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Extorsão: Após publicação de fotos íntimas nas redes sociais do prefeito de Cajazeiras, primeira-dama acusa três mulheres de chantagem

Sem citar nomes, mas declarando ter conhecimento e total discernimento sobre a problemática que envolveu seu esposo, o prefeito de Cajazeiras – José Aldemir Meireles (PP) no tocante à publicação de fotos pessoais, onde o gestor aparecia em momentos íntimos com uma mulher, a deputada estadual e primeira-dama de Cajazeiras, Dra. Paula Francinete revelou que três mulheres estão fazendo chantagem para obter vantagem financeira, utilizando desse expediente.

A deputada não descreveu com todas as letras, os nomes das possíveis mulheres, que estão tentando extorquir o prefeito – porém, tudo leva a crer que uma delas é a ex-amante e as demais, duas ex-servidoras exoneradas recentemente pelo chefe do executivo cajazeirense. Esses são os comentários entre servidores públicos municipais, grupos de WhatsApp e redes sociais no momento. Vale ressaltar que extorsão é crime tipificado no artigo 158 do Código Penal Brasileiro

Abaixo, Dra. Paula diz como está se sentindo e que não vai deixar destruir uma vida política com Zé Aldemir de (trinta e três) anos.

 

Redação

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Extorsão no débito: travestis obrigam clientes a passar cartões

O bando chegou a faturar R$ 12,6 mil ao dopar um servidor público. Ameaçado de morte em um quarto de motel, ele forneceu as senhas

Armada, perigosa e com funções bem definidas, uma quadrilha formada por travestis negocia programas sexuais, rende vítimas e comete roubos e extorsões no Distrito Federal. Os principais alvos são homens que procuram sexo rápido e sigiloso na região conhecida por abrigar pontos de prostituição em Taguatinga Sul, próximo à fábrica da Coca-Cola. O bando chega a faturar entre R$ 10 e R$ 12 mil em cada ação, sempre operando máquinas de crédito e débito. Os equipamentos são usados para passar os cartões das vítimas.

Dezenas de ocorrências registradas na 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Sul) mobilizaram equipes de investigação para identificar e desarticular a associação criminosa, formada por sete travestis, dois homens e uma mulher. Ao todo, 72 vítimas procuraram a unidade policial e narraram ataques. Em um dos casos, um servidor público de 55 anos foi rendido e obrigado a digitar a senha dos seus cartões. Perdeu R$ 12,3 mil na cama de um motel.

As investigações traçaram o modus operandi usado pela quadrilha, o perfil das vítimas, além do dia, hora e local que as acompanhantes mais atacam. Os casos se multiplicaram desde o início deste ano, especificamente nos lugares com maior concentração de pontos de prostituição e casas especializadas em promover encontros sexuais.

Perfil

Conforme análise da PCDF, o grupo escolhe a dedo suas vítimas. Em todos os casos, os alvos são homens — a maioria casado —, com idades entre 40 e 65 anos e que apresentam receio de serem expostos por terem tido contato com travestis. Quase todos os ataques ocorrem nas quadras CSG, entre segunda e quinta-feira. Os horários variam entre 1h e 5h da madrugada.

Ela fez uma proposta aparentemente vantajosa: o homem desembolsaria mais R$ 30 e teria outras duas travestis para uma orgia. Todos seguiram para um motel próximo ao ponto de prostituição. No quarto, uma delas abriu uma lata de cerveja e serviu ao cliente. A bebida havia sido batizada com uma substância calmante, que deixou o funcionário público desorientado.

As agressões e ameaças começaram. As acompanhantes sacaram máquinas de débito guardadas nas bolsas e obrigaram o homem a digitar a senha do cartão. “Só me lembro delas falando que estava demorando para apagar e que me cortariam com facas se eu não digitasse a senha”, disse a vítima em depoimento na delegacia.

Ao todo, elas efetuaram 16 saques com os cartões do servidor, totalizando R$ 12,3 mil. Foram feitas também compras de crédito em uma série de estabelecimentos. Ainda atordoado e sob o efeito da droga, a vítima despertou apenas na manhã do dia seguinte, acordado por uma camareira do motel. O servidor juntou todas as faturas dos cartões usados pelas travestis e entregou aos investigadores, que apuram os roubos cometidos.

Outras vítimas

Além do servidor dopado e roubado, os policiais da 21ª DP investigam uma série de outros casos ligados ao bando. Um deles diz respeito a um idoso de 64 anos rendido no estacionamento de uma faculdade, em Taguatinga. Morador da Asa Norte, ele foi obrigado a debitar valores com seus cartões. Os valores chegaram a R$ 6,8 mil.

Caminhoneiros e motoristas de aplicativo também tornaram-se alvos do bando pela vulnerabilidade de suas funções. Os primeiros costumam estacionar as carretas e caminhões nas regiões próximas à Coca-Cola. Alguns são rendidos enquanto dormem nas boleias e outros são roubados quando negociam programas com as travestis.

Os motoristas de aplicativos são acionados por meio do celular para realizarem corridas e acabam sendo ameaçados com facas e obrigados a digitar as senhas dos cartões nas máquinas. Algumas das travestis foram identificadas e são procuradas pela polícia.

Fonte: Metropoles