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Deputado paraibano chama filho de Bolsonaro de “Carluxa”

O deputado federal Julian Lemos (PSL-PB)discutiu nas redes sociais neste domingo (29) com o segundo filho do presidente Jair Bolsonaro, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ).

“Você pode bancar o fodão para muita gente, pra mim não, esse ano o lugar do debate vai ser no microfone da Câmara dos Deputados, o remédio de um doido é outro na porta. Esse aí é o grande influenciador do líder do nosso país, apenas um desequilibrado, Carluxa…Tu é um merda!”, escreveu o deputado em mensagem no Twitter.

O congressista foi o principal articulador de Bolsonaro no Nordeste durante as eleições de 2018. No entanto, ele se distanciou do círculo próximo do mandatário e ficou do lado do presidente do PSL, Luciano Bivar (PE), após o racha na sigla que resultou na saída do próprio presidente da República do partido.

A declaração de Julian foi uma resposta a um vídeo  publicado por Carlos mais cedo neste domingo. No conteúdo divulgado pelo vereador há um áudio atribuído ao deputado da Paraíba no qual ele critica de forma genérica os filhos de Jair Bolsonaro.

Embora não cite nomes, há menções às investigações de acúmulo de salário de assessores envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ).

Veja o vídeo:

Julian Lemos: Seria um deputado da Paraíba atacando seu povo, acusando e ameaçando quem o elegeu?

Ao responder Carlos Bolsonaro por meio do Twitter, Julian Lemos não negou nem confirmou que o áudio é verdadeiro.

Leia a seguir a transcrição do que é dito no fala atribuída ao deputado:

“Eu tenho percebido que existe uma idolatria agora pelos príncipes, como coisa que esse Brasil tivesse marchado pelos filhos… Lutamos essa guerra maldita da esquerda do país, a favor do Brasil e pelo presidente. Fica um monte imbecil, quase que fazendo uma gulosa nesses caras,  que ficam aí surfando, eles que surfam, mas não é dentro do Congresso, não, fazendo muita gente de otário. Deputado como eu, meu irmão, é que vai para o front, não fica de conversinha, nem viadagem em Twitter, minha paciência esgotou, sou deputado federal igual a ele, o voto dele e o meu valem um, entendeu? Só que sou Paraíba, não pedi favor a ninguém, nem fiquei bajulando ninguém, fui convocado. Fiz um trabalho da porra que toda Paraíba sabe e o Nordeste.

Não vou lamber bota de ninguém, não fiz isso com meu pai,  vou fazer com filho de ninguém. A Paraíba tem orgulho de um cabra macho e é o que vou fazer, entendesse? Eu quero que o cabra aponte para o meu mandato e diga: ‘está fazendo coisa  errada’. Não tem, não faço rachadinha, não pego auxílio moradia para botar no bolso, comprar imóvel, entendeu, meu irmão? Não faço rachid, não escondo criminoso, está entendo? Não faço imbróglio para Justiça, não coloco o presidente em constrangimento, para nego tirar onda comigo, tenho medo de filho de ninguém, só tenho medo de Deus, Deus, entendesse? Que até o dia de chegar a hora da minha morte vou encarar ele e vou embora.

Fica um monte de babão venerando homens nessa terra. Quem venerar senador, deputado ou presidente vai se decepcionar. A força está no povo, na consciência política do povo, essa mediocridade da nossa gente é que faz esse estado ser pobre. Isso que aborrece, essa subserviência, essa babada imunda  e sebosa de gente que na realidade não tem argumento contra mim. Agora ano que vem, passou-se um ano, ano que vem não tem problema. Sabe qual é a função de um deputado federal que muita gente não sabe? Fiscalizar o Executivo e propor leis”.

Leia a série de mensagens que o congressista compartilhou para responder ao vídeo divulgado:

Com informações de Congresso em Foco

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Mãe mata filho enforcado porque ele não quis limpar a casa de madrugada, em Santa Helena/GO

O delegado Dannilo Proto contou que a mulher acordou o filho por volta das 4h30

Uma mulher foi presa suspeita de matar o próprio filho de 6 anos enforcado em Santa Helena de Goiás (GO). De acordo com informações da polícia, a mulher teria acordado o menino de madrugada para limpar a casa, mas ele não quis.

O delegado Dannilo Proto contou que a mulher acordou o filho por volta das 4h30, que se recusou a limpar a casa. “Ela então deu duas cintadas nele, que correu para o quintal. Em seguida, ela o executou”, completou.

A suspeita foi presa na última quinta-feira (14/11/2019) e contou à polícia que agiu em um “estado de fúria”. Segundo o delegado, ela confessou o crime sem demonstrar arrependimento. “Ela confessou a execução do próprio filho durante a madrugada e na parte da manhã ligou para nós avisando”.

A polícia informou ainda que a mulher está envolvida na morte de outro filho. Na ocasião, ela alegou que dormiu em cima da criança.

Metrópoles 

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Juiz libera viagem de Ricardo Coutinho com filho para à Espanha

O ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), poderá levar o filho, Henri Lorenzo, com ele na viagem que fará à Espanha no dia 22 de outubro. A decisão foi tomada no último sábado (19),  depois que o juiz da 1ª Vara da Infância e Juventude de João Pessoa, Adhailton Lacet Porto, ouviu Ricardo e também a mãe do garoto, Pâmela Bório, que havia acionado a Justiça para impedir a viagem de Henri com o pai alegando que havia risco do menino não retornar à Paraíba. Ela e Ricardo chegaram a um acordo na presença do juiz e, ao retornar da viagem, o menino ficará mais tempo com a mãe do que o que seria estipulado pela guarda compartilhada. O retorno de Ricardo e Henri está previsto para o dia 4 de novembro.

O ex-governador participará na Espanha de um evento no qual representará a Fundação João Mangabeira, do PSB, presidida por ele.

Na viagem à Espanha está prevista uma participação do ex-governador em “Conferência sobre o Brasil e o Papel da Nossa Fundação nas universidades espanholas das cidades de Salamanca, na UNED na cidade de Zamora e reuniões para futuro intercâmbio em Madrid com a Fundación Sistema”.

ParlamentoPB

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Mulher que enganou o marido sobre a paternidade do filho tem o casamento anulado em Pombal

Um casamento foi anulado pela Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba por motivo de a esposa ter enganado o marido sobre a verdadeira paternidade do filho. O processo é oriundo do Juízo da 3ª Vara da Comarca de Pombal e teve a relatoria da desembargadora Fátima Bezerra Cavalcanti (Apelação Cível nº 0000092-42.2009.815.0301).

No 1º Grau, o Juízo julgou parcialmente procedente o pedido para declarar que o apelante não era o pai biológico da criança, determinando a exclusão de seu nome da certidão de nascimento. No entanto, julgou improcedente o pedido de anulação do casamento por erro essencial. “Não é possível que em pleno século XXI alguém afirme que foi obrigado a casar porque sua namorada estava grávida, e isso não significa que ela fosse uma desonrada”, destaca um trecho da decisão.

Ao requerer a reforma da sentença, o apelante alegou que, somente após algumas discussões ocorridas depois da concretização do matrimônio, ficou sabendo que não era o pai da criança, embora o tenha reconhecido como filho e o registrado. Tal comprovação veio a ser ratificada com o resultado do exame de DNA. Disse, ainda, que a apelada afirmou que, durante o período do namoro, não lhe foi fiel. Relatou, também, que, ao casar, não tinha conhecimento da infidelidade e que não era o possível pai criança. Afirmou que o casamento somente se realizou por conta do estado de gravidez. Aduziu que houve, portanto, erro essencial quanto à boa honra e à boa fama, dada a falsa percepção que tinha da esposa.

No julgamento, a desembargadora Fátima Bezerra observou que a anulação do casamento, sob a alegação de erro essencial, tem previsão no artigo 1.556 do Código Civil. De acordo com o dispositivo, considera-se erro essencial sobre a pessoa do outro cônjuge o que diz respeito a sua identidade, sua honra e boa fama, sendo esse erro tal que o seu conhecimento ulterior torne insuportável a vida em comum ao cônjuge enganado.

“No caso em análise, alega o apelante que houve erro quanto à pessoa da apelada no que diz respeito a sua identidade, sua honra e boa fama, erro este que tornou insuportável a vida em comum ao cônjuge enganado, ora recorrente”, ressaltou a relatora, acrescentando que, por erro essencial, se compreende aquele que influenciou diretamente um dos cônjuges na sua manifestação de vontade.

“Como se infere dos autos, tal erro essencial diz respeito ao fato de o recorrente ter contraído núpcias, voluntariamente, ao compreender que seria o pai da criança, pois, ao seu entender, teria vivenciado um relacionamento com fidelidade, sem jamais desconfiar de relacionamentos paralelos da mulher”, afirmou a desembargadora.

Ela acrescentou que a mulher, no seu depoimento, afirmou que, ao casar, o apelante não sabia das traições, muito menos de que não seria o pai da criança. “Pelos depoimentos, bem se percebe que o erro essencial se mostra evidente, vez que as dúvidas quanto à boa fama e a boa honra da recorrida se revelaram após a realização do casamento”, arrematou.

Assessoria de Imprensa/TJPB