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Filme: Veredas d’Um Sertanejo

É um projeto independente de realização de um filme de longa-metragem a ser filmado no município de Monteiro-PB, no período de 15 a 30 de julho de 2020.

O filme conta a história de Zé, um sertanejo de vida sofrida e acompanha sua trajetória desde a infância até a velhice.  Mesmo na realidade dura e sofrida de levar uma vida muito humilde em meio ao sol castigante e trabalho árduo na roça, Zé encontra seus momentos de felicidade e conhece o amor. Dentre as tristezas e felicidades, o filme percorre a trajetória de vida de Zé que ainda é um retrato da realidade de muitas das famílias brasileiras.

O roteiro é do ator global Márcio Tadeu em parceria com Vaniele Oliveira.

Nascido em João Pessoa -PB, Márcio Tadeu tem 28 anos de carreira dedicado ao teatro, televisão, cinema e humor. Márcio participou de várias novelas e minissérie na REDE GLOBO , sendo elas, MORDE E ASSOPRA, AVENIDA BRASIL, ÊTA MUNDO BOM, A PEDRA DO REINO, VERÃO 90 e agora está gravando O ANJO DE HAMBURGO. Participou também do ZORRA TOTAL e na RECORD, SHOW DO TOM. No teatro, têm mais de 20 espetáculos encenados e 10 dirigidos. No cinema, atuações em: O Sonho de Inacim, A Pedra do Reino, A visita do Imperador, Ilha de santa fé , Plano Nacional e entre outros.

A direção fica a cargo do Campinense Silvio Toledo ( www.stairsfilms.com ) que já produziu e dirigiu 6 longa-metragens  independentes na Paraíba, além de vários curtas.

O Resgate do Pavão Misterioso ( Romance/Aventura 2014 )

Roni Estone o Detetive do Agreste ( Comédia 2017 )

Sob o Olhar das Estrelas ( Documentário 2018 )

Heróis do Lápis ( Documentário 2019 )

A Princesa de Elymia ( animação 2019 )

Incursão ( drama/mistério 2019 )

A direção de produção está por conta da atriz Raquel Rolim.
Raquel Rolim é Paraibana, nascida em Cajazeiras, atriz de teatro, TV e cinema, produtora, repórter,  jornalista , apresentadora de TV, idealizadora do primeiro festival de cinema em Cajazeiras em 2015 e  professora de teatro.

A direção de fotografia ficará a cargo do fotógrafo local Asley Ravel, conhecido por retratar bem a paleta de cores do sertão. Já a direção de arte, Magna Fontes, premiada no último festival Comunicurtas UEPB pelo trabalho de arte em INCURSÃO.

O apoio da jovem prefeita Anna Lorena foi decisivo na escolha de Monteiro como lugar de realização do projeto.

O elenco principal está formado, mas haverá teste de elenco em Monteiro PB.

Contato: Raquel Rolim / WhatsApp: (83) 9192-0717

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Filme VEREDAS D’UM SERTANEJO será gravado na cidade de Monteiro/PB e conta com a participação especial de Amazan e Eduarda Brasil

A atriz cajazeirense Raquel Rolim juntamente com o ator Márcio Tadeu e o diretor Silvio Toledo, estão em mais um grande projeto para produzir um longa-metragem, que será rodado neste ano de 2020 na cidade de Monteiro/PB. De acordo com a produção do projeto e por questões técnicas não será viável a gravação em Jardim do Seridó/RN – como estava anteriormente acordada.

Com roteiro de Márcio Tadeu e Vaniele Oliveira, o filme VEREDAS D’UM SERTANEJO conta a história de um Zé qualquer do interior do Brasil, que nasceu em meio a seca, mas que nunca deixou de sonhar em ser alguém como todo bom e persistente nordestino, que aprendeu a driblar as dificuldades e as mazelas da vida.

O filme conta com um grande elenco:  Renato Rabelo, Claudia Lira, Sôia Lira, Zezita Matos, Raquel Rolim, Fernando Teixeira, Fábio Campos, Gabriel Rolim, Daniel Toledo, Magna Fontes e dentre outros.

O projeto traz a participação especial de dois grandes nomes da música brasileira; Eduarda Brasil e o forrozeiro Amazan.

A direção de produção é de Raquel Rolim, direção de arte de Magna Fontes e direção geral de Silvio Toledo. Assistentes de direção: Márcio Tadeu e Raquel Rolim.

O diretor Silvio Toledo, a prefeita de Monteiro – Anna Lorena, a Secretária de Cultura e Turismo – Christianne Leal e a atriz cajazeirense Raquel Rolim.

Em reunião realizada nesta quinta-feira (09), com a prefeita de Monteiro – Anna Lorena, com a Secretária de Cultura e Turismo – Christianne Leal e o diretor Silvio Toledo, a direção do filme fechou os últimos detalhes das gravações – (atualizada).

Assessoria

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Kabuuum: Atriz cajazeirense atua em mais um curta-metragem paraibano

A atriz cajazeirense Raquel Rolim, que faz a personagem “Esclerosilda” participa de mais um trabalho cinematográfico e desta vez, a comédia Kabuuum. Um curta-metragem para todos os públicos.

O filme tem classificação livre e narra a história de dois vigaristas atrapalhados, que tentando fugir da polícia, a Cabo Esclerosilda, seguindo o roteiro, vai em busca de todos – que acabam chegando a uma vila surreal e cheia de vampiros.

O filma Kabuuum é dirigido pelo competente Silvio Toledo, cineasta campinense, conhecido por trabalhos, como: Incursão e, A princesa Emylia.

O elenco conta com grandes nomes do cinema nordestino: Fábio Campos, Raquel Rolim, Magna Fontes e outros. O filme foi rodado em Campina Grande, no último final de semana – na Vila Sítio São João, com previsão de estreia para o primeiro semestre do 2020.

 

Redação

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Incursão: filme paraibano é classificado para o 14º Festival de Audiovisual Comunicurtas da UEPB de Campina Grande

Mais um trabalho glorioso na carreira da cajazeirense Raquel Rolim, que atuou como atriz coadjuvante no filme  “Incursão”

Agora é o 14° Festival Audiovisual Comunicurtas da UEPB, tradicional festival realizado em Campina Grande-PB.

A exibição ocorrerá no dia 29 de novembro, uma sexta-feira à tarde, no charmoso Cine Teatro São José com entrada franca.

Esta exibição será considerado como o lançamento do filme na cidade da Stairs Filmes, uma das coprodutoras do longa-metragem. O filme conta com um grande elenco paraibano. A cajazeirense Raquel Rolim que foi uma das atrizes coadjuvantes, a atriz Claudia Lira, Mariana Abreu, Arly Arnaud, o ator Beto Quirino, Sebastião Formiga, Ruy Marques, Fernando Teixeira, Fábio Campos que protagoniza essa história que vai te prender do início ao fim e Dadá Venceslau.

A direção é de Eduardo Moreira e Sílvio Toledo.

 

Assessoria de Imprensa

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Redação do Enem sobre acesso ao cinema foi inesperado, mas positivo, diz diretor de Bacurau

O tema da Redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 surpreendeu cineastas ouvidos pelo Estado. Este ano, o Ministério da Educação (MEC) sugeriu que os candidatos escrevessem uma dissertação sobre a democratização do acesso ao cinema no Brasil. A prova foi aplicada na tarde deste domingo, 3, assim como 90 questões de Linguagens e Ciências Humanas.

O cineasta Kleber Mendonça Filho, diretor de filmes como BacurauAquarius e O Som ao Redor,  afirma que o tema foi “inesperado” devido ao atual cenário de “incerteza” vivido por quem trabalha com audiovisual no Brasil.

“Há uma movimentação que parece sugerir o desmonte do audiovisual. É muito curioso que a redação seja sobre esse tema, mas eu acho que foi um dia muito positivo para o cinema brasileiro”, disse o diretor.

Responsável por levar seu último filme, Bacurau, para várias cidades do Brasil, o cineasta fala que é importante que estudantes discutam o acesso ao cinema no País.

“O que aconteceu com Bacurau foi realmente interessante. A gente fez parte do mercado mas tentou realmente exibir o filme onde outros lugares de grande exibição não chegam. Então, houve maior acesso. A gente consome muita coisa estrangeira e os jovens podem refletir sobre o que estão vendo”, declara.

A  cineasta Anna Muylaert, diretora de filmes como Que Horas Ela Volta e Mãe Há Só Uma, disse que também ficou surpresa com o tema da redação. A roteirista ainda avaliou o assunto como “complexo”.

“Primeiro lugar, eu achei surpreendente a partir do presidente eleito. Acho que o tema valoriza o cinema e instiga o aluno a pensar, especialmente porque questiona a democratização. Por outro lado, eu acho que o tema não é fácil, porque o aluno dessa faixa etária, de uma maneira global, ainda não tem uma direção para pensar sobre isso”, diz a diretora.

Como Anna Muylaert, Felipe Barbosa, cineasta e diretor do filme Casa Grande, disse que a redação teve um tema complexo. Para ele, o assunto escolhido pelo MEC foi positivo porque  foi possível falar de diferentes áreas.

“É difícil para um adolescente de 17 anos falar sobre o assunto, mas achei o tema maravilhoso. Dá para falar sobre educação e gerar interesse do aluno em cinema”, afirma.

O cineasta Daniel Ribeiro, diretor do filme Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, explica que um dos assuntos que poderiam ser explorados na dissertação é a questão da quantidade de salas de cinema que o Brasil tem. De acordo com o roteirista, há poucos espaços e, segundo ele, esses lugares são monopolizados pelo cinema americano.

Outra questão que, conforme Ribeiro, também poderia ser usada na redação é o próprio acesso ao cinema. “Quem não tem acesso ao cinema certamente já pensou sobre essa questão, então, já tem a noção que o cinema é muito concentrado e elitista. Seria interessante que o estudante dissertasse sobre isso”, sugere.

Por Estadão/Educação