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Dra. Paula afirma em entrevista que prefeito de SJP está enganando o filho de Cleide, ex-candidata

Em entrevista à TV Diário, a deputada estadual Dra. Paula Francinete, que é primeira-dama em Cajazeiras, e trabalha seu nome como pré-candidata à Prefeitura de São José de Piranhas, no Sertão da Paraíba, soltou os “cachorros”, no prefeito Chico Mendes (PSB), primo do colega de Assembleia Legislativa, o também deputado Jeová Campos.

De acordo com Dra. Paula, o gestor Piranhense tem atrapalhado seus planos, no tocante aos apoios, pois, a deputada informa na referida entrevista que Cleide, que concorreu à Prefeitura de SJP, nas eleições municipais, está sendo enganada com as promessas de Chico.

Veja abaixo, o vídeo:

Redação com TV Diário

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Luiz Carlos Barreto e Lucy Barreto cancelam vinda ao Fest Aruanda

Casal não virá mais devido à morte do filho, Fábio Barreto

O 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro não contará mais com a presença do diretor de cinema Luiz Carlos Barreto e da produtora Lucy Barreto, pais do cineasta Fábio Barreto, falecido no último dia 20. Em luto pelo filho, o casal decidiu permanecer em família, neste momento, e cancelou compromissos agendados antes do ocorrido, como a viagem para João Pessoa.

Os dois acompanhariam a exibição do documentário “Barretão”, de Marcelo Santiago, que está na Mostra Competitiva Nacional de Longas-Metragens do Fest Aruanda. Luiz Carlos também participaria de um painel  com o tema “O cinema brasileiro, de ‘Vidas Secas’ e ‘Terra em Transe’ a ‘Bacurau’: entre a poesia, o mercado e a política”, na segunda-feira (2), às 11h. A organização do evento está programando outra atividade para esse horário.

Fábio Barreto morreu na quarta-feira passada, aos 62 anos, no Rio de Janeiro. Ele estava em coma desde 2009, quando sofreu um grave acidente de carro. Integrante da famosa família Barreto, que é dedicada ao cinema, Fábio dirigiu obras como “O Quatrilho” (1995), pelo qual foi indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, e “Lula, o filho do Brasil” (2010), entre outros.

O cineasta receberá uma homenagem póstuma durante o Fest Aruanda, pela contribuição ao cinema nacional. “Fábio Barreto, do clã dos Barretos, foi um cineasta atento às histórias das pessoas e do próprio país, alinhando memórias íntimas e contextos mais amplos”, ressaltou Amilton Pinheiro, curador do festival.

Assessoria

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Governo patrocina o 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro

O Governo do Estado, por meio da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), patrocina o 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, festival consolidado como um dos principais do gênero no Nordeste e que será aberto nesta quinta-feira (28), a partir das 18h, no Cinépolis Manaíra Shopping, em João Pessoa. Por intermédio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, antiga Lei Rouanet (8.313/91), a Cagepa investe no evento que, este ano, celebra os 100 anos do cinema paraibano.

“Há três anos consecutivos registrando superávit na receita, a Cagepa hoje, por ter alcançado equilíbrio financeiro, consegue pela primeira vez fomentar a cultura regional. Isso é um marco muito positivo para nós”, disse o presidente da companhia, Marcus Vinícius Fernandes Neves.

Ainda segundo o presidente, é uma grande realização poder estimular a interação das pessoas com o cinema por meio desse projeto. “Em um período em que o audiovisual regional vem sendo reconhecido e premiado em todo o mundo, penso que é dever do poder público impulsionar de forma prática esse segmento. A cultura é uma força transformadora e impulsionadora do desenvolvimento e, portanto, deve ser prioritária para a sociedade”, pontuou.

Marcus Vinícius lembrou que o Governo do Estado promoveu ao longo deste ano, por meio da Secretaria da Cultura, diversas ações voltadas para a difusão das artes e movimentação da sociedade através da criatividade e da inspiração, como por exemplo: o Circuito Som nas Pedras; o II Festival de Música da Paraíba; o Festival de Cultura Quilombola; a criação do Centro de Cordel e de Culturas Populares; além de várias ações alusivas ao Centenário de Jackson do Pandeiro.

A programação do evento, que se encerra no dia 4 de dezembro, será compartilhada entre o Cinépolis Manaíra Shopping e o Hotel Aram Beach & Convention, com mostras competitivas de curtas e longas-metragens, sessões especiais, debates, oficinas e painéis em torno do fazer cinematográfico.

O governador João Azevêdo e o presidente da Cagepa, Marcus Vinícius Fernandes Neves, estarão presentes na solenidade de abertura do Fest Aruanda. O festival começa com o lançamento do livro “Mr. Babenco: solilóquio a dois sem um”, de Bárbara Paz, e do Correio das Artes, suplemento do jornal A União sobre o festival. Às 19h30, haverá a Sessão Cine Memória Walfredo Rodriguez, o Primeiro Cineasta Paraibano, com exibição de “Carnaval PB e PE (1923), “Sob o Céu Nordestino” (1929) e “Jogando no Palestra Itália” (1929) – um compacto editado por José Maria Pereira Lopes (TV Cultura/SP). Logo depois, haverá um concerto de homenagem ao cinema paraibano e ao maestro Pedro Santos, com o Sexteto Brassil (Departamento de Música da UFPB), que tocará trilhas sonoras de alguns filmes brasileiros.

Após a saudação da reitora da UFPB, Margareth Diniz, o evento terá uma solenidade de homenagens a José Bezerra Filho (escritor e produtor), Marcus Vilar (cineasta) e Ingrid Trigueiro (atriz). Às 20h15, serão exibidos os filmes de abertura: “A volta para casa”, curta-metragem de Diego Freitas, e “Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou”, de Bárbara Paz – ao final da sessão, haverá um bate-papo com a diretora.

A partir da sexta-feira (29), começam os debates e painéis, sempre a partir das 9h, no Hotel Aram e na Sala Vladimir Carvalho (Usina Cultural). Participam desses encontros nomes como Luiz Carlos Barreto (Barretão), Vladimir Carvalho, Fernando Morais, Emília Silveira, Cesar Piva, Fernando Trevas, Maria do Rosário Caetano, Flávio Bauraqui, Luísa Lusvarghi, Ana Bárbara, Patrícia de Aquino, Vânia Perazzo, Ana Isaura, Cristiane Fragoso, Virgínia de Oliveira Silva, Glorinha Gadelha, Thiago Mattar, Jotabê Medeiros e Silvio Osias, entre outros.

Cem Anos – Na sua décima quarta edição, o Fest Aruanda festeja o centenário do cinema paraibano, cujo marco são as primeiras atividades cinematográficas realizadas na Paraíba, em 1919, pelo cineasta Walfredo Rodriguez. Para celebrar o pioneirismo desse documentarista, o festival instituiu o Troféu Walfredo Rodriguez, para personalidades que contribuíram para a história do cinema paraibano. Dois homenageados do evento receberão esse troféu: o escritor e produtor José Bezerra Filho e o ator, cordelista e artista plástico W. J. Solha, pela produção do filme “O salário da morte” (1972), primeiro longa-metragem de ficção rodado em 35 milímetros na Paraíba.

Outras personalidades que serão homenageadas pelo Fest Aruanda, além das já citadas, são: a idealizadora e diretora-geral do Cineport, Mônica Botelho; João Batista de Andrade, cineasta, diretor e produtor de cinema e televisão; Luiz Carlos Barreto (Barretão), fotógrafo e diretor de cinema; Sivuca, cantor, multi-instrumentista, maestro, arranjador, compositor e orquestrador, autor de várias trilhas sonoras para o cinema (in memorian); Lucy Barreto, produtora de cinema; Flávio Bauraqui, cantor e ator; e Fábio Barreto, cineasta, ator, produtor e roteirista (in memorian).

Mostras – As entradas para as mostras e sessões especiais do 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro são gratuitas, e devem ser retiradas com a organização do festival uma hora antes das exibições, no hall do Cinépolis Manaíra Shopping.

Mostra Competitiva Nacional de Longas-Metragens

  • “Indianara”, de Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa (documentário, Rio de Janeiro)
  • “Barretão”, de Marcelo Santiago (documentário, Rio de Janeiro)
  • “Desvio”, de Arthur Lins (ficção, Paraíba)
  • “Partida”, de Caco Ciocler (documentário, São Paulo)
  • “Pacificado”, de Paxton Winters (ficção, Brasil-EUA)

Mostra Competitiva Nacional de Curtas-Metragens

  • “Nadir”, de Fábio Rogério (documentário, SE)
  • “Um”, de Daniel Kfouri e João Castellano (documentário, SP)
  • “Apenas o que você precisa saber sobre mim”, de Maria Augusta V. Nunes (ficção, SC)
  • “Travelling adiante”, de Lucio Branco (documentário, RJ)
  • “No oco do tempo”, de Antonio Fargoni (ficção, PB)
  • “Nervo”, de Pedro Jorge e Sabrina Maróstica (ficção, SP)
  • “Nuvem negra”, de Flávio Andrade (ficção, PE)
  • “Quitéria”, de Tiago A. Neves (ficção, PB)
  • “Balão azul”, de Alice Gomes (ficção, RJ)
  • “De longe, ninguém vê o presidente”, de Rená Tardin (documentário, RJ)
  • “Um café e quatro segundos”, de Cristiano Requião (ficção, SP)
  • “Brasil, Cuba”, de Bertrand Lira e Arturo De la Garza (documentárioi, PB)
  • “Gravidade”, de Amir Admoni (animação, SP)
  • “O grande amor de um lobo”, de Adrianderson Barbosa e Kennel Rogis (documentário, RN)

Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Paraibanos

  • “Seiva”, de Ramon Batista – Ficção (Nazarezinho)
  • “Bolha”, de Odécio Antônio e Taciano Valério – Ficção (João Pessoa)
  • “Faixa de Gaza”, de Lúcio César Fernandes – Ficção (João Pessoa)
  • “DNA-M Deus não acredita em máquinas”, de Ely Marques – Ficção (João Pessoa)
  • “Fim”, de Anna Diniz – Ficção (João Pessoa)
  • “Costureiras”, de Mailsa Passos, Rita Ribes e Virgínia de O. Silva – Documentário (João Pessoa, Coremas, São João do Cariri e Rio de Janeiro)
  • “Quitéria”, de Tiago A. Neves – Ficção (Campina Grande)
  • “Brasil, Cuba”, de Bertrand Lira e Arturo de la Garza – Documentário (João Pessoa)
  • “No Oco do Tempo”, de Antonio Fargoni – Ficção (Cabeceiras)

Mostra Sob o Céu Nordestino

  • “Currais”, de David Aguiar e Sabina Colares (CE)
  • “Jackson – Na batida do pandeiro”, de Marcus Vilar/Cacá Teixeira (PB)
  • “O que os olhos não veem”, de Vania Perazzo (PB)
  • “Giocondo Dias, Ilustre Clandestino”, de Vladimir Carvalho (DF)
  • “Frei Damião, o santo do Nordeste”, de Debby Brennand (PE)
  • “Soldados da borracha”, de Wolney Oliveira (CE).

Assessoria 

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Fest Aruanda anuncia filmes que participam da Mostra Competitiva de Longas-Metragens 2019

Entre as cinco obras, uma é de um paraibano e outra de um ator global que estreia como diretor

O 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, que acontece entre os dias 28 deste mês e 4 de dezembro, terá cinco longas-metragens concorrendo na mostra nacional competitiva deste ano, sendo dois de ficção e três documentários – entre eles, uma produção paraibana. A abertura oficial do evento será no dia 28, no Cinépolis Manaíra Shopping, a partir das 18h, com lançamento de livro, concerto musical e exibição do filme “Babenco – Alguém tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou”, dirigido por Bárbara Paz, que estará presente no evento. A entrada é franca, em todo o festival.

A Mostra Competitiva de Curtas e Longas-Metragens começa no dia 29, com o documentário “Indianara” (RJ), dos diretores Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa. O filme apresenta a trajetória da ativista transexual Indianara Siqueira, uma das idealizadoras da Casa Nem, abrigo para pessoas LGBTIs em situação de vulnerabilidade, no Rio de Janeiro. Será exibido às 21h, na Sala 2 do Cinépolis Manaíra Shopping – rede de cinemas onde acontecerão todas as exibições de curtas e longas do festival.

O segundo concorrente será “Barretão” (RJ), longa documental de Marcelo Santiago sobre o longo percurso do produtor e diretor de fotografia Luiz Carlos Barreto, feito a partir de conversas com o próprio, sem ouvir dezenas de depoimentos. Com exibição marcada para o dia 30, no mesmo horário e local, o filme será antecedido por uma solenidade de homenagem ao biografado e a sua esposa, Lucy Barreto. No domingo (1º), será exibido “Desvio” (PB), no mesmo horário, mas na Sala 9. O filme paraibano, que marca a estreia do cineasta Arthur Lins em longas-metragens, é uma ficção que acompanha um período de três dias na vida de um detento liberado para uma saída temporária durante o Natal.

No dia 2, também na Sala 9, será a vez de “Partida” (SP), do ator global Caco Ciocler, que estreia na direção. O documentário narra a história de uma atriz que deseja se tornar presidente e visita o ex-presidente uruguaio José Mujica, em busca de inspiração. O último longa da mostra competitiva será “Pacificado” (BR/EUA), dirigido pelo americano Paxton Winters. Vencedor de três prêmios no Festival de San Sebastián – entre eles, a Concha de Ouro de melhor filme –, o longa conta a história de uma garota de 14 anos que tenta manter sua mãe longe do vício e de um ex-traficante que finalmente está livre depois de passar anos na cadeia.

Cidade do cinema – Pelo documentário que apresentará na abertura do Fest Aruanda, Bárbara Paz recebeu o Bisato D’Oro da crítica independente do 76º Festival Internacional de Cinema de Veneza e o prêmio de melhor documentário sobre cinema na mostra Venice Classics. O filme narra os últimos dias de vida do cineasta Hector Babenco, de quem ela ficou viúva em 2016. Além de mostrar esse filme, ela também lançará, na mesma noite, o livro “Mr. Babenco: Solilóquio a Dois sem Um”.

A programação do evento se dividirá entre o Cinépolis Manaíra Shopping (exibição de filmes e lançamento de livros e revistas) e o Hotel Aram Beach & Convention (debates, oficinas, mesas-redondas e painéis). O Fest Aruanda é patrocinado pela Energisa (Usina Cultural), pela Cagepa e pelo Armazém Paraíba, via Lei Federal de Incentivos – Ministério da Cidadania, com chancela da UFPB.

Serviço

14° Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro

Data: 28/11 a 04/12/19

Local: Cinépolis Manaíra Shopping e Hotel Aram Beach & Convention – João Pessoa-PB

Mostra Competitiva de Longas-metragens

Dia 29/11 – Indianara (DOC, 2019, 1h24, RJ) – Dir. Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa.

Dia 30/11 – Barretão (DOC, 2019, 1h25, RJ) – Dir. Marcelo Santiago

Dia 01/12 – Desvio (FIC, 2019, 1h30, PB) – Dir. Arthur Lins.

Dia 02/12 – Partida (DOC, 2019, 1h34, SP) – Dir. Caco Ciocler

Dia 03/12 – Pacificado (FIC, 2019, 1h40, Brasil/EUA) – Dir. Paxton Winters.

 

Assessoria 

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Apesar da inclusão, população preta e parda não se vê representada

O Brasil atingiu um indicador inédito em 2019: pela primeira vez, pessoas que se identificam como pretas ou pardas superaram os autodeclarados brancos nas universidades federais. De acordo com a pesquisa Desigualdades Sociais por Cor ou Raça Brasil, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os pretos ou pardos somam 50,3% dos alunos regularmente matriculados no ensino superior público.

Os dados, porém, não refletem necessariamente a percepção dos negros em relação a acesso ao espaço universitário. “Eu acho que a semana da Consciência Negra está aí exatamente para provar que esses dados não são verdadeiros. Eu, pessoalmente, não acredito em notícias assim. É pura desinformação”, afirma Filipe Davi Cardoso dos Santos, estudante de filosofia da Universidade de Brasília (UnB).

A pesquisa mostra que pode haver motivo para Filipe não perceber o avanço. Apesar do número de estudantes dessa parcela populacional ter aumentado, o abandono dos cursos ainda é alto – 28,8% desses alunos não chegarão a graduação.

Semana da Consciência Negra

Agência Brasil coletou depoimentos de estudantes sobre a percepção geral sobre o ensino superior no Brasil e sobre a Semana da Consciência Negra. Assista abaixo:

Homicídios

O estudo mostra, ainda, que as dificuldades da população preta ou parda vão além do acesso ao estudo superior. A taxa de homicídios nesse grupo, na faixa etária de 15 a 29 anos, é de 98,5 por 100 mil habitantes. Pessoas da mesma faixa etária que se identificam como brancas contabilizaram 34 homicídios por 100 mil. “Somos uma população constantemente ameaçada. Sofremos com a violência urbana e a violência doméstica. O nosso sangue ajudou a fundar esse país. E ainda assim as pessoas pretas não têm políticas públicas necessárias para nos tirar da margem da sociedade”, afirma a estudante de Ciências Sociais Ramara Catarine da Silva.

Representatividade

A população preta ou parda – correspondente a 55,8% dos brasileiros – não elege pessoas da mesma cor. Na esfera federal, 24,4% dos deputados eleitos se declaram pretos ou pardos. O cenário se repete nos estados: 28,9% dos representantes públicos pertencem ao grupo demográfico majoritário. “Esses indicadores de representação são importantes para monitorar como os grupos minoritários se inserem em espaço de tomada de decisão”, afirmou a analista de População e Indicadores Sociais do IBGE, Luanda Botelho.

 

EBC/Agência Brasil

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Vídeo: Psicóloga do CAPS de Cajazeiras ameaça chamar a polícia para radialista nesta manhã de segunda (18)

A radialista Gorete Videres tem enfrentado nos últimos meses muitas pressões, agressões verbais e, principalmente ameaças.

Após uma série de denúncias que a mesma tem feito a pedido da população sofrida e carente, agentes públicos e servidores de órgãos da Prefeitura de Cajazeiras – têm massacrado a profissional de rádio.

Em uma visita nesta manhã de segunda-feira (18), desta vez, ao CAPS da Rua Barão do Rio Branco, no Centro de Cajazeiras, Gorete realizava seu trabalho e foi ameaçada por uma servidora que chegava ao referido local, a moça que é psicóloga contratada empunhava o dedo indicador e brava ameaçou chamar a polícia.

A pedido de um usuário, Gorete se viu no direito e na razão de levar as informações ao público, que na maioria das vezes se cala por alguma razão.

A direção do órgão publicou nas redes sociais, uma Nota de Esclarecimentos dando conta que o trabalho de Gorete Videres é “Fake News”.

Leia abaixo, a nota na íntegra:

 

Nota de Esclarecimento CAPS AD: Denúncia falsa sobre Caps Ad

Em virtude das notícias falsas em circulação acerca da possível denúncia do usuário Adriano (Pintinho), a coordenação do Caps Ad (Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas )– que é um dispositivo da saúde mental que acolhe e trata usuários do SUS e seus familiares com prejuízos decorrentes do uso abusivo e dependência de Substâncias Psicoativas, vem a público reforçar que o trabalho desenvolvido vem da valorização do Centro e segue fortalecido com portas abertas o tratamento de todos que precisam , temos toda equipe capacitada para este trabalho , onde existe um cronograma de atividades com os profissionais e atendimentos médico ( psiquiatra ) , enfermagem , psicólogos , assistente social , monitores , cozinheira , auxiliar de serviços gerais e farmacêutico. Uma equipe completa.

Infelizmente o Adriano (usuário) ultimamente vem ao Caps embriagado, sob efeito de drogas e fazendo desordem no local, agredindo funcionários e ameaçando. Tivemos que pedir por várias vezes reforço ao batalhão para ter que sair do Caps AD onde o mesmo já frequenta a mais de 14 anos e não aceita o tratamento. Lembrando que a senhora Goretty Videres entrevistou o usuário em uma situação em que o mesmo não estava em si. Usando a imagem onde o próprio mostra estar sob efeito de álcool e outras substâncias. Para haver uma denúncia precisamos primeiramente ouvir as duas partes e não dessa forma manipuladora em questão da politicagem.

Em nota, o CAPS AD reforça a necessidade de os profissionais e da população não compartilharem informações que possuam origem duvidosa ou que não sejam fidedignas, tendo em vista a crescente distribuição deliberada de desinformação e boatos, as Fake News (notícias falsas).

Abaixo, a denúncia do usuário conhecido por “Pintinho”. Veja!

 

Redação 

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Vereadores turistas de Santa Rita serão tema de reportagem no Fantástico deste domingo

O programa dominical trará reportagem detalhada sobre o caso dos vereadores suspeitos de criar seminário fictício para fazer turismo com dinheiro público.

O caso dos ‘vereadores turistas’ de Santa Rita, região metropolitana de João Pessoa, foi para no Fantástico e será exibido para todo o Brasil em reportagem na edição do programa deste domingo (17).

Na madrugada do último dia 5, foram presos 11 dos 19 vereadores de Santa Rita, além do contador da Câmara Municipal, quando voltavam de um suposto seminário na cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul.

De acordo com investigação do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) e as Delegacias de Repressão ao Crime Organizado e Combate a Corrupção, o evento não ocorreu de verdade e foi criado apenas para justificar a viagem com verba pública. O período coincidiu com a realização do Natal Luz, que atrai um grande numero de turistas para Gramado.

Após passar por audiência de custódia, os vereadores foram soltos e continuam respondendo ao processo em liberdade. Computadores e celulares dos envolvidos foram apreendidos para auxiliar na investigação.

Veja quem são os vereadores envolvidos.

1 – Anesio Alves de Miranda Filho  – Presidente da Câmara
2 – Brunno Inocencio da Nóbrega Silva
3 – Carlos Antônio da Silva
4 – Francisco de Medeiros Silva
5 – Diocélio Ribeiro de Sousa
6 – Francisco Morais de Queiroga
7 – João Evangelista da Silva
8 – Ivonete Virgínio de Barros
9 – Marcos Farias de França
10 – Sérgio Roberto do Nascimento
11 – Roseli Diniz da Silva

 

Com clickpb

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Revoltante: Mulher grava vídeo maltratando a própria filha, mas ninguém encontra a suspeita em Macapá

Uma mulher ainda não identificada, fez um vídeo maltratando a própria filha no município de Macapá. 

 

Ainda não se sabe nada sobre a suspeita, e nem descobriram quem gravou o vídeo, mas essa polêmica tem gerado revolta nos moradores da cidade.

O vídeo está sendo divulgado em várias redes sociais e aplicativos de mensagem. E nele, a suposta agressora senta, pisa e machuca a filha ao som de uma música pop, enquanto a criança grita, chora e pede para ela parar.

Confira:

 

Por Amazônia Press

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15 de novembro: Proclamação da República completa 130 anos

Entenda o nascimento da República no Brasil

Em 1888, a Lei Áurea aboliu oficialmente a escravidão, mas o Império estava em crise. Por um lado acreditava-se que os antigos escravizadores aderiram aos ideais republicanos para destituir a família real. Mas o cenário era bem mais amplo.

Dom Pedro II estava muito doente e a sucessora seria a princesa Isabel, que era casada com um francês, o conde D’Eu, considerado impopular, figura que também já havia criado conflitos com os militares na ocasião da Guerra do Paraguai.

“A participação do conde D’eu na Guerra do Paraguai é um dos fatores de impopularidade. Ele era arrogante. Dizem que ele promoveu massacres. Não tinha aptidão para administrar”, conta a historiadora Catia Faria.

Quem também tinha pouco prestígio entre os militares era o visconde de Ouro Preto, chefe do gabinete do Império e conhecido pela intransigência. Ele foi nomeado por Dom Pedro II para fazer as reformas que os republicanos buscavam.

Assista na TV Brasil:

Em 1870, o Brasil saiu vitorioso da Guerra do Paraguai e os militares não tinham recebido do imperador o reconhecimento que esperavam.

O Brasil estava em crise econômica por causa de dívidas motivadas, principalmente, pela guerra. O sistema de governo da Monarquia era considerado atrasado.

“Os ideais republicanos chegam ao Brasil a partir da França, da ideologia do positivismo. Basicamente é uma burocracia estatal calcada na competência”, explica a professora de História do Direito Brasileiro, Maria Cristina Vieira.

Para alguns historiadores, a primeira república brasileira não foi proclamada, mas sim aclamada pela pouca resistência que encontrou por parte da Monarquia. Uma das imagens que retrata a cena é a tela Proclamação da República, de Benedito Calixto. Quem morava nas intermediações do Campo de Santana e do Palácio Duque de Caxias era um dos comandantes da Guerra do Paraguai, o marechal Deodoro da Fonseca.

“Sem Deodoro, não teria república”, conclui o historiador do Centro de Estudos e Pesquisas do Exército, coronel Antônio Ferreira.

No dia 15 de novembro de 1889, o marechal Deodoro saiu de sua casa no centro do Rio, próximo à Central do Brasil, para proclamar a República acompanhado por uma tropa de cerca de mil militares.

A república brasileira deu prazo para que a família real deixasse o país. Depois da expulsão, Dom Pedro II escreveu “Resolvo, cedendo ao Império das circunstâncias, partir com toda a minha família amanhã, deixando esta pátria de nós estremecida. Conservarei do Brasil a mais saudosa lembrança, fazendo ardentes votos por sua grandeza e prosperidade.”

Assista na TV Brasil:

Acompanhe hoje(15), no jornal Repórter Brasil, da TV Brasil, a reportagem sobre os desafios dos primeiros anos da República no país.

 

EBC