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Jeová parabeniza FAFIC pelos seus 50 anos de existência

O deputado estadual Jeová Campos (PSB) se pronunciou neste último sábado (18) parabenizando os 50 anos da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cajazeiras- FAFIC. Em suas redes sociais, o parlamentar lembrou da participação de diversas personalidades que trabalharam para a implantação da faculdade e da própria Universidade Federal em Cajazeiras e fizeram da cidade uma referência em Educação.

“Uma historia que merece ser escrita em livros, mas tem que ser escrita na memória da população de cajazeiras, do povo do sertão e da Paraíba. Dom Zacarias Moura, e sem dúvida o grande reitor, o grande reitor de todo esse projeto, o nosso Monsenhor Luís Gualberto de Andrade”, disse Jeová.

Para ele o nome do Padre Gualberto está intimamente ligado à educação em Cajazeiras. “Não é possível falar de universidade federal em Cajazeiras se não fosse a intervenção de nosso monsenhor Luís Gualberto de Andrade. É em nome dele que eu quero saudar a todos, em especial à direção da diocese, hoje representada pelo nosso Dom Francisco Sales, mas tantos outros que tiveram capacidade como Dom Zacarias, Dom Matias, Padre Raimundo, Padre Antônio, mas quantos padres não se dedicaram para que a FAFIC fosse o núcleo do pensamento educacional, da construção de uma Cajazeiras, de uma região movida pelo saber?”, explicou o parlamentar.

Jeová finalizou seu vídeo citando o fundador da cidade, o padre Inácio de Souza Rolim e sua paixão pela educação, que o motivou a construir o primeiro colégio nos sertões paraibanos. “Padre Inácio Rolim vive. Vive e se faz presente com essa grande obra que é a FAFIC. Inspirada em toda sua capacidade de pensar a ciência, a filosofia e as letras”, concluiu.

 

Assessoria 

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Sotaque de Larissa Pereira na bancada do JN chama atenção e encanta telespectadores

O Jornal Nacional mais uma vez colocou no comando do seu principal jornal na versão de sábado jornalistas que fazem parte de afiliadas por todo o Brasil. Trata-se de uma iniciativa da Globo para comemorar os 50 anos do telejornal. Dessa vez, quem comandou a atração foi Matheus Ribeiro, de Goiás, e Larissa Pereira, da Paraíba.

“Os colonizadores chegaram a Goiás, há três séculos, para procurar ouro. Com o declínio do garimpo, trouxeram o gado. O estado tem o segundo maior rebanho bovino do país. Produz tomate, cana-de-açúcar, soja, milho e algodão. […] Os sete milhões de moradores acompanham o Jornal Nacional pela TV Anhanguera, afiada da TV Globo”, destacou reportagem exibida na sexta.

“A Paraíba tem um litoral que se destaca pela paisagem preservada – uma lei estadual proíbe construções acima de três andares na primeira avenida da praia. Na capital, João Pessoa, fica o ponto mais oriental das Américas, a Ponta do Seixas. O Jornal Nacional chega aos quatro milhões de habitantes pela TV Cabo Branco e pela TV Paraíba”, disse a Globo sobre o estado da outra âncora.

William Bonner
William Bonner recebeu Matheus Ribeiro e Larissa Pereira no Jornal Nacional (Reprodução/Instagram)

Entre os destaques que mais repercutiram sobre essa dupla estava a sexualidade de Matheus Ribeiro, que é o primeiro homossexual assumido a apresentar o JN. Mas na hora H foi Larissa que acabou se destacando, especialmente por causa de um detalhe presente em sua voz: o sotaque.

Bastante destacado com o “d” e “t” típicos do estado do nordeste, o sotaque da âncora da TV Paraíba virou imediatamente um dos assuntos mais comentados das redes sociais. Quem não é da Paraíba ficou encantado com o jeito diferente de falar da profissional, enquanto os paraibanos comemoraram a representatividade.

“Adorei o sotaque paraibano da Larissa Pereira na apresentação do Jornal Nacional numa bela iniciativa de trazer âncoras locais e isso tem de repetir sempre, não só agora quando completa meio século”, disse um internauta. “Gosto que Larissa Pereira tá apresentando o Jornal Nacional com nosso sotaque”, disse outro.

 

TV Foco

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Internet completa 50 anos cercada de polêmicas

A cada minuto, 188 milhões de e-mails são enviados, 41 milhões de mensagens de textos são trocadas pelo WhatsApp e FB Messenger, 4,5 milhões de vídeos são vistos no YouTube, 3,8 milhões de buscas são realizadas no Google, 2 milhões de snaps são publicados, 1,4 milhão de perfis são vistos no Tinder, 1 milhão de pessoas se conectam ao Facebook, 390 mil aplicativos são baixados de lojas como Play Store e App Store (Apple) e 87,5 mil pessoas tuítam.

Cerca de 57% da população mundial está conectada, um total de 4,3 bilhões de pessoas, e 45% dos habitantes do planeta usam redes sociais, cerca de 3,5 bilhões de pessoas, conforme o relatório Digital 2019, da empresa We Are Social. Somente o Facebook tem 2,4 bilhões de usuários, enquanto o Google chega a 2,4 bilhões de internautas com o sistema operacional Android e a 2 bilhões com sua plataforma de vídeo YouTube.

Esse cenário é resultado de uma história que completou 50 anos na semana passada. No dia 29 de outubro de 1969, um pacote de dados foi transmitido entre computadores de duas universidades diferentes na Califórnia, Estados Unidos. A inovação foi produto de pesquisas feitas por acadêmicos sob os auspícios de uma agência militar do governo daquele país, que criou uma rede denominada Arpanet. Anos depois, em 1973, Vinton Cerf e Robert Khan criaram o protocolo TCP/IP, que seria a base do transporte de informações na rede.

A década de 1980 marcou a introdução de diversas tecnologias fundamentais relacionada à internet no mercado. Foi a fase de difusão de computadores pessoais e portáteis, de roteadores que permitiam a conexão entre diferentes redes e de telefones celulares, que nas décadas seguintes seriam terminais essenciais para a difusão da rede.

Acesso internet celular

Acesso à internet pelo telefone celular popularizou-se a partir da década de 1990 – Arquivo/Agência Brasil.

Os anos 1990 consolidaram a internet como se conhece. Em 1991, o centro de pesquisas Cern desenvolveu o modelo da World Wide Web (Rede Mundial de Computadores), calcado no protocolo de transferência de hipertexto (HTTP), a linguagem de marcação de hipertextos (HTML) e na organização de conteúdos em páginas, visíveis por meio de um programa chamado de navegador e acessível por um endereço.

Durante a década, a internet passou a se expandir em diversos países, ganhando diferentes modalidades de conteúdos, bens e serviços, inclusive o comércio eletrônico. Na primeira fase, a relação com os usuários se dá fundamentalmente no acesso a textos, imagens e vídeos em sites. Em 1996, começa a funcionar o serviço de voz sobre IP, permitindo chamadas de voz por outro meio que não telefones fixos ou móveis. Em 1998, é lançado o mecanismo de busca Google.

Na década seguinte, outros tipos de serviços de informação e comunicação ganhariam popularidade. É o caso das redes sociais, com o Friendster, em 2002, o Linkedin, em 2003, e o Facebook, em 2004. No ano seguinte, o audiovisual online ganha impulso com a criação do YouTube, que viria a se tornar a maior plataforma de publicação e consumo de vídeos do planeta. A facilidade de publicação de conteúdo e a participação em redes sociais e fóruns motivou a ideia de uma web 2.0, marcada pela participação e pelo caráter social.

A década de 2010 trouxe a difusão global da internet, a ampliação da sua base de usuários e a consolidação desses grandes agentes, alcançando bilhões de pessoas. O smartphone torna-se o equipamento eletrônico mais difundido do mundo e puxa a expansão e novas formas de conectividade ininterrupta e ubíqua, bem como o acesso a serviços não mais por sites, mas por aplicativos, ou Apps.

Também foi na década atual que diversos problemas eclodiram e puseram em questão a situação da internet. Um dos marcos foram as denúncias do ex-trabalhador da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos Edward Snowden sobre a existência de práticas de espionagem em grande escala por alguns governos, entre os quais o do seu país, em colaboração com grandes empresas de tecnologia. Em 2017, veio à tona o escândalo da empresa de marketing digital Cambridge Analytica, suspeita de ter usado dados de quase 100 milhões de usuários para influenciar processos políticos, como as eleições nos Estados Unidos e o referendo do Brexit em 2016, além de pleitos em diversos outros países.

O conselheiro do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e responsável pela primeira conexão TCP/IP no país, Demi Getschko, diz que é preciso separar a internet como estrutura tecnológica das atividades realizadas sobre esta. Os problemas de abuso na exploração de dados e excessos envolvendo o debate público online não estariam relacionados à internet, mas ao que é realizado a partir dela.

“Uma coisa é ter uma estrutura em que, sem fronteiras físicas, sem permissão, nada além da adesão voluntária, consegue montar um tecido mundial, que é o que foi conseguido com a internet. Dentre diversas opções que existiam nas décadas de 1970 e 1980, a internet foi bem-sucedida. Pessoal envolvido teve mente aberta e estrutura sólida, e não voltada a nada fechado. Não tem centro de controle. Ela foi construída com esse propósito”, observa.

Na opinião da coordenadora de Políticas para América Latina da organização Internacional Eletronic Frontier Foundation, Veridiana Alimonti, se, por um lado, a rede mundial proporcionou novas formas de produção e difusão de conhecimento, permitindo a expressão de narrativas sem espaço nos meios de comunicação tradicionais, por outro, também abriu espaço para práticas prejudiciais.

“De fato, passamos de um momento de euforia com a internet e as tecnologias digitais de informação e comunicação para uma compreensão mais crítica de que elas também podem servir para a potencialização da discriminação, de grandes assimetrias de poder e da vigilância sobre cada detalhe das nossas vidas”, ressalta.

Para o coordenador de Políticas Públicas para América Latina da entidade internacional Accessnow, Javier Pallero, os problemas que ganharam visibilidade nos últimos anos estão relacionados à ampliação da presença de pessoas no ambiente virtual. A internet deixou de ser um espaço apenas ocupado por usuários mais ricos ou por elites universitárias para se transformar em um cenário mais próximo da sociedade, refletindo também conflitos e comportamentos problemáticos.

As empresas de redes sociais, acrescenta Pallero, calcaram seus negócios nessa nova lógica de circulação de conteúdos, favorecendo o que gerasse mais engajamento. “Por causa das fraquezas humanas, há uma atenção para coisas como notícias falsas e sensacionalismo, além do fato de as pessoas quererem ser notadas. As companhias de redes sociais tiraram vantagens dessas limitações culturais e educacionais, talvez propositalmente.”.

O professor da Universidade Federal do ABC e integrante do CGI.br Sérgio Amadeu identifica nesse processo o que chama de três crises atuais da internet. A primeira envolve o caráter distribuído da rede, que não necessariamente é democrático e pode ser usado para disseminar vigilância e comportamentos autoritários. A segunda crise está relacionada com o livre fluxo de dados, capturado por grandes corporações e controlado muitas vezes fora da capacidade de fiscalização e regulação dos Estados nacionais.

A terceira crise abarca o modelo de participação, que, ao dar espaço para um contingente maior, incluiu usuários contrários às liberdades e direitos de participação política. “Pensamos que, pelo fato de a internet permitir participação ampla, as pessoas defenderiam a liberdade de participação. Mas vários grupos neofascistas e autoritários usam a rede para destruir o ideal de participação”, diz Amadeu.

Futuro

Segundo o criador do protocolo TCP/IP e hoje vice-presidente de “evangelização da internet” do Google, Vint Cerf, a rede mundial de computadores caminha para ser “totalmente natural”, utilizada pelos indivíduos sem pensar nela. Cerf diz acreditar que haverá melhora geral tanto nos índices de conectividade quanto nas velocidades, com ampliação do 5G e das redes de fibra ótica.

“Bilhões de aparelhos conectados em rede terão capacidade ainda maior de interatividade para voz, gestos e sistemas de inteligência artificial. Vejo também a expansão da internet interplanetária – quem sabe? Uma coisa é certa: depois de todas as conquistas dos últimos 50 anos, as possibilidades são infinitas”, afirmou, em texto publicado em blog no Google.

Demi Getschko vai em sentido similar e considera que a “naturalização da internet” tende a seguir dinâmica semelhante à da eletricidade, tornando-se tão presente que fique quase imperceptível. No tocante a tentativas de regulação por governos diante dos problemas no ambiente virtual, que vêm se multiplicando nos últimos anos, o conselheiro do CGI lembra que há dificuldades em razão do caráter “sem fronteiras” da rede.

“A internet não tem um país, mas comunidades. É preciso que ver formas de combater ilícitos, que nem sempre são os mesmos nas legislações. Estamos em uma situação em que muitos paradigmas mudam. Temos tendência de ficar muito ansiosos e de tentar remendar. A internet é uma peneira de infinitos furos”, pondera.

Já o professor Sérgio Amadeu destaca que as respostas às crises da internet dependem de medidas concretas, como regular as grandes plataformas digitais. “Não dá para aceitar que elas atuem da forma como atuam, muitas vezes censurando conteúdos do nosso país. E corporações não vão abandonar sua lucratividade. Além da regulação, é preciso esta batalha pela ética, por termos de conduta a partir de debates amplos na sociedade”, defende.

Javier Pallero acredita que o Estado tem papel central, por ser o único com poder de garantir o respeito a direitos humanos no ambiente virtual. Ele ressalta que aí há uma responsabilidade de governos democráticos em fortalecer as práticas democráticas na rede, assegurando regras transparentes e justas e não contribuindo para práticas como a censura de conteúdos.

Outra dimensão, acrescenta Pallero, é qualificar a formação do cidadão para “ser um pensador crítico da internet em um mundo dirigido pela tecnologia e com uma grande dependência disso”.

Agência Brasil

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Câmara Municipal de Patos realiza sessão especial pelos 50 anos de regulamentação da Fisioterapia e homenageia profissionais da área

Regulamentada no dia 13 de outubro de 1969, com o Decreto-Lei 938, a Fisioterapia se legitimou como profissão e completa, este ano, meio século de reconhecimento como uma Ciência da Saúde que estuda, previne e trata os distúrbios cinéticos funcionais intercorrentes em órgãos e sistemas do corpo humano, gerados por alterações genéticas, por traumas e por doenças adquiridas. E foi para homenagear profissionais da área e enaltecer a importância do fisioterapeuta e marcar os 50 anos do reconhecimento da atividade que a Câmara Municipal de Patos realizou, na noite desta quarta-feira (30), uma sessão especial, que foi conduzida pela presidente da Casa, a vereadora Tide Eduardo. A diretora geral do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, Liliane Sena, profissional formada em 2007, pela UFPB, foi uma das homenageadas.

Em seu discurso, Liliane destacou a importância e diferença que faz um fisioterapeuta na equipe interdisciplinar e enalteceu a necessidade dos profissionais irem além do reabilitar. “Nós não apenas reabilitamos as pessoas, somos promotores de saúde também, por isso, digo sempre, principalmente, a quem está começando na profissão que é necessário sair dos ‘muros’ e enxergar além porque nossa profissão é ampla e múltipla”, disse ela, ressaltando o espaço aberto pelo SUS como excelente e principal campo de atuação da Fisioterapia, na atualidade. Em seu discurso, Liliane lembrou do professor Dailton Lacerda, como sendo um expoente de sua formação, e da mudança da grade curricular do curso que aperfeiçoou, ainda mais, a formação dos profissionais da área.

As cinco décadas de regulamentação da profissão, foi lembrada durante a sessão especial com homenagens a diversos profissionais da área, alguns dos quais, receberam Voto de Aplauso. Todos fizeram discursos onde destacaram os fundamentos da profissão, a finalidade de restaurar, desenvolver e conservar a capacidade física do paciente, abordaram a Fisioterapia no mercado de trabalho, bem como seus avanços e desafios.

Assessoria