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Vigilante revela à PF que foi avisado na noite anterior da Operação Pés de Barro com alvo no escritório do deputado Wilson Santiago

As buscas e apreensões em gabinetes têm provocado desgaste entre Câmara e o STF. Na última ação realizada no ano passado, vigilantes terceirizados disseram aos policiais da Operação Pés de Barro que já estavam esperando a Polícia Federal.

O funcionário contou ter recebido um alerta na noite anterior, por volta de 23h, via rádio. A comunicação teria sido passada por seu supervisor. Ele não soube informar se os agentes da Polícia Legislativa também foram informados antecipadamente da ação da PF. Enquanto o delegado entrevistava o vigilante, uma agente da Polícia Legislativa orientou que ele permanecesse em silêncio.

O funcionário foi levado e teve que prestar depoimento. A ação tinha como alvo central o escritório do deputado Wilson Santiago, do PTB da Paraíba.

Com informações de O Antagonista

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Inmet emite alerta de chuvas intensas em Cajazeiras e outras 43 cidades do Sertão da Paraíba

Há perigo potencial de ventos fortes, alagamentos e descargas elétricas.

Um alerta de chuvas intensas foi emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) nesta segunda-feira (30) para 44 cidades do Sertão da Paraíba. De acordo com o instituto, o alerta é de perigo potencial, e as chuvas podem causar danos estruturais às cidades atingidas.

Conforme o alerta, as chuvas podem variar entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com ventos intensos, de 40 a 60 km/h. Os riscos de cortes de energia elétrica, queda de galhos de árvores e alagamentos são baixos, mas o Inmet orienta que a população evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada, e em casos de rajadas de vento, não se abriguem debaixo de árvores.

O alerta do Inmet vale até as 9h de terça-feira (31), véspera de Ano Novo. Para mais informações, o Inmet recomenda que a população entre em contato com os telefones da Defesa Civil (199) e do Corpo de Bombeiros (193).

Veja as cidades sob alerta de chuvas intensas

  1. Aguiar
  2. Aparecida
  3. Bernardino Batista
  4. Boa Ventura
  5. Bom Jesus
  6. Bonito de Santa Fé
  7. Cachoeira dos Índios
  8. Cajazeiras
  9. Carrapateira
  10. Conceição
  11. Coremas
  12. Curral Velho
  13. Diamante
  14. Ibiara
  15. Igaracy
  16. Itaporanga
  17. Joca Claudino
  18. Lastro
  19. Manaíra
  20. Marizópolis
  21. Monte Horebe
  22. Nazarezinho
  23. Nova Olinda
  24. Pedra Branca
  25. Piancó
  26. Poço Dantas
  27. Poço de José de Moura
  28. Princesa Isabel
  29. Santa Cruz
  30. Santa Helena
  31. Santa Inês
  32. Santana de Mangueira
  33. Santana dos Garrotes
  34. Serra Grande
  35. Sousa
  36. São José de Lagoa Tapada
  37. São José de Caiana
  38. São José de Santana
  39. São José de Princesa
  40. São João do Rio do Peixe
  41. Tavares
  42. Triunfo
  43. Uiraúna
  44. Vieirópolis.

Assessoria – Inmet

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Nas redes sociais, coordenador de Comunicação da PMCG censura guerrilha digital e alerta sobre ‘fake news’

O jornalista Marcos Alfredo, coordenador de Comunicação da Prefeitura de Campina Grande, postou texto nas redes sociais, no qual censura a ação de guerrilha digital que vem produzindo notícias falsas contra a gestão municipal, tirando vantagem nesse tipo de propagação das ‘fake news’ de dois tipos de propagadores das informações sem procedência: um grupo formado por internautas incautos e que não usam filtros para checar ou questionar os conteúdos, e a manjada  participação de blogs e sites alinhados à oposição, que se esforçam para dar caráter jornalístico a material malicioso.

O caso mais recente que Marcos Alfredo chama a atenção diz respeito a um suposto áudio de um prestador de serviços da Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma), que teria emitido uma opinião pessoal e infeliz sobre a entrega das chaves aos moradores do Conjunto Aluízio Campos. Por encanto, o servidor contratado passa a ser alçado à condição de “assessor do prefeito Romero Rodrigues”.

Veja o texto, na íntegra:

De guerrilhas virtuais e incautos úteis

Típico desses tempos de redes sociais férteis em babaquices, ilações e ‘fake news’, vem sendo disseminada nos ‘whats apps’ da vida aqui pelas bandas de Campina Grande uma nova postagem, que é uma verdadeira “pérola”. Como sempre, só ganha contornos de “fato” por haver almas dispostas a consumir esse tipo de conteúdo absurdo, não apenas dando guarida à informação contaminada, mas até mesmo propagar, sem critério.

Estou me referindo à divulgação de um áudio, atribuído a Adriano Magno, um prestador de serviços da Prefeitura, com lotação na Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma), no qual ele faz observações inapropriadas sobre a entrega do Aluízio Campos: critica a impaciência dos futuros mutuários em relação ao recebimentos das chaves e opina que o prefeito Romero Rodrigues deveria mesmo era entregar a obra no próximo ano.

As supostas declarações de Adriano, por si só, mereceriam censura, crítica e reprovação dos internautas, mas naturalmente entram em ação as almas sebosas que vislumbram no arquivo de áudio uma chance de fazer contorcionismo político a partir de qualquer deslize alheio e de responsabilidade pessoal e intransferível:  espalham a informação de que o prestador de serviços, na verdade, seria um “assessor” de Romero, mesmo não exercendo naturalmente cargo de confiança.

Tudo bem. Partindo desse pressuposto, deduz-se que todo prestador de serviços do Município agora é, automaticamente, “assessor do prefeito”. Seja ele gari, vigilante, enfermeiro, professor ou qualquer outro profissional contratado para qualquer área da gestão. E qualquer um desses que fizer uso de sua liberdade de expressão, por conta e risco, exposto às sanções da opinião pública ou ao braço da lei, transforma-se por encanto em um qualificado “porta-voz” da administração.

É o que disse, acima: esse tipo de baboseira misturada com ilação política só ganha vida e atenção porque, infelizmente, boa parte da massa internauta consumidora não exerce o direito básico de questionar, duvidar ou mesmo dissecar o que é apresentado como conteúdo aparentemente bombástico, escandaloso. Resultado: torna-se vítima fácil e incauta de espertalhões e bandidos digitais.

O que considero escandaloso mesmo é a disposição de sites e blogs, alinhados à oposição, de fazer uso desse tipo de material contaminado pela falácia. Optam por manter a postura de usar lixo como informação, relegando o jornalismo, ironicamente, à lata de lixo.

Felizmente, isso tem limite. No bom senso, na capacidade crítica de análise daqueles que integram o outro grupo mais antenado e vigilante das redes sociais e do universo web. E, naturalmente, se esvai na própria fragilidade das coisas que são falsas, mascaradas, montadas. Que prevaleça a verdade e seja desovado na lixeira da indiferença a produção subterrânea da guerrilha digital inescrupulosa.

Marcos Alfredo

Coordenador de Comunicação da Prefeitura de Campina Grande

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CREA-PB alerta sobre risco e necessidade de manutenção periódica em prédios no estado

Após o desabamento de mais uma edificação, Conselho também cobra a aprovação de Lei Municipal sobre o tema

Há pouco mais de três meses, a Paraíba tomou um susto com o desabamento de um prédio em construção no bairro da Torre. Por sorte, não houve vítimas em virtude de a estrutura ter colapsado durante a madrugada.  Agora, é o Ceará que enfrenta as duras consequências do desabamento de um prédio residencial que, até agora, vitimou fatalmente sete pessoas, enquanto outras ainda estão desaparecidas.

Os ocorridos são alertas gritantes sobre a importância das inspeções prediais periódicas, realizadas por profissionais habilitados, no sentido de garantir a manutenção das condições de solidez e segurança das edificações. É o que aponta o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Paraíba, que mais uma vez, alerta a sociedade sobre este assunto e cobra da Câmara Municipal de João Pessoa a aprovação do Projeto de Lei 568/2018, que torna obrigatórias as inspeções periódicas nos prédios da capital.

O presidente do Crea-PB, Antonio Carlos de Aragão, conta que o Conselho participou, junto a outras entidades representativas, do Grupo de Trabalho que elaborou o PL e que foi protocolado na CMJP em março de 2018. “Agora, o Projeto deve ser votado pela Comissão de Políticas Públicas e, em seguida, pelo plenário da Câmara”, explica o engenheiro civil.

A inspeção predial é uma avaliação para identificar o estado geral da edificação e de seus sistemas construtivos, observando os aspectos de desempenho, funcionalidade, vida útil, segurança e estado de conservação. Segundo Aragão, alguns estudos apontam que quase 70% dos acidentes em edificações são causados por falta de manutenção. “Aí reside a importância da inspeção predial, que tem caráter preventivo. Quando falamos em manutenção corretiva,que é a mais comum, falamos em um problema muito mais caro e difícil de resolver”, afirma.

A capital paraibana, que carrega o título de terceira cidade mais antiga do Brasil, convive com as grandes e modernas edificações verticais, por um lado, e com históricas construções seculares, por outro. A manutenção preventiva desses equipamentos, no entanto, é pouco mencionada. O Projeto de Lei, além de tornar obrigatórias as inspeções periódicas, concluídas por laudos de Engenharia, em prédios públicos e privados de João Pessoa, também traz uma inovação. De acordo com o presidente do Crea, o PL conta com um artigo que obriga a entrega de todos os projetos técnicos de Engenharia atualizados conforme o efetivamente construído aos adquirentes dos imóveis. Assim, quando um cidadão compra um imóvel e, algum tempo depois, se queixa de problemas na sua construção, se houver  dúvida se a patologia detectada foi fruto de algum erro na execução da construtora ou da falta de manutenção preventiva e periódica, será possível, através do laudo feito pelo engenheiro, distinguir e solucionar qualquer um desses problemas.

Para Antonio Carlos de Aragão, as obras passarão a ter memória técnica de Engenharia, o que poderá evitar que mais vidas sejam ceifadas. “A partir daí, poderemos criar uma cultura de manutenção como instrumento de prevenção de acidentes. É inquestionável a importância disso para a segurança da população”, conclui o engenheiro.

Assessoria de Comunicação do Crea-PB