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HU realiza primeira cirurgia de reconstrução mandibular com prótese definitiva

Procedimento aconteceu no Bloco Cirúrgico pela equipe de cirurgia bucomaxilofacial e foi um sucesso

A equipe de Cirurgia Bucomaxilofacial da Unidade de Saúde Bucal do Hospital Universitário Lauro Wanderley, da Universidade Federal da Paraíba e vinculado à Rede Ebserh, realizou a primeira cirurgia de reconstrução de mandíbula com a implantação de prótese definitiva de titânio, considerada padrão ouro de reconstrução desse tipo de osso. O material foi personalizado de acordo com as características da paciente, que perdeu parte da mandíbula após a retirada de um tumor.

O cirurgião bucomaxilofacial do HULW Sirius Dan Inaoka explica que a paciente tinha uma placa (material de reconstrução temporário) exposta na face há cerca de 10 anos e já tinha se submetido a outras cirurgias para recobrir a área afetada. “A indicação da prótese se deu devido à necessidade de reconstruir a mandíbula de forma definitiva, para garantir uma melhor qualidade de vida. Esse tipo de cirurgia permite reabilitar a face da melhor maneira possível e de forma definitiva”, disse.

A prótese de titânio customizada é confeccionada de uma liga de cromo, cobalto, molibdênio e titânio. O valor do protótipo é alto, gira em torno de R$ 150 mil a R$ 200 mil, e nesse caso, foi adquirido por via judicial. “A paciente está em acompanhamento pela equipe do HU há cerca de um ano e meio – cerca de 9 meses aguardando a liberação da justiça e uns 9 meses realizando o planejamento digital de como seria a prótese”, informou.

O procedimento aconteceu no Bloco Cirúrgico do Hospital Universitário Lauro Wanderley em setembro e teve a participação de um conjunto de profissionais composto por cirurgiões bucomaxilofaciais do hospital e residentes de cirurgia bucomaxilofacial. Além de Sirius Dan Inaoka, participaram o cirurgião Davi Felipe Neves Costa e residentes do HULW. “A cirurgia foi realizada sob anestesia geral e a paciente recebeu alta em dois dias”, destacou Davi Felipe.

Sandra Maria dos Santos, que reside em João Pessoa, precisou ficar em observação no hospital apenas dois dias após o procedimento cirúrgico. A paciente, de 38 anos, se recupera bem e permanece em acompanhamento no HULW, onde vai passar por sessões de fonoaudiologia. “A melhora na qualidade de vida é significativa, com elevação da autoestima”, frisou o odontólogo.

Sobre a Ebserh                                        

O Hospital Universitário Lauro Wanderley da Universidade Federal da Paraíba (HULW-UFPB) integra a Rede Ebserh desde dezembro de 2013. Estatal vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) administra atualmente 40 hospitais universitários federais.

O objetivo é, em parceria com as universidades, aperfeiçoar os serviços de atendimento à população, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), e promover o ensino e a pesquisa nas unidades filiadas.

A empresa, criada em dezembro de 2011, também é responsável pela gestão do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf), que contempla ações em todas as unidades existentes no país, incluindo as não filiadas à Ebserh.

 

Assessoria de Imprensa – HULW-UFPB/Ebserh

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Após cirurgia, vendedora de Cajazeiras morre em hospital de Fortaleza

Após ser submetida a uma  cirurgia, a vendedora, Yuska de Abreu Teixeira, 40 anos,  faleceu nesta quinta-feira (24) no Hospital da Santa Casa, em Fortaleza/CE.

Yuska era filha do ex-secretário de finanças da Prefeitura de Cajazeiras, professor Abreu (falecido).  Ela foi diagnosticada com nódulo na mama no início do ano e estava em tratamento.

Após a cirurgia, Yuska de Abreu, teve uma parada cardiorrespiratória e foi levada às pressas para Unidade de Terapia Intensiva (UTI) onde ficou internada, mas devido a complicações ela faleceu. O corpo da jovem será velado em Cajazeiras.

Com informações de Alex Gonçalves

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Hospital do Bem realiza com sucesso cirurgia de tumor raro no ovário de uma paciente da cidade de Teixeira

A dona de casa Francisca Maria do Carmo, de 65 anos, moradora da cidade de Teixeira, passou os últimos seis meses viajando de sua cidade de origem para Campina Grande e João Pessoa tentando ajuda para realização de uma cirurgia no ovário. Com um imenso tumor nesta região, que a incomodava e preocupava bastante, a paciente, enfim, encontrou no Hospital do Bem, em Patos, o acolhimento e os cuidados que tanto necessitava. Em menos de 15 dias, entre a primeira consulta e o procedimento, a cirurgia de Dona Francisca foi realizada. Na última segunda-feira (21), a paciente se viu livre de um tumor que pesava 12kg.

O procedimento, realizado pelos cirurgiões oncológicos, Dr. Wostenildo Crispim e Dr. Júlio César Palmeira, com o suporte do anestesista, Dr. Rene Caroca e com o instrumentador, Fabrício, duro cerca de quatro horas. A cirurgia, segundo Dr. Wostenildo, foi um sucesso e a expectativa é que a paciente tenha alta no segundo dia após o pós-operatório. “Retiramos um tumor anexial esquerdo, raro, de um tamanho relevante, que agora será encaminhado para exame anatomo patológico, pois ainda não dispomos de biopsia de congelação no centro cirúrgico da unidade”, disse o médico.

Ainda segundo Dr. Wostenildo, caso a biopsia não acuse malignidade no tumor, a conduta será acompanhamento de três em três meses, durante o primeiro ano após a cirurgia. Noutra situação, ela será encaminhada para a oncologia clínica do Hospital do Bem para definição da conduta de quimioterapia. “De qualquer forma, a paciente foi acolhida e se necessitar de outro tratamento, também receberá todos os cuidados do Hospital do Bem”, destaca o médico.

Essa paciente, segundo relatos dela própria, chegou até a vender um imóvel para custear despesas das viagens para Campina Grande e João Pessoa. Para a diretora do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, o qual o Hospital do Bem faz parte, Liliane Sena, casos como o da paciente Francisca, de Teixeira, mostram o quanto faz a diferença na vida das pessoas dispor de um serviço destes no sertão. “Essa paciente necessitava deste procedimento, buscou isso em outros centros e foi aqui, em Patos, na nossa unidade e próximo da casa dela, que ela foi acolhida, teve sua demanda atendida e terá todo nosso aporte, caso necessite de outros cuidados. Isso reforça a importância do Hospital do Bem e quanto bem ele tem feito a tanta gente, desde que foi inaugurado, no ano passado”, reforça Liliane, lembrando que, no primeiro ano de funcionamento, o Hospital do Bem realizou 759 sessões de quimioterapia, 3331 consultas ambulatoriais, 726 internamentos e ainda 422 cirurgias, em pacientes de 80 municípios do interior.

Assessoria de Comunicação – Hospital Regional Deputado Janduhy Carneiro

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Hospital Regional de Cajazeiras realiza procedimento cirúrgico com a utilização de tecnologia de ponta

A endourologia consiste em um ramo da urologia responsável pelo tratamento cirúrgico de várias patologias que acometem o trato urogenital. Com o uso de pequenas câmeras e instrumentos inseridos através do trato urinário dispensando assim a realização de incisões na pele. O médico Marlon Arthur, é o profissional responsável por realizar o procedimento.

Juntamente com a laparoscopia esta área hoje consiste no mais moderno meio para realizar procedimento cirúrgico.

Por se tratar de um meio minimamente invasivo, o paciente sofre uma menor agressão cirúrgica diminuindo as dores e complicações no pós operatório, acarretando uma alta hospitalar precoce e retorno as atividades diárias com curto espaço de tempo.

As principais patologias tratadas são os cálculos urinários (de acordo com o tamanho e o local dos cálculos), os tumores uroteliais e a hiperplasia prostática benigna.

Assessoria de Comunicação – HRC

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CÂNCER DE ESTÔMAGO: Doença deve atingir mais de 21 mil pessoas no Brasil

No Brasil, o câncer de estômago é o terceiro tipo que mais ocorre entre os homens e o quinto entre as mulheres. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, a estimativa de novos casos é de cerca de 21 mil, sendo mais de 13.500 homens e mais de 7.700 mulheres. Não há sintomas específicos do câncer de estômago. Porém, alguns sinais podem indicar a doença, como explica o diretor da Divisão de Cirurgia Oncológica do INCA, Odilon de Souza Filho.

“Os sintomas são de acordo com a localização do tumor. A pessoa vai ter dificuldade de ingerir, vai ter aquela eruptação, vai ter uma queimação chamada pirose. Esses são os sintomas mais altos. No estômago, propriamente dito, a pessoa vai ter queimação, vai ter refluxo, perda de peso, perda do apetite e, às vezes, você repulsa uma massa abdominal, esse tumor cresce e palpa no abdome uma massa”.

Outro dado importante de se prestar atenção é o número de mortes decorrentes da doença, que está em 14.264, sendo 9.132 em homens e 5.132 mulheres. Odilon de Souza Filho comenta quais as pessoas estão mais suscetíveis a contrair o câncer de estômago.

“Dependente de alguns fatores de risco que a gente tem, por exemplo, pessoa obesa, a pessoa que come muito gordura, a pessoa que fuma, que bebe [álcool], ela tem muito mais chances de ter câncer de estômago”.

A detecção precoce do câncer é uma estratégia para encontrar um tumor em fase inicial e, assim, possibilitar maior chance de tratamento e cura. O tratamento do câncer de estômago vai ser de acordo com a área afetada e o tipo de tumor. O importante é realizar um acompanhamento médico para avaliar qual a melhor forma de tratar da doença.

 

Reportagem – Janary Damacena

Fonte: Agência do Rádio