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Neoenergisa estreia na geração solar de grande porte em Santa Luzia/PB

Novo empreendimento terá energia comercializada no mercado livre e tem sinergias com o Complexo Eólico Chafariz, localizado na Paraíba e em fase de construção

A expansão da energia limpa e renovável é a estratégia de crescimento da Neoenergia, principalmente para atender ao aumento da demanda no mercado livre. A companhia construirá a sua primeira usina solar para geração centralizada, cuja produção será destinada ao Ambiente de Contratação Livre (ACL). O empreendimento será no município de Santa Luzia (PB), no Complexo Eólico Chafariz, e por isso, terá sinergia operacional com outros investimentos do grupo. O novo parque, que deverá entrar em operação no segundo semestre de 2022, terá potência de 149,3 MWdc, energia suficiente para abastecer mais de 100 mil residências.

“Em 2022, com a usina fotovoltaica Luzia e outros ativos que estão em construção, teremos mais de 90% da nossa matriz formada por energias renováveis, um perfil ainda mais limpo do que o brasileiro. O foco da nossa expansão é na geração através das fontes solar e eólica, cumprindo a nossa estratégia de neutralizar as emissões de carbono até 2050 e atendendo a uma demanda cada vez maior dos nossos clientes por energia limpa. O mundo inteiro passa por um processo de descarbonização da economia e queremos ter participação ativa nessa transição”, diz a diretora de Renováveis da Neoenergia, Laura Porto.

A nova usina solar já teve parte da sua energia comercializada no mercado livre, por meio de um contrato com a Claro na modalidade PPA (Power Purchase Agreement), um acordo de longo prazo, pelos próximos doze anos, contados a partir de 2022.

A energia fornecida no contrato terá a Certificação de Energia Renovável (I-REC), garantia de que é oriunda de fonte sustentável. “Os consumidores estão cada vez mais atentos à compra de energia limpa como um vetor de geração de valor. E esse é o nosso foco. Atuamos para expandir ainda mais a nossa carteira de projetos eólicos e solares, com um plano estratégico de investimentos de longo prazo. A assinatura de contratos de longo prazo compõe esta estratégia”, diz o diretor de Negócios Liberalizados da Neoenergia, Hugo Nunes.

Os novos parques serão construídos em uma área arrendada de 753 hectares, o que equivale a equivalente a quase 500 campos de futebol. A referida área foi arrendada, garantindo aos proprietários da região benefícios econômicos durante toda a vida do empreendimento.

Energia limpa

A infraestrutura de conexão da usina fotovoltaica Luzia será compartilhada com o Complexo Eólico Chafariz, com 15 parques que somam capacidade instalada de 471,2 MW e devem entrar em operação em 2022. A Neoenergia também está construindo na região linhas de transmissão adquiridas no lote 6 do leilão 002/2017 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O novo parque solar está localizado a aproximadamente 11 quilômetros da subestação Santa Luzia II, que integra o projeto.

“Estamos entrando num novo negócio e diversificando a carteira operacional. Teremos com a nossa nova usina solar importantes ganhos sinérgicos de construção, operação e manutenção entre os ativos de geração e transmissão, contribuindo com o aumento da rentabilidade dos investimentos e o crescimento dos nossos parques geradores de energia limpa. O nosso objetivo é de manter o crescimento de forma estratégica e sustentável, garantindo rentabilidade aos acionistas, como acontece em Luzia.”, afirma a superintendente de Desenvolvimento de Negócios Renováveis da Neoenergia, Thaisa Almeida.

Além dos parques solar e eólicos na Paraíba, a Neoenergia iniciou em outubro, com antecipação de três meses, a construção do Complexo Eólico Oitis. Serão 12 parques entre a Bahia e o Piauí, totalizando 566,5 MW. No projeto, 96% da energia será comercializada no Ambiente de Contratação Livre, seguindo o novo modelo de negócios da companhia.

Todos esses novos projetos contribuem com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) com os quais a Neoenergia está comprometida, prioritariamente o fornecimento de energia limpa e o combate às mudanças climáticas.

 

Assessoria

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José Inácio de Morais é reconduzido ao cargo de presidente da Asplan para o triênio 2021-2023 por aclamação

O atual presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, foi reconduzido para mais um mandato à frente da entidade. Na manhã da última sexta-feira (09), no auditório da entidade, foi feita a eleição e, em seguida, a posse dos novos dirigentes da Associação. Na presença de fornecedores associados, José Inácio foi aclamado junto aos membros da também da nova diretoria e responderá pela presidência por mais três anos (triênio 2021-2023). Na oportunidade, o dirigente agradeceu a confiança e falou dos novos desafios que o setor deve enfrentar nos próximos anos.

Segundo José Inácio, um dos desafios e fazer com que os produtores de cana tenham acesso aos créditos de carbono do RenovaBio, Programa Nacional dos Biocombustíveis, hoje restrito apenas aos industrias. “Nós, produtores, devemos ter acesso ao crédito financeiro do CBios. Não é sensato, ne justo deixar os produtores as margens deste ganho, já que a liberação de carbono tem início no próprio desenvolvimento da planta. Essa é uma questão de justiça. Se o benefício do sequestro de carbono tem início no campo, com as boas práticas, o fornecedor deve ter acesso a esse crédito. Queremos nossa parte e vamos lutar para conseguir”, disse o presidente.

José Inácio também destacou os desafios de incentivar os fornecedores para que invistam em sua produtividade. Essa, inclusive, é uma prática permanente da Asplan e que vai continuar durante seu próximo mandato. “Hoje a concorrência não está apenas no centro-sul, temos também o etanol americano”, comentou o presidente, frisando que o Departamento Técnico da Asplan (Detec) avançou muito nos últimos anos. “Neto Siqueira, que é nosso Diretor Técnico, está de parabéns”, disse ele, finalizando seu discurso falando do orgulho que sente ao representar a categoria. “Tenho orgulho também de dizer que aqui não existe disputa e sim unidade no trabalho realizado em prol dos associados. Obrigada pela confiança”, concluiu ele, que preside vai para seu terceiro mandato à frente da entidade.

E é essa unidade, aliada à sua experiência no setor canavieiro que leva o fornecedor Gabriel Rangel e apoiar José Inácio. “Para mim, que sou novo no segmento porque era meu avô que estava à frente dos negócios da família, é extremamente importante ter um presidente experiente lutando pelos nossos interesses. Ele mostra a que veio pela experiência e por conseguir unir todos diante dos desafios”, afirmou Gabriel.

O Diretor da Asplan, Oscar Gouvêa também ressaltou a experiência de José Inácio durante seu discurso, sendo, inclusive, bastante aplaudido quando se colocou não como um dos dirigentes da entidade, mas como fornecedor. “A gente tem muita sorte de contar com José Inácio porque ele é inteligente e tem contribuído para o sucesso de todo o setor. Agradeço por tudo que ele tem feito, pela sua dedicação, a exemplo da Cooperativa que ele ajudou a criar. Receba, do fornecedor e não do dirigente, toda a minha confiança”, frisou Oscar.

Com uma chapa democrática, composta por “velha guarda” e nova geração, a fornecedora, Ana Cláudia Santana, que está como 2ª vice-diretora secretária, também despontou como representante feminina no grupo. “Fico honrada e feliz por aqui representar a mulher em um segmento por tanto tempo majoritariamente masculino”, afirmou a fornecedora. Sua mãe, dona Rosa de Lourdes de Santana, que também esteve no evento prestigiando a cerimônia, frisou o seu apoio à recondução do presidente ao cargo. “A experiência dele conta muito para todos nós”.

Além do presidente que foi reconduzido ao cargo, também foram empossados Pedro Campos Neto (1º Vice-presidente); Raimundo Nonato Siqueira (2º vice-presidente); Eduardo Rabelo (Diretor Secretário);Frederico Madruga (1º Vice-diretor secretário); Ana Cláudia Santana (2ª vice-diretora secretária); Oscar de Gouvêa (Diretor Administrativo e Financeiro); Carlos Hein (1º vice-diretor administrativo e financeiro); Francisco Cleanto (2º vice-diretor administrativo e financeiro); Francisco Siqueira Neto (Diretor Técnico); e Alexandre Furtado Honório (vice-diretor técnico). Também assumiram os membros do Conselho Fiscal: Jorge da Costa (efetivo); Paulo Roberto Campos Filho (efetivo); e Hugo Malta de Resende Júnior (efetivo), bem como os suplentes e todo o conselho de representantes.

 

Assessoria

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Nordeste do país tem tempo com poucas nuvens e possibilidade de chuva, neste sábado (4)

A temperatura mínima foi de 21ºC e a máxima pode chegar a 34ºC

A região Nordeste do país tem tempo com poucas nuvens e possibilidade de chuva, neste sábado (04). Em Fortaleza, Salvador e São Luís, tempo nublado com chuva. Previsão de tempo com poucas nuvens em Teresina. Em Aracaju, João Pessoa, Maceió, Natal e Recife, tempo com poucas nuvens e possibilidade de chuva.

A temperatura mínima foi de 21ºC, em João Pessoa, e a máxima pode chegar a 34ºC, em Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100% nas nove capitais da região. As informações são do INMET.

Felipe Moura, o tempo e a temperatura.

 

Brasil61

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Monitor da ANA mostra gráfico com aumento severo da condição e gravidade da seca no Estado da Paraíba

A última atualização do Monitor de Secas aponta que a Paraíba teve um aumento da severidade da condição de seca grave entre a região da Borborema e Agreste paraibano. No litoral também houve a expansão da área de seca fraca. Os impactos são de curto prazo na faixa leste e de curto e longo prazo nas demais áreas ao interior paraibano. Entre novembro e dezembro, a Paraíba teve um aumento da área com seca, que passou a abranger todo o território.

Em termos de anomalias de precipitação, houve chuvas inferiores à média histórica na faixa centro-sul do Maranhão e do Piauí, oeste do Espírito Santo, Paraíba, Pernambuco, sul do Ceará, além de todo o território de Tocantins, Bahia, Alagoas, Sergipe e Minas Gerais. Por outro lado, chuvas acima da média histórica foram observadas em locais isolados do oeste e norte do Maranhão, centro-norte do Piauí e Ceará. Nas demais áreas, as precipitações observadas ficaram próximas à média histórica.

Seca

Em dezembro de 2019, os maiores volumes de chuva foram observados no centro-sul de Minas Gerais, em grande parte de Tocantins e em pontos isolados do Espírito Santo, onde houve acumulados de precipitações entre 100 milímetros (mm) e valores acima de 200mm. No Nordeste, os maiores volumes foram registrados no centro-oeste e sul da Bahia, oeste do Piauí e em pontos isolados do Maranhão, onde foram observados acumulados também variando entre 100mm e 200mm. Já entre o Ceará e o centro-norte da Bahia, o predomínio foi de pouca ou nenhuma chuva, com acumulados inferiores a 50mm.

Situação da seca

O Monitor de Secas é coordenado pela Agência Nacional de Águas (ANA), com o apoio da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (FUNCEME), e desenvolvido conjuntamente com diversas instituições estaduais e federais ligadas às áreas de clima e recursos hídricos. Na Paraíba, a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (AESA) é o órgão que atua no Monitor de Secas. Por meio da ferramenta é possível comparar a evolução das secas nos 12 estados a cada mês vencido. O Monitor vem sendo utilizado para auxiliar a execução de políticas públicas de combate à seca.

O serviço tem como principal produto o Mapa do Monitor, construído mensalmente a partir da colaboração dos estados integrantes do projeto e de uma rede de instituições parceiras que assumem diferentes papéis na rotina de sua elaboração.

Em operação desde 2014, o Monitor de Secas iniciou suas atividades pelo Nordeste, historicamente a região mais afetada por este tipo de fenômeno climático. No fim de 2018, com a metodologia já consolidada e entendendo que todas as regiões do País são afetadas em maior ou menor grau por secas, foi iniciada a expansão da ferramenta para a inclusão de estados de outras regiões. Em novembro de 2018 e em junho de 2019, Minas Gerais e Espírito Santo foram incorporados.

O Monitor de Secas foi concebido com base o no modelo de acompanhamento de secas dos Estados Unidos e do México. O cronograma de atividades inclui as fases de coleta de dados, cálculo dos indicadores de seca, traçado dos rascunhos do mapa pela equipe de autoria, validação dos estados envolvidos e divulgação do mapa final. A metodologia utilizada no processo faz com que o mapa do Monitor indique uma seca relativa, ou seja, as categorias de seca em uma determinada área são estabelecidas em relação ao próprio histórico da região.

A partir deste mês, o Monitor de Secas expande sua área de atuação para Tocantins, o primeiro estado do Norte a contar com o serviço. Esta ferramenta realiza o acompanhamento contínuo do grau de severidade das secas no Brasil com base em indicadores de seca e nos impactos causados pelo fenômeno. Com isso, o estado se junta aos nove do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo. Assim, o Monitor de Secas tem uma presença cada vez mais nacional, abrangendo o Nordeste, o Norte e o Sudeste. Os próximos estados a se juntarem ao Monitor serão Goiás e Rio de Janeiro, que já estão em fase de testes e em treinamento de pessoal.

 

Agência Nacional de Águas

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Veneziano lamenta Campina ser a cidade do interior do NE com maior queda em investimentos, mesmo com “aumento absurdo” de impostos e taxas

Levantamento feito pelo anuário Multi Cidades – Finanças dos Municípios do Brasil, lançado neste mês pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP), mostra que Campina Grande (PB) foi a cidade do interior do Nordeste que apresentou a maior queda nos investimentos, em 2018, mesmo com a Prefeitura tendo elevado seus impostos e taxas, a exemplo do IPTU, Taxa de Limpeza Pública, dentre outras.

Segundo os dados apresentados, Campina Grande (PB) lidera o ranking das cidades que apresentaram maior queda nos investimentos, com 34,9%; enquanto Juazeiro do Norte (CE) apresentou queda de 28,3%; Caucaia (CE), uma redução de 27,3%; Teresina (PI), 24,9%; e Feira de Santana (BA), com decréscimo de 22,3%. Os valores são corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) médio de 2018.

“O que vemos em Campina é um aumento absurdo nas taxas públicas, ano após ano, e as pessoas não recebem os investimentos, pois o dinheiro tem outro destino, ao invés de ‘voltar’ para a população em obras serviços. Essa leniência por parte da administração municipal, essa falta de investimentos, reflete em levantamentos como este, que atestam aquilo que vemos todos os dias: a completa inoperância administrativa da cidade”, disse o Senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB), ao receber os dados do levantamento.

O levantamento mostra que, das 25 cidades nordestinas selecionadas para o estudo, 14 ampliaram seus investimentos em 2018. Só para se ter uma ideia do quanto o quadro é negativo para Campina Grande, dentre as cidades do interior do Nordeste (excetuando-se as capitais) Mossoró (RN) lidera o ranking dos municípios que mais ampliaram seus investimentos, com um aumento de 178,8%, pulando de R$ 14,3 milhões para R$ 39,9 milhões de 2017 para 2018 – Campina Grande lidera o extremo oposto, com queda de 34,9% no mesmo período. Outro destaque positivo foi Camaçari (BA), com 122,6% de aumento nos investimentos, ampliando de R$ 35,5 milhões para R$ 79,1 milhões.

Dinheiro para “apadrinhados” – Veneziano disse que um dos motivos da falta de investimentos é que grande parte dos recursos arrecadados pela Prefeitura de Campina Grande, que aumentam ano após ano, está sendo canalizada para pagar os mais de 8 mil comissionados, que incharam a folha da PMCG. “Por isso que não tem dinheiro pra nada em Campina, por isso que não há investimentos”, afirmou.

Segundo dados do Sistema Sagres, do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB), Campina Grande apresentou, no mês de junho deste ano (o último mês com dados disponibilizados), 7.666 pessoas contratadas sem concurso público (entre comissionados e contratados “por excepcional interesse público”), que custaram aos cofres públicos, neste referido mês, uma despesa de R$ 11.370.847,60.

Em sua 15ª edição, a publicação utiliza como base números da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apresentando uma análise do comportamento dos principais itens da receita e despesa municipal, tais como ISS, IPTU, ICMS, FPM, despesas com pessoal, investimento, dívida, saúde, educação e outros.

Assessoria de Imprensa

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Máximas no Nordeste podem chegar a 40°C nesta terça (29); pode chover em alguns estados

A umidade relativa do ar varia entre 15% e 95%

Nesta terça, a região Nordeste terá tempo nublado a parcialmente nublado com possibilidade de chuva em áreas isoladas no leste dos estados de Pernambuco, de Alagoas, de Sergipe e no leste e sudoeste da Bahia. Céu nublado a parcialmente nublado no Maranhão. Demais áreas da região, parcialmente nublado a claro.

A mínima prevista para a região é de 15°C e a máxima 40ºC. A umidade relativa do ar varia entre 15% e 95%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia, o INMET.

 

Repórter Israel Medeiros – Agência do Rádio

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Paraíba: Chuvas e trovoadas isoladas nesta terça-feira (22) na região Nordeste

Os termômetros variam de 18°C a 38°C

A região Nordeste tem céu nublado com chuva isolada no Maranhão, encoberto a nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas no Piauí e nublado também com chuvas isoladas na Bahia, Paraíba, Pernambuco e Alagoas. Chove isoladamente no Ceará, e há a possibilidade no Rio Grande do Norte. Já em Sergipe, a terça-feira (22) terá céu nublado a claro.

Os termômetros variam de 18°C a 38°C, com umidade relativa do ar entre 20% e 100%. As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia, o INMET

Por Ricardo Ribeiro – Agência do Rádio

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Nordeste tem possibilidade de chuva na maioria dos estados nesta segunda (21)

A mínima prevista para a região é de 16°C e a máxima 39ºC

Nesta segunda (21), tempo nublado a parcialmente nublado com possibilidade de chuva em áreas isoladas no Recôncavo, sul e sudoeste da Bahia, da faixa leste de Pernambuco até Sergipe e no Piauí. Nos demais estados, céu parcialmente nublado.

A mínima prevista para a região é de 16°C e a máxima 39ºC. A umidade relativa do ar varia entre 15% e 95%. As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia, o INMET.

Israel Medeiros – Agência do Rádio

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Tempo nublado e chuvas isoladas predominam neste domingo (20) na região Nordeste

Os termômetros têm mínima de 15°C e máxima de 39°C

A região Nordeste pode esperar, neste domingo (20), céu nublado a parcialmente nublado com chuva fraca no Piauí, Sergipe e Alagoas. No Rio Grande do Norte, Pernambuco, Ceará e na Bahia, há apenas a possibilidade de chuva. Já no Maranhão e na Paraíba, o céu fica parcialmente nublado ao longo de todo o dia.

Os termômetros têm mínima de 15°C e máxima de 39°C. A umidade relativa do ar pode variar de 15% a 95%.  As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia, o INMET.

 

Ricardo Ribeiro – Agência do Rádio

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Nordeste tem tempo nublado neste domingo (13)

Os termômetros têm mínima de 15°C e máxima de 39°C

A região Nordeste tem, neste domingo (13), tempo nublado a parcialmente nublado com chuva isolada no norte e oeste do Maranhão, Pernambuco e Sergipe. Há a possibilidade de chuvas no Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas e Bahia, todos com tempo nublado ao longo de todo o dia.

Os termômetros têm mínima de 15°C e máxima de 39°C. A umidade relativa do ar deve variar de 15% a 95%. As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia, o INMET.

Por Ricardo Ribeiro – Agência do Rádio