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Exposição ‘Bruta Flor’ transforma sofrimento em arte e retrata a beleza de pacientes do Hospital do Bem que ainda estão em tratamento

Ressignificar o sofrimento e angustia de mulheres que fazem tratamento contra o câncer de mama transformando esse processo de cura em arte e mostrar que a beleza existe e resiste mesmo em condições adversas. Essa é a tônica da exposição fotográfica ‘Bruta Flor’ que utilizou como personagens 13 pacientes do Hospital do Bem, de Patos, que fazem tratamento contra câncer de mama na unidade. A mostra, que está na Livraria Nobel, no Guedes Shopping, até o próximo dia 21, na sequência, com data a ser definida, estará exposta no hall de entrada do Hospital do Bem. Depois segue em exposição itinerante. As fotos foram feitas por Thayse Gomes.

A mostra foi uma iniciativa da dermatologista Marcília Lopes, que produziu para sua Clínica, que leva seu nome, em parceria com a ONG ‘Amigas Viva a Vida’, um calendário com as modelos paciente. Como o resultado ficou muito bonito, o projeto inicial foi ampliado para a exposição que deve passar a ser itinerante, tendo como segundo local de apresentação o Hospital do Bem. Os calendários serão vendidos e toda a renda revertida para a ONG.

A diretora geral do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), Liliane Sena, foi quem solicitou que a mostra também fosse exposta na unidade. “O resultado ficou muito lindo. As fotografias ficaram maravilhosas e valorizam de uma forma muito singular a beleza dessas mulheres que ressignificam o sofrimento com o sorriso, passando uma mensagem de otimismo diante do enfrentamento de todos os percalços da doença”, destaca a diretora. O Hospital do Bem integra o Complexo e atende não apenas casos de câncer de mama, como de pele, próstata e útero.

A presidente do grupo ‘Amigas Viva a Vida’, Gerusa Delfino, ficou muito contente com o calendário e com o resultado final da mostra e mais ainda com a mensagem que passa a exposição. “Essas fotos passam esperança e alegria, exaltam a beleza dessas mulheres guerreiras e mostra que é possível sorrir e se achar bonita mesmo passado por um tratamento oncológico. Essa mostra é, na realidade, uma fonte de inspiração para todos nós”, disse Gerusa.

Ficha técnica

A fotografa Thayse Gomes foi quem fez as imagens e toda a produção em estúdio, a maquiagem foi Philip Aires e Chaiane Mendes. A iniciativa contou ainda com o patrocínio de Maciel Martins- Cabelos, da Casa Pronta, Pharmapele, Colégio Geo, Rei dos Salgados, Mithus Jóia, Afetto, Carolina Presentes Rebeca da Maison A, Guedes Shopping e Livraria Nobel.

Assessoria

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‘Armas Brancas do Medo’ expõe objetos domésticos utilizados para agredir mulheres

Exposição segue até esta sexta-feira (29) no Fórum Criminal da Capital

Facas, peixeiras, enxadas, tesouras, espetos – artigos domésticos presentes na maioria das residências brasileiras, e que, ao longo dos tempos, vêm sendo utilizados com uma finalidade mórbida: ameaçar, ferir ou matar mulheres. Itens como estes constam na maioria dos processos que envolvem violência física e doméstica contra a mulher e, por este motivo, foram reunidos na Exposição ‘Armas Brancas do Medo – Desnaturalizar é preciso’, aberta na tarde desta segunda-feira (25), no Fórum Criminal da Capital, por ocasião da XV Semana Justiça pela Paz em Casa.

Na ocasião, a servidora da Vara da Violência Doméstica contra a Mulher da Capital, Thayse Vilar, prestou informações sobre os utensílios expostos e explicou que a ideia da exposição surgiu após o conhecimento de uma pesquisa que avaliou mortes violentas de mulheres no Mundo, em que se concluiu que o local mais perigoso para elas era a própria casa.

Entre as armas expostas, constam, ainda, palmatória, cassetete, paus, pedras, machado, marreta, picareta, foice, corrente, algema, canivete, e outras. Os transeuntes têm a oportunidade de ouvir histórias sobre os casos e tocar nas peças, sentir o peso, a textura dos objetos e tirar suas conclusões. Também têm acesso a depoimentos de vítimas, expostos em um painel, com conteúdo de violência sexual, psicológica, física e patrimonial.

“São objetos que parecem simples. Choca a ideia de serem coisas de uso diário, que todo mundo tem em casa: a corrente da rede, a mangueira do bujão com o registro, as faquinhas de serra de mesa, a faca peixeira. Todo mundo tem estranhado, as pessoas se arrepiam. Elas sabem que existe esta violência, mas ver os objetos em conjunto, como armas de crimes, têm causado impacto”, avaliou Thayse.

A servidora disse, ainda, que as armas brancas não são menos graves que as armas de fogo. “Elas passam mais despercebidas e, portanto, podem gerar uma ameça mais contínua”, analisou, exemplificando com um dos casos em que o cassetete ficava pendurado na parede da sala, numa constante e silenciosa ameaça.

A coordenadora da Mulher em Situação de Violência do Tribunal de Justiça da Paraíba, juíza Graziela Queiroga Gadelha, informou que a exposição ficará no Fórum Criminal durante toda a semana e que a ideia é torná-la itinerante, para que chegue a outras comarcas e até as escolas e às universidades.

“Temos o objetivo de promover esta desnaturalização sugerida pelo título, porque, de fato, olhando esses instrumentos utilizados para ameaçar e agredir mulheres, a gente consegue dimensionar e tornar mais profunda a reflexão sobre o que vem a ser esta chaga da violência contra a mulher”, pontuou a magistrada.

Assessoria de Imprensa – TJPB

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Veneziano e João Azevedo prestigiam exposição que homenageia aos 100 anos de Jackson do Pandeiro, em Brasília

No centenário de Jackson do Pandeiro, o Senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) e o governador João Azevedo (PSB) visitaram a exposição que faz homenagem ao “Rei do Ritmo”, em Brasília. A exposição “100 anos de Jackson” acontece no Salão Negro do Congresso Nacional.

Em recente homenagem, Veneziano destacou o quanto a vida deste ilustre paraibano foi e continua sendo importante para as gerações que vieram depois dele.

“Não há dúvida alguma de que os novos ritmos desenvolvidos por Jackson, entrelaçando-se a outros existentes, como o samba, mudaram, e muito, a musicalidade nacional. Por isso eu fico muito feliz de poder prestar essa homenagem, agradecendo à vida que foi tão fértil, que foi tão importante para todos nós paraibanos, para todos nós brasileiros”, destacou o parlamentar.

Com curadoria do Museu de Arte Popular da Paraíba e da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), a exposição em Brasília retrata a carreira de Jackson do Pandeiro, cujos 100 anos de nascimento são comemorados neste ano.

Cantor e compositor paraibano, Jackson do Pandeiro se tornou referência na música brasileira e ficou conhecido como o Rei do Ritmo. Nascido na cidade de Alagoa Grande, Jackson firmou seu nome como um dos maiores ritmistas da história da música popular brasileira. Ao lado de Luiz Gonzaga, foi um dos principais responsáveis pela nacionalização da música nordestina.

Na exposição, Veneziano gravou mensagens para as redes sociais e concedeu entrevistas, destacando a grande importância de Jackson para a música brasileira. Também participaram da visita os secretários de Estado Nonato Bandeira (Comunicação Institucional), Ronaldo Guerra (Chefia de Gabinete e Articulação Política) e Adauto Fernandes (Representação em Brasília)

Após visitar a exposição, o Senador Veneziano participou de reunião da Bancada paraibano no Congresso Nacional que contou com a presença do governador João Azevedo e de prefeitos da Paraíba.

Assessoria de Imprensa