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Sem Napoleão, presos na Calvário desistem de habeas corpus no STJ

Ao menos dois presos na Operação Calvário desistiram de pedidos de liberdade levados ao STJ depois que os habeas corpus foram encaminhados à ministra Maria Thereza de Assis Moura.

Ontem, ela assumiu o plantão e negou a soltura de quatro investigados no esquema que desviou mais de R$ 134 milhões dos cofres públicos da Paraíba.

Tiveram o pedido rejeitado José Arthur Viana Teixeira, ex-secretário de Educação; Bruno Miguel Teixeira de Avelar Pereira Caldas, suspeito de intermediar pagamento de propinas; e Denise Krummenauer Pahim e Breno Dornelles Pahim Neto, supostos laranjas do ex-governador Ricardo Coutinho.

Depois dos pedidos negados, o ex-secretário de Saúde Waldson Dias de Souza e o empresário Vladimir dos Santos Neiva desistiram dos pedidos de liberdade.

Mesmo assim, os advogados deles tentaram uma manobra: apresentaram pedidos de extensão de liberdade dentro do habeas corpus no qual Napoleão Nunes Maia mandou soltar Ricardo Coutinho, no sábado.

A esperança era a de que o ministro assumisse os casos e aliviasse as prisões. Se deram mal: todos os pedidos de extensão — 8 no total— foram encaminhados para Maria Thereza.

 

Com informações de O Antagonista

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É Fantástico: Livânia Farias revela que entregou dinheiro de propina nas mãos do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB)

A advogada Livânia Maria da Silva Farias, atuou em diversas áreas da administração de João Pessoa, na gestão do então prefeito Ricardo Coutinho. Ela foi Procuradora Geral do Estado e, Secretária de Estado da Administração nas duas gestões do governo da Paraíba de Ricardo Coutinho (PSB).

Livânia relatou em delação premiada uma rotina de entregas de dinheiro em espécie na Granja Santana (residência oficial do governador) à época e, todo um esquema criminoso que desviou cerca de R$ 134,2 milhões em propina da saúde.

Logo mais à noite, a revista eletrônica da Rede Globo de Televisão, irá mostrar todos os passos desse esquema, onde a principal pessoa figura como chefe de uma Orcrim.

Redação com MPPB

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Investigação da PF contra deputado flagrou 11 entregas de propina, uma delas em hotel de Cajazeiras

Deputado federal Wilson Santiago e prefeito de Uiraúna, Dr Bosco, são investigados por propina em obra de construção de adutora no Sertão da Paraíba, orçada em R$ 24 milhões.

A operação Pés de Barro, deflagrada pela Polícia Federal neste sábado (21) contra o deputado federal Wilson Santiago (PTB-PB), flagrou 12 encontros para entregas de propina por supostos desvios de recursos na construção de uma adutora em Uiraúna, Sertão da Paraíba. Onze, foram feitas no estado.

Conforme a investigação, a empresa COENCO foi contratada por R$ 24,8 milhões para construir a adutora, após negociações entre Wilson Santiago e o empresário George Ramalho Barbosa, em que ficou acertado, sobre o valor do contrato, o repasse de propinas no montante de 10% para o parlamentar e 5% para o Prefeito de Uiraúna, João Bosco Nonato Fernandes (Dr. Bosco).

De acordo com a PF, o inquérito surgiu de informações obtidas em uma proposta de delação premiada, que está sob sigilo. Neste sábado, a polícia cumpriu mandado de busca e apreensão no gabinete do deputado José Wilson Santiago (PTB-PB), na Câmara dos Deputados, em Brasília. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello, que autorizou as buscas, também determinou o afastamento de Santiago do cargo. A operação teve outros sete alvos, incluindo três assessores e um funcionário de Wilson Santiago, além do prefeito de Uiraúna um funcionário dele e um empresário.

No total, são 13 mandados de busca e apreensão, em João Pessoa, São João do Rio do Peixe, Uiraúna (PB) e Brasília (DF). Há ordens de afastamento das funções públicas para o deputado e mais seis alvos da operação. Segundo a Polícia Federal, os investigados podem responder pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro, fraude licitatória e formação de organização criminosa.

Em nota, o deputado federal Wilson Santiago afirma que “o delator busca a todo momento, construir relações que possam nos implicar de forma pessoal e criminalizar o trabalho parlamentar. […] Temos certeza que esse tipo ação criminosa será coibida. Não podemos aceitar que a ação política fique refém dessas práticas. Dessa forma, tomaremos as medidas cabíveis para que a verdade venha à tona, com o esclarecimento das questões objeto da investigação e nossos direitos sejam restabelecidos”.

A Defesa do Prefeito de Uiraúna, Bosco Fernandes, disse que está se inteirando dos fatos apontados pela polícia federal para se pronunciar.

Operação Pés de Barro

A Polícia Federal deflagrou na manhã deste sábado (21) a operação Pés de Barro, que investiga desvios de recursos para obras da “Adutora Capivara”, sistema adutor entre São José do Rio do Peixe e Uiraúna, no Sertão da Paraíba.

A Polícia Federal cumpriu quatro mandados de prisão preventiva, mas o deputado José Wilson Santiago não é um dos alvos. A PF pediu a prisão do deputado, mas o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, indeferiu o pedido.

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão, entre eles no gabinete do deputado José Wilson Santiago (PTB-PB), na Câmara dos Deputados, em Brasília.

Dinheiro na cueca de prefeito

Em imagem feita durante a investigação da Polícia Federal, o Prefeito de Uiraúna, João Bosco Nonato Fernandes, aparece depois de um encontro para entrega de propina com um volume em dinheiro escondido dentro da cueca.

O prefeito foi preso neste sábado, durante o cumprimento de mandados da Operação Pés de Barro, assim como Evani Ramalho e Israel Nunes de Lima, ambos assessores de Santiago, e Severino Batista do Nascimento Neto, motorista do prefeito Bosco.

Entregas de propinas flagradas na Paraíba e em Brasília

Cinco encontros foram feitos em edifício de Tambaú, João Pessoa — Foto: Reprodução/TV Cabo Branco.

Cinco encontros em edifício de Tambaú, João Pessoa

Segundo a investigação da Polícia Federal, houve pelo menos cinco entregas de propina feitas no edifício Holanda´s Prime, em Tambaú, João Pessoa. No dia 13 de setembro, na garagem do subsolo do prédio, foi feita a entrega de R$ 50.000. No mesmo edifício foram feitos repasses no dia 18 de setembro, com entrega de R$ 50.000. No dia 25 de setembro, foi feita a entrega de R$ 40.000 e no dia 27 de setembro, houve repasse de R$ 60.250. Todos os repasses foram feitos a Evani Ramalho, que é assessora do deputado federal Wilson Santiago.

Propina entregue em flat, em Cajazeiras

Gravatá Flat Hotel – Cajazeiras, PB.

Foi feita a entrega de R$ 50.000 a João Bosco Fernandes, no dia 19 de setembro, no Gravatá Flat Hotel, em Cajazeiras.

Propina entregue em pousada de Manaíra, João Pessoa

Foi feita a entrega de R$ 20.000 a João Bosco Nonato Fernandes, no dia 23 de setembro durante conversa na Pousada Verde Mar, em Manaíra

Propinas entregues em sedes do PTB, em João Pessoa

Foi feita a entrega de R$ 40.000 a João Bosco Nonato Fernandes, no dia 24 de setembro. O repasse ocorreu na sede do Partido Trabalhista Brasileiro, no bairro Miramar, em João Pessoa. No dia 3 de outubro, também foi feita a entrega de R$ 25.000, na sede do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), na Avenida Epitácio Pessoa. A secretária parlamentar Evani Ramalho, lotada no gabinete de Wilson Santiago, foi a responsável por agendar a data e o local da entrega dos valores.

Entrega de propina em hotel, em Sousa

Segundo a PF, foi feita a entrega de de R$ 25.000 a João Bosco Nonato Fernandes, prefeito de Uiraúna, para repasse ao deputado dederal Wilson Santiago. A entrega ocorreu no Hotel “Vó Ita”, município de Sousa, no dia 23 de outubro.

Entrega de propina no aeroporto de Brasília

Foi feita a entrega de R$ 50.000 no aeroporto de Brasília, no dia 7 de novembro, ao deputado federal Wilson Santiago, por intermédio do secretário parlamentar Israel Nunes de Lima.

Entrega de propina em supermercado, em João Pessoa

Houve entrega de R$ 50.000 a Evani Ramalho, no dia 8 de novembro, dentro do supermercado Pão de Açúcar, em João Pessoa, para repasse ao Prefeito de Uiraúna, João Bosco Nonato Fernandes.

 

G1-PB

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Lúcio Vilar: quando a paixão pelo cinema se transforma no principal festival do gênero no estado

Fest Aruanda surgiu de um desejo e hoje se consagra entre os principais festivais de cinema do Nordeste

Professor universitário, cineasta, jornalista e produtor-executivo de um festival de cinema. A paixão pelo audiovisual está em todas as atividades a que se dedica Lúcio Vilar, doutor em Meios e Processos Audiovisuais pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) e professor do Departamento de Mídias Digitais da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), onde leciona desde 2002. Foi no ambiente universitário que ele começou a dar cara ao que hoje conhecemos como Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, que teve a sua 14ª edição entre os dias 28 de novembro e 4 deste mês.

Para ele, o cinema nacional precisa ser visto e valorizado – principalmente, o cinema com sotaque paraibano. “Vivemos um momento muito frutífero nessa área, tanto pela quantidade quanto pela qualidade dos filmes produzidos”, diz ele, ao lembrar que, entre os muitos prêmios que a produção paraibana recebeu no último Fest Aruanda, dois foram nas principais categorias: melhor longa-metragem para “Desvio”, de Arthur Lins, e melhor curta para “Quitéria”, de Tiago Neves. “Os festivais são janelas alternativas para que as pessoas conheçam a cinematografia brasileira, tenham encontros e façam intercâmbios de ideias”, acrescenta.

Segundo ele, o Fest Aruanda brotou de uma queixa contumaz do cineasta Vladimir Carvalho, a quem Lúcio já havia entrevistado várias vezes. “Ele não se conformava com o fato de a Paraíba não ter um festival de cinema”, conta. Não tinha, até aquele momento. Em 2005, eles realizaram o primeiro festival, em uma sala pequena, para apenas 70 pessoas. Em 2009, o evento passou a acontecer fora dos limites da universidade, chamando a atenção de um número crescente de participantes e de público, a cada edição. Hoje, dez anos depois, o festival celebrou o centenário do cinema paraibano – cujo marco inicial foram as primeiras atividades cinematográficas realizadas na Paraíba, em 1919, pelo cineasta Walfredo Rodriguez – com exibições e lançamentos de publicações no Cinépolis Manaíra Shopping, além de debates e painéis no Hotel Aram e na Energisa Cultural.

Confira na íntegra:

Que balanço você faz desta edição do Fest Aruanda?

Diretor de festival é sempre suspeito pra falar, mas, a partir do que tenho lido e ouvido – especialmente de jornalistas do Sudeste que estiveram, este ano, em número maior –, posso afirmar duas coisas: 1) realizamos uma edição que fez jus à celebração do centenário do cinema paraibano; e 2) tivemos um festival com seleção primorosa de curtas e longas, tanto locais quanto nacionais. Além disso, a primavera do cinema paraibano, tão festejada ano passado, mostrou que continua viva, com a premiação do longa “Desvio”, de Arthur Lins, triunfando pelas mãos do Júri Oficial.

A crítica à atual política cultural (ou à destruição dela) foi algo muito presente no evento. Nesse sentido, foi articulada alguma ação de enfrentamento por parte do festival?

Foram manifestações espontâneas de produtores e realizadores diante das incertezas e ameaças ao segmento audiovisual. São questões pertinentes e urgentes, e o festival abre espaço para canalizar tais inquietações, que são de todos, hoje, no Brasil. Justas e relevantes, que precisam de visibilidade, sim – e o festival cumpre o seu papel como espaço de reflexão, ao abrigar tais manifestações.

Os filmes vistos no festival – principalmente, os vitoriosos – serão exibidos em alguma sala de cinema?

Nas mostras competitivas, só exibimos filmes que ainda não foram lançados no circuito exibidor nacional. Todos os filmes deverão ser lançados em 2020, mas cada produção é um caso, nunca sabemos quando exatamente isso acontecerá.

Na sua opinião, que medidas seriam necessárias para fazer com que essa produção não se limitasse a festivais e chegasse a mais pessoas?

Baratear o custo dos ingressos, que são muito altos no Brasil, seria uma primeira medida. Mas isso envolve outras questões, mais complexas.

Quais são as perspectivas em relação ao próximo Fest Aruanda?

Celebraremos os 15 anos do Fest Aruanda, em 2020, e já temos a data, que foi anunciada na solenidade de encerramento: será de 3 a 9 de dezembro, na rede Cinépolis e com a parceria do Grupo Energisa (Fundação Ormeo Junqueira), Armazém Paraíba e a Cagepa – que entrou este ano, pela primeira vez. Entre os homenageados, e aqui vai um furo, a jornalista (e crítica de cinema) Maria do Rosário Caetano estará no seleto grupo de “aruandeiros” a receberem essa nossa comenda especial nos 15 anos. Ela está conosco desde o primeiro Fest Aruanda, é a “madrinha” do festival, daí todo o nosso carinho e reconhecimento.

Assessoria

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Xiaomi começa a divulgar Mi Note 10 no Brasil

De uma hora para outra, nas redes sociais, a Xiaomi começou postar conteúdo sobre fotos em 108 MP e deixou a galera fã da marca de orelha em pé: afinal, isso pode ser um enorme indicativo de que o esperado aparelho Mi Note 10 esteja próximo de chegar ao mercado brasileiro. Em pelos menos duas oportunidades, a marca citou o dispositivo.

Pelo Twitter, a Xiaomi postou uma brincadeira em que tira sarro de smartphones com 12 MP para fotos, em comparação com 108 MP. Esta é capacidade da lente principal do dispositivo, sendo que ele conta com cinco câmeras na traseira.

O indício da chegada do Mi Note 10 (embora não cite, necessariamente, o nome do aparelho) está no texto: “Vocês conseguem adivinhar o que está por vir….??”.

Já pelo Facebook, a empresa brincou com o poder de zoom do dispositivo, em até 50 vezes. Nesta rede social, ela foi ainda mais direta, citando o aparelho e tudo. “Existem inúmeras possibilidades com a primeira câmera de 108MP do mundo! O smartphone Mi Note 10 está chegando!”, destacou.

Lançado com o nome de Mi CC9 Pro na China, o smartphone ainda não tem data oficial para chegar ao Brasil. A Xioami tinha indicado que o aparelho poderia vir para cá em dezembro, mas sem confirmação de calendário para isso.

Vale lembrar que o aparelho chegou ao mercado chinês ao preço de US$ 400, cerca de R$ 1.670.

 

Fonte: canaltech

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Jeová Campos fala da experiência de ter participado do Fest Aruanda e elogia iniciativa de reconhecer talentos paraibanos

 O deputado estadual Jeová Campos elogiou a realização da 14ª edição do Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro. O evento que, nesta edição, faz uma celebração especial ao centenário do cinema paraibano, prestando homenagens a alguns dos pioneiros da área no estado, acontece até essa quinta-feira (05). “O apoio a nossa produção cinematográfica precisa ser exaltado com a realização do Aruanda. E é preciso ressaltar a importância desta iniciativa que enaltece a sétima arte e, sobretudo, valoriza a produção cinematográfica paraibana que tem muita qualidade e talento”, disse o parlamentar, lamentando o fato do Festival ter notoriedade nacional, mas, não receber o devido reconhecimento local.

Em nome do coordenador e diretor executivo do Fest Aruanda, o professor Lúcio Vilar, Jeová parabenizou todos os profissionais envolvidos na realização do festival e disse ter ficado encantado com tudo o que viu na noite desta terça-feira. “Eu fiquei encantado com a experiência que vivi ontem à noite, ao ver o filme ‘A costureira’ que é muito bonito e conta a história de Giocondo Dias, um histórico militante dos direitos humanos e vítima da ditadura. Esse é um filme que dará bilheteria e que cabe muito bem na atual conjuntura nacional, onde mata-se muita gente nas periferias das cidades”, disse Jeová, lembrando que as produções cinematográficas da Paraíba estão de parabéns pela qualidade e conteúdo e que o Fest Aruanda ajuda a divulgar esses talentos.

Assessoria de Imprensa 

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Filmes vitoriosos do 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro serão conhecidos nesta quarta-feira (4)

Solenidade de encerramento será à noite, no Cinépolis Manaíra Shopping

Esta quarta-feira (4) será o tão esperado dia dos cineastas e produtores dos curtas e longas-metragens que concorreram no 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro: o dia da divulgação e premiação dos grandes vencedores desta edição. Antes desse momento culminante, porém, a quarta será de debates, sessões especiais, oficina, lançamentos e homenagens. O festival é chancelado pela UFPB e tem o patrocínio do Grupo Energisa, Cagepa e Armazém Paraíba, via Lei Federal de Incentivos do Ministério da Cidadania.

O último dia de atividades diversas do Fest Aruanda começa logo pela manhã, tanto no Hotel Aram Beach & Convention, onde estão acontecendo os debates sobre os curtas e longas de cada dia, e no Cinépolis Manaíra Shopping, onde ocorrem as exibições de filmes e lançamentos de publicações. No hotel, os Diálogos Audiovisuais Aruanda começam às 9h, com interações entre público e cineastas, debate entre o ator Flávio Bauraqui e o cineasta João Batista de Andrade, painel com Luísa Lusvarghi, Ana Bárbara Ramos, Patrícia de Aquino, Vânia Perazzo, Ana Isaura, Cristiane Fragoso e Virgínia de Oliveira Silva.

No Cinépolis, a programação tem início às 10h, com a segunda sessão do Aruanda Especial Acessibilidade, também às 10h. Desta vez, o filme será “Clara estrela” (2018), de Susanna Lira e Rodrigo Alzuguir, documentário que narra, por meio de entrevistas em diversos programas de TV e rádio, a trajetória da cantora Clara Nunes. A partir das 14h, na Sessão Vespertina, teremos a Mostra Paraíba Feminina! Mulheres com câmera na mão!, com os curtas “Rasga-Mortalha” (2011), de Patrícia Aquino; “Adiós, Jampa vieja!” (2013), de Virgínia de Oliveira Silva; “Oferenda” (2011), de Ana Bárbara Ramos; “O Reino de Deus” (1994), de Vânia Perazzo; “O Caçador de Miragens: Flávio Tavares” (2002), de Elisa Cabral; e “Odò Pupa, lugar de resistência” (2018), de Carine Fiúza.

Ainda neste dia, haverá o lançamento da plaquete “Linduarte Noronha, ícone da radiofonia paraibana”, pela Editora União, com organização de Naná Garcez, a partir de uma entrevista com o professor Lúcio Vilar, diretor executivo e coordenador do Fest Aruanda. Depois, em uma solenidade de homenagens, o Troféu Aruanda será entregue a duas personalidades: a primeira, Mônica Botelho, pela Contribuição à Produção Cultural na Paraíba (ela será representada pela filha, Clara Botelho); e a segunda, o mestre Sivuca (in memoriam), pela Criação de Trilhas Sonoras para Filmes Brasileiros (Glorinha Gadelha, sua viúva, receberá o troféu). Também será lançado um compacto do documentário “Linduarte Noronha: havia um microfone antes das câmeras”.

Por fim, antes da solenidade de premiação, será exibido o filme de encerramento do festival: “O Barato de Iacanga” (2019), um documentário de Thiago Mattar (SP) sobre o mais lendário festival ao ar livre da música brasileira: o Festival de Águas Claras, conhecido como o “Woodstock brasileiro”. Depois dessa exibição, público e participantes conhecerão os vitoriosos do festival.

Último encontro – O 14º Fest Aruanda terá ainda uma manhã de debates, no Hotel Aram, a partir das 10h. Haverá uma mesa sobre o filme de encerramento, com a participação de Glorinha Gadelha (compositora), Thiago Mattar (cineasta e realizador desse filme), Jotabê Medeiros (crítico musical/Carta Capital) e Silvio Osias (jornalista/CBN/Jornal da Paraíba/João Pessoa/PB), com a moderação de Maria do Rosário Caetano. Nesta edição, o Fest Aruanda festejou o centenário do cinema paraibano, cujo marco são as primeiras atividades cinematográficas realizadas na Paraíba, em 1919, pelo cineasta Walfredo Rodriguez.

Serviço

14° Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro

Encerramento e premiações

Cinépolis Manaíra Shopping (Sala 9), dia 4, a partir das 10h

Debates

Hotel Aram Beach & Convention, dia 5, a partir das 9h.

 

Assessoria

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Controladoria-Geral da União-CGU promove sessão especial no Fest Aruanda, nesta segunda

Premiação de vídeos e exibição do filme “A ética das hienas” serão as atrações

Nesta segunda-feira (2), a programação oficial do 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro dará espaço à quarta edição da Sessão CGU & Fest Aruanda, promovida pela Controladoria-Geral da União (CGU). Além da premiação do Concurso 1 Minuto contra a Corrupção, a sessão especial terá a exibição do curta “A ética das hienas” (2019), do paraibano Rodolpho Barros. Com chancela da UFPB e patrocínio do Grupo Energisa (Usina Cultural), Cagepa e Armazém Paraíba, via Lei Federal de Incentivos do Ministério da Cidadania, o Fest Aruanda vai até o dia 4 de dezembro, com entrada franca em todos os dias.

Durante a Sessão CGU & Fest Aruanda, haverá uma roda de debates entre a plateia e os convidados, durante a qual será possível conversar sobre a prevenção e o combate à corrupção. “É uma oportunidade para que todos possam participar e interagir. Um momento em que unimos lazer e cidadania”, ressalta Walber Silva, auditor da CGU. Segundo ele, os quatro melhores vídeos produzidos para o Concurso 1 Minuto contra a Corrupção serão apresentados nesta segunda. “Os vencedores, que já foram divulgados, serão premiados durante a sessão especial”, acrescenta.

Nesta edição foram recebidos 31 vídeos, com participação de representantes dos estados da Alagoas, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. A realização desse concurso integra a programação alusiva ao Dia Internacional Contra a Corrupção, data estabelecida em 9 de dezembro de 2003, durante a Convenção das Nações Unidas Contra a Corrupção – da qual o Brasil é signatário –, realizada na cidade de Mérida (México).

Comissão e vencedores – A comissão julgadora foi formada por Emilson Ferreira Garcia Júnior, professor da Faculdade UniNassau, José Mauricio Alves Fernandes Filho, professor da Faculdade Iesp, e o próprio Walber Silva, pela CGU. Além dos quatro vencedores, a comissão decidiu conceder duas menções honrosas. O Concurso 1 Minuto contra a Corrupção é promovido pela Controladoria-Geral da União (CGU), Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e Fórum Paraibano de Combate à Corrupção (Focco-PB).

Os quatro vencedores do concurso foram: “Infância corrompida”, de Rafaela Vitória Melo Trigueiro (PA); “Corrupção é traição”, de Leandro Sarai (SP); “1 minuto contra a corrupção”, de Amanda Lara Santos (MG); e “Fake news”, de Fábio Galdino Cabral Santos (PB). As menções honrosas ficaram com “Gênese”, de Isadora Pinto da Silva (RS) e “O Paraíso”, de Márcio Lins (PB). Todos os vídeos produzidos estão à disposição da sociedade em plataformas de compartilhamento gratuito de vídeos na internet.

Serviço

14° Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro

Sessão CGU & Fest Aruanda

Cinépolis Manaíra Shopping (Sala 9)

Dia 02/12

A partir das 14h.

 

Assessoria

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ONG resgata cadela que teve orelha decepada pelo dono em João Pessoa

Animal ficará até esta segunda-feira (2) internado e trabalho agora se concentra em encontrar um lar adotivo

Uma cadela de sete meses de idade, que teve uma orelha decepada pelo seu dono, acabou sendo acolhida por uma ONG especializada em resgate e proteção animal. O crime aconteceu na última quarta-feira (27), no bairro Ilha do Bispo, em João Pessoa, e após ser resgatado o animal foi levado para uma clínica veterinária da cidade, onde vai ficar internado até esta segunda-feira (2).

O caso foi inicialmente acompanhado pelo Batalhão de Polícia Ambiental da Polícia Militar da Paraíba. A cadela, então, foi enviada para o Centro de Zoonose de João Pessoa. Mas como o local não funciona como abrigo, a ONG Ajude Anjos de Rua interveio.

Na sexta-feira (29), a cadela foi internada, passou por exames e foi medicada. Além da orelha esquerda, que foi decepada, foi identificado ainda cortes na orelha direita. O animal não corre riscos, mas a luta agora é para conseguir um lar que o adote.

“A cadelinha é apenas um filhote, mas já sofre dessa maneira, sendo maltratada e mutilada”, lamenta a ativista da causa animal Fabíola Rezende, presidente e fundadora da ONG.

Ela explica que o objetivo final é encontrar alguém que adote a cadela, mas se isso não for possível de imediato um lar temporário pode ser a solução.

Depois, Fabíola destacou que o trabalho é totalmente voluntário, e que as doações são essenciais para que ele tenha prosseguimento. “Fazemos os resgates, mas isso só é possível com as doações que recebemos. Os custos nas clínicas são altos”, ponderou.

Fabíola Rezende enfatiza que todo o trabalho é transparente e divulgado no perfil oficial da ONG no Instagram e que quem quiser colaborar com o pagamento das despesas na clínica pode se informar por lá como fazer.

A ONG Ajude Anjos de Rua foi criada em 24 de novembro de 2015 e se transformou oficialmente em uma organização não governamental no dia 31 de julho de 2016. Seu principal foco está nos animais de rua da capital paraibana, sem dono, sem abrigo e muitas vezes sofrendo maus tratos das pessoas.

G1-PB

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Participantes do Fest Aruanda debatem temas trabalhados nos curtas e no longa

Encontros matinais acontecem até o dia 5, sempre no Hotel Aram Beach & Convention

Final da vida, direitos trans, cultura popular, juventude: questionamentos sempre atuais que deram o tom dos curtas e longas-metragens exibidos na tarde e na noite da última sexta-feira (29), dentro do 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro. No sábado, pela manhã, realizadores interagiram com o público sobre os diversos temas e participaram de um painel, num encontro que aconteceu no Auditório Intermares do Hotel Aram Beach & Convetion.

“O Brasil é um país que mate”, disse o diretor do longa-metragem “Currais”, David Aguiar. Realizado em dobradinha, com a cineasta Sabina Colares, um híbrido entre ficção e documentário cearense que busca respostas e vestígios sobre os Campos de Concentração do Ceará, no qual milhares de flagelados da seca de 1932 foram aprisionados em troca de sobrevivência. O diretor fez um paralelo entre esses campos de concentração e a realidade atual brasileira, que segue com índices alarmantes de assassinatos, embora não tenha campos de concentração formais. “Currais” participa da Mostra Competitiva de Curtas e Longas-Metragens Sob o Céu Nordestino.

Já o longa “Indianara”, dos diretores Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa, foi o primeiro da Mostra Nacional Competitiva de Longas-Metragens a ser exibido no Fest Aruanda. Os diretores não puderam participar do festival, porque estão em outro compromisso ligado ao filme, mas a protagonista Indianara esteve presente, tanto na exibição quanto no debate. “Eu me desconstruo todos os dias. Estou sempre me questionando, estou sempre em trânsito. Parodiando Simone de Beauvoir, a gente não nasce nada, a gente se torna. Somos apenas pessoas, seres humanos”, disse ela.

Painel – “Arranjos regionais: a experiência do Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais – Convergências e Prospecções de uma parceria a ser construída”, com César Piva, diretor-presidente da Agência de Desenvolvimento do Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais (MG), foi o painel deste sábado. A mesa contou Ely Marques e Abraão Bahia (pelo Fórum do Audiovisual Paraibano), Cristiane Fragoso (pela União das Mulheres do Audiovisual), Ana Diniz (cineasta) e Ana Bárbara Ramos (cineasta).

Serviço

14° Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro

Debates e painéis sobre os filmes exibidos e temas do meio audiovisual

Auditório do Hotel Aram Beach & Convention – João Pessoa

 

Assessoria