiva, no último domingo (26). Ele chegou à Capital de avião às 16h11, segundo informou a assessoria de imprensa do parlamentar.

“Ele saiu de Sousa e veio de avião às 16 horas e 11 minutos. Está indo para o Nossa Senhora das Neves. Ele está bem. O quadro é estável. A endoscopia que foi feita ontem a noite já estancou a hemorragia via cauterização. Hoje de manhã ele fez nova endoscopia para verificar como estava a contenção da hemorragia, e não tinha mais sinal de hemorragia. Ele permaneceu na UTI apenas por conta da medicação que tomou para fazer o exame e porque precisava ficar em observação”, explicou a assessora do deputado.

Sobre a internação de Jeová Campos em João Pessoa, a assessora afirmou que acredita que o deputado não precisará ficar na UTI. “Ele está bem, consciente, orientado, tranquilo, não está sentindo nenhuma dor. Então acredito que, pelo estado de saúde dele, ele ficará em apartamento.”

Jeová foi levado inicialmente, ontem, ao Hospital Regional de Cajazeiras, depois foi transferido ao Hospital Santa Terezinha, em Sousa, e chegou ao HNSN, na Capital, nesta segunda-feira.

O deputado estava na casa da mãe, em Cajazeiras, se preparando para retornar a João Pessoa, quando passou mal e começou a vomitar. Familiares o levaram para o Hospital Regional da cidade, onde ele passou pelos primeiros atendimentos. A transferência para Sousa se deu em função da necessidade da realização da endoscopia, exame que não é realizado no Hospital Regional de Cajazeiras. A volta para João Pessoa foi um pedido do parlamentar.

 

 

Foto: Diário do Sertão

Com informações da Assessoria e ClickPB

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Hospital de Patos atendeu 292 pessoas vítimas de acidentes de trânsito nos últimos 28 dias

 Nos últimos 28 dias, o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, atendeu 292 pacientes, com diversas lesões, algumas das quais que necessitaram de encaminhamento para cirurgias, vítimas de acidentes de trânsito. Ao contabilizar o número de acidentados de motos atendidos entre os dias 30 de dezembro e 26 de janeiro, esse quantitativo é bem expressivo, já que neste período 257 pacientes deram entrada na unidade com esse tipo de ocorrência. Ou seja, uma média de dez pacientes/dia deram entrada na unidade por causa de acidentes e uma média de nove pacientes/dia foram atendidos por causa de acidentes com motocicletas.

A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, continua chamando atenção para a gravidade do problema e os altos números de acidentados por motos. “Esse último levantamento, correspondente aos últimos 30 dias, mostra que de 292 acidentes de trânsito, 257 foram com motos. Esse é um dado assustador e mais ainda o fato de estarmos registrando crescentes números de atendimentos de pacientes vítimas de acidente de trânsito envolvendo motos e, lamentavelmente, isso também se repete em outros hospitais da rede estadual”, alerta a diretora.

As demais ocorrências neste período, referentes a pacientes atendidos no hospital vítimas de acidentes de trânsito, mostram que 15 pacientes foram vítimas de acidentes com bicicletas, 13 casos foram de atropelamentos e outros sete casos com automóvel. O relatório de gestão da unidade no tocante a atendimentos à vítimas de violência, neste mesmo período, ainda registra que foram 45 casos no total, sendo 18 por agressões físicas, 15 pacientes com ferimentos por arma branca e outros 12 feridos por armas de fogo.

 

Assessoria de Imprensa

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Deputado Jeová passa mal é internado na UTI do HRC e será transferido para um hospital de Sousa

Após ser atendido na tarde deste domingo (26) na urgência do Hospital Regional de Cajazeiras e encaminhado para a UTI daquela unidade, o deputado estadual Jeová Campos (PSB), foi estabilizado e seu quadro de suspeita de hemorragia digestiva, será transferido para o hospital Santa Terezinha, em Sousa, para realização de endoscopia digestiva ainda neste domingo. A transferência se faz necessária em função de ser preciso fechar o diagnóstico que fez o parlamentar passar mal e ter uma crise de vômitos com presença de sangue.

Antes de ser transferido para o Santa Terezinha, Jeová poderá fazer bolsas de sangue como precaução, se necessário.  O HRC distribuiu Boletim Médico no início da noite deste domingo destacando que o parlamentar ‘está consciente e orientado e que já apresenta melhora no seu quadro clínico e que a hemorragia já foi controlada’.

O deputado estava na casa de sua mãe, em Cajazeiras, se preparando para retornar a João Pessoa, quando passou mal e começou a vomitar. Familiares o levaram para o hospital regional onde ele teve os primeiros atendimentos. A transferência para Sousa se deu a pedido da família e em função da necessidade da realização da endoscopia, exame que não é realizado no Hospital Regional de Cajazeiras.

 

Assessoria 

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Direção do Hospital da FAP em Campina Grande agradece novos investimentos conquistados através de emendas de Veneziano

A direção do Hospital da Fundação Assistencial da Paraíba (FAP) veio a público agradecer ao senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) pela conquista de mais dois novos equipamentos, frutos de emendas parlamentares de autoria do paraibano. Para o presidente da FAP, Derlópidas Neves, o senador vem dando total apoio à fundação l, desde o tempo em que era prefeito da cidade, passando pelos cargos de deputado federal e agora senador.

Dentre as novas conquistas está o novo monitor multiparametros, que é o principal equipamento utilizado entre os profissionais de saúde para acompanhar a evolução dos indicadores de saúde do paciente. Os monitores se destinam ao uso em setores como triagem, emergências, centros cirúrgicos e leitos de CTI. Outro equipamento fruto de emenda de Veneziano é o vídeo laringoscópio, que ajudará no diagnóstico de lesões orgânicas ou funcionais da cavidade oral, orofaringe, hipofaringe, laringe e, em especial, das cordas vocais. “Nós da FAP só temos a agradecer ao senador Veneziano, pois esses equipamentos, frutos das suas emendas, contribuirão bastante na melhoria do atendimento”, disse Derlópidas Neves.

“Tenho me esforçado para contribuir com entidades como a FAP, que realizam um serviço de doação e cuidado com os paraibanos de todas as regiões. É preciso contribuir com quem contribui com a vida das pessoas”, disse Veneziano.

Assessoria de Imprensa

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Hospital do Bem: Pacientes comemoram cura após cirurgia e tratamento

Dados do Instituto Nacional de Câncer – Inca atestam que o câncer de mama atinge 60 mil mulheres por ano no Brasil. Ele é o tipo de tumor mais temido pelas mulheres e com razão, já que é o mais incidente entre elas depois do câncer de pele não melanoma e também uma doença que mexe com uma parte do corpo da mulher que é muito significativa. Mas, com o avanço da Medicina e das técnicas cirurgicas e de tratamento, o diagnóstico da doença não significa mais uma sentença de morte. Os vários casos de cura atestam que é possível superar a doença e ressignificar a vida após esse episódio. E é isso que farão a partir de hoje as pacientes do Hospital do Bem, Franceilma da Silva, 32 anos, Maria Lúcia da Silva, 57 anos e Francisca Maria dos Santos, 53 anos, que nesta quinta-feira (23) tocaram o sino da cura e deram a volta por cima após realizarem, com sucesso, o tratamento cirúrgico e quimioterápico no Hospital do Bem, de Patos.

O momento do toque do sino, que simboliza que o tratamento realizado no Hospital do Bem surtiu efeito sobre a doença, foi acompanhado pela diretora do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, Liliane Sena, pela oncologista da unidade, Dra. Nayarah Castro, e pelo cirurgião oncológico do Hospital, Dr. Wostenildo Crispim. As pacientes Franceilma da Silva, da cidade de Mato Grosso, que iniciou seu tratamento em maio de 2019, Maria Lúcia da Silva, da cidade de Patos, que começou em agosto do ano passado e Francisca Maria dos Santos, de Brejo dos Santos, que se tratava desde julho de 2019, receberam alta nesta quinta-feira e tocaram o sino, após passarem por cirurgias e quimioterapias. O ateste da cura veio após a realização de tomografias de tórax e abdômen inferior, além das cintilografias que mostraram a inexistência de tumor pós-tratamentos. “Esses exames indicam que as pacientes que fizeram cirurgias no hospital e quimioterapia, durante seis meses, tiveram sucesso e não mais apresentam tumor neste momento”, afirma a Dra. Nayarah, lembrando que todas elas tiveram câncer de mama.

Ainda segundo a médica, é importante que ao menor sinal de nódulo endurecido ou caroço (no seio ou na axila), irritação ou aparecimento de irregularidades em alguma parte da mama, como afundamentos ou franzidos que fazem a pele parecer com uma casca de laranja, inchaço na mama toda ou em parte dela e vermelhidão ou descamação da pele da mama ou do mamilo (bico do seio) e ainda ao se notar a saída de secreção pelo mamilo (que não leite), dor ou inversão do mamilo (quando o bico do seio fica para dentro), a mulher deve procurar um médico e fazer exames para afastar a possibilidade de câncer ou  diagnosticar a doença em estágio inicial. “Quanto mais cedo for iniciado o tratamento, maiores são as chances de cura”, disse Dra. Nayarah. O Hospital do Bem faz parte do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC) e integra a rede estadual de saúde.

 

Assessoria de Imprensa

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Hospital de Patos registrou média de oito atendimentos dia somente com acidentados no trânsito por motocicletas na última semana

Somente entre os dias 06 e 12 deste mês, o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, atendeu 67 pacientes, com diversas lesões, algumas das quais que necessitaram de encaminhamento para cirurgias, vítimas de acidentes de trânsito, destes, 62 casos envolveram acidentes com motocicletas, o que dá uma média de oito atendimentos/dia somente com vítimas nesta modalidade de transporte.

O relatório semanal de atendimentos aponta ainda que aconteceram três atropelamentos e outros dois acidentes de trânsito envolvendo ciclistas e mais onze pessoas deram entrada na unidade vítimas de violência, sendo cinco delas por ferimentos com armas brancas, quatro por armas de fogo e duas pessoas vítimas de agressão física.

A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, chama atenção para a gravidade dos constantes números de acidentados por motos. “Nós estamos registrando crescentes números de atendimentos de pacientes vítimas de acidente de trânsito envolvendo motos e isso não é uma realidade só de Patos e região, se repete em outros hospitais da rede estadual. Penso que é preciso reforçar a campanha de educação no trânsito para que as pessoas se conscientizem da gravidade deste fato, que além de lotar as emergências dos hospitais, ocupar leitos e UTI’s, via de regra, em boa parte dos casos, pode deixar sequelas para o resto da vida”, afirma Liliane, complementando que dados do Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, referente apenas aos últimos dias 11 e 12, atestam que 58 pessoas deram entrada naquela unidade também vítimas de acidentes de motos.

 

Assessoria

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Complexo Regional de Patos registra quase 50 mil atendimentos em 2019

O balanço de atividades do Complexo Hospitalar Regional Dep. Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) relativo ao período do dia 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2019, somente no que diz respeito a atendimentos totaliza 49.568 procedimentos, sendo 38.508 de serviços de urgência e emergência e 11.060 de consultas e retornos no ambulatório. Nesse mesmo período, foram realizadas 3.616 cirurgias, 6.594 internações, 49.165 exames laboratoriais e ainda 50.289 exames radiológicos diversos. Esses dados já contabilizam os serviços prestados pelo Hospital do Bem que integra o Complexo com atendimentos na área de Oncologia.

Grande polo receptor de pacientes de mais de 80 municípios da região do sertão paraibano e referência para urgências e emergências em casos de pequena e média complexidade o hospital, que integra a rede estadual de saúde, registrou como principais motivos de atendimento nos plantões de urgência e emergência, ao longo do ano, lesões oriundas de quedas, casos de hipertensão, acidentes de trânsito (a maior parte envolvendo motos), dores abdominais, de cabeça e no peito, além de casos de insuficiência respiratória e contusões diversas.

De acordo com o relatório de gestão, em relação aos exames radiológicos, o maior número de registros foi de Raio X, com 26.227 casos, seguido de tomografias, com 15.899 exames, os exames de ultrassom e ecocardiograma totalizam 6.580 procedimentos. O Centro de Imagem da unidade registrou ainda a realização de 829 endoscopias, 620 colposcopias, 87 colonoscopia e 36 ressonâncias magnéticas, além de 10 cintilografias.

 De acordo com a diretora geral da unidade, Liliane Sena, o relatório de gestão dos serviços realizados ano passado mostra que as causas de atendimento na emergência não se modificaram muito e que a unidade teve um aumento significativo de demanda. “Observamos, comparando os resultados com anos anteriores, que as maiores causas de procura pelos nossos serviços não se alteram, sendo as quedas, os acidentes e dores diversas as maiores demandas de nossa porta de entrada”, ressalta a diretora. Ela lembra que, atualmente, não há filas para realização de cirurgias e que apesar da unidade dispor somente de seis leitos de UTI, o Hospital tem conseguido realizar os procedimentos cirúrgicos sem muita demora para os pacientes.

Complexo realizou 3.616 cirurgias em 2019

O balanço de atividades do Complexo somente no que diz respeito à realização de cirurgias, contabiliza que a unidade realizou um total de 3.616 procedimentos. Destes, a maior parte foram de cirurgias ortopédicas, com um total de 1.673 ocorrências, seguidas de cirurgia geral, com 820 casos. As cirurgias oncológicas ficam na terceira posição, com um total de 534 procedimentos, em função dos procedimentos do Hospital do Bem serem realizados também no bloco cirúrgico na unidade. As cirurgias vasculares contabilizaram 341 casos.

As cirurgias gerais, a exemplo de casos de apendicite, hérnias, abdômen agudo e de tiros e facadas, entre outros, totalizaram 820 procedimentos, e foram responsáveis pela segunda maior demanda de cirurgias do Complexo ao longo de 2019. As cirurgias de otorrino totalizaram 22 procedimentos, de urologia foram 20 casos, enquanto que houve nove casos de cirurgias plásticas reparadoras.

 A diretora geral da unidade, Liliane Sena, ressalta que o relatório de gestão chama atenção para o alto número de cirurgias provenientes de acidentes, principalmente, de motos. “A grande demanda de cirurgias ortopédicas, que responde por quase 50% do total de cirurgias realizadas na nossa unidade, acende uma luz amarela sobre a questão dos perigos no trânsito e a importância de se evitar acidentes que, na maior parte dos casos, deixa sequelas nas vítimas para o resto da vida”, reforça Liliane.

Assessoria