Categoria Rural

porpjbarreto

Portaria da SUDEMA condiciona liberação de licenças ambientais a atualização no Cadastro Ambiental Rural

A inscrição de propriedades e posses rurais no Cadastro Ambiental Rural (CAR) é obrigatória, mas, muitos produtores ainda não regularizaram essa situação. Na Paraíba, a partir deste mês, quem quiser tirar licenças ambientais precisará estar com o CAR atualizado. Isto porque, uma portaria estadual da SUDEMA, com efeito retroativo ao dia 01 de janeiro, condiciona a obrigatoriedade de apresentação do Recibo de Inscrição da Propriedade ou posse rural no Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SiCAR), bem como do seu respectivo Demonstrativo de Situação do CAR para efeito de liberação de licenças ambientais, de qualquer empreendimento ou atividade desenvolvida em âmbito rural.

Segundo o engenheiro agrônomo e consultor ambiental da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Alfredo Nogueira, a portaria contempla todas as modalidades de licenciamento ambiental trifásico, bifásico e simplificado. “De acordo com a Portaria, se o proprietário do imóvel rural não tiver o recibo de inscrição no CAR e do demonstrativo de Situação será notificado para que regularize a situação cadastral de seu imóvel no SiCAR e terá a análise de sua solicitação de licença ambiental suspensa e paralisada até a conclusão do CAR”, explica Alfredo.

A portaria assinada no último dia 24 de janeiro, pelo diretor superintendente da SUDEMA, Fábio Medeiros, causou apreensão aos produtores de cana-de-açúcar que ainda não concluíram seu cadastro. Segundo dados da Asplan, ainda há associados que faltam regularizar sua inscrição no CAR. “Com essa portaria, quem precisar de licença deverá estar com seu CAR regularizado”, destaca o presidente da Asplan, José Inácio de Morais. O dirigente canavieiro lembra que os produtores associados que ainda não estão com o CAR em dia, devem se dirigir a sede da Asplan, em João Pessoa, para receber orientações e regularizar a situação.

O CAR é obrigatório por lei (Lei nº 12.651/2012) no âmbito do Sistema Nacional de Informação sobre Meio Ambiente (SINIMA), e regulamentado pela Instrução Normativa MMA nº 2, de 5 de maio de 2014. Quem não se inscrever poderá ser impedido de tomar crédito rural em agências bancárias, paga multa e sofre outras sanções. Dados de dezembro de 2018, do Serviço Florestal Brasileiro (SFB) do Ministério do Meio Ambiente (MMA), atestam que quase a totalidade das propriedades rurais brasileiras já está inserida no cadastro ou seja, mais de 4 milhões de imóveis já estão inscritos no Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural, o SICAR.

Assessoria

porpjbarreto

Corpo de uma mulher é encontrado à margem da PB-400 nas proximidades de São José de Piranhas

A Polícia Militar do 6º Batalhão de Cajazeiras, através do número de emergência 190 – recebeu a informação nesta manhã de terça-feira (29), que havia um corpo caído ao solo e, ao lado do mesmo uma motocicleta, às margens da PB-400, nas proximidades da cidade de São José de Piranhas, no Sertão paraibano.

Em ato contínuo, guarnições foram direcionadas ao referido local e lá, foi confirmado o encontro do cadáver de uma mulher, que segundo informações foi identificada por Cícera Pereira Diniz.

Ainda de acordo com testemunhas, um popular conhecido pelo pré-nome de Walisson, que é primo de Cícera, trafegava pela rodovia acima mencionada e, em determinado momento perdeu o controle da motocicleta, Suzuki de cor prata, sem placa, ocasionando o acidente que vitimou fatalmente Cícera.

O motociclista conseguiu sair do local e foi socorrido para o Hospital Regional de Cajazeiras, antes da chegada da polícia.

A Polícia Civil, juntamente com peritos inciaram os primeiros trabalhos.

O corpo foi encaminhado para o Núcleo de Medicina Odontológica Legal (NUMOL), na cidade de Patos, para realização de exame cadavérico. Cícera, era casada com o Senhor Caetano, do Sítio Patamuté, na Zona Rural de Cajazeiras e deixa (seis) filhos, o mais novo de apenas (dois) anos.

 

Fotos: WhatsApp

Redação – fmrural.com.br

porpjbarreto

MPPB e Sudema discutem medidas para viabilizar fim dos lixões e fiscalizar barragens, na PB

A Superintendência de Administração do Meio Ambiente da Paraíba (Sudema) vai priorizar as demandas dos municípios paraibanos relacionadas aos projetos para erradicar os lixões a céu aberto e regularizar os aterros sanitários nos municípios, além de integrar o trabalho que será realizado pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) para intensificar a fiscalização e o monitoramento das barragens existentes no estado. As medidas foram anunciadas pelo novo superintendente do órgão, Fábio Andrade, em reunião realizada na manhã desta segunda-feira (28), na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, em João Pessoa, com o procurador-geral de Justiça, Francisco Seráphico; o procurador de Justiça, Francisco Sagres, e o promotor de Justiça, Raniere Dantas, que coordena o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente.

Segundo Seráphico, a reunião teve o objetivo de estreitar as relações entre as instituições e apresentar ao novo chefe da Sudema os principais projetos adotados pelo Ministério Público, com destaque para o que versa sobre a erradicação dos lixões nos municípios. “Houve a assinatura de acordos de não-persecução penal com vários municípios das regiões do Litoral e de Guarabira para acabar com os lixões no prazo de um ano e a celebração de um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) com os prefeitos para a recuperação das áreas degradadas (no prazo de cinco anos). Concomitantemente, o Ministério Público está fazendo reuniões técnicas com os gestores para discutir as soluções adequadas ao problema. Estamos trazendo a Sudema para esse projeto, com o objetivo de garantir, observadas rigorosamente todas as normas legais, que os procedimentos de licenças ambientais tenham também um rito mais célere para que possamos efetivamente acabar com os lixões em nosso Estado”, explicou.

Fábio Andrade informou que já há algumas demandas mais urgentes em tramitação na Sudema, como o consórcio capitaneado pelo município de Guarabira para construção de um aterro sanitário, que será discutido hoje à tarde, na Comissão do EIA-Rima (Estudo e Relatório de Impacto Ambiental). Segundo ele, o assunto pode integrar a pauta do Conselho de Políticas de Meio Ambiente (Copam), na reunião marcada para o próximo dia 19. “Há pautas do município de Santa Rita e outras que forem chegando, nós vamos priorizar, com vistas a agilizar o licenciamento ambiental, desde que cumprida, evidentemente, toda a legislação ambiental”, reiterou.

Ele explicou que os processos são muito individualizados e cada demanda precisa de uma documentação específica. “Alguns processos precisam de um estudo de impacto ambiental maior, outros não; alguns são mais complexos; outros mais simples. O que vamos fazer é uniformizar todos os procedimentos de modo que, sendo cumpridas todas as exigências da legislação, a Sudema vai encaminhar e solucionar o mais rápido possível esses processos. Caso não seja atendida alguma dessas exigências, a Sudema vai rapidamente entrar em contato com os Municípios para que a questão seja agilizada até o final”, detalhou.

Erradicação de lixões

Em 2018, o MPPB começou a implementar um projeto para erradicar os lixões a céu aberto existentes em municípios paraibanos. O trabalho vem sendo feito de forma regionalizada. Até agora 66 municípios do Litoral e da região de Guarabira já assinaram o acordo de não-persecução penal proposto pelo MP, em que a procuradoria-geral de Justiça assume o compromisso de não ingressar com ação penal contra os prefeitos, desde que eles adotem e implementem as soluções técnicas viáveis à realidade de seus municípios para acabar com o lixão no prazo de um ano (a contar da assinatura do acordo).

O projeto do Ministério Público estadual também prevê a assinatura de um TAC celebrado entre as promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente locais com os gestores municipais. Com o termo de ajustamento de conduta, os prefeitos se comprometem a adotar as medidas necessárias para recuperar, no prazo de cinco anos, as áreas degradadas pelos lixões.

Barragens

Outro assunto discutido na reunião foi a intensificação da fiscalização e do monitoramento das barragens existentes na Paraíba. O Ministério Público estadual vai convidar parceiros, como a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, a Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), a Sudema e o Departamento Nacional de Obras contra a Seca (Dnocs) para discutir uma agenda de vistorias. O objetivo é elaborar um diagnóstico sobre a situação atual das barragens, visando à adoção de medidas preventivas.

Pelo MPPB, vão participar desse trabalho o procurador-geral de Justiça, Francisco Seráphico; o procurador de Justiça Francisco Sagres; o coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente, Raniere Dantas e o promotor de Justiça de Defesa do Meio Ambiente de João Pessoa, José Farias. De acordo com Farias, o último diagnóstico sobre a situação das barragens localizadas na Paraíba foi realizado em 2012.

Já o superintendente da Sudema disse que o órgão vai integrar esse trabalho e enfatizou que a fiscalização e o monitoramento das barragens já vêm sendo feitas pelo Governo do Estado, que elas não apresentam problemas e são seguras.

 

Assessoria de Imprensa – MPPB

porpjbarreto

BOLETIM AGRO: 180 agricultores são afetados por rompimento em Brumadinho (MG)

Olá, meu nome é Raphael Costa e este é mais Boletim Agro, um resumo das principais notícias do agronegócio no Brasil.

A tragédia na cidade de Brumadinho, em Minas Gerais, também afetou produtores rurais da região. Segundo uma publicação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), cerca de 180 produtores rurais foram atingidos e prejudicados pelos rejeitos que romperam a barragem. Quem vai nos dar mais detalhes sobre essa situação, além de comentar outros assuntos, é a repórter do Notícias Agrícolas, Carla Mendes. Bem-vinda, Carla.

“Muito obrigada, Raphael. Realmente, essa tragédia também atingiu áreas rurais de Brumadinho e trouxe prejuízos graves para toda a zona rural local. De fato, só de pequenos agricultores e de agricultores familiares, 180 foram afetados e perderam tudo. Imagens recentes mostraram pelo menos 10 animais perdidos perto do local de rompimento da Barragem. A estimativa do rebanho da região é de 15 mil cabeças, e deve ter sido atingido pelo mar de lama que chegou à região de forma severa. O Governo do Estado de Minas Gerais já iniciou um levantamento para um número mais exato de produtores atingidos e das áreas agropecuárias que foram prejudicadas pelo rompimento da barragem da Vale.”

O Diário Oficial da União publicou uma instrução normativa para a arrecadação do Funrural, assunto que interessa muito os produtores e que há um tempo vem se arrastando sem uma definição. Sobre o que trata essa publicação, Carla?

“Essa publicação vai orientar os produtores com relação à arrecadação do Funrural, seja pelo produtor que optou por onerar a folha de pagamento, que fica em 23%, ou o produtor que opta em tirar do faturamento, nesse caso de 1,2%, se fizermos o cálculo desse desconto bruto. Fato é, que essa instrução normativa traz muitos detalhes de como a arrecadação deve ser feito e o que temos agora, são vários especialistas do seu setor trabalhando trabalhando nesse documento, para conhecer detalhes e pormenores de como o produtor precisa se planejar para arrecadar esse tributo. Fato é que depende da realidade de cada produtor, por isso deve conhecer os detalhes para optar entre folha de pagamento ou o faturamento. É importante que ele busque um profissional de confiança para fazer as contas e achar uma opção.”

Perfeito, Carla. Obrigado pelas informações, até a próxima. Esse foi mais um Boletim Agro, muito obrigado a todos.

Fonte: Agência do Rádio

porpjbarreto

Autônomos e trabalhadores rurais devem se cadastrar no site da Receita

Autônomos e trabalhadores rurais que contribuem para a Previdência Social devem estar atentos. Desde o último dia 15, eles devem preencher o novo Cadastro de Atividade Econômica da Pessoa Física (CAEPF). A medida faz parte do cronograma de ampliação do eSocial, ferramenta que unifica as prestações de informações dos empregadores em um único ambiente.

O CAEPF substitui o Cadastro Específico do Instituto Nacional do Seguro Social (CEI). De 1º de outubro do ano passado até 14 de janeiro, a inscrição era facultativa, mas passou a ser obrigatória desde 15 de janeiro. Segundo a Receita Federal, o novo cadastro reunirá informações das atividades econômicas exercidas pela pessoa física e facilitará a garantia dos direitos dos empregados e empregadores.

Estão obrigados a preencher o CAEPF os contribuintes individuais (autônomos) nas seguintes situações: que tenha segurado que lhe preste serviço, titular de cartório (mesmo inscrito como pessoas jurídicas), produtor rural que contribua individualmente com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e pessoa física não produtora rural, mas que revende a produção rural no varejo.

Também estão obrigados a aderir ao novo cadastro os segurados especiais. Essa categoria engloba os trabalhadores rurais em regime de agricultura familiar (sem mão de obra assalariada), incluindo cônjuges, companheiros e filhos maiores de 16 anos que ajudam na produção.

Antes de preencher o CAEPF, o contribuinte deve ir ao site do eSocial, selecionar a opção Primeiro acesso e preencher o cadastro de empregador/contribuinte que aparece na tela. Em seguida, deve clicar no botão Acesso ao Sistema CAEPF para ser direcionado ao sistema da Receita Federal e inserir os dados de contribuinte individual ou segurado especial.

Quem é empregador doméstico e já está inscrito no eSocial pode ir direto ao Centro de Atendimento Virtual da Receita Federal (e-CAC) para fazer o procedimento. Não é necessário reintroduzir as informações do empregador no portal do eSocial.

Para entrar no e-CAC, o empregador deve ter um código de acesso. Para obtê-lo, o segurado precisa informar ou o número do recibo da última declaração do Imposto de Renda ou o número do título de eleitor, caso seja isento de declarar renda. Quem não tem acesso à internet deve procurar a unidade da Receita Federal mais próxima para preencher o cadastro.

Fonte: Agência Brasil

porpjbarreto

Produtores da PB estão prestes a ganhar ação que os isentará do pagamento do salário educação e garantirá reembolso da contribuição desde 2004

Presidente da Asplan, José Inácio.

Os produtores canavieiros ligados a Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP) ganharam uma ação coletiva contra o pagamento da contribuição mensal ao INSS, no valor de 2,5% do total da folha de pagamento dos trabalhadores (salário educação) e, já a partir deste mês, poderão excluir esse tributo de seus cálculos contábeis. Esse processo, já concluso, animou os produtores da Paraíba que ingressaram com ação idêntica, em 2009, e devem ser também beneficiados com a mesma decisão judicial.

Segundo o advogado Rafael Peliciolli, do escritório Felisberto Córdova, responsável pela ação em vários estados do Nordeste, a ação dos produtores da Paraíba foi a primeira a tramitar. “Embora as ações sejam idênticas, cada uma tem um trâmite diferenciado, e a da Paraíba ainda não foi conclusa, mas ela já está em Brasília, já foi exitosa no Tribunal da 5ª Região e, em breve, os produtores da Paraíba também terão direito à isenção no recolhimento do tributo e a restituição dos valores que foram pagos indevidamente, retroativos, a 2004”, afirma o advogado. Ele lembra, no entanto, que enquanto não houver decisão final do processo, os produtores paraibanos precisam continuar recolhendo o salário educação. Quanto ao tempo de espera, o advogado disse não poder precisar porque isso depende, exclusivamente, da Justiça.

Para o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, a decisão final da Justiça está sendo aguardada com muita expectativa. “Vivemos tempos difíceis e qualquer aceno para diminuição de custos será bem-vindo, além disso, nesta ação específica, não há só essa diminuição, mas, principalmente a devolução dos valores que foram pagos indevidamente durante todos esses anos”, destaca José Inácio, que espera que a Justiça seja breve.

A cobrança do salário educação é considerada ilegal porque a lei desta tributação (9.424/96) não inclui o empregador rural quando na condição de pessoa física. Só no caso de pessoa jurídica. Para deixar de recolher, conforme orienta a banca advocatícia Felisberto Córdova, basta o produtor dizer ao contador responsável para excluir os 2,5% do salário educação do cálculo da GPS e da respectiva GEFIP, devendo ficar no campo Outras Entidades apenas a contribuição ao Incra, no valor de 0,2%. É preciso também anexar a certidão de objeto e pé do processo dando conta do êxito da ação. A precaução é necessária para fins de eventual auditoria fiscal.

Assessoria de Imprensa

porpjbarreto

Safra 2018/2019 da Tabu é encerrada com um incremento de 40% em relação aos números do ano anterior

O último dia 14 de janeiro foi de festa e comemoração para os acionistas e colaboradores da Agroindustrial Tabu. Com parque industrial localizado no município de Caaporã, no litoral sul da Paraíba, a empresa encerrou a safra 2018/2019 com um incremento de 40% em relação ao ano anterior. Com 140 mil toneladas a mais de cana moída, a Tabu moeu 610.371.240 toneladas, numa média mensal de 110.900.00 e produziu 52.713.820 litros de álcool, sendo 12.687,050 do tipo anidro e 40.026.770 hidratado.

A 40ª safra teve início no dia 01 de agosto do ano passado e foi finalizada no último dia 14 de janeiro com a tradicional confraternização de encerramento da moagem, que reuniu a diretoria da empresa e seus colaboradores que, em plena safra mantém 1.905 postos de trabalho e, na entressafra, contabiliza 637 funcionários. A produção de álcool anidro e hidratado da Tabu é destinada aos mercados de Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará, Maranhão e Paraíba

No discurso de agradecimento aos colaboradores, o diretor operacional, Luiz Sales, agradeceu o empenho de todos e destacou a força da superação mesmo em tempos de crise econômica, mudanças na economia e transformações na empresa. “Tivemos um incremento de produção de mais de 40%, num cenário adverso, atingindo 140 mil toneladas a mais em relação ao ano de 2017. Sem dúvida, as mudanças de gestão implementadas na empresa, que estão sendo bem assimiladas por todos, culminou em um excelente ano para a agroindustrial”, destacou o diretor, lembrando que as mudanças serão contínuas e os resultados progressivos.

Um dos momentos mais marcantes da comemoração, que se repete todos os anos, foi a carreata com apresentação dos cavaleiros trazendo as bandeiras da Tabu, da Paraíba, do Brasil, de Pernambuco e do Clube Atlético da Tabu, além dos veículos da empresa. Após o desfile e discursos, foi realizada a confraternização na quadra de esportes da empresa, onde todos almoçaram um delicioso churrasco.

O presidente da Tabu, Philippe Meeus, que estava acompanhado do vice presidente, Alexandre Meeus, parabenizou o trabalho de todos e agradeceu o empenho e dedicação dos colaboradores.  Segundo ele, os bons resultados refletem o atual momento da Tabu, que pode ser entendido por um conjunto de ações, cuja gestão mudou processos, implantou novos projetos, principalmente, de valorização do capital humano, além de melhorias e modernização no parque industrial.

Assessoria

porpjbarreto

Flexibilização do porte de arma autorizado pelo presidente Bolsonaro agrada produtores rurais

“Quem mora no campo, longe dos aparatos policiais, sabe que ter uma arma em casa é imprescindível para se proteger. Ao assinar o decreto que altera as regras para a posse de armas de fogo no país, o presidente Bolsonaro está defendendo a família, as pessoas de bem, que até então ficavam à mercê de bandidos sem terem como se proteger em suas próprias casas, sejam elas no campo ou na cidade. O presidente disse e cumpriu sua promessa de campanha. Tem ainda mais o nosso respeito e admiração. Com isso, o bandido vai temer invadir uma casa porque sabe que o dono pode recebê-lo a bala”, disse o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais.

O decreto que flexibiliza o porte de arma foi assinado nesta terça-feira (15), em cerimônia no Palácio do Planalto. Ele vale para moradores de cidades em que os índices anuais de homicídio superam a taxa de 10 a cada 100 mil habitantes, além de áreas rurais. Dados levantados pelo Governo atestam que três em cada quatro brasileiros vivem em áreas que se enquadram na definição do decreto.

A posse de armas também atinge servidores públicos que exercem funções com poder de polícia, além de proprietários de estabelecimentos comerciais ou industriais. Quem se enquadrar em algum desses perfis poderá ter até quatro armas registradas. O decreto também ampliou a validade de registro de armas que passou de 5 para 10 anos.

Para ter a posse da arma liberada, no entanto, estão mantidas a necessidade do atestado de capacidade técnica e de laudo psicológico, além da idade mínima de 25 anos e de não ter antecedentes criminais. Esses requisitos estão previstos no Estatuto do Desarmamento, uma lei sancionada em 2003, que só pode ser modificada via Congresso. A autorização do porte, no entanto, não permite ao cidadão comum circular com a arma fora de sua residência ou comercio.

 

Assessoria

porpjbarreto

MPPB e MPF realizam reunião sobre andamento das obras dos açudes de São Gonçalo e Poções

O Ministério Público da Paraíba e o Ministério Público Federal promoveram, na tarde da última terça-feira (15/01), uma reunião para discutir o andamento das obras dos açudes de São Gonçalo, em Sousa, e de Poções, em Monteiro, que estão atrasadas. A reunião foi realizada na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, em João Pessoa.

Participaram da reunião o procurador-geral de Justiça, Francisco Seráphico Ferraz da Nóbrega Filho; o 1º subprocurador, Alcides Jansen, o procurador de Justiça Francisco Sagres; os procuradores da República Marcos Alexandre Bezerra Wanderley de Queiroga (procurador-chefe do MPF/PB) e Janaína Andrade de Sousa; o coordenador do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) na Paraíba, Alberto Gomes, e técnicos do órgão, além de representantes da construtora responsável pelas obras, a PB Construções.

Conforme o procurador Francisco Sagres, em relação ao açude de São Gonçalo, ficou decidido que o fechamento do dique será executado no prazo de 30 dias após a liberação de recursos pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (antigo Ministério da Integração). De acordo com a empresa, são duas parcelas no valor total de R$ 800 mil, que seriam pagas em dezembro, mas devido a um erro no sistema do Dnocs, o recurso retornou para o Ministério.

O procurador explicou ainda que vai entrar em contato com o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Henrique Rigodanzo Canuto, para a liberação do recurso. Ficou decidido ainda que serão convocados, já nos próximos dias, dois consultores para a definição do critério de fechamento do dique.

Já em relação ao açude de Poções, o procurador Francisco Sagres informou que será viabilizada a liberação da parcela em atraso de R$ 400 mil, mas que as obras já estão sendo executadas. “Já estão sendo feitas a concretagem e o envelopamento do canal para o fechamento do dique”, complementou.

O procurador Marcos Queiroga destacou a união de esforços das diversas instituições para a resolução do problema. “É uma felicidade termos chegado a um bom termo”, disse.

Uma nova reunião será realizada no dia 4 de fevereiro, às 14h, na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, para acompanhamento das medidas acordadas.

Por MPPB

porpjbarreto

O mar de grãos que colocou o MT entre maiores produtores de suínos

O estado se tornou o 5º maior produtor de suínos do país devido à alta oferta de grãos e à necessidade dos produtores de agregar valor

Créditos: Foto/suino.com.br

O mar de milho e soja que garantem ao Mato Grosso todos os anos o status de maior produtor desses grãos no País são a chave para o crescimento da suinocultura. O cenário já é real e representado pelo avanço da produção de carne suína no estado, que saltou de 19 mil para mais de 210 mil toneladas entre 2000 e 2017. Neste período, o estado se tornou o 5º maior produtor da proteína animal no país. Com o milho e a soja mais baratos do Brasil, a produção de carne suína é a alternativa para agregar valor e aumentar a receita dos produtores por hectare.

De acordo com Adolfo Fontes, analista de proteína animal da Rabobank, responsável por diversos estudos sobre o potencial da produção mato-grossense, o estado tem por vocação inovar e driblar os problemas logísticos. Com uma imensa produção de soja e milho e distante dos portos do Norte, Sudeste e Sul do país, a produção de proteína animal verticaliza a produção e torna mais barato o escoamento para outros estados e até mesmo a exportação para outros países.

Segundo ele, o histórico do estado do centro-oeste aponta para a agregação de valor constante. “Em vez de comprar mais terras, em locais mais distantes, a aposta é aumentar a receita por hectare.”

O custo mais barato do milho e da soja no Mato Grosso na comparação com os maiores estados produtores são outro fator importante. “No Mato Grosso é possível economizar com a ração animal e isso mais que compensa os custos adicionais da logística”, comenta. No início de janeiro, por exemplo, a saca de soja no Mato Grosso foi cotada a R$ 65,50, enquanto em Santa Catarina o valor era R$ 71,50. Já a saca do milho era R$ 26,35 no MT contra R$ 32,50 em SC.

Economia circular

Em visitas às propriedades do Mato Grosso, o analista do Rabobank, Adolfo Fontes, aponta que está cada vez mais presente a tendência de uma economia circular. Nestes locais, os produtores plantam soja e milho, produzem suínos e, com os dejetos destes animais, geram energia por meio de biodigestores. Os resíduos ainda são utilizados como fertilizantes.  “Temos assim uma economia circular, que reaproveita quase tudo ou mesmo tudo dentro da propriedade”, ressalta.

DDGs

Outra fonte de receita que tem se tornado importante em todo o mundo e vem crescendo no Brasil é a produção de etanol de milho. O resultado desse processo de geração de etanol pelo grão gera um coproduto também muito interessante para a nutrição animal, conta Adolfo Fontes. Trata-se do DDG (Grãos Secos de Destilaria), que possuem alto teor de proteína.

No Brasil, já há tecnologia disponível para que o DDG seja dividido e classificado em dois produtos, um de alta proteína (teor de proteína de aproximadamente 44%), com preço de mercado atrelado ao farelo de soja e o de alta fibra com valor de mercado correlacionado ao preço do milho. Desta forma, o DDG pode ser melhor direcionado para a nutrição tanto de ruminantes quanto de monogástricos.

Investimento de indústrias

O cenário promissor do Mato Grosso começa a despertar a atenção da indústria de processamento de carnes. De acordo com o analista do Rabobank, plantas de grandes indústrias estão chegando à região. Já existem unidades instaladas no estado, mas com capacidade ociosa ou que precisam de investimentos em modernização. Como resultado de todo esse cenário, a perspectiva é de que o Mato Grosso amplie a produção de carnes – bovina, suína e de frango – em 40% nos próximos cinco anos.

Fonte: SI