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Definido: Vereador Jucinério Félix vai apoiar o pré-candidato a prefeito de Cajazeiras, Marquinhos Campos (PSB)

“Posso lhe garantir que é prego batido e ponta virada”

Em contato nesta quarta-feira (04) com o vereador Jucinério Félix, que ainda está filiado ao (Cidadania), antigo (PPS) – o parlamentar-mirim garantiu que estará ao lado de Marquinhos Campos (PSB), que figura como um dos pré-candidatos à Prefeitura de Cajazeiras, nas eleições municipais deste ano de 2020.

De acordo com informações do próprio vereador – ele havia conversado com o prefeito José Aldemir (PP), e com pessoas do grupo liderado pela ex-prefeita Dra. Denise Albuquerque, mas resolveu optar pela mudança, e não permanecer ao lado da mesmice.

– “Olha, sentei pra conversar com as principais lideranças de Cajazeiras, com o prefeito Zé Aldemir e sua esposa, Dra. Paula, pessoa que tenho muito respeito e, o grupo do deputado estadual Júnior Araújo, mas optei pela mudança, pela renovação de tudo isso que nós já conhecemos, vou caminhar politicamente com meu amigo Marcos Campos, irmão do deputado Jeová Campos, com quem militei muitos anos e conheço bem”, garantiu o Vereador Jucinério Félix, que pode estar de malas prontas para ingressar no (PSB).

A nossa redação entrou em contato com o pré-candidato Marquinhos Campos, para saber de mais detalhes da confirmação da vinda do Vereador Jucinério Félix, para o seu grupo político e a resposta foi: “Sim amigo, o Vereador Jucinério está conosco agora, ele vai caminhar com a gente e levar suas propostas ao povo de Cajazeiras, posso lhe garantir que é prego batido e ponta virada”, confirmou Marcos Campos.

 

Redação – Folha VIP de Cajazeiras

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Nenhum dos dois: Zé Aldemir não quer Marcos do Riacho do Meio nem Neguinho do Mondrian como vice, ao seu lado

O prefeito de Cajazeiras, José Aldemir Meireles (PP) teria dito a uma pessoa próxima, que não quer Marcos do Riacho do Meio, atual vice-prefeito nem tão pouco o vereador Neguinho do Mondrian (PSD) – como opção para vice, ao seu lado na chapa para as eleições do ano em curso.

De acordo com o gestor que sonha com à Câmara Federal em 2022, o nome para vice e registrar sua chapa em outubro está sendo ecolhido a dedo, pois, o mesmo comandaria os destinos políticos de Cajazeiras – por (dois) anos.

Resta saber se os aliados de última hora do prefeito estão engolindo esse “sapo” e até qual momento Marcos e Neguinho reagirão.

Ainda segundo, uma pessoa ligada ao grupo de oposição, que teria rasgado elogios ao vice-prefeito Marcos do Riacho do Meio, as lideranças oposicionistas de Cajazeiras, estiram de braços abertos para recebê-lo e manter conversações. Já com o vereador Alysson de Boqueirão, o “Neguinho do Mondrian”, a pessoa nos relatou que o mesmo tem passe livre e nem precisa bater à porta; “É só entrar”.

 

Redação

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José Aldemir estuda nome de candidato como vice-prefeito para substituir Marcos do Riacho do Meio

Atual vice-prefeito de Cajazeiras, Marcos do Riacho do Meio não está nos planos de Zé

O prefeito de Cajazeiras, José Aldemir Meireles (PP) está analisando e fazendo minucioso estudo de vários nomes para compor sua chapa como pré-candidato a vice-prefeito, nas eleições municipais deste ano de 2020.

De acordo com pessoas próximas do gestor, José Aldemir alimenta o sonho de ser deputado federal, hipoteticamente, ele tenta encontrar um nome para ser vice-prefeito, que poderá assumir os destinos de Cajazeiras. Com a realização desse sonho, caso venha a tornar-se realidade, o prefeito irá entregar de bandeja a Prefeitura de Cajazeiras, na possibilidade de vitória em reeleição.

Segundo nos informou uma fonte, Marcos do Riacho do Meio não será o candidato a vice, na chapa de Aldemir em outubro próximo. “O prefeito tá estudando vários nomes, mas de uma coisa eu tenho certeza, Marcos do Riacho do Meio não consta nos planos de Zé, para ser o vice novamente”, revelou.

 

Redação

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Em 2020, brasileiros vão eleger prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. Confira as datas e calendário eleitoral!

Confira as principais datas do calendário eleitoral

A partir de 1º de janeiro de 2020, eleitores, partidos e candidatos devem estar atentos ao calendário definido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para eleições municipais do ano que vem, quando serão escolhidos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores.

Pelo calendário eleitoral aprovado pela Corte, todas as pessoas envolvidas no pleito devem respeitar regras e prazos para garantir a realização da votação. O primeiro turno será realizado em 4 de outubro e o segundo turno no dia 25 do mesmo mês.

No primeiro dia de janeiro, empresas responsáveis por pesquisas de opinião estão obrigadas a registrá-las no TSE. Na mesma data, qualquer órgão da administração pública fica proibido de distribuir benefícios, bens ou valores, exceto no caso de calamidade pública. Os órgãos também não podem aumentar gastos com publicidade acima da média dos últimos três anos.

Em abril, o TSE vai lançar uma campanha nas emissoras de rádio e televisão para incentivar a participação das mulheres nas eleições e esclarecer o eleitor sobre o funcionamento do sistema eleitoral.

No dia 16 de junho, a Corte deve divulgar o valor corrigido do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), criado pelo Congresso. Conforme o orçamento da União para o ano que vem, R$ 2 bilhões estão previstos para o fundo.

Em julho, os partidos estão autorizados a promover as convenções internas para escolha de seus candidatos, que deverão ter os registros das candidaturas apresentados à Justiça Eleitoral até 15 de agosto.

No dia seguinte, a propaganda eleitoral está autorizada nas ruas e na internet até 3 de outubro, dia anterior ao primeiro turno.

Em setembro, a partir do dia 19, nenhum candidato poderá ser preso, salvo em flagrante. No caso dos eleitores, a legislação eleitoral também proíbe a prisão nos dias próximos ao pleito. No dia 29, eleitores só podem ser presos em flagrante.

A diplomação dos prefeitos e vices, além dos vereadores eleitos, deve ocorrer até 19 de dezembro de 2020.

Nas eleições municipais de 2016, 144 milhões de eleitores estavam aptos a votar. No pleito, foram registradas 496 mil candidaturas para os cargos disputados.

Confira as principais datas:

Data Evento
1 janeiro Entidades ou empresas que fazem pesquisa de opinião pública ficam obrigadas a registrar sondagens de intenção de voto no Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais até 5 (cinco) dias antes da divulgação;

Administração pública fica proibida de distribuir bens, valores ou benefícios gratuitamente;

Proibida execução de programas sociais por entidade nominalmente vinculada a candidato;

Proibida publicidade de órgãos públicos com gastos acima da média

5 março A partir desta data e até 3 de abril, considera-se justa causa a mudança de partido de vereador para concorrer a eleição majoritária ou proporcional
1 abril Início da propaganda do TSE para incentivar a participação feminina, de jovens e da comunidade negra na política, bem como esclarecer os cidadãos sobre as regras e o funcionamento do sistema eleitoral brasileiro.
4 abril Data limite para que presidente da República, governadores e prefeitos renunciem aos respectivos cargos caso pretendam concorrer a outros cargos;
7 abril Proibido aumentar salário de servidores públicos;
16 junho Previsão de divulgação pelo TSE do valor do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC).
30 junho Data a partir da qual é vedado a emissoras de rádio e de televisão transmitir programa apresentado ou comentado por pré-candidato.
4 julho Proibição de contatações e demissões de servidores, com exceções.
20 julho Início das convenções partidárias
15 agosto Último dia para os partidos políticos e as coligações apresentarem à Justiça Eleitoral registro de candidaturas.
16 agosto Data a partir da qual será permitida a propaganda eleitoral, inclusive na internet.
19 setembro Nenhum candidato poderá ser preso, salvo em flagrante.
29 setembro Nenhum eleitor poderá ser preso, salvo em flagrante.
4 outubro Dia do primeiro turno
25 de outubro Dia do segundo turno
18 de dezembro Último dia para diplomação dos eleitos pela Justiça Eleitoral.

 

Edição: Denise Griesinger / Agência Brasil

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Eleitores de oito municípios voltam às urnas neste domingo

Novas eleições para os cargos de prefeito e vice estão sendo realizadas neste domingo (1º) em oito municípios. Nas localidades, os eleitos no pleito de 2016 foram cassados pela Justiça Eleitoral e não poderão continuar nos cargos.

Os eleitores voltarão às urnas nos municípios de Alto do Rodrigues e Ceará-Mirim, no Rio Grande do Norte; Aracoiaba, no Ceará; Bofete, no estado de São Paulo; Ibitiúra de Minas, em Minas Gerais; Japorã, em Mato Grosso do Sul; Lajeado, no Tocantins; e São Francisco, em Sergipe.

A votação será realizada pela urna eletrônica. Os vencedores vão exercer o mandato até o fim de 2020, ano em que novas eleições municipais serão realizadas em todo o país.

As seções eleitorais ficarão abertas das 8h às 17h. Para votar, o eleitor deverá levar um documento oficial com foto e o título de eleitor.

Segundo a Justiça Eleitoral, apesar de não ser obrigatória a apresentação do título, o documento é necessário para localizar a seção de votação. Quem estiver com o aplicativo para celulares e-título não precisará apresentar documento com foto.

Agência Brasil

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PSB vê PT isolado e critica estratégia do partido para eleições

“Ambos os extremos estão perdendo a racionalidade. Pior coisa que pode acontecer para a democracia é essa guerra que aparenta ser entre o bem e o mal. A polarização não é inteligente, está faltando bom senso”, afirmou à coluna o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira.

Enquanto o PT se reafirma, após o congresso partidário ontem, como líder exclusivo da esquerda contra Bolsonaro  o PSB abre outra frente em busca de espaço.

Vai realizar esta semana a Conferência Nacional de Autorreforma  para construir um discurso fora da polarização. Quer algo forte que encontre ressonância no eleitorado.

O PSB, como outros partidos que fazem oposição a Bolsonaro, não quer orbitar ao redor do PT. “Temos vida própria e uma história anterior de construção de esquerda no País”.

Exclusivismo

Siqueira critica a estratégia petista de candidaturas próprias para as eleições municipais do ano que vem, anunciada no Congresso do PT.

Entendo  que é direito deles,  mas essa via exclusivista não contribui para o momento de anormalidade democrática,  que pede ampliação de forças, unidade para evitar retrocessos.”

Para as próximas eleições municipais, o PSB pretende estar mais próximo do PDT, e conversa com PV e Rede.

Acredita que é possível estar com o PT, mas se este ficar mais aberto. “O PT está num indicativo isolacionista. Mas a vida não é de mão única. É preciso também apoiar para ser apoiado”.

No centro do debate do PSB está a crise do sistema partidário. A perda de força de legendas tradicionais para partidos esvaziados de quadros é o que leva o PSB a uma autoanálise.

Reestruturar passa diretamente por democratizar a participação, segundo Siqueira.

Consulta pública

O PSB procura agora se aproximar da militância e do eleitorado em geral com uma nova forma de se comunicar.  O partido, que chegou a estar perto da Presidência da República em 2014, tenta se reposicionar no cenário atual, ainda com o vazio deixado pela morte de Eduardo Campos.

Representantes do PSB explicam que o processo renovação passará por um ano de debates, que incluem consulta pública. Mas, de forma alguma – pensam em mudar a sigla.

A Conferência ocorre entre 28 e 30 de novembro, no Rio de Janeiro. Vai reunir cerca de 300 dirigentes do partido, parlamentares, gestores, representantes de movimentos temáticos, entre outros.

Durante o encontro, os participantes debaterão sobre o documento “Autorreforma do PSB – Subsídios para Elaboração do Programa Partidário (Provocação ao Debate)”. O texto foi elaborado com a contribuição de mais de 30 especialistas em suas áreas e aborda cinco eixos temáticos: reforma política; desenvolvimento, cultura e meio ambiente; políticas sociais; economia: prosperidade, igualdade e sustentabilidade; e socialismo e democracia.

Congresso em Foco
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‘Nome mais forte para ganhar eleições de Campina é o de Veneziano’, diz Galdino

“O nome que tem mais apoio popular é o do senador Veneziano”. A afirmação foi feita, na última quinta-feira (14), pelo presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, deputado Adriano Galdino (PSB), ao ser questionado, durante o programa numa emissora de rádio da capital, quem poderia ser eleito prefeito de Campina Grande nas eleições de 2020.

“O nome mais forte em ganhar as eleições de Campina é o de Veneziano. Que me desculpe o deputado Inácio Falcão”, comentou Galdino ao apontar o senador Veneziano para disputar o cargo majoritário. O presidente da Assembleia Legislativa avaliou que Veneziano é eleito prefeito de Campina Grande se concorrer, sozinho, ao pleito, sem a presença do ex-senador Cássio Cunha Lima.

Escute a entrevista de Galdino:

 https://drive.google.com/open?id=1tYhNDvhmQbs8TcS6WLvb4jcsU8xZtr1f

Galdino admitiu, entretanto, que, caso Veneziano e Cássio concorram, não tem como prevê o resultados das eleições campinenses. Sobre o processo eleitoral de João Pessoa, o parlamentar ainda acha que o ex-governador Ricardo Coutinho é o que tem plenas condições de se eleger prefeito da Capital.

Redação com Assessoria

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Quem será o candidato de oposição à prefeitura de Cajazeiras, com maior densidade eleitoral para vencer Zé Aldemir?

Na Paraíba, como nos demais recantos desse estado, o assunto mais recorrente e atual é falar de política; quando estamos próximos de campanha estadual, a demanda é pelas conjunturas e apoios aos deputados estaduais, federais, senadores e ao governo.

Trazendo o olhar para as cidades – levando em conta a proximidade das eleições municipais, o assunto não poderia ser outro. E as perguntas que não querem calar a boca dos eleitores, apoiadores, cientistas e comentaristas políticos é justamente em quem votar.

Em Cajazeiras, não é diferente, pois, as especulações em torno de alguns nomes já deram início há meses.

Fala-se em Carlos Filho (DEM), filho dos ex-prefeitos Denise e Carlos Antônio Araújo de Oliveira.

Comenta-se o nome do deputado estadual Júnior Araújo (Podemos).

Especula-se também os nomes de Marquinhos Campos, irmão do deputado Jeová Campos, de Antônio Gobira (Rede), de Zé Maria do (PT), de Mariana Moreira do (PT), de Rivelino Martins (PSB) e do Vereador Alysson Lira (PSD), este último aguarda uma resposta da família para pôr o bloco na rua.

Até o momento, quem tem feito intervenções na mídia e redes sociais com maior frequência tem sido o médico Carlos Filho e o sapateiro Antônio Gobira. Porém, vale ressaltar que a pessoa, ou grupo político mais organizado é o do atual prefeito José Aldemir (PP), que tem realizado reuniões constantes e formado novos grupos com pré-candidatos. Além do (PP) seu partido, o prefeito já dialogou e deixou certa a formação do (PSDB) com (vinte e três) pré-candidatos a vereadores.

Ainda segundo soubemos, o (MDB) está sendo recomposto com lideranças comunitárias, para o embate das eleições de 2020. A novidade é que o prefeito quer a presença do atual vice, Marcos do Riacho do Meio junto e misturado, para concorrer uma vaga e retornar à Câmara Municipal como vereador – excluindo assim seu parceiro de chapa.

De maneira independente e sem demonstração que comporá a oposição, ou situação – está o grupo formado e liderado pelo ex-vereador Chico de Bianôr, que recentemente divulgou a composição de (vinte e três) pré-candidatos à vereança pelo (Partido Social Cristão).

E a oposição de Cajazeiras, tem feito o que?

Redação