Categoria Sertão

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Candidato a vereador pelo PSC deixa Marquinhos Campos e anuncia adesão a Denise Albuquerque

Candidato a vereador pelo PSC, Eliezeu da Honda, anunciou no inicio da tarde desta terça-feira (6) sua adesão ao projeto político da candidata a prefeita Denise Albuquerque (Cidadania) em Cajazeiras. A articulação foi realizada pelo deputado estadual, Júnior Araújo, que nas redes sociais publicou uma foto ao lado do candidato.

O PSC indicou Chico de Bianor para ser o candidato a vice-prefeito de prefeito Marquinhos Campos (PSB) e conta com vários candidatos a vereador.

A sigla sonha em eleger no mínimo dois parlamentares para a próxima legislatura, confessou Chico de Bianor.

Júnior Araújo afirmou que Elizeu da Honda é um grande companheiro de longas batalhas e chega para somar. “Importante apoio para nossa candidata a prefeita. Elizeu significa renovação na Câmara de Cajazeiras e vejo com um potencial enorme para ocupar uma cadeira na Casa Otacílio Jurema,” disse.

 

Fonte: Resenha Politika

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Câmara Criminal não conhece habeas corpus em favor de ex-governador

Em sessão realizada nesta terça-feira (6), a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba não conheceu o habeas corpus impetrado pela defesa do ex-governador Ricardo Vieira Coutinho, questionando a competência do Juízo da 5ª Vara Criminal da Comarca da Capital para o processamento e julgamento da Ação Penal nº 0003054-90.2020.815.2002. O caso trata do recebimento da quantia de R$ 900 mil por Leandro Nunes Azevedo das mãos de Michelle Louzada Cardoso em agosto de 2018, no Rio de Janeiro.

A defesa alega que o julgamento da ação penal seria de exclusiva competência da Justiça Eleitoral, uma vez que a suposta vantagem indevida de R$ 900 mil tinha como objetivo o financiamento/compra de material da campanha eleitoral ocorrida em 2018, ou seja, dizia respeito, na prática, à doação eleitoral não contabilizada. Assevera, ainda, que, de acordo com a denúncia, os valores recebidos teriam sido distribuídos entre fornecedores da campanha eleitoral e que, supostamente, não teriam sido declarados à Justiça Eleitoral, o que configura, em tese, o delito do artigo 350 do Código Eleitoral.

Defendeu, também, que o Juízo da 5ª Vara Criminal da Comarca da Capital não é competente para o processamento e julgamento da referida ação penal, pois os supostos ilícitos teriam ocorrido na cidade do Rio de Janeiro, sendo o local da obtenção da suposta vantagem indevida o Juízo competente. Por fim, alegou que o processamento da ação penal perante a Comarca de João Pessoa causa prejuízo à defesa, uma vez que a Justiça do Rio de Janeiro é a mais indicada para obter os elementos probatórios necessários para o perfeito esclarecimento dos fatos e de todas as suas circunstâncias.

O relator do processo nº 0810056-70.2020.8.15.0000, desembargador Arnóbio Alves Teodósio, não conheceu da Ordem por entender que haveria supressão de instância, uma vez que a matéria não passou pelo crivo do Juízo da 5ª Vara Criminal. “Saliente-se, outrossim, que a pretensão do paciente não foi apreciada pelo Juízo de origem, de modo que, não havendo ato judicial passível de controle de legalidade, eventual análise deste argumento pela Câmara Criminal importaria em indevida supressão de instância”, frisou.

A decisão, da qual cabe recurso, foi em harmonia com o parecer do Ministério Público estadual.

Confira, aqui, o voto do relator.

 

Assessoria de Imprensa / TJPB

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Em Sousa: 15ª Vara Federal passa a usar grupos de WhatsApp para facilitar conciliação

A principal vantagem é que os integrantes da relação processual ficam desvinculados dos horários de audiências

A 15ª Vara da Justiça Federal na Paraíba (JFPB), localizada em Sousa, no sertão do estado, publicou a Portaria nº 06/2020, no Diário Oficial Eletrônico da 5ª Região, instituindo procedimento alternativo de conciliação por mensagens instantâneas no aplicativo WhatsApp. Com a iniciativa, advogados, parte autora, representante do INSS e conciliador da JFPB discutirão, em grupos criados especificamente para isso, as possibilidades de acordo. Áudios, vídeos e documentos serão utilizados para facilitar as tentativas de consenso.

De acordo com o magistrado Thiago Batista Ataíde, a 15ª Vara Federal já estava realizando audiências de conciliação por videochamada, no entanto, houve um represamento de processos durante o início da pandemia e o número de audiências vinha sendo insuficiente para reduzir o acervo. “A solução encontrada foi utilizar uma modalidade complementar de conciliação, a partir da criação de grupos de WhatsApp, como forma de ampliar o número de audiências de conciliação, em virtude de limitações técnicas e de pessoal”, explicou.

O procedimento, que não prejudicará as audiências de conciliação em formato tradicional, começou a ser adotado pela Vara Federal na semana passada. “A principal vantagem é que os integrantes da relação processual ficam desvinculados dos horários de audiências, podendo se manifestar a qualquer momento do lapso temporal preestabelecido, sendo sempre possível a realização de esclarecimentos complementares, diferentemente das audiências comuns, que precisavam estar finalizadas em poucos minutos”, ressaltou o juiz federal.

Na prática, como funciona?

A pauta é semanal, consagrando o princípio da informalidade dos Juizados Especiais e permitindo que as partes se manifestem por simples mensagem de áudio. Os respectivos interessados podem, justificadamente, requerer o trâmite ordinário (tradicional), desde que se constate a inviabilidade de participar da presente modalidade de conciliação por WhatsApp. Caso seja viável pelo aplicativo, a sessão exigirá do advogado a produção de um vídeo, com aproximadamente cinco minutos, em que a parte autora, após se identificar por nome completo, deverá esclarecer detalhes do caso.

Na segunda-feira seguinte ao recebimento de cada pauta, serão criados os grupos de WhatsApp, que funcionarão como uma audiência ininterrupta, identificados por número do processo. No aplicativo, além do vídeo, o advogado deverá enviar um áudio em que apresentará as razões que justificam a procedência da demanda, com indicação das principais provas, por meio de anexo e página. O representante do INSS deverá se manifestar em até 72 horas e, a qualquer momento, o conciliador poderá intervir com o objetivo de colaborar com a tentativa de solução consensual.

Havendo proposta de acordo, inclusive parcial, o procurador produzirá um áudio com as condições da proposta e, por fim, o autor deverá se manifestar sobre a aceitação ou não do que foi apresentado. A cada sexta-feira, a Justiça Federal declarará encerradas as atividades dos grupos formados na semana e passará à análise dos resultados obtidos. Não havendo acordo, a Secretaria certificará o ocorrido nos autos, encaminhando o caso para audiência de instrução ou fazendo conclusão para julgamento antecipado.

A medida considera as Portarias nº 167/2020, 212/2020 e 292/2020, da Direção do Foro da Seção Judiciária da Paraíba, que, em consonância com atos do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), tratam da suspensão de audiências, formação de grupos de trabalho para estudos de propostas e outras medidas referentes ao enfrentamento da pandemia da Covid-19 no âmbito da JFPB.

 

Assessoria de Comunicação

Justiça Federal na Paraíba – JFPB

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Asplan realiza visita técnica na usina Vale Verde em Baía Formosa e constata eficácia no uso de controladores biológicos

A usina Vale Verde, localizada em Baía Formosa, é uma das unidades industriais que utilizam controladores biológicos no combate a pragas que atacam canaviais. Na semana passada, o biólogo da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Roberto Balbino realizou uma visita técnica para avaliar vários talhões de produção tanto na cana planta, quanto de soca, constatando assim a eficácia do uso de insumos biológicos, principalmente, no combate a Diatraea que é combatida pela Cotesia flavipes (Vespas). “Constatamos, in loco, que esse insumo biológico, produzido na estação de Camaratuba, de fato, tem combatido com sucesso e sem agredir o meio ambiente a Diatraea”, afirmou o biológo.

Nas avaliações in loco, Roberto frisou a importância do monitoramento precoce da lavoura para identificar o ataque da Diatraea e logo fazer o manejo adequado para o controle. “Essas visitas técnicas em campo, para avaliar as condições de levantamento e liberação são importantes, pois tornam o controle de pragas com a utilização dos insumos, mais preciso”, afirma o biólogo da Asplan.

De acordo com o coordenador do Departamento Técnico da Asplan (Detec), o engenheiro agrônomo, Luis Augusto, a procura para produção de cana-de-açúcar com baixo impacto ambiental e a parceria existente há vários anos entre a Vale Verde e a Asplan para o fornecimento de insumos biológicos, mostra o quanto é importante o trabalho desenvolvido em Camaratuba. “Constatamos a eficácia do combate as pragas e conseguimos achar brocas parasitadas por Cotesia, que é o nosso controlador biológico. Isso é muito gratificante, pois confirma a qualidade da nossa Cotesia e o nosso compromisso com os nossos parceiros de que o nosso controlador é eficiente, contribuindo há décadas com a produção sustentável de cana não apenas na Paraíba, mas, na região Nordeste”, reforça Luis.

Sobre a Estação

A Estação Experimental de Camaratuba é mantida pela Asplan, através de convênios com o Ministério da Agricultura, Instituto Nacional de Meteorologia e Secretaria de Agricultura da Paraíba. Nos dois laboratórios da Estação são produzidos dois insumos biológicos capazes de controlar duas das principais pragas que atacam os canaviais: a Broca Comum e a Cigarrinha da Folha: Cotesia flavipes (Vespas) e Metahizium anisopliae (Fungo), Os insumos produzidos na Estação são registrados e aprovados para uso da agricultura orgânica e distribuídos, gratuitamente, para os produtores de cana associados e ainda vendidos no mercado paraibano, pernambucano e do Rio Grande do Norte.

 

Assessoria

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Representação do CREF10 em Cajazeiras terá nova estrutura e funcionará em outro endereço

A partir do próximo dia 21, a Representação do Conselho Regional de Educação Física da 10ª Região – Paraíba (CREF10/PB), em Cajazeiras, estará funcionando em novo endereço, com uma estrutura preparada para receber, com mais conforto, os profissionais da área e donos de estabelecimentos registrados no CREF10 naquela região. A unidade funcionará no calçadão Tenente Sabino, número 59, centro da cidade. Os horários de atendimento também irão mudar, sendo de segunda a sexta-feira das 08h às 12h, com exceção das quintas-feiras (das 13h às 17h).

O novo espaço fica no térreo e conta com uma estrutura de dois ambientes, tornando o local mais acessível para receber o público da região que precise de atendimento presencial com hora marcada. Importante ressaltar que, para isso, é necessário fazer o agendamento prévio através deste link: http://faq.confef.org.br:8123/AGENDAMENTO_CREF10/, sendo necessário selecionar o serviço e o local de atendimento.

“É com grande satisfação que vamos abrir esta nova unidade de atendimento na região de Cajazeiras. Estamos sempre buscamos melhorar o acolhimento dos profissionais e empresários da área. O bom relacionamento com os grupos de Pessoa Física e Jurídica é essencial para o CREF10”, ressalta o presidente do Conselho, Francisco Martins da Silva.

Assessoria de Comunicação do CREF10/PB

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Projeto ‘Marcenaria Nova Esperança’ ressocializa apenados de Sousa pelo trabalho

Com o apoio do Poder Judiciário estadual, mais uma iniciativa de ressocialização de apenados está sendo desenvolvida na Paraíba. Por meio do talento, trabalho e vontade de mudar de vida, reeducandos da Colônia Penal Agrícola do Município de Sousa estão sendo beneficiados com o Projeto ‘Marcenaria Nova Esperança’, nascido de uma parceria entre a Vara de Execução Penal (VEP) daquela Comarca e a Diretoria da Colônia Penal.

Os reeducandos produzem móveis rústicos e, também, reaproveitam os restos de troncos de madeira, transformando-os em peças que ornamentam a Colônia Penal Agrícola, que abriga 230 apenados e está localizada no alto Sertão paraibano a quase 440 km de João Pessoa.

A juíza Caroline Silvestrini de Campos Rocha, titular da 2ª Vara Mista de Sousa (que possui competência em Execução Penal), disse que, na Colônia Penal Agrícola, são realizados vários trabalhos de ressocialização, todos eles apoiados e incentivados pela VEP. “O novo projeto busca a capacitação profissional dos detentos. A direção prisional, sempre diligente, identificou um talento entre os apenados e logo buscamos meios para que o conhecimento fosse compartilhado com os demais”, comentou a juíza.

A magistrada adiantou que a Secretaria de Administração Penitenciária do Estado, por meio da Gerência de Ressocialização, já mostrou interesse na ampliação do Projeto e vai oferecer, ainda esse ano, um curso de marcenaria para 40 apenados da Unidade, que já conta com projetos de ressocialização nas áreas de estudo, leitura, artesanato, confecção de bolas, horta e jardinagem.

“O Poder Judiciário estadual, por meio da VEP de Sousa, tem sido nosso maior parceiro, não só nesse, mas em todos os projetos de ressocialização implantados na Unidade, seja nos ajudando com a remição da pena, seja adquirindo material necessário para a manutenção dos projetos”, destacou o diretor a Colônia Penal Agrícola, Charles Martins.

O diretor informou, também, que o projeto teve início em agosto, com apenas duas pessoas trabalhando. “Atualmente, oito presos produzem e recuperam móveis diariamente, com excelente qualidade profissional”, avaliou. Segundo ele, inicialmente, o material produzido é para equipar a própria Unidade Prisional, mas, há a intenção de comercializar.

 

Por Fernando Patriota / Assessoria – TJPB

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TRE proíbe carreatas, passeatas e comícios durante campanha na Paraíba

Seguindo entendimento do Ministério Público Eleitoral, o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE/PB) acatou, nesta segunda-feira (5), recurso da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) e decidiu proibir carreatas, passeatas e comícios durante a campanha eleitoral no estado. A decisão ocorreu durante julgamento de recurso do MP Eleitoral interposto, inicialmente, em face de decisão liminar em mandado de segurança impetrado, na Corte Eleitoral, contra a Portaria Conjunta 01/2020, emitida pelo juiz eleitoral e promotor eleitoral da 73ª Zona Eleitoral (Alhandra/PB).

A portaria proibia a realização de “comícios, carreatas, caminhadas, reuniões e eventos para adesivagem”, mas a Corte entendeu que o instrumento extrapolava os limites fixados pela autoridade sanitária estadual em relação à proibição de “reuniões e eventos para adesivagem”, mantendo as demais proibições.

Em julgamento de outro caso similar, na mesma sessão, desta vez analisando a Portaria 44/2020, expedida pelo Juízo da 30ª Zona Eleitoral (Teixeira/PB), a Corte Eleitoral voltou a reforçar o entendimento anterior, confirmando as proibições, desta vez à unanimidade, tendo em vista que os membros que votaram no processo anterior alteraram os votos, embora ressalvassem o entendimento pessoal sobre a matéria.

Os julgamentos definiram o entendimento do TRE quanto à não realização dos eventos de campanha que gerem aglomerações, como forma de barrar a disseminação da covid-19 no estado.

Nota técnica – O entendimento do MP Eleitoral, por meio da Procuradoria Regional Eleitoral, se baseou em nota técnica emitida pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). Segundo o documento da autoridade sanitária estadual, a orientação pela não realização de atividades presenciais vale independentemente da classificação de bandeiras que orientam a retomada das atividades em todos os municípios paraibanos (Plano Novo Normal – bandeiras verde, amarela, laranja e vermelha).

“A decisão de hoje vem reforçar o entendimento já exposto, desde o período de realização das convenções presenciais, no sentido de que estes atos que geram aglomeração de pessoas não poderiam ser realizados, com base no entendimento técnico da Secretaria Estadual da Saúde. O julgamento também aponta para a legalidade de diversas decisões de juízes eleitorais que, atendendo a pedidos formulados em representações apresentadas pelo Ministério Público Eleitoral zonal, estão impondo multas aos candidatos, partidos e coligações que descumprirem a ordem que proíbe a realização desses atos”, declarou o procurador regional Eleitoral, Rodolfo Alves Silva.

 

Assessoria TRE-PB

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Justiça Federal na Paraíba destaca mudanças proporcionadas pelo Sistema PJe, que completa 10 anos

Iniciativa de tramitação judicial eletrônica tornou-se referência para todo o País

“A instalação do Sistema de Processo Judicial Eletrônico (PJe) no âmbito da Justiça Federal na Paraíba deixou a rotina mais célere, transformando-se em um grande avanço e tornando-se, ao longo dos anos, em uma referência para todo o País”. A frase é do diretor do Foro da JFPB, juiz federal Bruno Teixeira de Paiva, que acompanhou o processo de implantação do PJe, há dez anos. “Foi uma verdadeira revolução para a Justiça Federal da 5ª Região, que começava a modificar a tramitação de processos físicos pelas demandas virtuais”, lembra.

O magistrado afirma que a tendência é de que a ferramenta melhore ainda mais. “Estamos prestes a usar uma nova versão do Sistema de PJe, aumentando o tempo-resposta para o jurisdicionado, proporcionando mais eficiência e gerando um grau de satisfação ainda maior”, complementou. Assim como ele, vários servidores destacam a importância do Sistema e da mudança ocorrida há uma década.

Ricardo Correia de Miranda Henriques, diretor do Núcleo Judiciário da JFPB, recorda-se da implantação do PJe na Seção Judiciária da Paraíba. “O primeiro processo judicial eletrônico da Seccional foi protocolado pela Caixa Econômica Federal na solenidade de inauguração do sistema, sendo distribuído para a 3ª Vara Federal. Também ficou marcado em minha memória o slogan da campanha de implantação do PJe, que dizia ‘agora, o único papel da justiça é julgar”.

O servidor da 3ª Vara Federal, Luiz Linderman de Queiroz Medeiros Sobrinho, também destaca lembranças da época. “Nós recebemos o Sistema com muita expectativa, porque se tratava de uma evolução para a tramitação dos processos na época. Até as pessoas que se intimidaram no início, por ser algo novo, terminaram por entender os benefícios do PJe e foram se adaptando em virtude dos resultados”, ressaltou.

O mesmo sentimento tem o servidor da 2ª Vara Federal, Reinaldo de Araújo Paiva. “Assim que foi instalado na JFPB, o sistema necessitava de grandes atenções, porque até mesmo os advogados estavam se adaptando à nova ferramenta. Devido ao receio inicial, muitos continuavam a ingressar com as ações no modo físico, mas, aos poucos, a forma eletrônica passou a se sobressair”, lembra.

Para o servidor Rogério Xavier da Costa, diretor do Núcleo de Tecnologia da Informação da JFPB, o sistema PJe da 5ª Região incorporou muitas facilidades de uso para os magistrados e servidores, além de adotar tecnologias robustas, como banco de dados, camadas de acesso, certificação digital etc. “O sistema do CNJ – PJE 2.x – agrega arquitetura de microsserviços, adaptando-se às realidades de cada tribunal ou unidade judiciária”, destacou.

Ele afirmou ainda que “no começo foi difícil, mas como já havíamos participado da implantação de dois sistemas anteriores (TEBAS e CRETA), conseguimos mostrar aos advogados e procuradores as vantagens de trabalhar com um sistema que ‘não perde processos nem documentos”. Ele rememorou ainda que se deslocou diversas vezes para algumas procuradorias “para acompanhar a forma como os usuários estavam utilizando o sistema, sentindo suas necessidades, observando e aprendendo juntos como era a melhor forma de trabalhar com o PJe”.

História dos sistemas eletrônicos para processos

O uso de sistemas eletrônicos para auxílio na tramitação de processos judiciais na 5ª região remonta junho de 1989. Naquela época, o sistema que se chamava SIAPRO (Sistema de acompanhamento processual) controlava o acesso de usuários, realizava a distribuição de processos e registrava o andamento processual. Com ele foi possível “aposentar” as fichas de processos em que eram escritos o andamento dos autos.

Na sequência, em 2003, foi adquirido o direito de uso do sistema TEBAS, que além das funcionalidades anteriores, permitia o registro de despachos, decisões e sentenças. Também foi incorporada, com o novo sistema, a automatização de várias tarefas (mala direta, central de mandados etc).

Em 2005, TRF5 desenvolveu o sistema CRETA para os processos dos juizados especiais federais, usado até hoje. O sistema foi um marco, pois utilizando tecnologia de código aberto para o banco de dados, conseguiu por em operação um andamento extremamente célere para os processos dos juizados.

O PJe foi implantado no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) em 2010, mas o início da caminhada começou em meados de 2008. O Tribunal e o Conselho da Justiça Federal (CJF) buscavam soluções para desenvolver um sistema único. Apesar da grande expectativa em torno da proposta, a parceria inicial com o Conselho não avançou. Apesar disso, o TRF5 decidiu manter o projeto de criar um sistema eletrônico para as demandas judiciais.

Em 2010 o TRF5 implantou como opcional o Sistema PJE na 5ª Região, um sistema robusto, com desenvolvimento totalmente supervisionado pelo Tribunal, de propriedade do TRF5 e utilizando tecnologias de código aberto.

Mais tarde, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) retomou a ideia de desenvolver um sistema eletrônico único e, dentre vários projetos visitados, escolheu o PJe do TRF5 para adotar como modelo.

O sistema passou a ser obrigatório nas capitais da 5ª Região em 2012 e na Paraíba passou a ser obrigatório para todas as varas em 2017. Hoje, o sistema é adotado por várias instituições do Judiciário Federal em todo o País e caminha na sua versão PJE 2.x para a realização do sonho de um sistema único nacional, facilitando a interoperabilidade e o seu manuseio.

Assessoria de Comunicação 
Justiça Federal na Paraíba – JFPB

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Marquinhos questiona Zé Aldemir sobre mobilidade urbana e prefeito responde que trouxe especialistas internacionais à Cajazeiras

Está sendo motivo de piada nas esquinas e rodas de conversas a resposta do prefeito de Cajazeiras, José Aldemir Meireles de Almeida (PP), sobre indagação do seu concorrente à Prefeitura, o candidato Marquinhos Campos (PSB).

Foi no decorrer do primeiro debate radiofônico deste ano de 2020, realizado nesta sexta-feira (02) pela Rádio Arapuan FM de Cajazeiras, que Marquinhos Campos perguntou para o candidato à reeleição, o prefeito Zé Aldemir – sobre mobilidade urbana, porém, o gestor sem encontrar a resposta mais adequada, garantiu que trouxe à Terra do Padre Rolim, especialistas internacionais para instruir seus auxiliares de trânsito e dessa maneira, revolucionar a política de mobilidade urbana em Cajazeiras.

O prefeito José Aldemir e candidato à reeleição pelo (PP), perguntou ao seu concorrente, Marquinhos Campos (PSB) o que ele teria feito para melhorar o salário dos servidores enquanto vice-prefeito no município de São José de Piranhas.

Ao responder a pergunta do seu adversário, Marquinhos Campos alegou que não podia fazer nada porque não era ordenador de despensas. No entanto, ele disse que desenvolveu vários projetos principalmente na área social.

Ainda durante a entrevista, o candidato do (PSB) questionou o atual prefeito sobre os grandes problemas de mobilidade urbana existentes na cidade de Cajazeiras, principalmente com a grande quantidade de ruas sem infraestrutura e esburacadas.

Em sua resposta, José Aldemir afirmou que Cajazeiras tem sido revolucionária na política de mobilidade urbana chegando a trazer especialistas internacionais no assunto para debater e apresentar à gestão municipal propostas e soluções sobre o tema.

 

Com informações de paraiba.com.br

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Veneziano visita obras do Eixo das Nações e destaca ação para a melhoria da mobilidade em Campina Grande

O senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB) visitou, na última quarta-feira (30), as obras do Eixo das Nações, que vai interligar pontos extremos de Campina Grande, desafogando o trânsito no Centro da cidade, numa grande ação de mobilidade urbana.

Por meio das suas redes sociais, o senador, que está licenciado do cargo, destacou que a ação do Governo do Estado facilitará o deslocamento e garantirá o conforto de quem trafega pela área. “Nós sabemos que o governador João Azevêdo veio, anunciou e está fazendo essa importante ação de mobilidade urbana. Vamos beneficiar toda a região norte da cidade, nos bairros dos Cuités, Jeremias, da Palmeira, além daqueles que vêm do brejo paraibano e que, passando pelo Eixo das Nações, evitarão trafegar pelo Centro da cidade. Uma conquista extraordinária, com investimentos do Governo do Estado, em mobilidade urbana, que todos nós saberemos reconhecer”, comentou Veneziano.

Veja o vídeo: https://youtu.be/24GTn9r8fmg

A obra – Dividida em duas etapas, está recebendo investimentos superiores a R$ 5 milhões do tesouro estadual e é considerada uma das principais ações de mobilidade urbana na Rainha da Borborema. Na primeira etapa foram beneficiadas as Ruas Frei Damião Bozano, Vereador Benedito Mota, Maestro Nelson Ferreira e Antônio Alves Lima. Já a segunda etapa teve início na Rua XV de Novembro e segue até a Rua Sem Nome, no Bairro do Araxá. Quando concluída, as pessoas que desejarem se deslocar até as universidades (UEPB ou UFCG), por exemplo, não terão mais de passar pelo centro da cidade, porque poderão utilizar a via expressa.

Assessoria de Imprensa