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Asplan tem suplente na chapa do presidente reeleito do SINDCAP

Diretores da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba – Asplan prestigiam eleição da nova direção do Sindicato dos Produtores Rurais de Caaporã/Alhandra/Pitimbu/Conde – SINDCAP nesta quinta-feira (16). Dácio Martins foi reeleito presidente do Sindicato junto a Sérgio Ricardo G. Martins, o vice-presidente, que também é o atual Superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR-PB). O Diretor-Secretário da Asplan, Raimundo Nonato Siqueira, é suplente da direção do novo Sindicato.

Para o Diretor-Técnico da Asplan, Neto Siqueira, que também esteve presente na eleição apoiando a chapa, esse é um momento importante para a região, que também possui muita cana-de-açúcar. “A reeleição de Dácio nos traz uma perspectiva muito boa para o cenário, principalmente, quando se fala no desenvolvimento territorial da região perante aos órgãos e aos modais da localidade”, comentou Neto.

A eleição para o SINDCAP acontece a cada três anos. Fundado em 2005, o Sindicato é a entidade que mobiliza os produtores do Litoral Sul da Paraíba para atividades ligadas ao desenvolvimento da região e do setor rural, dentre elas, diversos treinamentos que acontecem com o apoio do Senar e da Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba (Faepa), além da Asplan.

 

Assessoria 

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Setor canavieiro paraibano comemora escolha do deputado Efraim Filho para liderança do DEM na Câmara dos Deputados em 2020

Com projetos importantes tramitando no Congresso, o setor sucroenergético prescinde de parlamentares que conheçam com mais propriedade a realidade e importância do setor e o deputado federal pela Paraíba, Efraim Filho, não apenas conhece a fundo o setor, como é um aliado das questões que promovam o desenvolvimento da cultura canavieira e da indústria sucroenergética nacional. Por isso, a escolha, por aclamação, na última terça-feira (17), do parlamentar para a liderança da Câmara dos Deputados em 2020 foi muito bem recebida pela classe produtiva e industrial que tem nele um parceiro importante para construir caminhos e buscar soluções que promovam o desenvolvimento de ações e projetos fundamentais para o soerguimento e defesa do segmento. “Serei líder de uma bancada compromissada com as pautas econômica e social, de desenvolvimento, geração de emprego e renda”, reiterou o parlamentar após a sua escolha.

Efraim Filho conhece como poucos a realidade de nosso setor e sabe da importância dele para o desenvolvimento do país, especialmente, no Nordeste, onde a cultura canavieira é um importante sustentáculo econômico e social, e por isso tem condições de defender e apoiar nossos pleitos. A escolha dele como líder do DEM na Câmara muito nos alegra, porque é a certeza de que teremos um aliado ainda mais articulado”, destaca o presidente da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) José Inácio de Morais.

O deputado Efraim Filho foi escolhido, por aclamação, na noite desta terça-feira, (17), o líder do Democratas na Câmara dos Deputados, vai liderar uma bancada de 31 deputados. Ele substituirá Elmar Nascimento (BA), a partir de fevereiro de 2020, na volta do recesso parlamentar. Inicialmente, ele iria disputar com o deputado Alexandre Leite (SP), mas, um acordo foi construído para que o parlamentar paulista se retirasse da disputa. Efraim Filho, que está em seu quarto mandato, já foi líder do DEM na Câmara e saiu do cargo no início de 2018.

A escolha para comandar a legenda na Câmara não foi acirrada. Foi um consenso entre os parlamentares do Democratas na Casa. “Fico feliz em assumir novamente essa responsabilidade, que será desempenhada com serenidade o diálogo e equilíbrio na tomada de decisões e espero corresponder à altura da confiança dos integrantes de meu partido”, disse Efraim, lembrando que sob a condução do atual líder do DEM, deputado Elmar Nascimento, o partido contribuiu com o país, apoiando e votando em matérias a favor do emprego, da saúde, do combate à violência e ao crime organizado, entre outras questões importantes para a nação.

Assessoria 

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Asplan fecha parceria com Sicredi para facilitar captação de recursos para investimento ou custeio de produtores

Presidente da Asplan, José Inácio.

A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba – Asplan, está fechando uma parceria com o Sicredi, segunda maior instituição de crédito rural no Brasil. Dentro em breve, os associados da Asplan terão uma ferramenta prática e resolutiva para conseguir crédito junto a bancos públicos como o BNDES procurando apenas um engenheiro agrônomo da Associação credenciado para fazer projetos de investimento ou custeio junto ao Sicredi.

De acordo com o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, essa é uma facilidade que chamará a atenção do produtor. “Através de um engenheiro agrônomo que vai lançar todos os dados da propriedade numa ferramenta digital e online, o produtor terá o controle do que está sendo feito na sua plantação e pode projetar melhor o futuro, além de ampliar as possibilidades de linhas de crédito”, comentou o dirigente, frisando que a plataforma será manuseada pelos engenheiros agrônomos da Asplan,  José Inácio lembrou ainda que a Asplan já tem boas parcerias com o Banco do Brasil, Bradesco e outras instituições financeiras, mas qualquer agente que vier agregar valor ao negócio e facilitar o acesso ao crédito para os produtores será bem-vindo.

Para o presidente do Conselho de Administração do Sicredi Evolução, João Bezerra Júnior, a parceria com o Sicredi é uma conquista importante. “O trabalho da instituição financeira cooperativa que estará atuando diretamente na parceria com a Asplan será o de construir juntos, facilitando a vida dos produtores paraibanos de forma colaborativa, com uma orientação célere e muito mais próxima”, destacou ele.

Segundo o gerente de negócios agro da Sicredi Evolução, Aurélio Pizano Timm, depois de assinado o contrato com a Associação, o segundo passo é cadastrar os engenheiros agrônomos no sistema do Sicredi. “Toda captação de recursos passa por um projeto técnico e é isso que os engenheiros farão e enviarão pela plataforma. Depois, recebemos a solicitação imediatamente, online. Se for necessária alguma alteração, reenviamos na mesma hora. Ou seja, tudo mais rápido”, disse Aurélio.

Na semana passada, representantes da Asplan se reuniram com a equipe do Sicredi para treinamento. Os produtores poderão contratar qualquer linha de crédito do Agro, tanto para investimento como para custeio. “A ideia foi qualificar os engenheiros para que eles façam tudo isso para o produtor, informando sobre a propriedade. Depois, a ferramenta também é de fiscalização. Poderemos ver se está sendo feito o que foi acordado”, explicou Aurélio.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Outras informações: www.sicredi.com.br e

www.sicredi.com.br/evolucao

 

Assessoria 

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A importância da aviação agrícola para o agronegócio é tema de reunião na Asplan

É com o objetivo de apresentar a importância que a aviação agrícola tem para o agronegócio brasileiro e como a frota aeroagrícola do país respeita os inúmeros critérios para garantir o padrão de segurança e qualidade da aplicação aérea, que a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (ASPLAN) realizará, nesta quarta-feira (04), às 10h, uma reunião em seu auditório, na sede da entidade, na Rua Rodrigues de Aquino, 267, no Centro da capital paraibana. Embora com mais de 70 anos atuando na pulverização segura de agroquímicos em áreas extensas, a atividade ainda é alvo de polêmicas, inclusive de um Projeto de Lei que pretende proibir a prática no Estado. Durante a reunião, estará presente um representante do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola.

Aqui na Paraíba, um Projeto de Lei (561/2019), que tramita na ALPB, propõe a proibição da pulverização aérea de defensivos no estado. A reunião na ASPLAN também tem o intuito de unir forças contra o projeto através da informação e esclarecimentos. O presidente do Sindicado da Indústria do Álcool e do Açúcar – Sindalcool, Edmundo Barbosa, explica que o encontro é importante para que o setor sucroalcooleiro da Paraíba entenda como a aviação permite a pulverização de agroquímicos em áreas extensas, sem causar prejuízos à saúde, sem amassamentos nas plantações e compactação de solo, etc.

“Ao longo dos anos a tecnologia agrícola tem evoluído no Brasil como demonstram os expressivos números da balança comercial do País. Em 2002 a safra de cana era de 200 milhões de toneladas hoje são mais de 600 milhões. Da mesma forma, na Paraíba há uma produção crescente do etanol, do açúcar e da bioeletricidade. São muitos trabalhadores, cerca de 30 mil m plena safra como agora, que mantém as suas famílias. Essa atividade irriga a economia de 26 municípios. São mais de 1500 produtores de cana que ativam a economia rural. Por estas razões, devemos conhecer como a aviação pode nos ajudar ainda mais”, detalhou o dirigente do Sindalcool.

Para o presidente da ASPLAN, José Inácio de Morais, é preciso buscar informações a respeito para que o agronegócio não seja prejudicado, haja vista que a pulverização aérea já é resguardada por várias exigências legais com o objetivo de garantir operações seguras para o piloto, para a população e o meio ambiente. “Temos diversos padrões que a aviação segue para que tenhamos segurança e tem vários órgãos federais que fiscalizam isso aí. Tudo é feito com muito cuidado e respeitando a legislação há décadas”, comentou José Inácio, frisando que a aviação é uma ferramenta valiosa para o produtor frente à demanda por novas tecnologias de produção. “O setor não deixe de respeitar o meio ambiente porque usa essa importante ferramenta, pelo contrário”, concluiu o presidente da ASPLAN.

Assessoria – Asplan

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Conferência da DATAGRO celebra os 40 anos do Protocolo do carro a álcool e a Asplan marca presença no evento em São Paulo

A 19ª Conferência Internacional DATAGRO sobre Açúcar e Etanol que aconteceu em São Paulo nos dias 28 e 29 últimos, contou com a participação da Paraíba, que marcou presença através do vice-diretor técnico da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Pedro Neto. O evento, que também é um dos mais importantes do calendário mundial do açúcar e etanol, aconteceu no Hotel Grand Hyatt e contou com mais de 60 palestrantes e a participação de ministros, secretários de estado, empresários, presidentes de companhias importantes ligadas ao setor e diversas entidades de classe do Brasil e do mundo. Na abertura da 19ª Conferência aconteceu a celebração de 40 anos do Protocolo do Carro a Etanol (Proalcool).

Para Pedro Neto, a realização do evento, que é anual, é de extrema importância para que o setor se fortaleça na unidade e no conhecimento. Ele destacou que na Conferência o segmento tem acesso à informações estratégicas de mercado e também tem uma perspectiva de politicas públicas para o setor. “O evento tem o objetivo de disseminar conhecimento de novas tecnologias e políticas públicas voltadas para o setor do açúcar e do etanol, o que nos fortalece como segmento e nos projeta para o futuro. Assim, esse ano, também se comemorou os 40 anos da assinatura do protocolo assinado pelas empresas automobilísticas e o governo federal para a fabricação dos carros a etanol, o que nos remeteu à década de 1979 e aquele momento, mas também comparamos ao nosso atual e observamos novas oportunidades com o avanço imenso das tecnologias voltadas ao setor, basta que haja incentivo para a sua aplicação também”, resumiu o vice-diretor da Asplan, Pedro Neto.

Pedro Neto frisou que a categoria está esperançosa e tem muita expectativa em torno do programa RenovaBio, que entra em vigor no dia 15 de dezembro. “É um programa bem fundamentado, bem estudado, feito por grandes profissionais. Deixa a gente esperançoso. È um programa que tem o objetivo de estabelecer metas  nacionais anuais de descarbonização para o setor de combustíveis, de forma a incentivar o aumento da produção de biocombustíveis na matriz energética do país. A expectativa é grande para o seu início”, comentou o dirigente da Asplan, lembrando que durante o evento as montadoras de veículos já trouxeram novidades quanto a um futuro em que se deva utilizar um combustível cada vez mais limpo.

Carros “mais limpos”

No primeiro dia da Conferência, quem chegou ao evento encontrou um FIAT 147, o primeiro veículo automotor vendido em larga escala movido a álcool no Brasil. A exposição fez alusão aos 40 anos da assinatura do Protocolo do Carro a Etanol. Na ocasião, o diretor técnico da Anfavea- Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Henry Joseph Júnior, destacou que a setor pode estar diante de novas oportunidades como o surgimento do carro híbrido movido à eletricidade e a etanol. Ele salientou que o Brasil teve “marcos” na indústria automobilística que foram bem aproveitados pelo setor sucroenergético a exemplo de 1979 com a assinatura do termo, outro momento em 2003 com os carros flex e outra pode acontecer em breve com a eletrificação com biocombustíveis com o novo hibrido flex a etanol, que já é considerado o carro mais limpo do planeta.

“A introdução dos carros flex foi marcante. Hoje, temos 33 milhões de carros flex no Brasil, ou seja, 80% da frota é flex no país, então, ainda temos sim um potencial enorme para a o consumo do etanol, que é um biocombustível e tem redução de emissão de CO² na atmosfera, ou seja, é um combustível limpo e que combina perfeitamente com a ideia dos carros elétricos. Vamos combinar as duas tecnologias: a do carro a etanol e elétrico”, avaliou o dirigente da Anfavea.

Políticas públicas

Em seu discurso de abertura da Conferência, o presidente da DATAGRO, Plínio Nastari, destacou os avanços positivos que o Brasil teve com o incentivo de políticas púbicas como a de 1979. “A partir deste importante marco, se desenvolveu no Brasil não só a adição do etanol à gasolina, que evoluiu de uma mistura de 2% em 1931, para 10% a 12% em 1976, sucessivamente passando a 18%, 20%, 22%, 25%, atingindo os atuais 27% a partir de março de 2015, mas também a sua aplicação como combustível exclusivo em veículos. Este foi um exemplo de politica publica que trouxe significativos resultados positivos ao País. O protocolo estabeleceu metas ambiciosas de fabricação de carros a álcool, que foram amplamente cumpridas, não só pela indústria automotiva com a ação pioneira à época da FIAT ao lançar o primeiro carro a etanol, o Fiat 147, no que foi seguida por todas as demais grandes montadoras, mas também pelos consumidores que fizeram do carro a etanol – Você ainda vai ter um — um grande sucesso de vendas, representando mais de 96% das vendas totais de veículos em 1985, somando desde 1979 mais de 5,62 milhões de unidades vendidas”, salientou.

E não parou por aí. Plínio ainda frisou o incremento para a economia do país. “Neste período foi absorvido um contingente expressivo de mão-de-obra, absorvida por empregos gerados de forma descentralizada no interior, reduzindo de forma expressiva investimentos públicos em infraestrutura nos grandes centros, e a pressão nos cofres públicos. Posteriormente, com a mecanização do plantio e da colheita, o emprego foi reposicionado, através de um grande esforço de treinamento e requalificação. E ao longo de todo esse período ficou comprovado o impacto positivo do emprego relacionado à produção de cana”, disse.

E continuou: “Em termos ambientais, o fato do etanol de cana ser praticamente neutro em emissões de gases causadores do efeito estufa, transformou-o numa das fontes de energia mais limpas para alimentar a mobilidade eficiente do ponto de vista energético e ambiental”, destacou, lembrando que com o etanol, o Brasil tem uma opção tecnológica de mobilidade muito superior à que vários outros países tem perseguido.

Privado e público juntos

O evento da Datagro tem uma característica importante que é unir setor privado e púbico em torno das discussões que movem o setor do açúcar e do etanol no Brasil e no mundo. Assim, a Conferência contou com as participações de Ricardo Salles, Ministro do Meio Ambiente – MA; Gustavo Diniz Junqueira, Representando o Governador do Estado de São Paulo; Geraldo Alckmin, Ex-Governador do Estado de São Paulo; Décio Oddone, Diretor Geral, ANP – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Rio de Janeiro; Arnaldo Jardim, Presidente da Frente Parlamentar de Valorização do Setor Sucroenergético; Itamar Borges, Presidente Frente Parlamentar do Agronegócio Paulista; Frederico D’Avila, Deputado Estadual, São Paulo; Luiz Carlos Moraes, Presidente da ANFAVEA, São Paulo; Mario Garnero, Ex-Presidente da ANFAVEA e Presidente da Brasilinvest, São Paulo; Duarte Nogueira, Prefeito da Cidade de Ribeirão Preto, Ribeirão Preto;
João Irineu Medeiros, Diretor, FCA Group – Fiat Chrysley Automobiles, e Plinio Nastari, Presidente, DATAGRO

A primeira palestra foi do Diretor de Abastecimento e Regulamentação, PLURAL, Leandro de Barros Silva. Em seguida veio Evandro Gussi, Presidente, ÚNICA; Aurélio Amaral, Diretor, ANP – Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis; Gustavo Leite Segantini, Diretor de Vendas e Marketing, TEREOS; Miguel Ivan Oliveira, Diretor do Departamento de Biocombustíveis, Ministério de Minas e Energia, Brasília, Brasil. Na parte da tarde tiveram os temas como “As Novas Tecnologias e tendências para Sustentabilidade e Compliance Ambiental”; “Perspectivas de Proteção e Balanço Oferta e Demanda de Açúcar e Etanol no Brasil”; “Tecnologia Agrícola: Em busca dos 3 dígitos”; “Mercados de etanol em desenvolvimento no mundo”; “As Startups e a nova lei de proteção de dados pessoais”; dentre outras.

No segundo dia, 29, os participantes puderam conferir temas que trouxeram vários palestrantes como “Marcado de Capital e Crédito”; “Transformação Corporativa para alta performance”; “Regularização ambiental”; “Novas tecnologias automotivas”; Complementariedade dos biocombustíveis e dos combustíveis tradicionais”; Agenda Setorial”, com as novidades que virão em eventos e outras demandas; e, por fim, o presidente da Datagro, Plínio Nastari fez um resumo do evento.

Assessoria de Imprensa – Asplan