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Homem que ameaçou matar a ex-companheira tem condenação mantida pela de Catolé do Rocha, no Sertão

Acusado de ter ameaçado matar a ex-companheira com 10 tiros na cabeça, Marcelo Cordeiro da Silva teve a condenação pelo crime de ameaça (artigo 147 do Código Penal) mantida pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba. O caso é oriundo da 3ª Vara da Comarca de Catolé do Rocha e o relator da Apelação Criminal nº 0000502-80.2018.815.0141 foi o juiz convocado Tércio Chaves de Moura.

Na decisão de 1º Grau, ele foi condenado a uma pena de um mês de detenção a ser cumprida no regime aberto. A vítima, em depoimento na polícia no dia 28 de maio de 2018, afirmou que teve um relacionamento amoroso com Marcelo por quatro meses e que  durante o tempo que moraram juntos, todas as vezes que ele chegava embriagado fazia graves ameaças, do tipo “se você me deixar, arrumar outra pessoa ou ir a delegacia de polícia, eu lhe mato”. Ela contou ainda que o acusado era usuário de drogas ilícitas e este também foi um dos motivos da separação.

Quando do seu interrogatório na fase extrajudicial, o réu negou ter ameaçado sua ex-companheira. Em outro depoimento na esfera judicial disse ser verdadeira a acusação. Contou que no dia do fato estava de cabeça quente, mas não tinha a intenção de fazer o mal para a vítima. Relatou ainda que quando falou que ia desferir 10 tiros na cabeça da vítima foi porque ela estava vivendo com uma pessoa e que essa pessoa foi na sua casa para ameaçá-lo.

No exame do caso, o relator disse que no crime de ameaça a palavra da vítima tende a preponderar sobre a do réu, sobretudo quando harmônica com as provas dos autos. “No caso em tela, muito embora o acusado não negue ter ameaçado sua companheira de morte, alega uma suposta legítima defesa que não conseguiu comprovar nos autos”, afirmou o juiz Tércio Chaves.

O artigo 147 prevê pena de detenção de um a seis meses, ou multa, nos casos de crime de ameaça. A ameaça pode ser por palavra, escrito ou gesto, ou qualquer outro meio simbólico.

Assessoria de Imprensa – TJPB

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Vídeo: Psicóloga do CAPS de Cajazeiras ameaça chamar a polícia para radialista nesta manhã de segunda (18)

A radialista Gorete Videres tem enfrentado nos últimos meses muitas pressões, agressões verbais e, principalmente ameaças.

Após uma série de denúncias que a mesma tem feito a pedido da população sofrida e carente, agentes públicos e servidores de órgãos da Prefeitura de Cajazeiras – têm massacrado a profissional de rádio.

Em uma visita nesta manhã de segunda-feira (18), desta vez, ao CAPS da Rua Barão do Rio Branco, no Centro de Cajazeiras, Gorete realizava seu trabalho e foi ameaçada por uma servidora que chegava ao referido local, a moça que é psicóloga contratada empunhava o dedo indicador e brava ameaçou chamar a polícia.

A pedido de um usuário, Gorete se viu no direito e na razão de levar as informações ao público, que na maioria das vezes se cala por alguma razão.

A direção do órgão publicou nas redes sociais, uma Nota de Esclarecimentos dando conta que o trabalho de Gorete Videres é “Fake News”.

Leia abaixo, a nota na íntegra:

 

Nota de Esclarecimento CAPS AD: Denúncia falsa sobre Caps Ad

Em virtude das notícias falsas em circulação acerca da possível denúncia do usuário Adriano (Pintinho), a coordenação do Caps Ad (Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas )– que é um dispositivo da saúde mental que acolhe e trata usuários do SUS e seus familiares com prejuízos decorrentes do uso abusivo e dependência de Substâncias Psicoativas, vem a público reforçar que o trabalho desenvolvido vem da valorização do Centro e segue fortalecido com portas abertas o tratamento de todos que precisam , temos toda equipe capacitada para este trabalho , onde existe um cronograma de atividades com os profissionais e atendimentos médico ( psiquiatra ) , enfermagem , psicólogos , assistente social , monitores , cozinheira , auxiliar de serviços gerais e farmacêutico. Uma equipe completa.

Infelizmente o Adriano (usuário) ultimamente vem ao Caps embriagado, sob efeito de drogas e fazendo desordem no local, agredindo funcionários e ameaçando. Tivemos que pedir por várias vezes reforço ao batalhão para ter que sair do Caps AD onde o mesmo já frequenta a mais de 14 anos e não aceita o tratamento. Lembrando que a senhora Goretty Videres entrevistou o usuário em uma situação em que o mesmo não estava em si. Usando a imagem onde o próprio mostra estar sob efeito de álcool e outras substâncias. Para haver uma denúncia precisamos primeiramente ouvir as duas partes e não dessa forma manipuladora em questão da politicagem.

Em nota, o CAPS AD reforça a necessidade de os profissionais e da população não compartilharem informações que possuam origem duvidosa ou que não sejam fidedignas, tendo em vista a crescente distribuição deliberada de desinformação e boatos, as Fake News (notícias falsas).

Abaixo, a denúncia do usuário conhecido por “Pintinho”. Veja!

 

Redação