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BNDES descentraliza o acesso ao Crédito Rural e as instituições de fomento são agora operadoras dos recursos

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) criou mais um programa de crédito voltado ao produtor brasileiro. Trata-se do programa Crédito Rural, que terá inicialmente R$ 1,5 bilhão para projetos de investimento e aquisição isolada de máquinas e equipamentos. Anunciado na última sexta-feira (09), os recursos serão oferecidos em parceria com mais de 30 instituições financeiras. Para o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba – Asplan, José Inácio de Morais, essa é uma iniciativa bem-vinda, principalmente porque “pulveriza” a oferta de crédito que é feita com a participação de outras instituições de fomento.

Segundo divulgou o BNDES, o programa estará vigente a partir do dia 10 de março deste ano e o prazo dessas operações pode chegar a 15 anos para projetos de investimento e a 10 anos para aquisição de bens de capital, com a participação do BNDES em até 100% dos itens financiáveis. Para o financiamento de máquinas e equipamentos, a taxa final será próxima a 9% ao ano (0,72% ao mês), e a de projetos será em torno 10% ao ano (0,78% ao mês).

“Acho que a descentralização da concessão do crédito é algo que pode ser muito bom porque amplia as possibilidades de acesso ao crédito ao produtor e os programas agropecuários com operação exclusiva de bancos do governo federal, dando mais liberdade a ele que poderá escolher entre agências de fomento, cooperativas de crédito, bancos cooperativos, bancos privados ou bancos públicos para ter acesso ao crédito’, comentou o presidente da Asplan, José Inácio.

 Essa rede de agentes credenciados, de acordo com José Inácio, qualifica o BNDES como instrumento de descentralização do acesso ao crédito e tem tudo para fortalecer o desenvolvimento de uma política pública de apoio à agropecuária. “Tudo o que vier facilitar a vida do produtor e disponibilizar para ele acesso ao crédito será muito bem-vindo. Resta agora saber se o produtor não esbarrará em muitas exigências para ter acesso a esse novo programa de crédito”, destaca o dirigente da Asplan.

O diretor do Departamento Técnico da Asplan, Neto Siqueira, reitera a importância de se ampliar as linhas de crédito para o produtor. “Essa iniciativa do BNDES de descentralizar o crédito que contribuirá para fomentar o agronegócio é muito louvável e esperamos que ele venha também desburocratizado e para facilitar a vida do produtor”, reforçou Neto Siqueira.

Como solicitar

Segundo o BNDES, para ter acesso ao Crédito Rural, basta procurar um agente financeiro credenciado, que vai informar a documentação necessária e negociar as garantias. A instituição financeira encaminhará o pedido ao BNDES, que realizará o processo em tempo real, permitindo assim um acesso ao crédito de forma ágil pelo produtor rural. A expectativa é que a partir de 10 de março os interessados possam protocolar seus pedidos de financiamento.

 

Assessoria – Asplan

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Enem libera notas nesta sexta-feira; veja como recuperar senha

Quase 4 milhões de participantes terão acesso aos resultados

Nesta sexta-feira (17), os quase 4 milhões de participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 terão acesso às notas que obtiveram na avaliação. Para acessar os resultados é preciso informar, na Página do Participante, o CPF e a senha cadastrados na hora da inscrição no exame.

Desde já, os estudantes podem se preparar para conferir as notas. Aqueles que não lembram a senha, podem recuperá-la no próprio sistema. É possível acessar o resultado também pelo aplicativo do Enem.

Para acessar as notas na Página do Participante, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela aplicação do exame, divulgou um passo a passo:

Ao entrar na página, logo aparece a Nanda, uma personagem digital com uma pergunta. Para avançar, é preciso responder ao desafio. Isso é feito para evitar o acesso de robôs.

Em seguida, os estudantes devem informar o CPF e inserir a senha. Caso não se lembrem da senha, basta clicar no link “Esqueci minha senha”, que está logo abaixo do campo de preenchimento.

O sistema vai, então, pedir para o usuário escolher se a senha cadastrada será enviada para o e-mail registrado durante a inscrição ou se quer alterar o e-mail. O sistema dá uma pista para que o participante se lembre de qual e-mail foi cadastrado durante a inscrição.

Caso a opção seja por receber a senha no e-mail cadastrado, basta procurar na caixa de entrada. Se não encontrar, o Inep orienta a verificar a caixa de spam.

Quem não tem mais acesso ao e-mail informado na inscrição ou quiser trocar o endereço do correio eletrônico deverá responder às perguntas solicitadas a respeito dos dados informados na inscrição. Acertando todas as respostas, é só informar o novo e-mail.

O Inep irá, então, enviar a senha para o novo e-mail, e o participante poderá acessar as notas no exame. É possível, inclusive, consultar os resultados de edições passadas, caso o usuário tenha feito o Enem em outros anos.

A senha deve ser guardada em local seguro e de fácil acesso. Ela ainda será usada para a inscrição nos programas federais de acesso ao ensino superior. Na Página do Participante, os candidatos têm acesso ao número de inscrição, também usado para concorrer a vagas no ensino superior.

Nesta sexta-feira (17), os estudantes terão acesso à nota da redação e à pontuação de cada uma das quatro áreas de conhecimento: linguagens, ciências humanas, ciências da natureza e matemática.

Ensino superior

Com os resultados, os estudantes poderão concorrer a vagas no ensino superior público pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), a bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni), e participar do Fundo de Financiapróximo ›mento Estudantil (Fies).

O primeiro processo que terá as inscrições abertas é o Sisu. Para participar é preciso fazer a inscrição online no período de 21 a 24 de janeiro. As inscrições para o ProUni poderão ser feitas de 28 a 31 de janeiro e, para o Fies, de 5 a 12 de fevereiro.

Além dos programas nacionais, os estudantes podem usar as notas para cursar o ensino superior em Portugal. O Inep tem convênio com mais de 40 instituições portuguesas.

 

Agência Brasil