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Lúcio Vilar: quando a paixão pelo cinema se transforma no principal festival do gênero no estado

Fest Aruanda surgiu de um desejo e hoje se consagra entre os principais festivais de cinema do Nordeste

Professor universitário, cineasta, jornalista e produtor-executivo de um festival de cinema. A paixão pelo audiovisual está em todas as atividades a que se dedica Lúcio Vilar, doutor em Meios e Processos Audiovisuais pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) e professor do Departamento de Mídias Digitais da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), onde leciona desde 2002. Foi no ambiente universitário que ele começou a dar cara ao que hoje conhecemos como Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, que teve a sua 14ª edição entre os dias 28 de novembro e 4 deste mês.

Para ele, o cinema nacional precisa ser visto e valorizado – principalmente, o cinema com sotaque paraibano. “Vivemos um momento muito frutífero nessa área, tanto pela quantidade quanto pela qualidade dos filmes produzidos”, diz ele, ao lembrar que, entre os muitos prêmios que a produção paraibana recebeu no último Fest Aruanda, dois foram nas principais categorias: melhor longa-metragem para “Desvio”, de Arthur Lins, e melhor curta para “Quitéria”, de Tiago Neves. “Os festivais são janelas alternativas para que as pessoas conheçam a cinematografia brasileira, tenham encontros e façam intercâmbios de ideias”, acrescenta.

Segundo ele, o Fest Aruanda brotou de uma queixa contumaz do cineasta Vladimir Carvalho, a quem Lúcio já havia entrevistado várias vezes. “Ele não se conformava com o fato de a Paraíba não ter um festival de cinema”, conta. Não tinha, até aquele momento. Em 2005, eles realizaram o primeiro festival, em uma sala pequena, para apenas 70 pessoas. Em 2009, o evento passou a acontecer fora dos limites da universidade, chamando a atenção de um número crescente de participantes e de público, a cada edição. Hoje, dez anos depois, o festival celebrou o centenário do cinema paraibano – cujo marco inicial foram as primeiras atividades cinematográficas realizadas na Paraíba, em 1919, pelo cineasta Walfredo Rodriguez – com exibições e lançamentos de publicações no Cinépolis Manaíra Shopping, além de debates e painéis no Hotel Aram e na Energisa Cultural.

Confira na íntegra:

Que balanço você faz desta edição do Fest Aruanda?

Diretor de festival é sempre suspeito pra falar, mas, a partir do que tenho lido e ouvido – especialmente de jornalistas do Sudeste que estiveram, este ano, em número maior –, posso afirmar duas coisas: 1) realizamos uma edição que fez jus à celebração do centenário do cinema paraibano; e 2) tivemos um festival com seleção primorosa de curtas e longas, tanto locais quanto nacionais. Além disso, a primavera do cinema paraibano, tão festejada ano passado, mostrou que continua viva, com a premiação do longa “Desvio”, de Arthur Lins, triunfando pelas mãos do Júri Oficial.

A crítica à atual política cultural (ou à destruição dela) foi algo muito presente no evento. Nesse sentido, foi articulada alguma ação de enfrentamento por parte do festival?

Foram manifestações espontâneas de produtores e realizadores diante das incertezas e ameaças ao segmento audiovisual. São questões pertinentes e urgentes, e o festival abre espaço para canalizar tais inquietações, que são de todos, hoje, no Brasil. Justas e relevantes, que precisam de visibilidade, sim – e o festival cumpre o seu papel como espaço de reflexão, ao abrigar tais manifestações.

Os filmes vistos no festival – principalmente, os vitoriosos – serão exibidos em alguma sala de cinema?

Nas mostras competitivas, só exibimos filmes que ainda não foram lançados no circuito exibidor nacional. Todos os filmes deverão ser lançados em 2020, mas cada produção é um caso, nunca sabemos quando exatamente isso acontecerá.

Na sua opinião, que medidas seriam necessárias para fazer com que essa produção não se limitasse a festivais e chegasse a mais pessoas?

Baratear o custo dos ingressos, que são muito altos no Brasil, seria uma primeira medida. Mas isso envolve outras questões, mais complexas.

Quais são as perspectivas em relação ao próximo Fest Aruanda?

Celebraremos os 15 anos do Fest Aruanda, em 2020, e já temos a data, que foi anunciada na solenidade de encerramento: será de 3 a 9 de dezembro, na rede Cinépolis e com a parceria do Grupo Energisa (Fundação Ormeo Junqueira), Armazém Paraíba e a Cagepa – que entrou este ano, pela primeira vez. Entre os homenageados, e aqui vai um furo, a jornalista (e crítica de cinema) Maria do Rosário Caetano estará no seleto grupo de “aruandeiros” a receberem essa nossa comenda especial nos 15 anos. Ela está conosco desde o primeiro Fest Aruanda, é a “madrinha” do festival, daí todo o nosso carinho e reconhecimento.

Assessoria

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Jeová Campos fala da experiência de ter participado do Fest Aruanda e elogia iniciativa de reconhecer talentos paraibanos

 O deputado estadual Jeová Campos elogiou a realização da 14ª edição do Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro. O evento que, nesta edição, faz uma celebração especial ao centenário do cinema paraibano, prestando homenagens a alguns dos pioneiros da área no estado, acontece até essa quinta-feira (05). “O apoio a nossa produção cinematográfica precisa ser exaltado com a realização do Aruanda. E é preciso ressaltar a importância desta iniciativa que enaltece a sétima arte e, sobretudo, valoriza a produção cinematográfica paraibana que tem muita qualidade e talento”, disse o parlamentar, lamentando o fato do Festival ter notoriedade nacional, mas, não receber o devido reconhecimento local.

Em nome do coordenador e diretor executivo do Fest Aruanda, o professor Lúcio Vilar, Jeová parabenizou todos os profissionais envolvidos na realização do festival e disse ter ficado encantado com tudo o que viu na noite desta terça-feira. “Eu fiquei encantado com a experiência que vivi ontem à noite, ao ver o filme ‘A costureira’ que é muito bonito e conta a história de Giocondo Dias, um histórico militante dos direitos humanos e vítima da ditadura. Esse é um filme que dará bilheteria e que cabe muito bem na atual conjuntura nacional, onde mata-se muita gente nas periferias das cidades”, disse Jeová, lembrando que as produções cinematográficas da Paraíba estão de parabéns pela qualidade e conteúdo e que o Fest Aruanda ajuda a divulgar esses talentos.

Assessoria de Imprensa 

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Governo patrocina o 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro

O Governo do Estado, por meio da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), patrocina o 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, festival consolidado como um dos principais do gênero no Nordeste e que será aberto nesta quinta-feira (28), a partir das 18h, no Cinépolis Manaíra Shopping, em João Pessoa. Por intermédio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, antiga Lei Rouanet (8.313/91), a Cagepa investe no evento que, este ano, celebra os 100 anos do cinema paraibano.

“Há três anos consecutivos registrando superávit na receita, a Cagepa hoje, por ter alcançado equilíbrio financeiro, consegue pela primeira vez fomentar a cultura regional. Isso é um marco muito positivo para nós”, disse o presidente da companhia, Marcus Vinícius Fernandes Neves.

Ainda segundo o presidente, é uma grande realização poder estimular a interação das pessoas com o cinema por meio desse projeto. “Em um período em que o audiovisual regional vem sendo reconhecido e premiado em todo o mundo, penso que é dever do poder público impulsionar de forma prática esse segmento. A cultura é uma força transformadora e impulsionadora do desenvolvimento e, portanto, deve ser prioritária para a sociedade”, pontuou.

Marcus Vinícius lembrou que o Governo do Estado promoveu ao longo deste ano, por meio da Secretaria da Cultura, diversas ações voltadas para a difusão das artes e movimentação da sociedade através da criatividade e da inspiração, como por exemplo: o Circuito Som nas Pedras; o II Festival de Música da Paraíba; o Festival de Cultura Quilombola; a criação do Centro de Cordel e de Culturas Populares; além de várias ações alusivas ao Centenário de Jackson do Pandeiro.

A programação do evento, que se encerra no dia 4 de dezembro, será compartilhada entre o Cinépolis Manaíra Shopping e o Hotel Aram Beach & Convention, com mostras competitivas de curtas e longas-metragens, sessões especiais, debates, oficinas e painéis em torno do fazer cinematográfico.

O governador João Azevêdo e o presidente da Cagepa, Marcus Vinícius Fernandes Neves, estarão presentes na solenidade de abertura do Fest Aruanda. O festival começa com o lançamento do livro “Mr. Babenco: solilóquio a dois sem um”, de Bárbara Paz, e do Correio das Artes, suplemento do jornal A União sobre o festival. Às 19h30, haverá a Sessão Cine Memória Walfredo Rodriguez, o Primeiro Cineasta Paraibano, com exibição de “Carnaval PB e PE (1923), “Sob o Céu Nordestino” (1929) e “Jogando no Palestra Itália” (1929) – um compacto editado por José Maria Pereira Lopes (TV Cultura/SP). Logo depois, haverá um concerto de homenagem ao cinema paraibano e ao maestro Pedro Santos, com o Sexteto Brassil (Departamento de Música da UFPB), que tocará trilhas sonoras de alguns filmes brasileiros.

Após a saudação da reitora da UFPB, Margareth Diniz, o evento terá uma solenidade de homenagens a José Bezerra Filho (escritor e produtor), Marcus Vilar (cineasta) e Ingrid Trigueiro (atriz). Às 20h15, serão exibidos os filmes de abertura: “A volta para casa”, curta-metragem de Diego Freitas, e “Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou”, de Bárbara Paz – ao final da sessão, haverá um bate-papo com a diretora.

A partir da sexta-feira (29), começam os debates e painéis, sempre a partir das 9h, no Hotel Aram e na Sala Vladimir Carvalho (Usina Cultural). Participam desses encontros nomes como Luiz Carlos Barreto (Barretão), Vladimir Carvalho, Fernando Morais, Emília Silveira, Cesar Piva, Fernando Trevas, Maria do Rosário Caetano, Flávio Bauraqui, Luísa Lusvarghi, Ana Bárbara, Patrícia de Aquino, Vânia Perazzo, Ana Isaura, Cristiane Fragoso, Virgínia de Oliveira Silva, Glorinha Gadelha, Thiago Mattar, Jotabê Medeiros e Silvio Osias, entre outros.

Cem Anos – Na sua décima quarta edição, o Fest Aruanda festeja o centenário do cinema paraibano, cujo marco são as primeiras atividades cinematográficas realizadas na Paraíba, em 1919, pelo cineasta Walfredo Rodriguez. Para celebrar o pioneirismo desse documentarista, o festival instituiu o Troféu Walfredo Rodriguez, para personalidades que contribuíram para a história do cinema paraibano. Dois homenageados do evento receberão esse troféu: o escritor e produtor José Bezerra Filho e o ator, cordelista e artista plástico W. J. Solha, pela produção do filme “O salário da morte” (1972), primeiro longa-metragem de ficção rodado em 35 milímetros na Paraíba.

Outras personalidades que serão homenageadas pelo Fest Aruanda, além das já citadas, são: a idealizadora e diretora-geral do Cineport, Mônica Botelho; João Batista de Andrade, cineasta, diretor e produtor de cinema e televisão; Luiz Carlos Barreto (Barretão), fotógrafo e diretor de cinema; Sivuca, cantor, multi-instrumentista, maestro, arranjador, compositor e orquestrador, autor de várias trilhas sonoras para o cinema (in memorian); Lucy Barreto, produtora de cinema; Flávio Bauraqui, cantor e ator; e Fábio Barreto, cineasta, ator, produtor e roteirista (in memorian).

Mostras – As entradas para as mostras e sessões especiais do 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro são gratuitas, e devem ser retiradas com a organização do festival uma hora antes das exibições, no hall do Cinépolis Manaíra Shopping.

Mostra Competitiva Nacional de Longas-Metragens

  • “Indianara”, de Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa (documentário, Rio de Janeiro)
  • “Barretão”, de Marcelo Santiago (documentário, Rio de Janeiro)
  • “Desvio”, de Arthur Lins (ficção, Paraíba)
  • “Partida”, de Caco Ciocler (documentário, São Paulo)
  • “Pacificado”, de Paxton Winters (ficção, Brasil-EUA)

Mostra Competitiva Nacional de Curtas-Metragens

  • “Nadir”, de Fábio Rogério (documentário, SE)
  • “Um”, de Daniel Kfouri e João Castellano (documentário, SP)
  • “Apenas o que você precisa saber sobre mim”, de Maria Augusta V. Nunes (ficção, SC)
  • “Travelling adiante”, de Lucio Branco (documentário, RJ)
  • “No oco do tempo”, de Antonio Fargoni (ficção, PB)
  • “Nervo”, de Pedro Jorge e Sabrina Maróstica (ficção, SP)
  • “Nuvem negra”, de Flávio Andrade (ficção, PE)
  • “Quitéria”, de Tiago A. Neves (ficção, PB)
  • “Balão azul”, de Alice Gomes (ficção, RJ)
  • “De longe, ninguém vê o presidente”, de Rená Tardin (documentário, RJ)
  • “Um café e quatro segundos”, de Cristiano Requião (ficção, SP)
  • “Brasil, Cuba”, de Bertrand Lira e Arturo De la Garza (documentárioi, PB)
  • “Gravidade”, de Amir Admoni (animação, SP)
  • “O grande amor de um lobo”, de Adrianderson Barbosa e Kennel Rogis (documentário, RN)

Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Paraibanos

  • “Seiva”, de Ramon Batista – Ficção (Nazarezinho)
  • “Bolha”, de Odécio Antônio e Taciano Valério – Ficção (João Pessoa)
  • “Faixa de Gaza”, de Lúcio César Fernandes – Ficção (João Pessoa)
  • “DNA-M Deus não acredita em máquinas”, de Ely Marques – Ficção (João Pessoa)
  • “Fim”, de Anna Diniz – Ficção (João Pessoa)
  • “Costureiras”, de Mailsa Passos, Rita Ribes e Virgínia de O. Silva – Documentário (João Pessoa, Coremas, São João do Cariri e Rio de Janeiro)
  • “Quitéria”, de Tiago A. Neves – Ficção (Campina Grande)
  • “Brasil, Cuba”, de Bertrand Lira e Arturo de la Garza – Documentário (João Pessoa)
  • “No Oco do Tempo”, de Antonio Fargoni – Ficção (Cabeceiras)

Mostra Sob o Céu Nordestino

  • “Currais”, de David Aguiar e Sabina Colares (CE)
  • “Jackson – Na batida do pandeiro”, de Marcus Vilar/Cacá Teixeira (PB)
  • “O que os olhos não veem”, de Vania Perazzo (PB)
  • “Giocondo Dias, Ilustre Clandestino”, de Vladimir Carvalho (DF)
  • “Frei Damião, o santo do Nordeste”, de Debby Brennand (PE)
  • “Soldados da borracha”, de Wolney Oliveira (CE).

Assessoria 

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Fest Aruanda anuncia filmes que participam da Mostra Competitiva de Longas-Metragens 2019

Entre as cinco obras, uma é de um paraibano e outra de um ator global que estreia como diretor

O 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, que acontece entre os dias 28 deste mês e 4 de dezembro, terá cinco longas-metragens concorrendo na mostra nacional competitiva deste ano, sendo dois de ficção e três documentários – entre eles, uma produção paraibana. A abertura oficial do evento será no dia 28, no Cinépolis Manaíra Shopping, a partir das 18h, com lançamento de livro, concerto musical e exibição do filme “Babenco – Alguém tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou”, dirigido por Bárbara Paz, que estará presente no evento. A entrada é franca, em todo o festival.

A Mostra Competitiva de Curtas e Longas-Metragens começa no dia 29, com o documentário “Indianara” (RJ), dos diretores Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa. O filme apresenta a trajetória da ativista transexual Indianara Siqueira, uma das idealizadoras da Casa Nem, abrigo para pessoas LGBTIs em situação de vulnerabilidade, no Rio de Janeiro. Será exibido às 21h, na Sala 2 do Cinépolis Manaíra Shopping – rede de cinemas onde acontecerão todas as exibições de curtas e longas do festival.

O segundo concorrente será “Barretão” (RJ), longa documental de Marcelo Santiago sobre o longo percurso do produtor e diretor de fotografia Luiz Carlos Barreto, feito a partir de conversas com o próprio, sem ouvir dezenas de depoimentos. Com exibição marcada para o dia 30, no mesmo horário e local, o filme será antecedido por uma solenidade de homenagem ao biografado e a sua esposa, Lucy Barreto. No domingo (1º), será exibido “Desvio” (PB), no mesmo horário, mas na Sala 9. O filme paraibano, que marca a estreia do cineasta Arthur Lins em longas-metragens, é uma ficção que acompanha um período de três dias na vida de um detento liberado para uma saída temporária durante o Natal.

No dia 2, também na Sala 9, será a vez de “Partida” (SP), do ator global Caco Ciocler, que estreia na direção. O documentário narra a história de uma atriz que deseja se tornar presidente e visita o ex-presidente uruguaio José Mujica, em busca de inspiração. O último longa da mostra competitiva será “Pacificado” (BR/EUA), dirigido pelo americano Paxton Winters. Vencedor de três prêmios no Festival de San Sebastián – entre eles, a Concha de Ouro de melhor filme –, o longa conta a história de uma garota de 14 anos que tenta manter sua mãe longe do vício e de um ex-traficante que finalmente está livre depois de passar anos na cadeia.

Cidade do cinema – Pelo documentário que apresentará na abertura do Fest Aruanda, Bárbara Paz recebeu o Bisato D’Oro da crítica independente do 76º Festival Internacional de Cinema de Veneza e o prêmio de melhor documentário sobre cinema na mostra Venice Classics. O filme narra os últimos dias de vida do cineasta Hector Babenco, de quem ela ficou viúva em 2016. Além de mostrar esse filme, ela também lançará, na mesma noite, o livro “Mr. Babenco: Solilóquio a Dois sem Um”.

A programação do evento se dividirá entre o Cinépolis Manaíra Shopping (exibição de filmes e lançamento de livros e revistas) e o Hotel Aram Beach & Convention (debates, oficinas, mesas-redondas e painéis). O Fest Aruanda é patrocinado pela Energisa (Usina Cultural), pela Cagepa e pelo Armazém Paraíba, via Lei Federal de Incentivos – Ministério da Cidadania, com chancela da UFPB.

Serviço

14° Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro

Data: 28/11 a 04/12/19

Local: Cinépolis Manaíra Shopping e Hotel Aram Beach & Convention – João Pessoa-PB

Mostra Competitiva de Longas-metragens

Dia 29/11 – Indianara (DOC, 2019, 1h24, RJ) – Dir. Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa.

Dia 30/11 – Barretão (DOC, 2019, 1h25, RJ) – Dir. Marcelo Santiago

Dia 01/12 – Desvio (FIC, 2019, 1h30, PB) – Dir. Arthur Lins.

Dia 02/12 – Partida (DOC, 2019, 1h34, SP) – Dir. Caco Ciocler

Dia 03/12 – Pacificado (FIC, 2019, 1h40, Brasil/EUA) – Dir. Paxton Winters.

 

Assessoria 

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Sessão especial contará com a presença do diretor Rodolpho de Barros no Fest Aruanda

O diretor do filme “A Ética da Hienas”, o paraibano Rodolpho de Barros, estará presente na sessão de cinema do Festival Fest Aruanda em João Pessoa e responderá as perguntas da plateia sobre a produção e a temática do curta metragem.  A película foi uma das premiadas no último festival de cinema de Gramado. A programação é promovida pela Controladoria-Geral da União-CGU, Universidade Federal da Paraíba-UFPB e Fórum Paraibano de Combate à Corrupção – FOCCO e faz parte das comemorações do Dia Internacional de Combate à Corrupção.

Segundo o auditor da CGU, Walber Silva, é um momento de lazer e ao mesmo tempo de participação cidadã: “estamos convidando toda a sociedade para essa sessão de cinema interativa que, além do lazer, é um momento para que as pessoas conheçam formas de como exercer o controle social no acompanhamento da gestão pública”, comentou.

Além da exibição do filme, a programação vai contar ainda com a premiação dos vencedores do Concurso 1 minuto Contra a Corrupção, que está com inscrições abertas até o dia 18 de novembro, pelo site http://www.ufpb.br/contraacorrupcao. O festival acontecerá entre os dias 28 de novembro e 4 de dezembro, no Cinépolis Manaíra Shopping, em João Pessoa, com o patrocínio da Energisa (Usina Cultural) e do Armazém Paraíba (via Lei Federal de Incentivos, do Ministério da Cidadania) e chancela da UFPB.

 

SERVIÇO:

Dia 02 de dezembro de 2019, das 14h às 16h.

Local: Cinépolis, Manaíra Shopping, Sala 06

Entrada Gratuita

 

Assessoria de Imprensa

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Fest Aruanda institui Troféu Walfredo Rodriguez e divulga mostras competitivas

Em entrevista coletiva, equipe do festival conclama empresas e instituições a apoiarem o evento

Pluralidade de gêneros e diversidade temática, estética e geográfica. Esse será o tom do 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro. Em entrevista coletiva realizada na manhã desta quinta-feira (24), no Manaíra Shopping, a coordenação do evento instituiu o Troféu Walfredo Rodriguez, para personalidades que contribuíram para a história do cinema paraibano, e divulgou homenageados e títulos das mostras competitivas. O festival acontece entre os dias 28 de novembro e 4 de dezembro deste ano, no Cinépolis Manaíra Shopping, em João Pessoa, com patrocínio da Energisa (Usina Cultural) e do Armazém Paraíba (via Lei Federal de Incentivos, do Ministério da Cidadania) e chancela da UFPB.

Celebrando o centenário do cinema paraibano, cujo marco são as primeiras atividades cinematográficas realizadas na Paraíba, em 1919, pelo cineasta Walfredo Rodriguez, o Fest Aruanda pretende não apenas cultuar o diretor que iniciou a trajetória da Sétima Arte no estado, mas contribuir para que o seu legado seja cada vez mais reconhecido. “A edição 2019 do festival tem como principal homenageado o próprio cinema paraibano, cuja história está intrinsecamente ligada à de Walfredo Rodriguez, de quem queremos falar muito, a partir de agora”, diz o coordenador e diretor executivo do Fest Aruanda, o professor Lúcio Vilar.

Para ele, é preciso prestigiar o cinema nacional – em especial, o cinema com sotaque paraibano. Mas não somente o público deve se interessar e aprender mais sobre o mundo e a própria aldeia por meio do fazer cinematográfico; empresas e instituições, tanto públicas quanto privadas, também são chamadas para comungar desse mesmo ideal. “Conclamamos todos a apoiarem e fortalecerem esse evento, que é tão importante para o nosso cinema e a nossa cultura, de forma geral”, ressalta.

Os demais homenageados do evento serão o cineasta João Batista de Andrade, o ator e cantor Flávio Bauraqui, a atriz Ingrid Trigueiro, o cineasta Marcus Vilar, o músico e compositor Sivuca, o escritor José Bezerra e o escritor, cordelista, ator e artista plástico W. J. Solha – os dois últimos receberão o Troféu Walfredo Rodriguez de Contribuição Histórica ao Cinema Paraibano, pela produção do filme “O salário da morte” (1972), primeiro longa-metragem de ficção rodado em 35 milímetros na Paraíba. “No encerramento do evento, Sivuca terá uma homenagem póstuma, pelas trilhas sonoras que produziu. Neste dia, contaremos com a presença da sua viúva, a cantora e compositora Glorinha Gadelha”, antecipa Lúcio.

 

Mostra Competitiva de Curtas-metragens Paraibanos

  • “Seiva”, de Ramon Batista – Ficção (Nazarezinho)
  • “Bolha”, de Odécio Antônio e Taciano Valério – Ficção (João Pessoa)
  • “Faixa de Gaza”, de Lúcio César Fernandes – Ficção (João Pessoa)
  • “DNA-M Deus não acredita em máquinas”, de Ely Marques – Ficção (João Pessoa)
  • “Fim”, de Anna Diniz – Ficção (João Pessoa)
  • “Costureiras”, de Mailsa Passos, Rita Ribes e Virgínia de O. Silva – Documentário (João Pessoa, Coremas, São João do Cariri e Rio de Janeiro)
  • “Quitéria”, de Tiago A. Neves – Ficção (Campina Grande)
  • “Brasil, Cuba”, de Bertrand Lira e Arturo de la Garza – Documentário (João Pessoa)
  • “No Oco do Tempo”, de Antonio Fargoni – Ficção (Cabeceiras)

 

Mostra Sob o Céu Nordestino

  • “Currais”, de David Aguiar e Sabina Colares (CE)
  • “Jackson – Na batida do pandeiro”, de Marcus Vilar/Cacá Teixeira (PB)
  • “O que os olhos não veem”, de Vania Perazzo (PB)
  • “Giocondo Dias, Ilustre Clandestino”, de Vladimir Carvalho (DF)
  • “Frei Damião, o santo do Nordeste”, de Debby Brennand (PE)
  • “Soldados da borracha”, de Wolney Oliveira (CE)

Programa de TV (Mostra de TVs Universitárias)

  • “Diálogos na USP” – Thales Figueiredo (TV USP, São Paulo, 2019, 59’)
  • “Desafios” – Luiz Roberto Serrano (TV USP, São Paulo, 2019, 29’)
  • “Mackenzie em Movimento” – Marcelo Dias (TV Mackenzie, São Paulo, 2019, 9’)
  • “TVT Entrevista 2019 – Crime Organizado” – Flávia Martelli (TV Unaerp, Ribeirão Preto-SP, 2019, 16’)
  • “TVT Entrevista 2019 – Estatuto do Desarmamento” – Flávia Martelli (TV Unaerp, Ribeirão Preto-SP, 2019, 18’)

 

Interprograma

  • “Mitos da Universidade Pública”, de Thales Figueiredo (TV USP, São Paulo, 2019, 1’)
  • “Simplifica!”, de Luiza Caires (TV USP, São Paulo, 2019, 5’)
  • “Drops do Conhecimento, de Brigadeiro” – Rafaela Pelozi (TV Mackenzie, São Paulo, 2018, 2’)
  • “Vênus Hip Hop”, de Flávia Martelli (TV Unaerp, Ribeirão Preto-SP, 2019, 4’)
  • “Direitos Humanos”, de Flávia Martelli (TV Unaerp, Ribeirão Preto-SP, 2019, 3’)

 

Reportagem

  • “Bruxas Paulistas no Brasil Colonial”, de Tabita Said (TV USP, São Paulo, 2019, 14’)
  • “Morte de Jovens Negros na Periferia”, de Tabita Said (TV USP, São Paulo, 2019, 11’)
  • “Alfabetização Pescadores”, de Adèle Oliveira (TVU RN, Natal-RN, 2018, 7’)
  • “Violência X Games”, de Laura Quadros (TV Mackenzie, São Paulo, 2018, 7’)
  • “Stalkers”, de Adriana Chiaradia (TV Mackenzie, São Paulo, 2019, 6’)
  • “Abandono Animais”, de Flávia Martelli (TV Unaerp, Ribeirão Preto-SP, 2019, 3’)
  • “Abelhas Agronegócio”, de Flávia Martelli (TV Unaerp, Ribeirão Preto-SP, 2019, 4’)

 

Documentário

  • “Ecos de 1968: 50 anos depois”, de Marcello Rollemberg (TV USP, São Paulo, 2019, 73’)
  • “Executivos negros”, de Thales Figueiredo (TV USP, São Paulo, 2019, 12’)
  • “Sobre Nós”, de Isabella Souza, Marcella Dal Sasso, Jéssica Gonçalves e Lais Joazeiro (TV Unifran, Franca-SP, 2018, 25’)
  • “Estrelas da noite”, de Carine Fiúza (TV UFPB, João Pessoa, 2018, 12’)
  • “A casa de Jajja”, de Adriana Chiaradia (TV Mackenzie, São Paulo, 2019, 6’)
  • “Origem das crises”, de Marcelo Dias (TV Mackenzie, São Paulo, 2019, 9’)
  • “Andrômaca”, de Flávia Martelli (TV Unaerp, Ribeirão Preto-SP, 2019, 12’)
  • “Ossos do Ofício”, de Flávia Martelli (TV Unaerp, Ribeirão Preto-SP, 2019, 11’)

 

Assessoria de Imprensa