Categoria Vídeos

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Jeová Campos fala da experiência de ter participado do Fest Aruanda e elogia iniciativa de reconhecer talentos paraibanos

 O deputado estadual Jeová Campos elogiou a realização da 14ª edição do Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro. O evento que, nesta edição, faz uma celebração especial ao centenário do cinema paraibano, prestando homenagens a alguns dos pioneiros da área no estado, acontece até essa quinta-feira (05). “O apoio a nossa produção cinematográfica precisa ser exaltado com a realização do Aruanda. E é preciso ressaltar a importância desta iniciativa que enaltece a sétima arte e, sobretudo, valoriza a produção cinematográfica paraibana que tem muita qualidade e talento”, disse o parlamentar, lamentando o fato do Festival ter notoriedade nacional, mas, não receber o devido reconhecimento local.

Em nome do coordenador e diretor executivo do Fest Aruanda, o professor Lúcio Vilar, Jeová parabenizou todos os profissionais envolvidos na realização do festival e disse ter ficado encantado com tudo o que viu na noite desta terça-feira. “Eu fiquei encantado com a experiência que vivi ontem à noite, ao ver o filme ‘A costureira’ que é muito bonito e conta a história de Giocondo Dias, um histórico militante dos direitos humanos e vítima da ditadura. Esse é um filme que dará bilheteria e que cabe muito bem na atual conjuntura nacional, onde mata-se muita gente nas periferias das cidades”, disse Jeová, lembrando que as produções cinematográficas da Paraíba estão de parabéns pela qualidade e conteúdo e que o Fest Aruanda ajuda a divulgar esses talentos.

Assessoria de Imprensa 

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Filmes vitoriosos do 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro serão conhecidos nesta quarta-feira (4)

Solenidade de encerramento será à noite, no Cinépolis Manaíra Shopping

Esta quarta-feira (4) será o tão esperado dia dos cineastas e produtores dos curtas e longas-metragens que concorreram no 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro: o dia da divulgação e premiação dos grandes vencedores desta edição. Antes desse momento culminante, porém, a quarta será de debates, sessões especiais, oficina, lançamentos e homenagens. O festival é chancelado pela UFPB e tem o patrocínio do Grupo Energisa, Cagepa e Armazém Paraíba, via Lei Federal de Incentivos do Ministério da Cidadania.

O último dia de atividades diversas do Fest Aruanda começa logo pela manhã, tanto no Hotel Aram Beach & Convention, onde estão acontecendo os debates sobre os curtas e longas de cada dia, e no Cinépolis Manaíra Shopping, onde ocorrem as exibições de filmes e lançamentos de publicações. No hotel, os Diálogos Audiovisuais Aruanda começam às 9h, com interações entre público e cineastas, debate entre o ator Flávio Bauraqui e o cineasta João Batista de Andrade, painel com Luísa Lusvarghi, Ana Bárbara Ramos, Patrícia de Aquino, Vânia Perazzo, Ana Isaura, Cristiane Fragoso e Virgínia de Oliveira Silva.

No Cinépolis, a programação tem início às 10h, com a segunda sessão do Aruanda Especial Acessibilidade, também às 10h. Desta vez, o filme será “Clara estrela” (2018), de Susanna Lira e Rodrigo Alzuguir, documentário que narra, por meio de entrevistas em diversos programas de TV e rádio, a trajetória da cantora Clara Nunes. A partir das 14h, na Sessão Vespertina, teremos a Mostra Paraíba Feminina! Mulheres com câmera na mão!, com os curtas “Rasga-Mortalha” (2011), de Patrícia Aquino; “Adiós, Jampa vieja!” (2013), de Virgínia de Oliveira Silva; “Oferenda” (2011), de Ana Bárbara Ramos; “O Reino de Deus” (1994), de Vânia Perazzo; “O Caçador de Miragens: Flávio Tavares” (2002), de Elisa Cabral; e “Odò Pupa, lugar de resistência” (2018), de Carine Fiúza.

Ainda neste dia, haverá o lançamento da plaquete “Linduarte Noronha, ícone da radiofonia paraibana”, pela Editora União, com organização de Naná Garcez, a partir de uma entrevista com o professor Lúcio Vilar, diretor executivo e coordenador do Fest Aruanda. Depois, em uma solenidade de homenagens, o Troféu Aruanda será entregue a duas personalidades: a primeira, Mônica Botelho, pela Contribuição à Produção Cultural na Paraíba (ela será representada pela filha, Clara Botelho); e a segunda, o mestre Sivuca (in memoriam), pela Criação de Trilhas Sonoras para Filmes Brasileiros (Glorinha Gadelha, sua viúva, receberá o troféu). Também será lançado um compacto do documentário “Linduarte Noronha: havia um microfone antes das câmeras”.

Por fim, antes da solenidade de premiação, será exibido o filme de encerramento do festival: “O Barato de Iacanga” (2019), um documentário de Thiago Mattar (SP) sobre o mais lendário festival ao ar livre da música brasileira: o Festival de Águas Claras, conhecido como o “Woodstock brasileiro”. Depois dessa exibição, público e participantes conhecerão os vitoriosos do festival.

Último encontro – O 14º Fest Aruanda terá ainda uma manhã de debates, no Hotel Aram, a partir das 10h. Haverá uma mesa sobre o filme de encerramento, com a participação de Glorinha Gadelha (compositora), Thiago Mattar (cineasta e realizador desse filme), Jotabê Medeiros (crítico musical/Carta Capital) e Silvio Osias (jornalista/CBN/Jornal da Paraíba/João Pessoa/PB), com a moderação de Maria do Rosário Caetano. Nesta edição, o Fest Aruanda festejou o centenário do cinema paraibano, cujo marco são as primeiras atividades cinematográficas realizadas na Paraíba, em 1919, pelo cineasta Walfredo Rodriguez.

Serviço

14° Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro

Encerramento e premiações

Cinépolis Manaíra Shopping (Sala 9), dia 4, a partir das 10h

Debates

Hotel Aram Beach & Convention, dia 5, a partir das 9h.

 

Assessoria

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Equipe de motocross de São João do Rio do Peixe vence na categoria MXF/Feminino em Apodi/RN

Em evento de motocross realizado no último domingo (1º de dezembro), na cidade de Apodi/RN, a Equipe São João Cross, venceu na categoria MXF/Feminino.

Na oportunidade foram idealizados no mesmo dia, o Final do Campeonato Estadual, Final da Copa União e Semifinal da Copa Altoestana de Motocross.

Ambas as competições foram realizadas em Apodi, no Alto Oeste Potiguar.

Abaixo, as categorias e colocações:

Categoria Mirim

1-João Eduardo

2-Feli Cruz

3-Samuel

4-Décio Filho

5-João Antônio

 

MX Intermediária

1-Athalo Brito

2-

3-Vitor

4-Yuri

5-Abraão

 

Categoria Iniciante

1-David Esdras

2-Boy Gás

3-Angry

4-Luan

5-

 

MXF

1-Simony (Equipe São João Cross)

2-Clica

3-Rayonara

4-Wanessa

5-Donatela

 

MX4

1-Bruno Alencar

2-Pedro Bala

3-Gil

4-Nego

5-Genildo

 

MX3

1-Bruno Alencar

2-Pedro Bala

3-Gaúcho

4-Urubu

5-Isaías

 

MX2

1-Gustavo Amaral

2-Athalo Brito

3-Janiedson

4-Emerson Lira

5-Wendel

 

Nacional Pró

1-Pinto

2-Mácio Jr.

3-Janiedson

4-Fabio Raniere

5-Emerson Lira

 

CG Pró

1-Ozanildo

2-Netinho

3-Felipe Motor

4-Edigley

5-Yuri

 

MX5

1-Hipólito

2-Violante

3-Jaci

4-Genildo

5-Nelson

 

200

1-Novinho

2-Fabio Raniere

3-Bagaceira

4-Atila Jr.

5-Dayvid

 

Categoria Júnior

1-Vitinho

2-João Filho

3-

4-Neguinho

5-Caique

 

Nacional Open

1-Márcio Jr.

2-Isaías

3-Bruno Alencar

4-Gaúcho

5-Atila Jr.

 

MX1

1-Pinto

2-Tallys Nathan

3-Mácio Jr

4-Fristo

5-Gustavo Amaral

 

Por Barão Sports

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Controladoria-Geral da União-CGU promove sessão especial no Fest Aruanda, nesta segunda

Premiação de vídeos e exibição do filme “A ética das hienas” serão as atrações

Nesta segunda-feira (2), a programação oficial do 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro dará espaço à quarta edição da Sessão CGU & Fest Aruanda, promovida pela Controladoria-Geral da União (CGU). Além da premiação do Concurso 1 Minuto contra a Corrupção, a sessão especial terá a exibição do curta “A ética das hienas” (2019), do paraibano Rodolpho Barros. Com chancela da UFPB e patrocínio do Grupo Energisa (Usina Cultural), Cagepa e Armazém Paraíba, via Lei Federal de Incentivos do Ministério da Cidadania, o Fest Aruanda vai até o dia 4 de dezembro, com entrada franca em todos os dias.

Durante a Sessão CGU & Fest Aruanda, haverá uma roda de debates entre a plateia e os convidados, durante a qual será possível conversar sobre a prevenção e o combate à corrupção. “É uma oportunidade para que todos possam participar e interagir. Um momento em que unimos lazer e cidadania”, ressalta Walber Silva, auditor da CGU. Segundo ele, os quatro melhores vídeos produzidos para o Concurso 1 Minuto contra a Corrupção serão apresentados nesta segunda. “Os vencedores, que já foram divulgados, serão premiados durante a sessão especial”, acrescenta.

Nesta edição foram recebidos 31 vídeos, com participação de representantes dos estados da Alagoas, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. A realização desse concurso integra a programação alusiva ao Dia Internacional Contra a Corrupção, data estabelecida em 9 de dezembro de 2003, durante a Convenção das Nações Unidas Contra a Corrupção – da qual o Brasil é signatário –, realizada na cidade de Mérida (México).

Comissão e vencedores – A comissão julgadora foi formada por Emilson Ferreira Garcia Júnior, professor da Faculdade UniNassau, José Mauricio Alves Fernandes Filho, professor da Faculdade Iesp, e o próprio Walber Silva, pela CGU. Além dos quatro vencedores, a comissão decidiu conceder duas menções honrosas. O Concurso 1 Minuto contra a Corrupção é promovido pela Controladoria-Geral da União (CGU), Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e Fórum Paraibano de Combate à Corrupção (Focco-PB).

Os quatro vencedores do concurso foram: “Infância corrompida”, de Rafaela Vitória Melo Trigueiro (PA); “Corrupção é traição”, de Leandro Sarai (SP); “1 minuto contra a corrupção”, de Amanda Lara Santos (MG); e “Fake news”, de Fábio Galdino Cabral Santos (PB). As menções honrosas ficaram com “Gênese”, de Isadora Pinto da Silva (RS) e “O Paraíso”, de Márcio Lins (PB). Todos os vídeos produzidos estão à disposição da sociedade em plataformas de compartilhamento gratuito de vídeos na internet.

Serviço

14° Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro

Sessão CGU & Fest Aruanda

Cinépolis Manaíra Shopping (Sala 9)

Dia 02/12

A partir das 14h.

 

Assessoria

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Participantes do Fest Aruanda debatem temas trabalhados nos curtas e no longa

Encontros matinais acontecem até o dia 5, sempre no Hotel Aram Beach & Convention

Final da vida, direitos trans, cultura popular, juventude: questionamentos sempre atuais que deram o tom dos curtas e longas-metragens exibidos na tarde e na noite da última sexta-feira (29), dentro do 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro. No sábado, pela manhã, realizadores interagiram com o público sobre os diversos temas e participaram de um painel, num encontro que aconteceu no Auditório Intermares do Hotel Aram Beach & Convetion.

“O Brasil é um país que mate”, disse o diretor do longa-metragem “Currais”, David Aguiar. Realizado em dobradinha, com a cineasta Sabina Colares, um híbrido entre ficção e documentário cearense que busca respostas e vestígios sobre os Campos de Concentração do Ceará, no qual milhares de flagelados da seca de 1932 foram aprisionados em troca de sobrevivência. O diretor fez um paralelo entre esses campos de concentração e a realidade atual brasileira, que segue com índices alarmantes de assassinatos, embora não tenha campos de concentração formais. “Currais” participa da Mostra Competitiva de Curtas e Longas-Metragens Sob o Céu Nordestino.

Já o longa “Indianara”, dos diretores Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa, foi o primeiro da Mostra Nacional Competitiva de Longas-Metragens a ser exibido no Fest Aruanda. Os diretores não puderam participar do festival, porque estão em outro compromisso ligado ao filme, mas a protagonista Indianara esteve presente, tanto na exibição quanto no debate. “Eu me desconstruo todos os dias. Estou sempre me questionando, estou sempre em trânsito. Parodiando Simone de Beauvoir, a gente não nasce nada, a gente se torna. Somos apenas pessoas, seres humanos”, disse ela.

Painel – “Arranjos regionais: a experiência do Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais – Convergências e Prospecções de uma parceria a ser construída”, com César Piva, diretor-presidente da Agência de Desenvolvimento do Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais (MG), foi o painel deste sábado. A mesa contou Ely Marques e Abraão Bahia (pelo Fórum do Audiovisual Paraibano), Cristiane Fragoso (pela União das Mulheres do Audiovisual), Ana Diniz (cineasta) e Ana Bárbara Ramos (cineasta).

Serviço

14° Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro

Debates e painéis sobre os filmes exibidos e temas do meio audiovisual

Auditório do Hotel Aram Beach & Convention – João Pessoa

 

Assessoria

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Trajetória de Luiz Carlos Barreto é contada no 14º Fest Aruanda com o documentário “Barretão”

Sobre como futebol, cinema, fotojornalismo e intimidade com o poder se unem em uma só figura

No último sábado (30), o filme a ser exibido dentro da Mostra Competitiva de Longas-Metragens o documentário “Barretão”(RJ, 2019), de Marcelo Santiago. A película poderá ser vista na Sala 9 do Cinépolis Manaíra Shopping, às 21h, com entrada franca. O 14º Fest Aruanda do Audiovisual é um evento patrocinado pela Energisa Cultural, Cagepa e Armazém Paraíba, com o apoio institucional da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

No filme, Marcelo conta a longa história de Luiz Carlos Barreto (o Barretão), um dos maiores produtores cinematográficos do Brasil. Começa por sua experiência de fotógrafo dos Diários Associados (em especial, da revista O Cruzeiro), passando pela de corroteirista de “Assalto ao Trem Pagador” (Roberto Farias, 1962) e de diretor de fotografia de “Vidas Secas” (Nélson Pereira dos Santos, 1963) e “Terra em Transe” (Glauber Rocha, 1967), até chegar à de produtor ou coprodutor de mais de 80 filmes, dois deles indicados ao Oscar de melhor produção estrangeira (“O Quatrilho”, de Fábio Barreto, e “O que É Isto, Companheiro?”, de Bruno, ambos na década de 1990).

O longa é baseado em longa entrevista realizada, em 2015, pelo jornalista e cineasta Geneton Moraes Neto (1956-2016) e fotografada por Walter Carvalho. Geneton e Santiago escreveram, juntos, o roteiro do filme. A ideia era mostrar o longo percurso do produtor e diretor de fotografia a partir dele mesmo, sem ouvir dezenas de depoimentos. Além dessa entrevista, “Barretão” é composto de muitas imagens de arquivo e dezenas de trechos de documentários produzidos (ou não), pelo cearense que se radicou no Rio de Janeiro em 1947 e quis ser jogador de futebol.

Mostras – À tarde, às 16h, dentro da Mostra Sob o Céu Nordestino (Sessão Homenageados), será exibido o longa “Jackson – Na Batida do Pandeiro”, de Marcus Vilar e Cacá Teixeira. Às 17h, no hall do cinema, teremos o lançamento da Revista Expectação – Itinerários Estéticos. Depois, seguem os filmes da Mostra Competitiva Sob o Céu Nordestino, com os curtas “Faixa de Gaza”, de Lúcio César Fernandes, e “Bolha”, de Odécio Antônio e Taciano Valério. Por fim, o longa “Frei Damião – O Santo do Nordeste”, de Deby Brennand.

No sábado também haverá a Sessão Aruandinha: Mostra de Dinema Infantil de Florianópolis (SC), a partir das 14h. Os filmes serão: “O menino cabeça-de-flor”, de Vanessa Heeger (BA); “Fábula da vó Itá”, de Joyce Prado e Thallita Oshiro (SP); “Os segredos do Rio Grande”, de Analúcia Godoi e os alunos do Projeto Animação (ES); “Lá do alto”, de Luciano Vidigal (RJ); “Pirilampo”, de Carlos Avalone (SP) e “Bá”, de Leandro Tadashi (SP). Às 16h, na Sessão Homenageados, o filme “Jackson – Na batida do pandeiro” (2019), de Marcus Vilar e Cacá Teixeira (PB).

As entradas para as mostras e sessões especiais do 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro são gratuitas, e devem ser retiradas com a organização do festival uma hora antes das exibições, no hall do Cinépolis Manaíra Shopping.

Serviço

14° Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro

Mostra Competitiva de Longas-Metragens

Dia 30/11: “Barretão” (DOC, 2019, 1h25, RJ), de Marcelo Santiago

Hora: 21h

Lugar: Cinépolis Manaíra Shopping, Sala 9.

 

Assessoria

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Luzes, câmera, ação: começou o 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiros

Governador e reitora da UFPB abrem Aruanda em alto estilo

O momento é de resistência; mas são eles que têm de resistir à gente, porque nós não vamos parar.” As palavras da atriz e diretora Bárbara Paz resumiram o sentimento geral do público presente na abertura oficial do 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, na noite da última quinta-feira (28). Foram proferidas pouco antes da exibição do seu documentário, “Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou”, e fecharam as falas da noite com uma percepção clara: cinema é resistência. Com a presença de várias personalidades ligadas à cultura, representantes do governo, cinéfilos, artistas e a imprensa em geral, a solenidade aconteceu na Sala 9 do Cinépolis Manaíra Shopping.

Antes dela, o governador João Azevedo, que esteve presente em toda a cerimônia, já tinha dado uma declaração contundente. “Vivemos tempos sombrios, para dizer o mínimo. Os investimentos somem e a cultura é escanteada. Por isso a importância desse festival, que há 14 anos resiste e mostra o valor do audiovisual não só para a cultura, mas também para a nossa economia”, disse. Na ocasião, ele citou R$ 16 milhões de investimentos do governo estadual em vários projetos culturais deste ano e anunciou o lançamento de um edital, em janeiro de 2020, para 14 festivais de cinema na Paraíba.

A reitora da Universidade Federal da Paraíba, Margareth Diniz, também fez declarações em prol do incentivo à cultura e teceu elogios aos envolvidos na organização do Fest Aruanda – em especial, ao professor Lúcio Vilar, diretor executivo do evento – e fez um discurso em que citou grandes nomes do cinema mundial para fundamentar a necessidade de investir no setor audiovisual. “Seguiremos chancelando o Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, que é uma importante vitrine do cinema e do audiovisual nacional”, disse.

Durante a cerimônia, houve homenagens a José Bezerra Filho (escritor e produtor), Marcus Vilar (cineasta) e Ingrid Trigueiro (atriz) – todos muito emocionados pelo reconhecimento. “É maravilhoso ser homenageada ao lado de pessoas tão ilustres. Dedico esse prêmio a todos aqueles que me ensinaram sobre a arte de atuar, nos sets e nos palcos por onde passei”, disse Ingrid. José Bezerra lembrou as dificuldades para se fazer cinema em 1970, quando ele e o multiartista W. J. Solha produziram “O salário da morte” – primeiro longa-metragem de ficção rodado em 35 milímetros na Paraíba –, enquanto Marcus fez uma dedicação especial do seu prêmio ao cineasta paraibano Manfredo Caldas, falecido há três anos. No final, Ingrid bradou: “Resistência! Não à censura, sim ao cinema!”, sob aplausos de todos no cinema.

A abertura contou, ainda, com o lançamento do livro “Mr. Babenco: solilóquio a dois sem um”, de Bárbara Paz, e do Correio das Artes, suplemento do jornal A União sobre o festival. Depois, houve a Sessão Cine Memória, com apresentação do compacto “Walfredo Rodriguez, o primeiro cineasta paraibano”, seguido de um concerto de homenagem ao cinema paraibano e ao maestro Pedro Santos, com o Sexteto Brassil. Por fim, foram exibidos os filmes “A volta para casa”, curta-metragem de Diego Freitas, e o documentário de Bárbara Paz – quem permaneceu no cinema após a exibição, para um bate-papo com o público.

A programação do evento, que se encerra no dia 4 de dezembro, acontecerá entre o Cinépolis Manaíra Shopping e o Hotel Aram Beach & Convention, com mostras competitivas de curtas e longas-metragens, sessões especiais, debates, oficinas e painéis em torno do fazer cinematográfico. Chancelado pela UFPB, o Fest Aruanda tem o patrocínio da Energisa (Usina Cultural), da Cagepa e do Armazém Paraíba – via Lei Federal de Incentivos, do Ministério da Cidadania. A entrada é franca em todas as atividades do evento.

Mostras – A Mostra Competitiva de Curtas e Longas-Metragens, além das sessões com filmes que não concorrem no festival, começam a partir das 14h desta sexta-feira (29), com o Caleidoscópio Universitário – Mostra Produção Audiovisual da UFPB. Às 16h30, haverá a Sessão Especial, com o curta “Crua” (PB), de Diego Lima. Às 18h, será aberta a Mostra Competitiva Sob o Céu Nordestino de Curtas e Longas-Metragens, com os curtas “DNA-M Deus Não Acredita em Máquinas” (PB), de Ely Marques, e “Fim” (PB), de Ana Dinniz. O longa será “Currais” (CE), de David Aguiar e Sabina Colares.

Às 21h , tem início a Mostra Competitiva Nacional de Curtas e Longas-Metragens, com os curtas “Nadir” (SE), de Fábio Rogério, “Um” (SP), de Daniel Kfouri e João Castellano, e “Apenas o Que Você Precisa Saber Sobre Mim” (SC), de Maria Augusta Nunes. O dia se encerra com o longa “Indianara” (RJ), dos diretores Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa. O documentário narra a trajetória da ativista transexual Indianara Siqueira, uma das idealizadoras da Casa Nem, abrigo para pessoas LGBTIs em situação de vulnerabilidade, no Rio de Janeiro.

As entradas para as mostras e sessões especiais do 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro são gratuitas, e devem ser retiradas com a organização do festival uma hora antes das exibições, no hall do Cinépolis Manaíra Shopping.

Debates – A partir da sexta-feira (29), começam os debates e painéis, sempre a partir das 9h, no Hotel Aram e na Sala Vladimir Carvalho (Usina Cultural). A programação tem início com a série Diálogos Audiovisuais Aruanda/Energisa, às 9h, em um debate com o diretor e ator Guilherme Rodio, do curta-metragem de abertura “A Volta Para Casa”. Logo depois, o Diálogos II traz um debate com os homenageados José Bezerra, Marcus Vilar e Ingrid Trigueiro, com moderação de Amilton Pinheiro, curador e diretor artístico do evento.

Às 11h, haverá o primeiro painel Aruanda/Cagepa: “A emergência das políticas de preservação e a criação da Cinemateca Paraibana Linduarte Noronha nos 100 anos do cinema paraibano”, com José Maria Pereira Lopes (TV Cultura-SP) e Marília Franco (ECA-USP), moderados por Lúcio Vilar, coordenador e produtor-executivo do Fest Aruanda. À tarde, a partir das 14h, José Maria Pereira Lopes dará início à oficina “Preservação de acervos audiovisuais e a importância da tecnologia na era digital”, que se encerra no dia 3.

Oficina – Dois dias antes da abertura oficial do 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, teve início a sua programação de oficinas, com o curso prático “A Pós-Produção no Cinema Independente”, ministrado pelo cineasta Ely Marques, no Departamento de Mídias Digitais (Demid-UFPB). As aulas se encerraram nessa quinta, ao meio-dia, e tiveram uma avaliação positiva dos participantes. “Ely tem muita experiência de mercado, o que é muito bom. Temos carência desse lado prático, pois vemos bastante teoria durante o curso”, diz Juliana Oliveira, uma das participantes da oficina. Ela é estudante de radialismo e estagiária da TV UFPB.

“Tudo foi muito proveitoso, pois o pessoal trouxe dúvidas e demandas pertinentes, que nos ajudam a pensar melhor a cadeia da pós-produção”, diz Ely, que tem um curta-metragem na Mostra Competitiva Sob o Céu Nordestino. Segundo ele, o Fest Aruanda se confirma como um evento importante em escala nacional, e deverá ser um momento de muitos debates e intercâmbios sobre o fazer cinematográfico – em especial, devido ao momento turbulento pelo qual a cultura passa neste momento, no país. “As perspectivas não são boas. O recuo nos investimentos e incentivos começou ainda no governo Temer, mas agora se acentuaram. É preciso resistir”, ressalta.

Serviço

14° Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro

Mostras competitivas, sessões especiais, lançamentos de livros e revistas – Cinépolis Manaíra Shopping, de 28/11 a 04/12, a partir das 14h

Oficinas, painéis e debates – Hotel Aram Beach & Convention e Sala Vladimir Carvalho, na Usina Cultural Energisa, de 26/11 a 05/12, a partir das 9h.

 

Assessoria 

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Dra. Paula afirma em entrevista que prefeito de SJP está enganando o filho de Cleide, ex-candidata

Em entrevista à TV Diário, a deputada estadual Dra. Paula Francinete, que é primeira-dama em Cajazeiras, e trabalha seu nome como pré-candidata à Prefeitura de São José de Piranhas, no Sertão da Paraíba, soltou os “cachorros”, no prefeito Chico Mendes (PSB), primo do colega de Assembleia Legislativa, o também deputado Jeová Campos.

De acordo com Dra. Paula, o gestor Piranhense tem atrapalhado seus planos, no tocante aos apoios, pois, a deputada informa na referida entrevista que Cleide, que concorreu à Prefeitura de SJP, nas eleições municipais, está sendo enganada com as promessas de Chico.

Veja abaixo, o vídeo:

Redação com TV Diário

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Luiz Carlos Barreto e Lucy Barreto cancelam vinda ao Fest Aruanda

Casal não virá mais devido à morte do filho, Fábio Barreto

O 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro não contará mais com a presença do diretor de cinema Luiz Carlos Barreto e da produtora Lucy Barreto, pais do cineasta Fábio Barreto, falecido no último dia 20. Em luto pelo filho, o casal decidiu permanecer em família, neste momento, e cancelou compromissos agendados antes do ocorrido, como a viagem para João Pessoa.

Os dois acompanhariam a exibição do documentário “Barretão”, de Marcelo Santiago, que está na Mostra Competitiva Nacional de Longas-Metragens do Fest Aruanda. Luiz Carlos também participaria de um painel  com o tema “O cinema brasileiro, de ‘Vidas Secas’ e ‘Terra em Transe’ a ‘Bacurau’: entre a poesia, o mercado e a política”, na segunda-feira (2), às 11h. A organização do evento está programando outra atividade para esse horário.

Fábio Barreto morreu na quarta-feira passada, aos 62 anos, no Rio de Janeiro. Ele estava em coma desde 2009, quando sofreu um grave acidente de carro. Integrante da famosa família Barreto, que é dedicada ao cinema, Fábio dirigiu obras como “O Quatrilho” (1995), pelo qual foi indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, e “Lula, o filho do Brasil” (2010), entre outros.

O cineasta receberá uma homenagem póstuma durante o Fest Aruanda, pela contribuição ao cinema nacional. “Fábio Barreto, do clã dos Barretos, foi um cineasta atento às histórias das pessoas e do próprio país, alinhando memórias íntimas e contextos mais amplos”, ressaltou Amilton Pinheiro, curador do festival.

Assessoria

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Governo patrocina o 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro

O Governo do Estado, por meio da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), patrocina o 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, festival consolidado como um dos principais do gênero no Nordeste e que será aberto nesta quinta-feira (28), a partir das 18h, no Cinépolis Manaíra Shopping, em João Pessoa. Por intermédio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, antiga Lei Rouanet (8.313/91), a Cagepa investe no evento que, este ano, celebra os 100 anos do cinema paraibano.

“Há três anos consecutivos registrando superávit na receita, a Cagepa hoje, por ter alcançado equilíbrio financeiro, consegue pela primeira vez fomentar a cultura regional. Isso é um marco muito positivo para nós”, disse o presidente da companhia, Marcus Vinícius Fernandes Neves.

Ainda segundo o presidente, é uma grande realização poder estimular a interação das pessoas com o cinema por meio desse projeto. “Em um período em que o audiovisual regional vem sendo reconhecido e premiado em todo o mundo, penso que é dever do poder público impulsionar de forma prática esse segmento. A cultura é uma força transformadora e impulsionadora do desenvolvimento e, portanto, deve ser prioritária para a sociedade”, pontuou.

Marcus Vinícius lembrou que o Governo do Estado promoveu ao longo deste ano, por meio da Secretaria da Cultura, diversas ações voltadas para a difusão das artes e movimentação da sociedade através da criatividade e da inspiração, como por exemplo: o Circuito Som nas Pedras; o II Festival de Música da Paraíba; o Festival de Cultura Quilombola; a criação do Centro de Cordel e de Culturas Populares; além de várias ações alusivas ao Centenário de Jackson do Pandeiro.

A programação do evento, que se encerra no dia 4 de dezembro, será compartilhada entre o Cinépolis Manaíra Shopping e o Hotel Aram Beach & Convention, com mostras competitivas de curtas e longas-metragens, sessões especiais, debates, oficinas e painéis em torno do fazer cinematográfico.

O governador João Azevêdo e o presidente da Cagepa, Marcus Vinícius Fernandes Neves, estarão presentes na solenidade de abertura do Fest Aruanda. O festival começa com o lançamento do livro “Mr. Babenco: solilóquio a dois sem um”, de Bárbara Paz, e do Correio das Artes, suplemento do jornal A União sobre o festival. Às 19h30, haverá a Sessão Cine Memória Walfredo Rodriguez, o Primeiro Cineasta Paraibano, com exibição de “Carnaval PB e PE (1923), “Sob o Céu Nordestino” (1929) e “Jogando no Palestra Itália” (1929) – um compacto editado por José Maria Pereira Lopes (TV Cultura/SP). Logo depois, haverá um concerto de homenagem ao cinema paraibano e ao maestro Pedro Santos, com o Sexteto Brassil (Departamento de Música da UFPB), que tocará trilhas sonoras de alguns filmes brasileiros.

Após a saudação da reitora da UFPB, Margareth Diniz, o evento terá uma solenidade de homenagens a José Bezerra Filho (escritor e produtor), Marcus Vilar (cineasta) e Ingrid Trigueiro (atriz). Às 20h15, serão exibidos os filmes de abertura: “A volta para casa”, curta-metragem de Diego Freitas, e “Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou”, de Bárbara Paz – ao final da sessão, haverá um bate-papo com a diretora.

A partir da sexta-feira (29), começam os debates e painéis, sempre a partir das 9h, no Hotel Aram e na Sala Vladimir Carvalho (Usina Cultural). Participam desses encontros nomes como Luiz Carlos Barreto (Barretão), Vladimir Carvalho, Fernando Morais, Emília Silveira, Cesar Piva, Fernando Trevas, Maria do Rosário Caetano, Flávio Bauraqui, Luísa Lusvarghi, Ana Bárbara, Patrícia de Aquino, Vânia Perazzo, Ana Isaura, Cristiane Fragoso, Virgínia de Oliveira Silva, Glorinha Gadelha, Thiago Mattar, Jotabê Medeiros e Silvio Osias, entre outros.

Cem Anos – Na sua décima quarta edição, o Fest Aruanda festeja o centenário do cinema paraibano, cujo marco são as primeiras atividades cinematográficas realizadas na Paraíba, em 1919, pelo cineasta Walfredo Rodriguez. Para celebrar o pioneirismo desse documentarista, o festival instituiu o Troféu Walfredo Rodriguez, para personalidades que contribuíram para a história do cinema paraibano. Dois homenageados do evento receberão esse troféu: o escritor e produtor José Bezerra Filho e o ator, cordelista e artista plástico W. J. Solha, pela produção do filme “O salário da morte” (1972), primeiro longa-metragem de ficção rodado em 35 milímetros na Paraíba.

Outras personalidades que serão homenageadas pelo Fest Aruanda, além das já citadas, são: a idealizadora e diretora-geral do Cineport, Mônica Botelho; João Batista de Andrade, cineasta, diretor e produtor de cinema e televisão; Luiz Carlos Barreto (Barretão), fotógrafo e diretor de cinema; Sivuca, cantor, multi-instrumentista, maestro, arranjador, compositor e orquestrador, autor de várias trilhas sonoras para o cinema (in memorian); Lucy Barreto, produtora de cinema; Flávio Bauraqui, cantor e ator; e Fábio Barreto, cineasta, ator, produtor e roteirista (in memorian).

Mostras – As entradas para as mostras e sessões especiais do 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro são gratuitas, e devem ser retiradas com a organização do festival uma hora antes das exibições, no hall do Cinépolis Manaíra Shopping.

Mostra Competitiva Nacional de Longas-Metragens

  • “Indianara”, de Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa (documentário, Rio de Janeiro)
  • “Barretão”, de Marcelo Santiago (documentário, Rio de Janeiro)
  • “Desvio”, de Arthur Lins (ficção, Paraíba)
  • “Partida”, de Caco Ciocler (documentário, São Paulo)
  • “Pacificado”, de Paxton Winters (ficção, Brasil-EUA)

Mostra Competitiva Nacional de Curtas-Metragens

  • “Nadir”, de Fábio Rogério (documentário, SE)
  • “Um”, de Daniel Kfouri e João Castellano (documentário, SP)
  • “Apenas o que você precisa saber sobre mim”, de Maria Augusta V. Nunes (ficção, SC)
  • “Travelling adiante”, de Lucio Branco (documentário, RJ)
  • “No oco do tempo”, de Antonio Fargoni (ficção, PB)
  • “Nervo”, de Pedro Jorge e Sabrina Maróstica (ficção, SP)
  • “Nuvem negra”, de Flávio Andrade (ficção, PE)
  • “Quitéria”, de Tiago A. Neves (ficção, PB)
  • “Balão azul”, de Alice Gomes (ficção, RJ)
  • “De longe, ninguém vê o presidente”, de Rená Tardin (documentário, RJ)
  • “Um café e quatro segundos”, de Cristiano Requião (ficção, SP)
  • “Brasil, Cuba”, de Bertrand Lira e Arturo De la Garza (documentárioi, PB)
  • “Gravidade”, de Amir Admoni (animação, SP)
  • “O grande amor de um lobo”, de Adrianderson Barbosa e Kennel Rogis (documentário, RN)

Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Paraibanos

  • “Seiva”, de Ramon Batista – Ficção (Nazarezinho)
  • “Bolha”, de Odécio Antônio e Taciano Valério – Ficção (João Pessoa)
  • “Faixa de Gaza”, de Lúcio César Fernandes – Ficção (João Pessoa)
  • “DNA-M Deus não acredita em máquinas”, de Ely Marques – Ficção (João Pessoa)
  • “Fim”, de Anna Diniz – Ficção (João Pessoa)
  • “Costureiras”, de Mailsa Passos, Rita Ribes e Virgínia de O. Silva – Documentário (João Pessoa, Coremas, São João do Cariri e Rio de Janeiro)
  • “Quitéria”, de Tiago A. Neves – Ficção (Campina Grande)
  • “Brasil, Cuba”, de Bertrand Lira e Arturo de la Garza – Documentário (João Pessoa)
  • “No Oco do Tempo”, de Antonio Fargoni – Ficção (Cabeceiras)

Mostra Sob o Céu Nordestino

  • “Currais”, de David Aguiar e Sabina Colares (CE)
  • “Jackson – Na batida do pandeiro”, de Marcus Vilar/Cacá Teixeira (PB)
  • “O que os olhos não veem”, de Vania Perazzo (PB)
  • “Giocondo Dias, Ilustre Clandestino”, de Vladimir Carvalho (DF)
  • “Frei Damião, o santo do Nordeste”, de Debby Brennand (PE)
  • “Soldados da borracha”, de Wolney Oliveira (CE).

Assessoria