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Romero anuncia cerca de 300 mil em recursos extras para APAE

Reunido com a direção da APAE de Campina Grande, na manhã desta terça-feira, 29, o prefeito Romero Rodrigues anunciou a destinação de cerca de R$ 300 mil em recursos extras para a instituição, além do valor que já é repassado mensalmente pela Prefeitura à instituição. O montante será destinado exclusivamente para ações de custeio dos serviços realizados na entidade.

De acordo com o prefeito, o recurso extra é proveniente de emendas parlamentares e foi solicitado pela gestão municipal. “Fizemos o apelo à nossa bancada no Congresso e agora estamos aguardando a liberação da emenda por parte do Ministério da Saúde, que deve acontecer em única parcela. Gostaríamos até poder solicitar um valor maior, no entanto este é teto que a APAE pode receber em emendas da saúde”, explicou.

Também na reunião o prefeito garantiu a cessão de dois profissionais da Saúde para atuarem na APAE, que atualmente já conta com quinze servidores municipais à disposição da instituição. “A APAE faz um trabalho fantástico e é de extrema importância para nossa cidade e toda uma região. Faremos tudo que estiver ao nosso alcance para garantir ainda mais a qualidade dos atendimentos realizados no serviço”.

A presidente da APAE, Maria da Conceição Costa do Rego, informou que o recurso da emenda servirá para manter as despesas operacionais da instituição e também para a realização de obras de reforma no prédio, que foi construído há 20 anos. Atualmente a APAE conta com 57 profissionais que atendem 387 pessoas com deficiência de Campina Grande e de outros 38 municípios paraibanos.

Presente à reunião, a secretária municipal de saúde, Luzia Pinto, informou que, somente este ano, a Secretaria Municipal de Saúde repassou mais de R$ 218 mil para a APAE e esta semana serão disponibilizados mais R$ 49 mil pelo custeio de atendimentos de saúde executados na entidade.

Além da secretaria de saúde, também participaram da reunião os secretários Bruno Cunha Lima, da chefia de gabinete, Teles Albuquerque, de Esporte, Juventude e Lazer, Renato Gadelha, de Agricultura, e o vereador Álvaro Farias.

Assessoria de Comunicação – PMCG

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Veneziano lamenta Campina ser a cidade do interior do NE com maior queda em investimentos, mesmo com “aumento absurdo” de impostos e taxas

Levantamento feito pelo anuário Multi Cidades – Finanças dos Municípios do Brasil, lançado neste mês pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP), mostra que Campina Grande (PB) foi a cidade do interior do Nordeste que apresentou a maior queda nos investimentos, em 2018, mesmo com a Prefeitura tendo elevado seus impostos e taxas, a exemplo do IPTU, Taxa de Limpeza Pública, dentre outras.

Segundo os dados apresentados, Campina Grande (PB) lidera o ranking das cidades que apresentaram maior queda nos investimentos, com 34,9%; enquanto Juazeiro do Norte (CE) apresentou queda de 28,3%; Caucaia (CE), uma redução de 27,3%; Teresina (PI), 24,9%; e Feira de Santana (BA), com decréscimo de 22,3%. Os valores são corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) médio de 2018.

“O que vemos em Campina é um aumento absurdo nas taxas públicas, ano após ano, e as pessoas não recebem os investimentos, pois o dinheiro tem outro destino, ao invés de ‘voltar’ para a população em obras serviços. Essa leniência por parte da administração municipal, essa falta de investimentos, reflete em levantamentos como este, que atestam aquilo que vemos todos os dias: a completa inoperância administrativa da cidade”, disse o Senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB), ao receber os dados do levantamento.

O levantamento mostra que, das 25 cidades nordestinas selecionadas para o estudo, 14 ampliaram seus investimentos em 2018. Só para se ter uma ideia do quanto o quadro é negativo para Campina Grande, dentre as cidades do interior do Nordeste (excetuando-se as capitais) Mossoró (RN) lidera o ranking dos municípios que mais ampliaram seus investimentos, com um aumento de 178,8%, pulando de R$ 14,3 milhões para R$ 39,9 milhões de 2017 para 2018 – Campina Grande lidera o extremo oposto, com queda de 34,9% no mesmo período. Outro destaque positivo foi Camaçari (BA), com 122,6% de aumento nos investimentos, ampliando de R$ 35,5 milhões para R$ 79,1 milhões.

Dinheiro para “apadrinhados” – Veneziano disse que um dos motivos da falta de investimentos é que grande parte dos recursos arrecadados pela Prefeitura de Campina Grande, que aumentam ano após ano, está sendo canalizada para pagar os mais de 8 mil comissionados, que incharam a folha da PMCG. “Por isso que não tem dinheiro pra nada em Campina, por isso que não há investimentos”, afirmou.

Segundo dados do Sistema Sagres, do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB), Campina Grande apresentou, no mês de junho deste ano (o último mês com dados disponibilizados), 7.666 pessoas contratadas sem concurso público (entre comissionados e contratados “por excepcional interesse público”), que custaram aos cofres públicos, neste referido mês, uma despesa de R$ 11.370.847,60.

Em sua 15ª edição, a publicação utiliza como base números da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apresentando uma análise do comportamento dos principais itens da receita e despesa municipal, tais como ISS, IPTU, ICMS, FPM, despesas com pessoal, investimento, dívida, saúde, educação e outros.

Assessoria de Imprensa

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João Pessoa foi quarta capital que menos aumentou investimentos no NE em 2018; CG teve queda abrupta

Levantamento feito pelo anuário Multi Cidades – Finanças dos Municípios do Brasil, lançado neste mês pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP), revela que, das 25 cidades nordestinas selecionadas para o estudo, 14 ampliaram seus investimentos em 2018 e duas não apresentaram informações. Das capitais, apenas Teresina registrou queda no período analisado. Com Fortaleza (CE), com aumento de 1,8% e São Luís (MA), com 2,7% de acréscimo, João Pessoa surge em quarto no ranking das capitais que menos elevaram os investimentos, com aumento de apenas 6,5%

Na contramão, além de Aracaju (SE) com o crescimento maior, de 361,9%, as demais tiveram aumento superior nos investimentos feitos no ano passado: Maceió (AL), com alta de 91%, totalizando R$ 38 milhões; Salvador (BA), com acréscimo de 72%, com R$ 436,5 milhões e Recife (PE), com incremento de 49,2%, com R$ 281,7 milhões.

Os maiores aumentos entre as cidades selecionadas, segundo a publicação, foram registrados em Aracaju (SE), com 361,9%, passando de R$ 12,3 milhões em 2017 para R$ 56,8 milhões no ano passado; seguida por Mossoró (RN), com 178,8%, pulando de R$ 14,3 milhões para R$ 39,9 milhões no mesmo intervalo; e Camaçari (BA), com 122,6%, ampliando de R$ 35,5 milhões para R$ 79,1 milhões.

Campina Grande em queda

Dentre as que registraram queda em investimentos estão Campina Grande (PB), de 34,9%, Juazeiro do Norte (CE), de 28,3%, Caucaia (CE), com redução de 27,3%, Teresina (PI), com 24,9%, e Feira de Santana (BA), com decréscimo de 22,3%. Os valores são corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) médio de 2018.

A capital Salvador, com 2,8 milhões de habitantes, foi a que mais investiu na região: R$ 436,5 milhões em 2018, aumento de 72% se comparado com 2017, com R$ 253,8 milhões. Em valores absolutos, os destaques ficaram para as capitais e Camaçari.

Em sua 15ª edição, a publicação utiliza como base números da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apresentando uma análise do comportamento dos principais itens da receita e despesa municipal, tais como ISS, IPTU, ICMS, FPM, despesas com pessoal, investimento, dívida, saúde, educação e outros.

 

Redação com Conexão PB

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Senador Veneziano coloca mandato à disposição para a valorização do Forró como patrimônio da cultura nordestina

O Senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) participou de uma reunião realizada a pedido da Associação dos Forrozeiros de Campina Grande, neste sábado (26), na Vila do Artesão, localizada no bairro do São José, em Campina Grande. O encontro, que aglutinou representantes de diversos segmentos da cultura, universidades, e Governo, tratou da promoção e de formas de como salvaguardar as matrizes do forró. Ao participar do evento, Veneziano disse que seu mandato no Senado está à disposição, para oferecer condições de materializar o potencial da cultura, da diversidade e da identidade do povo nordestino.

Ele lembrou que, desde a época em que exercia mandato de vereador, e depois prefeito de Campina Grande, deputado federal e agora Senador, sempre apoiou o forró como uma das expressões mais genuínas da cultura nacional, pois retrata as alegrias e amarguras do povo nordestino. Além disso, ressaltou que a cadeia produtiva do forró gera riquezas não só no período de festas juninas. “Sempre apoiamos os forrozeiros, na nossa época, eles (forrozeiros) tinham um espaço digno e permanente na cultura da nossa cidade. O forró gera renda o ano inteiro, porque é uma forma de cultura viva, presente no cotidiano das grandes, médias e pequenas cidades de todo o país. Ele é importante para a identidade de uma nação e imprescindível para a educação e a cultura”, opinou Veneziano.

O Senador lamentou o pouco espaço dado aos forrozeiros na atual gestão municipal, através do maior evento da cidade, que é o ‘Maior São João do Mundo’, no qual são segregados do evento e muitos nem seus caches receberam ainda, da última edição do evento. “A discussão da valorização do forró é muito interessante e está na agenda do nosso mandato, que se identifica com a valorização cultural do povo paraibano e suas expressões tradicionais”, disse o senador.

Assessoria de Imprensa

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Dois pesos? Romero não reconhece o Governo Federal como ‘pai da obra’ do conjunto Aluízio Campos, mas pede apoio federal

Após o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD), adiar pela terceira vez a entrega do Complexo Aluízio Campos, manifestações foram registradas ontem (25) por famílias contempladas. A concentração foi feita na BR-104, em frente ao Parque de Exposições do Ligeiro, que dá acesso ao Complexo. A entrega foi remarcada para o dia 11 de novembro. Em virtude da insatisfação dos contemplados com os atrasos o prefeito pediu apoio de forças federais por meio da Policia Federal para evitar novas manifestações. Apesar de a obra deter de mais de 93% de recursos federais, não se observa declarações do gesto municipal reconhecendo cabia ao governo federal o titulo de pai da obra.

Recentemente, Romero anunciou uma lista de pessoas convocadas para apresentar documentos para receberem seus apartamentos. Não para os 26 mil inscritos, mas para apenas 0,38% desse total, ou seja, em torno de 100 pessoas. Passados quase sete anos da gestão de Romero Rodrigues e três eleições, a promessa do prefeito de entregar as 4.100 unidades habitacionais do conjunto ainda continua no âmbito das ‘promessas’ mesmo. Durante esse período, foram feitos eventos de cadastramento às vésperas das eleições de 2016, que reuniram milhares pessoas, com a promessa da entrega de casas, sorteios das supostas casas, listas de entregas, até mesmo com denúncias de irregularidades no cadastramento.

Chegado o ano pré-eleitoral de 2020, a Coordenadoria de Comunicação da Prefeitura de Campina Grande (Codecom) enviou release divulgando uma relação parcial de 100 pessoas convocadas da lista de espera, que deveriam comparecer à Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan) para entregar as cópias legíveis dos documentos pessoais. Ou seja, essas 100 pessoas representam apenas 0,38% do total de pessoas que fizeram as inscrições para as 4.100 casas nesses seis anos. Veja (https://campinagrande.pb.gov.br/pmcg-divulga-lista-de-convocados-para-o-aluizio-campos-com-prazo-final-para-se-apresentar-a-secretaria-de-planejamento/).

Pai da obra – As obras do Complexo Habitacional Aluízio Campos em Campina Grande, iniciadas em 2013 na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff, que detém 93% de recursos federais, mas que para o prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues (PSD) é a obra que representa sua gestão, só tem recebido reconhecimentos do prefeito ao Governo Federal, quando o mesmo é para culpar a gestão federal pelos atrasos ou pedir apoio financeiro ou da polícia para a manutenção da obra.

Auxiliar debocha das famílias

Nesta última quinta-feira (24), vazou o áudio de um prestador de serviços da Prefeitura debochando de cadastrados para receber as casas, que estariam reclamando dos atrasos na entrega das casas. Segundo o áudio o servidor sem concurso Adriano Magno Alves Florenço. “Quer casa de graça vai ter que esperar”, disse. Veja mais: https://www.wscom.com.br/ouca-auxiliar-de-romero-debocha-de-cadastrados-do-aluizio-campos/

Operação Famintos – Um dos motivos já alegados por um dos aliados do prefeito Romero pela não vinda do presidente Jair Bolsonaro a Campina Grande, o deputado federal Julian Lemos (PSL) é a repercussão negativa da ‘Operação Famintos’. Deflagrada em sua primeira fase no último dia 24 de julho, com a segunda fase tendo ocorrido no dia 22 de agosto, a Operação Famintos iniciou-se no âmbito do Ministério Público Federal a partir da Notícia de Fato 1.24.001.000119/2018-12 e prosseguiu por meio do Inquérito Policial 119/2018.

De acordo com o que foi apurado até aqui pelo MPF, Polícia Federal, Controladoria-Geral da União (CGU) e Escritório de Pesquisa e Investigação da 4ª Região Fiscal (Espei) da Receita Federal, pelo menos desde 2013 a organização criminosa criou uma rede de pessoas jurídicas de fachada para participar de procedimentos licitatórios em vários municípios do estado, principalmente em Campina Grande, sobretudo para a compra de merenda escolar com recursos provenientes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Processo nº 0802629-06.2019.4.05.8201

Íntegra da denúncia

http://www.mpf.mp.br/pb/sala-de-imprensa/docs/denuncia-operacao-famintos/view

Redação

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Prefeitura aciona PF, MPF e PM para monitorar manobras criminosas de estímulo à invasão do Complexo Aluízio Campos

Secretário Diogo Flávio

A Prefeitura de Campina Grande, através da Secretaria de Planejamento, formalizou na tarde desta sexta-feira, 25, pedidos de investigação e monitoramento ao Ministério Público Federal, Polícia Federal e Polícia Militar em relação a ações criminosas, de responsabilidade de grupos já identificados, que estariam articulando e estimulando a invasão do Conjunto Habitacional Aluízio Campos, neste final de semana.

De acordo com o secretário Diogo Flávio Lyra Batista, informações preocupantes chegaram à Prefeitura, dando conta de que ações orquestradas, de caráter criminoso, estariam sendo feitas com vistas à invasão do conjunto – obra do governo federal, financiada pelo Banco do Brasil, cuja construção ficou a cargo da Prefeitura de Campina Grande.

Diogo Flávio alerta que, tão logo sejam identificados, os responsáveis pela incitação a esse crime serão intimados a prestar esclarecimentos, podendo ser processados e enquadrados em crime federal, com todos os efeitos previstos em lei.

Inauguração

A inauguração do “Aluízio Campos” – conjunto com 4.100 unidades habitacionais e equipamentos públicos de educação, saúde e assistência social, entre outros benefícios à comunidade -, está marcada para o próximo dia 11 de outubro, por decisão conjunta do Ministério do Desenvolvimento Regional, Banco do Brasil e Prefeitura de Campina Grande.

O secretário Diogo Flávio explica que, por mais interesse que tenha a Prefeitura em promover a entrega do conjunto, por força contratual, a inauguração só poderá ocorrer quando estiveram cumpridas todas as etapas de assinaturas de contratos por parte dos mutuários. Essa operação é de responsabilidade exclusiva da instituição financiadora da obra, o Banco do Brasil.

O setor habitacional do BB, em São Paulo, até esta sexta-feira, 25, só tinha encaminhado os contratos dos 3.012 proprietários das casas – praticamente todos já assinados pelos donos dos imóveis, após serem convocados a comparecer ao Teatro Municipal Severino Cabral, onde equipes da Prefeitura e do BB agilizaram o processo de assinaturas.

Os contratos referentes aos 1.088 apartamentos do conjunto só começam a chegar em Campina Grande na próxima semana, segundo o Banco do Brasil. O mesmo processo de convocação dos proprietários para assinatura dos documentos no teatro se repetirá, para a conclusão da última etapa antes da inauguração do conjunto.

Assessoria de Comunicação – PMCG

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Dano moral: Justiça da Paraíba condena Ford e Vepel a pagarem R$ 10 mil de indenização por defeito em veículo novo

Juiz Ely Jorge Trindade

O juiz Ely Jorge Trindade, da 2ª Vara Cível da Comarca de Campina Grande, condenou a Ford Motor Company do Brasil Ltda. e Vepel Veículos e Peças Ltda., a pagarem, solidariamente, uma indenização no valor de R$ 10 mil por danos morais a um cliente que adquiriu um carro novo com defeito de fábrica. A decisão foi proferida nos autos da ação nº 0818847-30.2017.8.15.0001.

Ao apresentar defesa, a Vepel alegou, preliminarmente, ilegitimidade passiva, e, quanto ao mérito, rechaçou as alegações deduzidas pela parte autora, sob o fundamento principal de inexistência de ato ilícito praticado por ela a ensejar danos morais. Já a Ford apresentou contestação e documentos, na qual sustentou ausência de vício de fabricação no veículo do autor, atribuindo os problemas narrados na ação à agente externo, embora não tenha se recusado a reparar o veículo, cujo serviço não estaria coberto pela garantia, requerendo, ao final, a improcedência da ação.

Conforme consta nos autos, após alguns meses da data da compra, o carro apresentou vários problemas de oxidação da pintura, tendo sido realizados reiterados reparos, e sempre retornando ao revendedor para nova reparação, porém, sem sucesso. Alega que, em uma das vezes em que o carro ficou na oficina, foi constatada, ainda, folga na direção, cujo problema foi objeto de reclamações no SAC de uma das promovidas. Não obstante, todas as investidas do comprador em solucionar o impasse amigavelmente na via extrajudicial foram malsucedidas.

“De fato, não se pode negar que o autor teve frustrada sua legítima expectativa de ter adquirido veículo zero quilômetro sem a necessidade excessiva de manutenção, que é própria de veículo usado e que, além das revisões obrigatórias, nas quais o autor sempre informou sobre o problema de ferrugem, foram diversas as vezes que o veículo deu entrada na oficina autorizada para solução do vício de fabricação detectado no laudo pericial, conforme as ordens de serviço anexadas à inicial, comprovando problemas que não deveriam existir em um veículo zero quilômetro”, ressaltou, na sentença, o magistrado. Cabe recurso da decisão.

Assessoria de Imprensa – TJPB

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Nas redes sociais, coordenador de Comunicação da PMCG censura guerrilha digital e alerta sobre ‘fake news’

O jornalista Marcos Alfredo, coordenador de Comunicação da Prefeitura de Campina Grande, postou texto nas redes sociais, no qual censura a ação de guerrilha digital que vem produzindo notícias falsas contra a gestão municipal, tirando vantagem nesse tipo de propagação das ‘fake news’ de dois tipos de propagadores das informações sem procedência: um grupo formado por internautas incautos e que não usam filtros para checar ou questionar os conteúdos, e a manjada  participação de blogs e sites alinhados à oposição, que se esforçam para dar caráter jornalístico a material malicioso.

O caso mais recente que Marcos Alfredo chama a atenção diz respeito a um suposto áudio de um prestador de serviços da Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma), que teria emitido uma opinião pessoal e infeliz sobre a entrega das chaves aos moradores do Conjunto Aluízio Campos. Por encanto, o servidor contratado passa a ser alçado à condição de “assessor do prefeito Romero Rodrigues”.

Veja o texto, na íntegra:

De guerrilhas virtuais e incautos úteis

Típico desses tempos de redes sociais férteis em babaquices, ilações e ‘fake news’, vem sendo disseminada nos ‘whats apps’ da vida aqui pelas bandas de Campina Grande uma nova postagem, que é uma verdadeira “pérola”. Como sempre, só ganha contornos de “fato” por haver almas dispostas a consumir esse tipo de conteúdo absurdo, não apenas dando guarida à informação contaminada, mas até mesmo propagar, sem critério.

Estou me referindo à divulgação de um áudio, atribuído a Adriano Magno, um prestador de serviços da Prefeitura, com lotação na Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma), no qual ele faz observações inapropriadas sobre a entrega do Aluízio Campos: critica a impaciência dos futuros mutuários em relação ao recebimentos das chaves e opina que o prefeito Romero Rodrigues deveria mesmo era entregar a obra no próximo ano.

As supostas declarações de Adriano, por si só, mereceriam censura, crítica e reprovação dos internautas, mas naturalmente entram em ação as almas sebosas que vislumbram no arquivo de áudio uma chance de fazer contorcionismo político a partir de qualquer deslize alheio e de responsabilidade pessoal e intransferível:  espalham a informação de que o prestador de serviços, na verdade, seria um “assessor” de Romero, mesmo não exercendo naturalmente cargo de confiança.

Tudo bem. Partindo desse pressuposto, deduz-se que todo prestador de serviços do Município agora é, automaticamente, “assessor do prefeito”. Seja ele gari, vigilante, enfermeiro, professor ou qualquer outro profissional contratado para qualquer área da gestão. E qualquer um desses que fizer uso de sua liberdade de expressão, por conta e risco, exposto às sanções da opinião pública ou ao braço da lei, transforma-se por encanto em um qualificado “porta-voz” da administração.

É o que disse, acima: esse tipo de baboseira misturada com ilação política só ganha vida e atenção porque, infelizmente, boa parte da massa internauta consumidora não exerce o direito básico de questionar, duvidar ou mesmo dissecar o que é apresentado como conteúdo aparentemente bombástico, escandaloso. Resultado: torna-se vítima fácil e incauta de espertalhões e bandidos digitais.

O que considero escandaloso mesmo é a disposição de sites e blogs, alinhados à oposição, de fazer uso desse tipo de material contaminado pela falácia. Optam por manter a postura de usar lixo como informação, relegando o jornalismo, ironicamente, à lata de lixo.

Felizmente, isso tem limite. No bom senso, na capacidade crítica de análise daqueles que integram o outro grupo mais antenado e vigilante das redes sociais e do universo web. E, naturalmente, se esvai na própria fragilidade das coisas que são falsas, mascaradas, montadas. Que prevaleça a verdade e seja desovado na lixeira da indiferença a produção subterrânea da guerrilha digital inescrupulosa.

Marcos Alfredo

Coordenador de Comunicação da Prefeitura de Campina Grande

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Prefeitura, BB e Ministério definem 11 de novembro como data definitiva para inauguração do “Aluízio Campos”

Banco do Brasil ainda falta enviar todos os contratos dos proprietários dos 1088 apartamentos do conjunto

As 4.100 casas e apartamentos do Conjunto Aluízio Campos serão entregues no dia 11 de novembro. Foi o que anunciou o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, na manhã desta quarta-feira (23), após entendimentos com o Ministério do Desenvolvimento Regional e o Banco do Brasil, parceiros na obra.

O anúncio de Romero Rodrigues foi feito durante mais uma visita sua ao Teatro Municipal Severino Cabral, onde estão sendo assinados os contratos das unidades habitacionais.

O prefeito explicou que pretendia inaugurar o conjunto nesta sexta-feira (25), mas questões operacionais referentes ao envio a Campina Grande dos contratos de 1.088 apartamentos impedem que a entrega oficial aconteça ainda esta semana. Os contratos são preparados em São Paulo, pelo Banco do Brasil, que os envia para Campina Grande.

Segundo Romero, com a conclusão do processo de assinaturas dos contratos por parte dos mutuários das casas, não haveria sentido em não entregar também, por questões burocráticas que independem da Prefeitura, os apartamentos no mesmo dia da inauguração.

Romero explicou que todas as ações sob responsabilidade da Prefeitura foram rigorosamente cumpridas, restando, agora, tão somente, que os contratos dos apartamentos sejam assinados, encerrando-se, assim, o processo burocrático que garante a casa própria para milhares de campinenses. As convocações acontecerão por meio do site oficial da PMCG e pelas redes sociais.

Casas

Quanto aos contratos das casas, todo o procedimento de assinatura será encerrado ainda nesta quarta-feira (23), sendo coroado o esforço das equipes da Secretaria de Planejamento que desde o dia 11 de outubro trabalham no Teatro Municipal para atender aos 3.012 contemplados com as residências construídas e já vistoriadas no Aluízio Campos.

Assessoria de Comunicação – PMCG

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Romero adia pela 3ª vez entrega das casas do conjunto Aluízio Campos e volta a culpar Governo Federal

As obras do Complexo Habitacional Aluízio Campos em Campina Grande, iniciadas em 2013 na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff, que detém 93% de recursos federais, mas que para o prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues (PSD) é a obra que representa sua gestão, teve na última quarta-feira (23), sua terceira promessa de entrega, em menos um mês pelo gestor aos ganhadores das moradias. Romero voltou a culpar o Governo do presidente Jair Bolsonaro pelos atrasos na entrega das residências, que segundo o gestor municipal, agora podem vir a ser entregues em 25 de novembro.

A promessa inicial do prefeito seria entregar no dia 11 de outubro, aniversário da cidade, depois aumentou o prazo para o dia 25 de outubro e agora ampliou em mais de um mês. “Se dependesse só da prefeitura eu podia dizer está entregue, pois de 1088 apartamentos, apenas 33 vão precisar de consertos. Para entregar aqui (casas e apartamentos) tem uma burocracia muito grande”, disse o gestor campinense, ao destacar, em outro ponto, que a entrega dos imóveis poderá não mais ocorrer como previsto, no dia 11 de outubro, aniversário da cidade. Veja ao depoimento á época completo no link: https://youtu.be/zL2bZRPIHG8

Recentemente, Romero anunciou uma lista de pessoas convocadas para apresentar documentos para receberem seus apartamentos. Não para os 26 mil inscritos, mas para apenas 0,38% desse total, ou seja, em torno de 100 pessoas. Passados seis anos da gestão de Romero Rodrigues e três eleições, a promessa do prefeito de entregar as 4.100 unidades habitacionais do conjunto ainda continua no âmbito das ‘promessas’ mesmo. Durante esse período, foram feitos eventos de cadastramento às vésperas das eleições de 2016, que reuniram milhares pessoas, com a promessa da entrega de casas, sorteios das supostas casas, listas de entregas, até mesmo com denúncias de irregularidades no cadastramento.

Chegado o ano pré-eleitoral de 2020, a Coordenadoria de Comunicação da Prefeitura de Campina Grande (Codecom) enviou release divulgando uma relação parcial de 100 pessoas convocadas da lista de espera, que deveriam comparecer à Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan) para entregar as cópias legíveis dos documentos pessoais. Ou seja, essas 100 pessoas representam apenas 0,38% do total de pessoas que fizeram as inscrições para as 4.100 casas nesses seis anos. Veja (https://campinagrande.pb.gov.br/pmcg-divulga-lista-de-convocados-para-o-aluizio-campos-com-prazo-final-para-se-apresentar-a-secretaria-de-planejamento/).

Com mais esse provável novo adiamento na data da entrega, a promessa de que os contemplados receberiam suas casas na aniversário da cidade ficará para outro dia, veja mais:  http://blogs.jornaldaparaiba.com.br/plenopoder/2019/10/23/prefeitura-de-campina-grande-adia-pela-segunda-vez-a-entrega-do-aluizio-campos/

Operação Famintos – Um dos motivos já alegados por um dos aliados do prefeito Romero pela não vinda do presidente Jair Bolsonaro a Campina Grande, o deputado federal Julian Lemos (PSL) é a repercussão negativa da ‘Operação Famintos’. Deflagrada em sua primeira fase no último dia 24 de julho, com a segunda fase tendo ocorrido no dia 22 de agosto, a Operação Famintos iniciou-se no âmbito do Ministério Público Federal a partir da Notícia de Fato 1.24.001.000119/2018-12 e prosseguiu por meio do Inquérito Policial 119/2018.

De acordo com o que foi apurado até aqui pelo MPF, Polícia Federal, Controladoria-Geral da União (CGU) e Escritório de Pesquisa e Investigação da 4ª Região Fiscal (Espei) da Receita Federal, pelo menos desde 2013 a organização criminosa criou uma rede de pessoas jurídicas de fachada para participar de procedimentos licitatórios em vários municípios do estado, principalmente em Campina Grande, sobretudo para a compra de merenda escolar com recursos provenientes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Processo nº 0802629-06.2019.4.05.8201

Íntegra da denúncia

http://www.mpf.mp.br/pb/sala-de-imprensa/docs/denuncia-operacao-famintos/view

Redação