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Prefeito Romero Rodrigues e presidente Jair Bolsonaro inauguram a maior obra pública de Campina Grande: o Conjunto Habitacional Aluízio Campos

Milhares de famílias campinenses passam a viver uma nova história de vida com a realização do sonho da casa própria. Esta meta, acalentada há muitos anos, se concretizou na manhã desta segunda-feira (11), quando Campina Grande ganhou uma “nova cidade”: o Conjunto Habitacional Aluizio Campos.

A entrega da maior obra pública da história campinense aconteceu em solenidade marcada pela presença do presidente da República, Jair Bolsonaro.  A obra foi totalmente construída durante a gestão do prefeito Romero Rodrigues, representando um investimento de quase R$ 300 milhões. As 4.100 unidades habitacionais vão abrigar uma população de quase 20 mil pessoas.

Além do presidente da República, integraram o espaço de autoridades, entre outros, o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues; ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto; presidente do Banco do Brasil, Rubens Novais; vice-prefeito Enivaldo Ribeiro; vice-governadora Lígia Feliciano; deputados federais, entre eles Damião Feliciano, Efraim Filho e Pedro Cunha Lima; senadora Daniela Ribeiro; bispo diocesano, Dom Dulcênio; além do ex-senador Cássio Cunha Lima. O ato ainda foi prestigiado por deputados estaduais, vereadores e prefeitos de vários municípios paraibanos.

Após a execução do Hino Nacional brasileiro por parte dos artistas Fabiano Guimarães e Gitana Pimentel, aconteceram os pronunciamentos das autoridades. Quem primeiro falou foi prefeito Romero Rodrigues. Segundo ele, o “Aluízio Campos representou um sonho de vários anos e o resultado de um trabalho sério e competente”. Em seguida, manifestou a sua gratidão ao presidente Jair Bolsonaro e, ainda, a diversas lideranças que tornaram possível a obra, a exemplo do deputado federal Aguinaldo Ribeiro e do ex-senador Cássio Cunha Lima.

O prefeito campinense fez um retrospecto histórico do desenvolvimento do novo núcleo habitacional, aproveitando para enaltecer o apoio recebido por parte do Banco do Brasil até a política de parceria mantida com o governo federal. Ressaltou o empenho do presidente Bolsonaro, a quem qualificou como o “presidente mais acessível do Brasil”. O prefeito, ao concluir o seu pronunciamento, destacou ainda reivindicações em favor de Campina Grande.

Ele solicitou a duplicação da BR-230 entre Campina Grande ao Sertão e a duplicação da BR-104 ligando Campina Grande a Caruaru. Pediu, ainda, a retomada da transposição; implantação de escola cívico-militar na cidade e a cessão de linha férrea para o projeto VLT. “Tudo isso não é cobrança, mas tão somente lembrança em favor da nossa gente”, destacou Romero.

Após o prefeito, fizeram discursos o presidente do Banco do Brasil, Rubens Novais; a senadora Daniela Ribeiro; vice-governadora Lígia Feliciano e o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto,  que também anunciou a retomada do bombeamento das águas do Rio São Francisco para Campina Grande. Todos os oradores destacaram a importância do Aluízio Campos para o desenvolvimento de Campina Grande.

Logo em seguida, houve a entrega das chaves às famílias que representaram na solenidade os moradores do conjunto. O prefeito Romero Rodrigues entregou as chaves à senhora Letícia da Costa, enquanto o presidente Jair Bolsonaro passou as chaves à senhora Maria Aparecida Caluete, em gesto que arrancou aplausos e gerou emoção entre todos os que testemunharam a inauguração.

A solenidade foi concluída com o pronunciamento do presidente Bolsonaro. Ele relatou que este tipo de obra é fruto de um “grande esforço coletivo de uma administração comprometida em dar melhores condições de vida ao povo brasileiro”, destacando o esforço de lideranças políticas da Paraíba para que ela fosse concretizada, a exemplo do prefeito Romero Rodrigues e do ex-senador Cássio Cunha Lima.

Entusiasmado com a recepção que desfrutou em Campina Grande, Jair Bolsonaro reafirmou o seu compromisso de trabalhar pelo progresso da cidade e do Nordeste como um todo. “O que mais alegra uma liderança é poder receber o reconhecimento do seu povo”, afirmou o presidente em seu discurso.

Assessoria de Comunicação – PMCG

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Dois pesos? Romero não reconhece o Governo Federal como ‘pai da obra’ do conjunto Aluízio Campos, mas pede apoio federal

Após o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD), adiar pela terceira vez a entrega do Complexo Aluízio Campos, manifestações foram registradas ontem (25) por famílias contempladas. A concentração foi feita na BR-104, em frente ao Parque de Exposições do Ligeiro, que dá acesso ao Complexo. A entrega foi remarcada para o dia 11 de novembro. Em virtude da insatisfação dos contemplados com os atrasos o prefeito pediu apoio de forças federais por meio da Policia Federal para evitar novas manifestações. Apesar de a obra deter de mais de 93% de recursos federais, não se observa declarações do gesto municipal reconhecendo cabia ao governo federal o titulo de pai da obra.

Recentemente, Romero anunciou uma lista de pessoas convocadas para apresentar documentos para receberem seus apartamentos. Não para os 26 mil inscritos, mas para apenas 0,38% desse total, ou seja, em torno de 100 pessoas. Passados quase sete anos da gestão de Romero Rodrigues e três eleições, a promessa do prefeito de entregar as 4.100 unidades habitacionais do conjunto ainda continua no âmbito das ‘promessas’ mesmo. Durante esse período, foram feitos eventos de cadastramento às vésperas das eleições de 2016, que reuniram milhares pessoas, com a promessa da entrega de casas, sorteios das supostas casas, listas de entregas, até mesmo com denúncias de irregularidades no cadastramento.

Chegado o ano pré-eleitoral de 2020, a Coordenadoria de Comunicação da Prefeitura de Campina Grande (Codecom) enviou release divulgando uma relação parcial de 100 pessoas convocadas da lista de espera, que deveriam comparecer à Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan) para entregar as cópias legíveis dos documentos pessoais. Ou seja, essas 100 pessoas representam apenas 0,38% do total de pessoas que fizeram as inscrições para as 4.100 casas nesses seis anos. Veja (https://campinagrande.pb.gov.br/pmcg-divulga-lista-de-convocados-para-o-aluizio-campos-com-prazo-final-para-se-apresentar-a-secretaria-de-planejamento/).

Pai da obra – As obras do Complexo Habitacional Aluízio Campos em Campina Grande, iniciadas em 2013 na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff, que detém 93% de recursos federais, mas que para o prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues (PSD) é a obra que representa sua gestão, só tem recebido reconhecimentos do prefeito ao Governo Federal, quando o mesmo é para culpar a gestão federal pelos atrasos ou pedir apoio financeiro ou da polícia para a manutenção da obra.

Auxiliar debocha das famílias

Nesta última quinta-feira (24), vazou o áudio de um prestador de serviços da Prefeitura debochando de cadastrados para receber as casas, que estariam reclamando dos atrasos na entrega das casas. Segundo o áudio o servidor sem concurso Adriano Magno Alves Florenço. “Quer casa de graça vai ter que esperar”, disse. Veja mais: https://www.wscom.com.br/ouca-auxiliar-de-romero-debocha-de-cadastrados-do-aluizio-campos/

Operação Famintos – Um dos motivos já alegados por um dos aliados do prefeito Romero pela não vinda do presidente Jair Bolsonaro a Campina Grande, o deputado federal Julian Lemos (PSL) é a repercussão negativa da ‘Operação Famintos’. Deflagrada em sua primeira fase no último dia 24 de julho, com a segunda fase tendo ocorrido no dia 22 de agosto, a Operação Famintos iniciou-se no âmbito do Ministério Público Federal a partir da Notícia de Fato 1.24.001.000119/2018-12 e prosseguiu por meio do Inquérito Policial 119/2018.

De acordo com o que foi apurado até aqui pelo MPF, Polícia Federal, Controladoria-Geral da União (CGU) e Escritório de Pesquisa e Investigação da 4ª Região Fiscal (Espei) da Receita Federal, pelo menos desde 2013 a organização criminosa criou uma rede de pessoas jurídicas de fachada para participar de procedimentos licitatórios em vários municípios do estado, principalmente em Campina Grande, sobretudo para a compra de merenda escolar com recursos provenientes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Processo nº 0802629-06.2019.4.05.8201

Íntegra da denúncia

http://www.mpf.mp.br/pb/sala-de-imprensa/docs/denuncia-operacao-famintos/view

Redação

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Romero adia pela 3ª vez entrega das casas do conjunto Aluízio Campos e volta a culpar Governo Federal

As obras do Complexo Habitacional Aluízio Campos em Campina Grande, iniciadas em 2013 na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff, que detém 93% de recursos federais, mas que para o prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues (PSD) é a obra que representa sua gestão, teve na última quarta-feira (23), sua terceira promessa de entrega, em menos um mês pelo gestor aos ganhadores das moradias. Romero voltou a culpar o Governo do presidente Jair Bolsonaro pelos atrasos na entrega das residências, que segundo o gestor municipal, agora podem vir a ser entregues em 25 de novembro.

A promessa inicial do prefeito seria entregar no dia 11 de outubro, aniversário da cidade, depois aumentou o prazo para o dia 25 de outubro e agora ampliou em mais de um mês. “Se dependesse só da prefeitura eu podia dizer está entregue, pois de 1088 apartamentos, apenas 33 vão precisar de consertos. Para entregar aqui (casas e apartamentos) tem uma burocracia muito grande”, disse o gestor campinense, ao destacar, em outro ponto, que a entrega dos imóveis poderá não mais ocorrer como previsto, no dia 11 de outubro, aniversário da cidade. Veja ao depoimento á época completo no link: https://youtu.be/zL2bZRPIHG8

Recentemente, Romero anunciou uma lista de pessoas convocadas para apresentar documentos para receberem seus apartamentos. Não para os 26 mil inscritos, mas para apenas 0,38% desse total, ou seja, em torno de 100 pessoas. Passados seis anos da gestão de Romero Rodrigues e três eleições, a promessa do prefeito de entregar as 4.100 unidades habitacionais do conjunto ainda continua no âmbito das ‘promessas’ mesmo. Durante esse período, foram feitos eventos de cadastramento às vésperas das eleições de 2016, que reuniram milhares pessoas, com a promessa da entrega de casas, sorteios das supostas casas, listas de entregas, até mesmo com denúncias de irregularidades no cadastramento.

Chegado o ano pré-eleitoral de 2020, a Coordenadoria de Comunicação da Prefeitura de Campina Grande (Codecom) enviou release divulgando uma relação parcial de 100 pessoas convocadas da lista de espera, que deveriam comparecer à Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan) para entregar as cópias legíveis dos documentos pessoais. Ou seja, essas 100 pessoas representam apenas 0,38% do total de pessoas que fizeram as inscrições para as 4.100 casas nesses seis anos. Veja (https://campinagrande.pb.gov.br/pmcg-divulga-lista-de-convocados-para-o-aluizio-campos-com-prazo-final-para-se-apresentar-a-secretaria-de-planejamento/).

Com mais esse provável novo adiamento na data da entrega, a promessa de que os contemplados receberiam suas casas na aniversário da cidade ficará para outro dia, veja mais:  http://blogs.jornaldaparaiba.com.br/plenopoder/2019/10/23/prefeitura-de-campina-grande-adia-pela-segunda-vez-a-entrega-do-aluizio-campos/

Operação Famintos – Um dos motivos já alegados por um dos aliados do prefeito Romero pela não vinda do presidente Jair Bolsonaro a Campina Grande, o deputado federal Julian Lemos (PSL) é a repercussão negativa da ‘Operação Famintos’. Deflagrada em sua primeira fase no último dia 24 de julho, com a segunda fase tendo ocorrido no dia 22 de agosto, a Operação Famintos iniciou-se no âmbito do Ministério Público Federal a partir da Notícia de Fato 1.24.001.000119/2018-12 e prosseguiu por meio do Inquérito Policial 119/2018.

De acordo com o que foi apurado até aqui pelo MPF, Polícia Federal, Controladoria-Geral da União (CGU) e Escritório de Pesquisa e Investigação da 4ª Região Fiscal (Espei) da Receita Federal, pelo menos desde 2013 a organização criminosa criou uma rede de pessoas jurídicas de fachada para participar de procedimentos licitatórios em vários municípios do estado, principalmente em Campina Grande, sobretudo para a compra de merenda escolar com recursos provenientes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Processo nº 0802629-06.2019.4.05.8201

Íntegra da denúncia

http://www.mpf.mp.br/pb/sala-de-imprensa/docs/denuncia-operacao-famintos/view

Redação