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Hospital de Patos registrou média de oito atendimentos dia somente com acidentados no trânsito por motocicletas na última semana

Somente entre os dias 06 e 12 deste mês, o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, atendeu 67 pacientes, com diversas lesões, algumas das quais que necessitaram de encaminhamento para cirurgias, vítimas de acidentes de trânsito, destes, 62 casos envolveram acidentes com motocicletas, o que dá uma média de oito atendimentos/dia somente com vítimas nesta modalidade de transporte.

O relatório semanal de atendimentos aponta ainda que aconteceram três atropelamentos e outros dois acidentes de trânsito envolvendo ciclistas e mais onze pessoas deram entrada na unidade vítimas de violência, sendo cinco delas por ferimentos com armas brancas, quatro por armas de fogo e duas pessoas vítimas de agressão física.

A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, chama atenção para a gravidade dos constantes números de acidentados por motos. “Nós estamos registrando crescentes números de atendimentos de pacientes vítimas de acidente de trânsito envolvendo motos e isso não é uma realidade só de Patos e região, se repete em outros hospitais da rede estadual. Penso que é preciso reforçar a campanha de educação no trânsito para que as pessoas se conscientizem da gravidade deste fato, que além de lotar as emergências dos hospitais, ocupar leitos e UTI’s, via de regra, em boa parte dos casos, pode deixar sequelas para o resto da vida”, afirma Liliane, complementando que dados do Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, referente apenas aos últimos dias 11 e 12, atestam que 58 pessoas deram entrada naquela unidade também vítimas de acidentes de motos.

 

Assessoria

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Complexo Hospitalar de Patos registra no período do Natal 282 atendimentos

O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) teve um plantão movimentado entre os dias 24 e 26 de dezembro. Neste período de festividades natalinas, a unidade que integra a rede estadual de saúde, registrou 282 atendimentos, sendo 243 deles no serviço de urgência e emergência, 33 consultas ambulatoriais e ainda outros exames no Centro de Diagnóstico. Os dados são referentes a manhã do dia 24 até às 9h da manhã da última quinta-feira (26).

Do total de 282 atendimentos, 40 pacientes precisaram ficar internados no Hospital para observação e outros procedimentos por causa de acidentes com motos, quedas da própria altura, dor abdominal, dificuldade de respirar, febre alta, entre outros motivos. Dos 19 acidentes de trânsito registrados no período, a grande maioria deles, com 14 casos, envolveram motociclistas, o que é uma constante nos boletins de acidentados socorridos para a unidade. Dos 14 casos, metade deles foram vítimas de acidentes de moto ocorridos na cidade de Patos, o restante foi de acidentes que aconteceram em Itaporanga, Matureia, Malta, São José do Bonfim e Teixeira. Desses 14 acidentados, cinco precisaram permanecer internados devido a gravidade dos ferimentos provocados pelos acidentes.

Deram entrada ainda na unidade duas pessoas vítimas de atropelamento, dois pacientes por causa de acidentes de trânsito envolvendo automóvel e um paciente por causa de acidente com bicicleta. A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, disse que houve um discreto aumento de demanda por causa das festividades, mas considerou o movimento dentro da normalidade. “É natural que haja um discreto aumento de procura, em função da cidade e dos municípios vizinhos receberem um grande fluxo de pessoas por causa das festividades natalinas, mas, os plantões do período transcorreram dentro da normalidade”, destaca a diretora, lembrando que o fato que continua chamando atenção é o grande número de acidentados por motos. “Dos 19 acidentes de trânsito, 14 envolveram motos e essa é uma estatística preocupante e que tem sido recorrente”, lamenta ela.

Assessoria 

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Dois pesos? Romero não reconhece o Governo Federal como ‘pai da obra’ do conjunto Aluízio Campos, mas pede apoio federal

Após o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD), adiar pela terceira vez a entrega do Complexo Aluízio Campos, manifestações foram registradas ontem (25) por famílias contempladas. A concentração foi feita na BR-104, em frente ao Parque de Exposições do Ligeiro, que dá acesso ao Complexo. A entrega foi remarcada para o dia 11 de novembro. Em virtude da insatisfação dos contemplados com os atrasos o prefeito pediu apoio de forças federais por meio da Policia Federal para evitar novas manifestações. Apesar de a obra deter de mais de 93% de recursos federais, não se observa declarações do gesto municipal reconhecendo cabia ao governo federal o titulo de pai da obra.

Recentemente, Romero anunciou uma lista de pessoas convocadas para apresentar documentos para receberem seus apartamentos. Não para os 26 mil inscritos, mas para apenas 0,38% desse total, ou seja, em torno de 100 pessoas. Passados quase sete anos da gestão de Romero Rodrigues e três eleições, a promessa do prefeito de entregar as 4.100 unidades habitacionais do conjunto ainda continua no âmbito das ‘promessas’ mesmo. Durante esse período, foram feitos eventos de cadastramento às vésperas das eleições de 2016, que reuniram milhares pessoas, com a promessa da entrega de casas, sorteios das supostas casas, listas de entregas, até mesmo com denúncias de irregularidades no cadastramento.

Chegado o ano pré-eleitoral de 2020, a Coordenadoria de Comunicação da Prefeitura de Campina Grande (Codecom) enviou release divulgando uma relação parcial de 100 pessoas convocadas da lista de espera, que deveriam comparecer à Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan) para entregar as cópias legíveis dos documentos pessoais. Ou seja, essas 100 pessoas representam apenas 0,38% do total de pessoas que fizeram as inscrições para as 4.100 casas nesses seis anos. Veja (https://campinagrande.pb.gov.br/pmcg-divulga-lista-de-convocados-para-o-aluizio-campos-com-prazo-final-para-se-apresentar-a-secretaria-de-planejamento/).

Pai da obra – As obras do Complexo Habitacional Aluízio Campos em Campina Grande, iniciadas em 2013 na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff, que detém 93% de recursos federais, mas que para o prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues (PSD) é a obra que representa sua gestão, só tem recebido reconhecimentos do prefeito ao Governo Federal, quando o mesmo é para culpar a gestão federal pelos atrasos ou pedir apoio financeiro ou da polícia para a manutenção da obra.

Auxiliar debocha das famílias

Nesta última quinta-feira (24), vazou o áudio de um prestador de serviços da Prefeitura debochando de cadastrados para receber as casas, que estariam reclamando dos atrasos na entrega das casas. Segundo o áudio o servidor sem concurso Adriano Magno Alves Florenço. “Quer casa de graça vai ter que esperar”, disse. Veja mais: https://www.wscom.com.br/ouca-auxiliar-de-romero-debocha-de-cadastrados-do-aluizio-campos/

Operação Famintos – Um dos motivos já alegados por um dos aliados do prefeito Romero pela não vinda do presidente Jair Bolsonaro a Campina Grande, o deputado federal Julian Lemos (PSL) é a repercussão negativa da ‘Operação Famintos’. Deflagrada em sua primeira fase no último dia 24 de julho, com a segunda fase tendo ocorrido no dia 22 de agosto, a Operação Famintos iniciou-se no âmbito do Ministério Público Federal a partir da Notícia de Fato 1.24.001.000119/2018-12 e prosseguiu por meio do Inquérito Policial 119/2018.

De acordo com o que foi apurado até aqui pelo MPF, Polícia Federal, Controladoria-Geral da União (CGU) e Escritório de Pesquisa e Investigação da 4ª Região Fiscal (Espei) da Receita Federal, pelo menos desde 2013 a organização criminosa criou uma rede de pessoas jurídicas de fachada para participar de procedimentos licitatórios em vários municípios do estado, principalmente em Campina Grande, sobretudo para a compra de merenda escolar com recursos provenientes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Processo nº 0802629-06.2019.4.05.8201

Íntegra da denúncia

http://www.mpf.mp.br/pb/sala-de-imprensa/docs/denuncia-operacao-famintos/view

Redação

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Romero adia pela 3ª vez entrega das casas do conjunto Aluízio Campos e volta a culpar Governo Federal

As obras do Complexo Habitacional Aluízio Campos em Campina Grande, iniciadas em 2013 na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff, que detém 93% de recursos federais, mas que para o prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues (PSD) é a obra que representa sua gestão, teve na última quarta-feira (23), sua terceira promessa de entrega, em menos um mês pelo gestor aos ganhadores das moradias. Romero voltou a culpar o Governo do presidente Jair Bolsonaro pelos atrasos na entrega das residências, que segundo o gestor municipal, agora podem vir a ser entregues em 25 de novembro.

A promessa inicial do prefeito seria entregar no dia 11 de outubro, aniversário da cidade, depois aumentou o prazo para o dia 25 de outubro e agora ampliou em mais de um mês. “Se dependesse só da prefeitura eu podia dizer está entregue, pois de 1088 apartamentos, apenas 33 vão precisar de consertos. Para entregar aqui (casas e apartamentos) tem uma burocracia muito grande”, disse o gestor campinense, ao destacar, em outro ponto, que a entrega dos imóveis poderá não mais ocorrer como previsto, no dia 11 de outubro, aniversário da cidade. Veja ao depoimento á época completo no link: https://youtu.be/zL2bZRPIHG8

Recentemente, Romero anunciou uma lista de pessoas convocadas para apresentar documentos para receberem seus apartamentos. Não para os 26 mil inscritos, mas para apenas 0,38% desse total, ou seja, em torno de 100 pessoas. Passados seis anos da gestão de Romero Rodrigues e três eleições, a promessa do prefeito de entregar as 4.100 unidades habitacionais do conjunto ainda continua no âmbito das ‘promessas’ mesmo. Durante esse período, foram feitos eventos de cadastramento às vésperas das eleições de 2016, que reuniram milhares pessoas, com a promessa da entrega de casas, sorteios das supostas casas, listas de entregas, até mesmo com denúncias de irregularidades no cadastramento.

Chegado o ano pré-eleitoral de 2020, a Coordenadoria de Comunicação da Prefeitura de Campina Grande (Codecom) enviou release divulgando uma relação parcial de 100 pessoas convocadas da lista de espera, que deveriam comparecer à Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan) para entregar as cópias legíveis dos documentos pessoais. Ou seja, essas 100 pessoas representam apenas 0,38% do total de pessoas que fizeram as inscrições para as 4.100 casas nesses seis anos. Veja (https://campinagrande.pb.gov.br/pmcg-divulga-lista-de-convocados-para-o-aluizio-campos-com-prazo-final-para-se-apresentar-a-secretaria-de-planejamento/).

Com mais esse provável novo adiamento na data da entrega, a promessa de que os contemplados receberiam suas casas na aniversário da cidade ficará para outro dia, veja mais:  http://blogs.jornaldaparaiba.com.br/plenopoder/2019/10/23/prefeitura-de-campina-grande-adia-pela-segunda-vez-a-entrega-do-aluizio-campos/

Operação Famintos – Um dos motivos já alegados por um dos aliados do prefeito Romero pela não vinda do presidente Jair Bolsonaro a Campina Grande, o deputado federal Julian Lemos (PSL) é a repercussão negativa da ‘Operação Famintos’. Deflagrada em sua primeira fase no último dia 24 de julho, com a segunda fase tendo ocorrido no dia 22 de agosto, a Operação Famintos iniciou-se no âmbito do Ministério Público Federal a partir da Notícia de Fato 1.24.001.000119/2018-12 e prosseguiu por meio do Inquérito Policial 119/2018.

De acordo com o que foi apurado até aqui pelo MPF, Polícia Federal, Controladoria-Geral da União (CGU) e Escritório de Pesquisa e Investigação da 4ª Região Fiscal (Espei) da Receita Federal, pelo menos desde 2013 a organização criminosa criou uma rede de pessoas jurídicas de fachada para participar de procedimentos licitatórios em vários municípios do estado, principalmente em Campina Grande, sobretudo para a compra de merenda escolar com recursos provenientes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Processo nº 0802629-06.2019.4.05.8201

Íntegra da denúncia

http://www.mpf.mp.br/pb/sala-de-imprensa/docs/denuncia-operacao-famintos/view

Redação