Categoria RURAL

CNI lança propostas para facilitar processos e aça propostas para facilitar processos e aumentar exportações do agronegócio

Entre as propostas, está a criação de um portal único do comércio exterior, que ampliaria o fluxo comercial com os outros países

De olho na competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional, a Confederação Nacional da Industria (CNI) elaborou, em parceria com federações e associações, um estudo que identifica pelo menos 20 barreiras comerciais que dificultam as exportações do Brasil. A CNI espera ainda que o panorama ajude no desenvolvimento de medidas para que essas barreiras sejam derrubadas.

Os impedimentos abrangem desde o açúcar, até carnes e suco de laranja. As proteínas de origem animal, por exemplo, sofrem com embargos sanitários impostos, principalmente, pela União Europeia.O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal, Francisco Turra, detalha a dficuldade que as carnes brasileiras enfrentam para chegar aos países do bloco europeu, e relata restrições impostas a produtos nacionais.

“A União Europeia fez um relatório falando sobre problemas que o Brasil tem com a salmonela. Apenas dois tipos comprometem a saúde humana, e nós não temos nenhum deles. Temos outras variedades, que passam de 2.500, que eles também têm. No simples aquecimento do produto, elas desaparecem. Eles têm e não praticam as “cobras” do Brasil”.

O presidente da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil, Alexandre Lima, lembra os Estados Unidos também impõem barreiras ao produto produzido no Brasil. Ele também critica a falta de incentivos dados aos produtores locais para exportação e cita outros pontos que dificultam a competição com o mercado internacional.

“Em contrapartida, há aqueles países que taxam o nosso açúcar para proteger os seus nichos produtivos. Tanto na Europa, através do açúcar de beterraba, eles fazem uma taxação muito alta com relação ao açúcar para entrar lá, como nos Estados Unidos, que só entra através de cotas.”

Entre as propostas apresentadas pela CNI, está a criação de um portal único do comércio exterior, que ampliaria o fluxo comercial com os outros países.

Barreiras internas também estão no alvo da análise, que quer resolver questões como os custos e o tempo que as exportações e importações levam no país.

Reportagem: Raphael Costa

 

Asplan faz alerta sobre agressão ao meio ambiente e desrespeito às áreas de Preservação Permanente na Paraíba

De acordo com o Código Florestal Brasileiro, são consideradas áreas de preservação permanente (APP) aquelas protegidas nos termos da lei, cobertas ou não por vegetação nativa, com as funções ambientais de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica, a biodiversidade e o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem-estar das populações humanas. Os produtores de cana da Paraíba estão em consonância ao que determina a Lei, inclusive, no que diz respeito ao Cadastro Ambiental Rural, no entanto, enquanto os produtores respeitam o CFB,  invasores de terras ocupam, desordenadamente, APP’s que deveriam ser preservadas.

Para tratar desta problemática, a diretoria da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) está se reunindo com representantes dos órgãos ambientais e de fiscalização da legislação para buscar uma solução para essa questão, através da intensificação das fiscalizações nas propriedades invadidas, ao mesmo tempo em que quer debater formas de recuperar as áreas degradadas por essas ocupações ilegais. “O que está acontecendo hoje é que os donos das propriedades respeitam a legislação ambiental, cumprem o que determina a Lei e os invasores de terras simplesmente ocupam essa áreas e depredam o meio ambiente sem que nada ou quase nada se faça para corrigir isso, por isso, estamos convocando os órgãos competentes para colocar essa questão e cobrar uma providência, inclusive com a disposição de reflorestar as áreas degradadas”, afirma o presidente da Asplan, José Inácio de Morais.

Nesta segunda-feira (06), pela manhã, o dirigente canavieiro, junto com representantes da diretoria da Associação, se reuniu com o superintendente do IBAMA, Bartolomeu Amaral, para tratar deste assunto.  Segundo José Inácio, além do IBAMA outros órgãos, a exemplo da SUDEMA e Ministério Público Estadual e Federal serão contatados com o mesmo objetivo. “O produtor rural paraibano já está fazendo a sua parte, mas de nada adianta para o Meio Ambiente a gente cumprir a Lei e preservar as áreas de APP se outras pessoas, alheias a lida no campo, fazem o contrário. Os órgãos fiscalizadores precisam estar atentos a isso”, finalizou José Inácio.

O superintendente do IBAMA disse que vai se reunir com sua equipe de técnicos e realizar vistorias onde está ocorrendo esse desrespeito à lei de preservação das APP’s e, consequentemente, um crime ambiental. Segundo ele, se for constatada irregularidades o órgão vai intervir dentro de suas competências e exigir que não apenas as áreas de APP’s sejam desocupadas, mas, também revitalizadas.

O que diz a Lei sobre APP

São áreas de preservação permanente as florestas e demais formas de vegetação natural que estejam situadas ao longo dos rios ou de qualquer curso d’água desde o seu nível mais alto, cuja largura mínima deverá ser:

– de 30 metros para os cursos d’água de até dez metros de largura;

– de 50 metros para os cursos d’água que tenham entre dez e 50 metros de largura;

– de cem metros para os cursos d’água que tenham entre 50 e 100 metros de largura;

– de 200 metros para os cursos d’água que tenham entre 200 e 600 metros de largura;

– de 500 metros para os cursos d’água que tenham largura superior a 600 metros.

 

Ascom -Asplan

Entidades agrícolas elaboram propostas sustentáveis para candidatos à presidência

Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura divulgou documento com 28 propostas aos presidenciáveis

Mais de 170 entidades do agronegócio brasileiro, como ONGs relacionadas aos setores de meio ambiente e clima, elaboraram um documento com 28 propostas sustentáveis para o mandato do próximo presidente da República. O ofício, lançado na sexta-feira (3) pela Coalização Brasil Clima, Florestas e Agricultura, deve ser apresentado até setembro aos presidenciáveis.

As propostas nomeadas de “Mudanças Climáticas: Riscos e Oportunidades para o Desenvolvimento do Brasil” pretendem garantir um crescimento na preservação da biodiversidade brasileira. É citada, também, a necessidade de criar impulsos a projetos, nacionais e internacionais, que trabalhem para a diminuição do carbono em atividades agrícolas.

Um dos principais pontos indicados pelos membros é que seja oferecido incentivos para os donos de propriedades privadas que possuem terras com preservação das áreas nativas. Um dos projetos de lei que já trabalham nesse sentido é a Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), em análise no Senado Federal.

De acordo com o diretor-executivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) e facilitador da Coalização, André Guimarães, esses incentivos podem ser através de redução de impostos, de taxas de juros e o pagamento por serviços ambientais. Ele declarou, também, que é necessário mostrar para os proprietários de terra que as florestas têm valor e, assim, incentivar a produção nas áreas já desmatadas.

“A gente tem que criar um conjunto de incentivos para remunerar a floresta em pé como uma forma de estimular o produtor que tenha florestas em sua propriedade a mantê-las. Então, é criar valor para as florestas em pé estimulando os produtores a fazerem mais conservação”.

Antes de iniciar novos projetos agrícolas, é preciso, segundo Guimarães, organizar o território brasileiro através do Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE) – um conjunto de mapas e estudos das regiões mais adequadas para cada atividade no setor. Ele afirmou que há estados e municípios que já iniciaram esse processo que deve ser finalizado em todo o país.

Assim que o novo governo tomar posse, em 2019, o documento indica que é preciso implantar o Mercado Brasileiro de Redução de Emissões (MBRE), considerando não apenas a redução das emissões, mas também a remoção do carbono da atmosfera. Essa sugestão é baseada na Política Nacional de Mudanças Climáticas (PNMC), que prevê a redução de até 38,9% dos gases de efeito estufa até 2020 no Brasil. É o que defende o diretor-executivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM).

“No nosso entendimento, a consecução dessas propostas vai colocar o Brasil em uma posição muito mais adequada e muito mais equilibrada para a gente fazer o bom uso da terra no nosso país. A gente não pode esquecer que o uso da terra representa uma parcela substancial do nosso PIB, entre um quarto e um terço da nossa economia, dos nossos empregos, das nossas exportações estão diretamente ligados ao uso da terra”.

O objetivo do movimento e das ações multisetoriais é garantir uma economia de baixo carbono, competitiva, responsável e inclusiva. Mesmo que realizem trabalhos juntos, os setores de mudanças climáticas e produção agrícola também possuem divergências que, às vezes, bloqueiam a criação de projetos em comum.

 

Reportagem: Clara Sasse

 

Morto há 80 anos, Lampião deixa legado controverso no Nordeste

O homem era o mata-sete, o facínora, o Robin Hood sertanejo, amigo dos coronéis, bandido dos bandidos, governador do Sertão

O homem chegou”. Não precisava nem falar nem o nome para que moças desfalecessem, cabras-macho saíssem em disparada e a correria tomasse conta das pequenas cidades do Nordeste nos anos 1920 e 1930.

O homem era o mata-sete, o facínora, o Robin Hood sertanejo, amigo do dos coronéis, bandido dos bandidos, governador do sertão Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião.

Morto numa emboscada na gruta de Angicos em Poço Redondo (SE) em julho de 1938, Lampião deixa um legado controverso no Nordeste brasileiro 80 após sua morte.

De um lado, há quem defenda o cangaceiro como uma resposta violenta à própria violência do Estado. De outro, há quem o veja apenas como um homem cruel e sanguinário. Como a Folha de S.Paulo publicou nesta semana, oito décadas após sua morte, em 28 de julho de 1938, o fantasma de Lampião continua a assombrar Cansanção, Queimadas e outras cidades do Nordeste. Desta vez, por meio de bandos armados que invadem cidades e assaltam bancos, numa modalidade de crime que ficou conhecida como “novo Cangaço”.

Lampião não foi o primeiro dos cangaceiros do Nordeste. Antes dele, foras da lei como José Gomes, o Cabeleira, Jesuíno Brilhante, Lucas da Feira, Antônio Silvino e Sinhô Pereira marcaram história e banharam de sangue cidades do sertão.

Mas foi Virgulino quem inaugura um novo ciclo do cangaço no período em que o banditismo atingiu o seu auge nas pequenas cidades e vilas nordestinas.

“Costumo dizer que Lampião inaugurou o Cangaço S/A. Ele criou uma rede de apoio político e logístico que lhe produzia lucros e garantia a sobrevivência”, conta o historiador Manoel Neto, coordenador do Centro de Estudos Euclides da Cunha da da Uneb (Universidade do Estado da Bahia).

O apoio dos coronéis, afirma, foi fundamental para que Lampião conseguisse sobreviver por quase 17 anos no Cangaço, passando por quase todos os estados nordestinos, quase sempre com tropas da polícia em seu encalço. “Ele servia e se servia dos grupos hegemônicos”, diz.

Manoel Neto considera o Cangaço como a “gênese de um processo civilizatório que se implantou por meio da violência” para fazer frente a violência histórica dos coronéis do sertão. E o equipara a movimentos messiânicos como Canudos e Pau de Colher, na Bahia, e Caldeirão de Santa Cruz do Deserto, no Ceará.

“São manifestações dos subalternos por meio da violência contra o status quo. Se a linguagem do Cangaço é a violência, é uma violência combate a do estado”, diz.

Autor do livro “Lampião na Bahia”, o historiador Oleone Coelho Fontes tem uma visão menos lisonjeira do cangaceiro: “Não se pode esquecer por um minuto sequer que ele foi um bandido, um facínora um sanguinário. Não fez outra coisa da vida a não ser matar ou destruir”, afirma.

Ele ainda desdenha da versão dada por Lampião do porquê ele entrou na Cangaço vingança pela morte do pai por forças policiais de Pernambuco em 1921. “Desde antes da morte do pai ele já era criador de caso, semeador de crueldade. Era uma delinquente”.

Esta visão é a mais recorrente entre os moradores de Queimadas, cidade de 26 mil do nordeste da Bahia, que ainda hoje respira a história da passagem de Lampião por aquelas bandas. Foi lá que cangaceiro, friamente, matou sete policiais da guarda local nas vésperas do Natal de 1927 massacre lendário que lhe rendeu a alcunha de “o mata sete”.

“Muita gente menciona o lado positivo dele, mas o lado negativo supera milhares de vezes. Ele foi terrível para os sertanejos”, afirma o aposentado Elias Marques, 67, morador de Queimadas cujo avô presenciou a chegada do cangaceiro na cidade.

Elias Marques, funcionário público aposentado e morador de Queimadas, na antiga estação de trem da cidade.

Por décadas, as marcas de sangue ainda podiam ser vistas na calçada acinzentada em frente ao antigo quartel, hoje sede da prefeitura e guarda municipal.

A ação durou pouco mais de um dia: depois de atravessar o rio Itapicuru, ele entrou na cidade com outros 15 homens. Raptou o juiz, prendeu os policiais, soltou os presos e ordenou que fizessem uma festa em sua homenagem.

No dia seguinte, matou os sete soldados e poupou o comandante da tropa, atendendo ao pedido de uma senhora religiosa que pediu pela vida do sargento, que também era da igreja. Lampião foi embora com 22 contos de réis e ficou na história não só de Queimadas, mas no imaginário do Nordeste.

Oito décadas após sua morte, sua história segue sendo contada e recontada nos livros, nos cordéis, no artesanato, nos filmes e nas cantigas dos violeiros. Está presente em símbolos que vão chapéu de cangaceiro a danças como o xaxado.

Brasil História

Prefeito de Petrolina visita a Asplan e fala do esplendor que o projeto de fruticultura irrigada promoveu no seu município

O prefeito de Petrolina (PE), Miguel Coelho, fez uma visita na última sexta-feira (03), a sede da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan). Na ocasião, ele conversou com diretores e associados da entidade sobre o pool de desenvolvimento do município que administra, com ênfase na importância da fruticultura irrigada daquela região de Pernambuco, que criou grandes oportunidades de negócio, gerou muitos empregos e projetou Petrolina internacionalmente. O presidente da Asplan, José Inácio, fez uma projeção de um futuro similar para a Paraíba, lembrando que o canal Acauã-Araçagi, com seus 16 mil hectares de terras irrigadas, pode se inspirar no empreendedorismo de Petrolina e promover um salto de desenvolvimento para o estado.

“Petrolina deu certo pelo esforço de muitos e já a algum tempo ocupa lugar de destaque no polo de fruticultura do país om uma área produtiva de mais de 40 mil hectares, com uma média de empregabilidade de três trabalhadores por hectare”, disse o prefeito. Ele lembrou que o sucesso do empreendedorismo de Petrolina se deveu a conjunção de vários fatores. “O bom uso da água, o emprego da tecnologia, a força do trabalho, o aporte de políticas públicas são questões que explicam o sucesso do projeto Nilo Coelho”, reiterou Miguel Coelho, destacando que seria salutar a troca de experiência e soma de esforços entre Pernambuco a Paraíba. “Acredito na soma de esforços como principal alavancador do sucesso de qualquer empreendimento e estou à disposição”, afirmou o prefeito, que estava acompanhado do deputado estadual da Paraíba, Bruno Cunha Lima.

O presidente da Asplan, destacou a importância dos produtores canavieiros da Paraíba que, bem lembrou ele, não planta apenas cana-de-açúcar, mas, também outras culturas, a exemplo de banana, abacaxi e ainda são criadores de gado e atuam na produção de camarão de cativeiro. “A Paraíba tem tudo para deslanchar com esse canal Acauã-Araçagi, que precisa ser eficaz no que se propõe a fazer, que é promover desenvolvimento, através da geração de emprego e renda, nos seus 16 mil hectares de terras irrigadas”, disse José Inácio. Ele lembrou também da importância do voto nas próximas eleições e do compromisso que os eleitores têm que ter com a mudança na política do país. “É preciso não apenas votar, mas, saber escolher os candidatos priorizando àqueles que são do bem e que exercem a política com postura ética, visando o bem da sociedade e se for simpatizante das causa do campo, melhor ainda”, reiterou José Inácio.

O diretor da Asplan, Raimundo Nonato, presente na ocasião, reforçou a fala de José Inácio, destacando a importância do bem votar e complementando que o país vive um momento muito delicado, mas, que está nas mãos dos brasileiros mudar essa situação. “Precisamos saber escolher nossos candidatos nas próximas eleições. Não votar só piora a situação. Precisamos nos posicionar e votar em quem merece nos representar”, destacou Nonato.

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Ascom – Asplan

Chá do Marinho enfim terá água graças ao compromisso do governador Ricardo e a atuação política do deputado Jeová Campos

Uma obra que foi prometida, reiteradas vezes, por governos anteriores e políticos da região, finalmente, começa a ser concretizada graças ao compromisso do governador Ricardo Coutinho e a atuação política do deputado estadual Jeová Campos. Trata-se da obra que vai garantir chegar água nas torneiras dos quase três mil moradores da comunidade de Chã do Marinho, no município de Lagoa Seca. Essa semana, a obra começou a ser executada pela Companhia de Água e Esgoto da Paraíba (Cagepa).

“Em breve, um antigo sonho da comunidade, esquecido em promessas não cumpridas, se tornará realidade. Eu estou muito feliz de ter participado ativamente desta conquista, através de ações da Frente Parlamentar da Água, da ALPB, a partir da qual pude fazer gestões junto ao governo do estado para que essa obra fosse viabilizada e também agradecido pela sensibilidade do governador Ricardo Coutinho em ter entendido que o pleito que levei da comunidade era justo, necessário e importante. Depois de mais de 30 anos de promessas, a água chegará para tirar a comunidade do isolamento hídrico. É o fim da lata d’água na cabeça”, afirma Jeová.

O parlamentar lembra as ações de seu mandato que culminaram com a realização da obra. “Fizemos audiência pública, várias reuniões com a comunidade, fomos reiteradas vezes à Cagepa, nos reunimos com o então secretário de Infraestrutura, João Azevedo, enfim, constatar o início da obra e saber que, em breve, a comunidade de Chã de Marinho terá agua em suas casas é ter a certeza que nossa luta valeu a pena e isso nos enche de alegria e entusiasmo, porque significa a concretização do exercício parlamentar, ou seja, o resultado concreto da minha atuação enquanto deputado que contribui, através de meu mandato, com a melhoria de vida das pessoas da comunidade”, reitera Jeová, lembrando que a obra consiste na ligação da água da adutora de Campina Grande para a comunidade de Chá de Marinho.

 

Assessoria

INDICADORES: Boi gordo tem queda no preço nesta quarta (1); frango fica mais caro

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial não sofreu variação e o produto ainda é negociado a R$ 4,78

Indicadores

A cotação da arroba do boi gordo começou a quarta-feira (1) com queda de 1,25% no preço e o produto é negociado a R$ 141,70 no estado de São Paulo. Em Goiânia, a arroba é vendida à vista a R$ 131. No norte do Mato Grosso, o valor é R$ 123. Já Barretos e Araçatuba, em São Paulo, comercializam a arroba a R$ 143 à vista.

O preço do quilo do frango congelado subiu 0,26% e o produto é vendido a R$ 3,86 no estado de São Paulo. O preço do frango resfriado também teve aumento de 0,26% e a mercadoria é comercializada a R$ 3,79.

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial não sofreu variação e o produto ainda é negociado a R$ 4,78. Em Minas Gerais, o preço do suíno vivo também continuou o mesmo e a mercadoria ainda é vendida a R$ 3,24. No Paraná, o produto é comercializado à vista a R$ 2,98. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

Reportagem: Marquezan Araújo

 

INDICADORES: Café e açúcar registram queda nos preços

No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve elevação de 1,50% e é negociada a R$ 39,34

Indicadores

A saca de 60 quilos do café arábica começou a quarta-feira (1) com queda de 0,58% no preço e é vendida a R$ 430,02 na cidade de São Paulo. O café robusta também apresentou redução no preço. A baixa foi de 0,63% e a saca é comercializada a R$ 319,25 para retirada no Espírito Santo.

O açúcar cristal apresentou recuou de 0,91% no preço e o produto é vendido a R$ 52,31 em São Paulo. Já em Santos, no litoral paulista, o valor da saca de 50 quilos, sem impostos, caiu 0,64% e a mercadoria é comercializada a R$ 54,36.

No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve elevação de 1,50% e é negociada a R$ 39,34. Em Campinas, em São Paulo, o produto registrou aumento de 0,84% no valor e a saca é comercializada a R$ 38,44. Em Cascavel, no Paraná, o preço é R$ 36. Em Rondonópolis, no Mato Grosso, o produto é vendido a R$ 27. Em Barreiras, na Bahia, o preço a vista é R$ 31,50. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

Reportagem: Marquezan Araújo

 

Projeto vai avançar no cruzamento de bovinos

O cruzamento de bovinos de raças adaptadas ao Brasil, como Curraleiro Pé-Duro, Caracu e Crioulo Lageano, de origem Ibérica, com animais comerciais – Nelore e Senepol, vai avançar a partir do próximo semestre. O trabalho será executado  na fazenda Santa Luzia, no município de São Raimundo das Mangabeiras, no sul do Maranhão, com animais pertencentes à Embrapa.

É uma cooperação técnica orçada em R$ 242.780,00. A Embrapa participa com a metade do orçamento e a fazenda Santa Luzia com a outra parte. Pela parceria, a fazenda vai disponibilizar espaço físico, equipamentos, máquinas, implementos, insumos, mão-de-obra e recursos técnicos e administrativos.

Essa ação é parte do projeto Conservação, Caracterização e Uso de Raças Adaptadas, que trabalha a produção de carne com mais qualidade para a região do Matopiba, que compreende os Estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. “Será um trabalho do componente animal do sistema Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), como estratégia de produção”, explica o pesquisador Geraldo Magela Côrtes Carvalho, da Embrapa Meio-Norte.

Além dos cruzamentos, a equipe vai trabalhar os manejos nutricional, sanitário e genético dos animais. Na ação de caracterização, segundo Carvalho, serão feitos estudos de genômica, crescimento, qualidade da carne e carcaça, “buscando resultados que possam oferecer ao mercado bovinos de qualidade comprovada”.

 

Embrapa

Programa de gestão rural é apresentado a produtores de cana-de-açúcar da Paraíba

Imagina um software que possibilita que o produtor rural tenha total controle de despesas e receitas da propriedade. Isso já existe no mercado e esse programa foi apresentado, nesta segunda-feira (30), aos produtores que integram a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan).

A apresentação da ferramenta e das vantagens em tê-la disponível foi feita pelo diretor da eAgro, a empresa que representa o software, Raphael Ivan, no mini auditório da entidade.O software que gerencia informações desde mão-de-obra, passando por insumos, maquinários, consumo de energia, combustível, etc, de forma bem detalhada, já está sendo utilizado por 15 produtores canavieiros da Paraíba.

 O produtor Pedro Neto, é um dos que já começa a sentir a diferença do uso desta nova ferramenta de gerenciamento da propriedade rural. “Comecei a usar a apenas 40 dias, mas apesar do pouco tempo já notei diferença e a eficiência em relação a apresentação dos números e custos da propriedade, pois a gente consegue identificar onde se está gastando mais ou menos, e a partir daí tem uma melhor percepção de onde podemos corrigir os erros e ainda ter todos os dados da propriedade numa plataforma só”, afirma Pedro.

Segundo ele, para tanto, é preciso que o produtor alimente o programa todo dia, com informações das atividades agrícolas. “Eu já senti diferença e comecei com a parte de atividade e despesa com mão-de-obra e insumos e agora já vou começar com a parte de maquinário e já deu para notar a eficiência do software”, reitera ele que usa a ferramenta na fazenda Santa Fé, localizada em Pedras de Fogo.

E a Asplan, pensando nos seus associados, partiu na frente e fez uma parceria com a empresa eAgro para que seus associados tenham um valor diferenciado referente a mensalidade de uso do Programa que, neste caso, não é cobrado pelo tamanho da propriedade. “Como o produtor não tem como interferir no preço final do seu produto, temos que fazer nossa parte reduzindo nossos custos e só com números e organização que poderemos saber onde podemos enxugar e reduzir esses custos de produção e nisso, esse Programa parece ser muito eficiente”, destaca o presidente da Associação, José Inácio de Morais, lembrando que o valor de uso do Programa pelos associados ficou bem acessível. Quem tiver interesse, contatar o Departamento Técnico da Asplan (DETEC).

 

Assessoria – Asplan