Categoria Rural

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Presidente da Asplan parabeniza deputado Efraim Filho pela recondução ao cargo de líder do DEM na Câmara Federal

O deputado federal paraibano Efraim Filho comunicou ontem que foi reconduzido ao cargo de líder do DEM na Câmara Federal. A recondução aconteceu nesta última quarta-feira (3) quando ocorreu uma reunião, em Brasília, entre o parlamentar e o líder do DEM no Senado, o senador, Marcos Rogério (RO). O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, usou a rede social para parabenizar o parlamentar pela recondução ao cargo. “Ganha o Partido por contar com uma liderança , forte , coerente e repleta de bom senso. Ganha  também a Paraíba e todos que sabem da sua capacidade de articulador e político capacitado que sabe honrar seus eleitores. Boa Sorte e que Deus o Abençoe !!!”, destacou o dirigente canavieiro.

José Inácio lembra que o parlamentar é um dos que mais atuam junto ao segmento sucroenergético, com posições e defesas firmes em favor do setor. “Efraim conhece a realidade de nosso setor e por isso mesmo tem uma visão muito boa da importância do segmento sucroenergético para a matriz econômica do Brasil e nós temos a grata satisfação de contar com ele na defesa de nossos pleitos. É um político jovem, mas muito competente e que abraça nossas causa com muito compromisso”, reitera José Inácio.

Logo após sair da reunião com o senador Marcos Rogério, onde debateram temas prioritários e importantes ao país neste início de ano, como saúde e o acesso universal as vacinas, além da retomada econômica do país, o deputado paraibano disse que a prioridade agora recai sobre essa temática de combate a pandemia e fortalecimento da economia nacional. “Vamos trabalhar com diálogo e harmonia para salvar empregos e vidas”, destacou Efraim Filho.

 

Assessoria

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Eva Gouveia prestigia parcerias importantes para Campina Grande

A vice-presidente do poder legislativo esteve no Palácio do Bispo em solenidades que aconteceram na manhã da terça

Eva Gouveia Vereadora pelo PSD e Vice-Presidente da Mesa Diretora da Câmara de Campina Grande esteve na manhã da terça, 26, no Palácio do Bispo, sede do poder executivo municipal, para participar de solenidades que firmaram convênios importantes para a cidade.

O primeiro evento que contou com a presença da vereadora majoritária em Campina Grande foi a doação feita pela FECOMÉRCIO de equipamentos móveis e eletrônicos, entre outros itens, que serão encaminhados aos Teatros Rosil Cavalcanti e Raul Prhyston, administrados pelo Município por meio da Secretaria de Cultura. Entre as doações estão cadeiras, refletores, mesa de som e itens que integrarão a parte cênica desses espaços culturais.

“Há muito tempo temos uma parceria institucional e uma amizade pessoal entre Rômulo, eu e o presidente Marconi Medeiros da FECOMÉRCIO”, destacou Eva.

O outro evento que contou com a participação da vereadora foi o convênio intermediado pela Sudene, com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial no valor de R$ 2 milhões que serão investidos na segurança da área comercial de Campina Grande.

Com este convênio assinado pelo Prefeito Bruno Cunha Lima, Campina Grande passa a integrar o Projeto Cidades Inteligentes, desenvolvido em nível nacional pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e passará a contar com um moderno sistema de segurança pública, com recursos de tecnologia de ponta, em vários pontos do Município. O convênio, no valor de R$ 2 milhões, contou com a intermediação da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

 

Assessoria de Imprensa

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Asplan homenageia pessoas que eram ligadas ao universo canavieiro e que faleceram neste último final de semana

Quem passar pela Rua Rodrigues de Aquino, no Centro da capital paraibana, a partir de hoje (18) e nos próximos dias e observar o prédio da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), vai se deparar com as bandeiras do Brasil, da Paraíba e da entidade a meio mastro. A iniciativa tem o objetivo de reverenciar as famílias e a memória de três pessoas que faleceram neste último final de semana e eram ligadas ao universo canavieiro. “Essa foi a forma que encontramos de nos solidarizarmos com os parentes e homenagearmos a memória destas pessoas que partiram”, destaca o presidente da Asplan, José Inácio de Morais.

As homenagens são direcionadas para o Sr. João Leôncio, produtor rural, pai do atual vereador, Tota Leôncio e da atual vice-prefeita, Lenilda, de Sapé, para o jovem Emanuel Moraes, filho dos associados da entidade, Luiz Moraes e Elaine Moraes  e ainda para o Dr. Francisco de Assis Marques (Dr. Assis), uma referência para o setor que muito contribuiu com a Asplan e todo o segmento e era pai dos associados Adriano, Alexandre e Ricardo Marques.

“A morte é o destino final de cada um de nós, mas, mesmo sabendo que um dia partiremos, quando ela acontece a dor é inevitável, pois ela simboliza uma separação definitiva das pessoas que amamos. E neste último final de semana a família canavieira paraibana foi tocada de forma muito intensa por esse sentimento com a partida de João, Emanuel e de Dr. Francisco, de forma que nossa singela homenagem é também uma forma de nos solidarizarmos com o luto dos familiares deles”, reitera José Inácio.

 

Assessoria

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Parceria da Asplan com Eco Ocelot vai possibilitar restauração da Mata Atlântica em propriedades rurais paraibanas

Restaurar a flora e fauna de propriedades rurais dentro do bioma de Mata Atlântica proporcionando melhor qualidade de vida para as pessoas e um reequilíbrio desta floresta tropical em áreas de vários municípios paraibanos. Essa é a proposta da parceria firmada entre a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e a empresa Eco Ocelot que é representante na Paraíba da Organização Nacional Pacto pela Restauração da Mata Atlântica. O projeto piloto já começou a ser executado em 25 hectares,  de cinco propriedades, localizadas nos municípios de Mamanguape, Alhandra e Santa Rita.

De acordo com o Engenheiro Ambiental, Antônio Campos de Lacerda, que coordena o projeto na Paraíba há mais de 10 anos, os levantamentos nas áreas onde serão iniciados os trabalhos de restauração, em conjunto com a Asplan, foram feitos em outubro último, e agora a empresa está na fase de elaboração dos projetos executivos que deverão ser iniciados entre maio e julho de 2021. “Já estudamos as áreas e estamos montando os projetos de restauração destes ecossistemas para devolver não apenas as espécies animais, mas também a flora, fauna e recursos hídricos. Somos uma espécie de médicos da natureza. Já conhecemos nossos ‘pacientes’, estamos debatendo o diagnóstico (elaboração dos projetos) para, posteriormente, prescrevermos a ‘medicação necessária’ para cada um deles (propriedades)”, destaca o engenheiro ambiental.

O geógrafo Rogério Ferreira, da Eco Ocelot, lembra que esse trabalho de restauração traz benefícios não apenas para a natureza e o meio ambiente, como também para as pessoas. “Ao restaurar uma área de Mata Atlântica nós não apenas melhoramos a flora e fauna do local, mas, sobretudo a qualidade de vida de todo o ecossistema, porque a partir daí há mais regularidade de chuvas, melhor controle de pragas, diminuição de doenças, melhoria do ar que se respira, enfim, há uma série de ganhos com um trabalho deste que vai além da própria natureza recuperada, impactando diretamente na melhoria do ambiente da propriedade e da qualidade de vida das pessoas que também se beneficiam”, reitera ele.

Para o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, ao firmar uma parceria com esse objetivo a entidade reforça seu compromisso com o Meio Ambiente e melhoria da qualidade de vida das pessoas. “Preservar o meio ambiente é um ato importante não só para a humanidade, mas para todos os seres que habitam a Terra. Afinal, é nela que estão os recursos naturais necessários para a nossa sobrevivência, como água, alimentos e matérias-primas. Sem esses recursos, todas as formas de vida do planeta poderão acabar. E ao contribuir para preservar a Mata Atlântica, nosso principal bioma na região, com esse projeto estamos reforçando nosso compromisso com o Meio Ambiente, afinal, como produtores rurais também temos que ter essa responsabilidade com a natureza e essa é uma das formas que daremos nossa contribuição”, destaca José Inácio.

O dirigente da Asplan lembra que embora o projeto, atualmente, seja pioneiro em cinco propriedades, a idéia é expandir essa restauração de áreas de Mata Atlântica para todos os associados da entidade. “Já autorizei o pessoal da Eco Ocelot a fazer um projeto macro que possa contemplar todos os nossos mais de 1.500 associados”, afirma José Inácio. Segundo o representante da empresa, o projeto macro deve estar pronto em março do ano que vem.

 

Assessoria

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Veículos movidos a biocombustíveis podem ser aposta para manutenção de montadoras e fábricas automobilísticas no País

Após a paralisação de algumas montadoras e fábricas automobilísticas no início do ano, e mais recentemente, o anúncio do fechamento de uma alemã, destacada no ramo no país, o cenário levanta a discussão da alternativa ou principal opção por uma indústria com veículos movidos aos biocombustíveis. Razões têm de sobra para essa aposta, pois representam quase metade da matriz energética brasileira, com 44,7%, segundo dados do Ministério de Minas e Energia (MME), além disso, são menos poluentes que os combustíveis fósseis e isso assegura mais qualidade de vida para o planeta e as pessoas.

O presidente do Sindicato da Indústria de Fabricação de Álcool na Paraíba (Sindalcool), Edmundo Barbosa, defende o trabalho do setor sucroenergético para evitar a destruição da indústria brasileira de automóveis movidos à combustíveis fósseis, por modelos que possam usar os biocombustíveis com células combustível, capazes de permitir a eletrificação da mobilidade a partir do aproveitamento do hidrogênio contido no etanol.

Ele ainda argumentou que, essa tecnologia portadora de futuro, permite o máximo aproveitamento do etanol e máxima eficiência energética, evitando despesas de abastecimento com energia elétrica, o que tornaria as contas de energia elétrica da população muito mais elevada. “É preciso cuidado e evitar falsas promessas, porém algumas montadoras de veículos no Brasil já contam com projetos com esse objetivo de aproveitar melhor o etanol. Um veículo que faz 600 quilômetros com 30 litros de etanol sem emissões nocivas é a meta a ser alcançada”, lembrou.

“O fechamento da fábrica da Mercedes indica a aceleração da mudança do paradigma energético. Carro elétrico significa desemprego e destruição da indústria nacional, é óbvio. Por isso, temos que trabalhar de forma obsessiva, pela eletrificação a biocombustível. O Brasil conta com 44.000 postos do biocombustíveis etanol, rico em hidrogênio e sem os custos pesados de baterias e mesmo da recarga de energia elétrica”, afirmou o professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Dr. Gonçalo Pereira.

A volta das discussões por atitudes sustentáveis, chamada de “Retomada Verde” traz à tona a necessidade urgente do cuidado com o meio-ambiente versus saúde da população, após a pandemia do Covid-19 e já reverbera a tese de estudos que os óbitos em certas regiões do mundo tem correlação com os níveis de poluição do ar.

Muitas nações voltam a atenção e agora execução do Acordo de Paris, para diminuir o aquecimento global e já se movimentam nessa direção como a China, ao decretar que a partir de 2035, metade dos veículos novos será movida a “energia nova”, e o Reino Unido vai aumentar as pressões para que a proibição da venda de veículos movidos a combustíveis fósseis seja antecipada para 2030.

O movimento por uma matriz energética limpa e renovável segue por outros países, como a Noruega que tem como meta eliminar veículos novos à diesel e à gasolina até 2025. Na União Europeia: Alemanha e França definiram 2040 como prazo final para a venda de veículos novos a gasolina e diesel. Bélgica, Irlanda e Países Baixos fixaram como prazo 2030.

Na “Retomada Verde”, o Japão estuda a proibição a partir de 2030. O primeiro-ministro Yoshihide Suga promete que até 2050 as emissões de CO2 serão reduzidas a zero.

Nos Estados Unidos por exemplo, o governador da Califórnia Gavin Newsom anunciou no último mês de setembro, que até 2035, será proibida a venda de carros novos a combustíveis fósseis. Por sua vez, autoridades de 38 cidades que compõem o Grupo C40 se comprometeram a banir até 2025 as emissões de gás carbônico no setor de transportes urbanos (ônibus e vans).

Enquanto isso no Brasil, o legislativo nacional deu sinais no início do ano que não vai ficar omisso nessa agenda. Se uma andorinha só não faz verão, a discussão do tema ganhou voz esse ano pelo senador nordestino Ciro Nogueira (PP-PI).

Na intenção de contagiar com seu entusiasmo, o parlamentar apresentou o Projeto de Lei 304/2017 ao propor que carros novos movidos a combustíveis fósseis deixarão de ser vendidos no Brasil a partir do dia 1º de janeiro de 2030, e veículos a gasolina ou a diesel nem mesmo poderão circular no país a partir de 2040.

Segundo o texto do projeto de lei, a mudança será possível porque já existem soluções tecnológicas que permitem a substituição integral da gasolina e do diesel, com os biocombustíveis e a eletrificação da mobilidade uma tendência no mundo.

A principal intenção do Projeto de Lei é diminuir o uso de combustíveis fósseis, responsáveis por 1/6 das emissões de dióxido de carbono na atmosfera e, consequentemente, estimuladores do aquecimento global.

 

Assessoria

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“Não queremos tirar nada de ninguém apenas receber a nossa parte de geração de créditos de Carbono” diz presidente da Asplan

A Política Nacional de Biocombustíveis, o Renovabio, que instituiu o ativo de crédito de descarbonização (CBios) deixou de fora o mais importante elo desse processo que são os produtores, uma vez que é no campo que acontece a maior parte de captura de carbono. “Como um Programa que se propõe a estimular a baixa emissão de COdeixa de fora quem participa diretamente dessa ação, uma vez que é no processo produtivo que isso acontece em maior escala?”, questiona o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais. Segundo ele, os produtores não querem tirar nada das indústrias, apenas receber o que lhes é de direito.

O dirigente canavieiro reitera que da forma como o Renovabio foi concebido só contemplou as indústrias deixando de fora quem, de fato, participa ativamente da redução da emissão de CO2, que é quem planta. “Não estamos pleiteando nada de ninguém, nem muito menos queremos tirar os dividendos das indústrias. Queremos o que é nosso por justiça e merecimento. Não é no processo industrial que se reduz a emissão de CO2, é em todo o processo produtivo no campo”, reforça José Inácio, lembrando que as indústrias que produzirem com 100% de sua matéria-prima  não vão precisar dividir o CBios com ninguém.

Os ganhos financeiros com o CBios, de acordo com José Inácio, precisam ser divididos para toda a cadeira sucroenergética e não apenas com as indústrias como está acontecendo agora. “Já perdemos a parte que nos cabe desse mercado de crédito de carbono na safra passada, estamos perdendo nesta também e não é justo que isso continue acontecendo. O que pleiteamos é uma justa revisão no Programa do Renovabio para que os produtores também sejam incluídos nos ganhos e contemplados com a parte que lhes é correspondente”, afirma José Inácio.

Segundo o dirigente da Asplan, a esperança da classe recai sobre o Projeto de Lei (PL 3149), de autoria do deputado federal paraibano, Efraim Filho, que tramita na Câmara e que altera a Lei do RenovaBio e garante o acesso aos créditos de descarbonização (CBios) aos canavieiros do Brasil. “Esse PL tem o objetivo de corrigir uma injustiça contra os fornecedores independentes de cana na lei do RenovaBio e esperamos que ele seja aprovado o mais breve possível. Não é possível que os deputados não votem favoráveis a uma matéria que corrige uma distorção absurda dessa”, disse José Inácio, adiantando que caso isso não ocorra, a categoria irá entrar na Justiça para corrigir essa distorção.

 

Assessoria

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Neoenergisa estreia na geração solar de grande porte em Santa Luzia/PB

Novo empreendimento terá energia comercializada no mercado livre e tem sinergias com o Complexo Eólico Chafariz, localizado na Paraíba e em fase de construção

A expansão da energia limpa e renovável é a estratégia de crescimento da Neoenergia, principalmente para atender ao aumento da demanda no mercado livre. A companhia construirá a sua primeira usina solar para geração centralizada, cuja produção será destinada ao Ambiente de Contratação Livre (ACL). O empreendimento será no município de Santa Luzia (PB), no Complexo Eólico Chafariz, e por isso, terá sinergia operacional com outros investimentos do grupo. O novo parque, que deverá entrar em operação no segundo semestre de 2022, terá potência de 149,3 MWdc, energia suficiente para abastecer mais de 100 mil residências.

“Em 2022, com a usina fotovoltaica Luzia e outros ativos que estão em construção, teremos mais de 90% da nossa matriz formada por energias renováveis, um perfil ainda mais limpo do que o brasileiro. O foco da nossa expansão é na geração através das fontes solar e eólica, cumprindo a nossa estratégia de neutralizar as emissões de carbono até 2050 e atendendo a uma demanda cada vez maior dos nossos clientes por energia limpa. O mundo inteiro passa por um processo de descarbonização da economia e queremos ter participação ativa nessa transição”, diz a diretora de Renováveis da Neoenergia, Laura Porto.

A nova usina solar já teve parte da sua energia comercializada no mercado livre, por meio de um contrato com a Claro na modalidade PPA (Power Purchase Agreement), um acordo de longo prazo, pelos próximos doze anos, contados a partir de 2022.

A energia fornecida no contrato terá a Certificação de Energia Renovável (I-REC), garantia de que é oriunda de fonte sustentável. “Os consumidores estão cada vez mais atentos à compra de energia limpa como um vetor de geração de valor. E esse é o nosso foco. Atuamos para expandir ainda mais a nossa carteira de projetos eólicos e solares, com um plano estratégico de investimentos de longo prazo. A assinatura de contratos de longo prazo compõe esta estratégia”, diz o diretor de Negócios Liberalizados da Neoenergia, Hugo Nunes.

Os novos parques serão construídos em uma área arrendada de 753 hectares, o que equivale a equivalente a quase 500 campos de futebol. A referida área foi arrendada, garantindo aos proprietários da região benefícios econômicos durante toda a vida do empreendimento.

Energia limpa

A infraestrutura de conexão da usina fotovoltaica Luzia será compartilhada com o Complexo Eólico Chafariz, com 15 parques que somam capacidade instalada de 471,2 MW e devem entrar em operação em 2022. A Neoenergia também está construindo na região linhas de transmissão adquiridas no lote 6 do leilão 002/2017 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O novo parque solar está localizado a aproximadamente 11 quilômetros da subestação Santa Luzia II, que integra o projeto.

“Estamos entrando num novo negócio e diversificando a carteira operacional. Teremos com a nossa nova usina solar importantes ganhos sinérgicos de construção, operação e manutenção entre os ativos de geração e transmissão, contribuindo com o aumento da rentabilidade dos investimentos e o crescimento dos nossos parques geradores de energia limpa. O nosso objetivo é de manter o crescimento de forma estratégica e sustentável, garantindo rentabilidade aos acionistas, como acontece em Luzia.”, afirma a superintendente de Desenvolvimento de Negócios Renováveis da Neoenergia, Thaisa Almeida.

Além dos parques solar e eólicos na Paraíba, a Neoenergia iniciou em outubro, com antecipação de três meses, a construção do Complexo Eólico Oitis. Serão 12 parques entre a Bahia e o Piauí, totalizando 566,5 MW. No projeto, 96% da energia será comercializada no Ambiente de Contratação Livre, seguindo o novo modelo de negócios da companhia.

Todos esses novos projetos contribuem com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) com os quais a Neoenergia está comprometida, prioritariamente o fornecimento de energia limpa e o combate às mudanças climáticas.

 

Assessoria

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Prefeito de Cajazeiras assina decreto e novas medidas em combate e prevenção ao Coronavírus

O prefeito de Cajazeiras, José Aldemir Meireles de Almeida, demonstrou sua preocupação com a alta incidência de contaminados pelo novo coronavírus e pelo consequente colapso da capacidade de atendimento do Hospital Regional, sobretudo na ocupação dos leitos de UTI disponíveis no HRC, referenciado para toda uma região metropolitana que congrega pelo menos 15 municípios, representando uma média de 185 mil habitantes.

Cajazeiras, por si só, já está inserida na bandeira laranja, o que dá a dimensão em termos de gravidade do problema da Covid-19 no nosso município“, disse o prefeito, destacando que “existem municípios dentro da região metropolitana de Cajazeiras com a bandeira vermelha, como é o caso de Uiraúna.

Diante da situação, o prefeito cajazeirense baixou novo Decreto Municipal nesta segunda-feira, com a adoção de medidas temporárias e emergenciais de prevenção de contágio pela Covid-19.

Pelo Decreto 55/2020, com vigência até o dia 28 de dezembro de 2020, dentre outras medidas adotadas, estão: funcionamento do comércio em geral das 08h às 22h, a realização dos cultos religiosos presenciais ficará adstrita a 30% (trinta por cento) da capacidade total do templo e que estabelecimentos públicos e privados que estejam em funcionamento não permitam o acesso e a permanência no interior das suas dependências de pessoas que não estejam usando máscaras.

O Decreto estabelece ainda que os bares, restaurantes e academias funcionarão até às 22h, com redução do seu atendimento presencial a 30% (trinta por cento) da sua capacidade total e obrigação de seguirem as regras de prevenção ao coronavírus, inclusive a que diz respeito ao distanciamento social, que deverá ser de 02m (dois metros) entre as mesas, quanto aos bares e restaurantes, e de 02m entre os alunos(as) nas academias.

Pelo Art. 6º, ficam proibidos jogos, torneios, campeonatos, conferências, convenções, seminários, congressos, shows musicais, festas de final de ano e festivais culturais, vaquejadas, bolões de vaquejadas, cavalgadas, além da proibição de funcionamento de balneários, clubes sociais e áreas de banho e recreativas, parques de diversão, trenzinhos e similares.

 

CONFIRA A ÍNTEGRA DO DECRETO Nº102/2020

 

Secom-Cz

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Quem captura carbono é o produtor por isso o crédito do CBIOs não pode deixar de fora quem planta reitera webinar da Feplana

A Política Nacional de Biocombustíveis, o Renovabio, excluiu do acesso ao crédito de descarbonização (CBios ) os produtores da matéria-prima. Mas, essa exclusão é uma injustiça e uma aberração que deixa de fora, justamente, os maiores responsáveis pela captura de Carbono que são os que plantam no campo. Essa premissa foi reforçada e evidenciada nesta última quarta-feira (09), durante a primeira webinar promovida pela Federação dos Plantadores de Cana do Brasil- Feplana. A palestra virtual contou com a participação do mentor do Renovabio e representante da Embrapa, Miguel Lacerda, com o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, com a representante do MAPA, Priscilla Maciel e ainda do deputado federal paraibano, Efraim Filho, autor do Projeto de Lei 3149, que altera a Lei do RenovaBio e garante o acesso aos créditos de descarbonização aos canavieiros do Brasil.  O presidente da Feplana, Alexandre Lima mediou o evento.

Segundo a representante do MAPA, Priscilla Maciel, que fez a apresentação do Selo PROAR, que cria uma nova cultura de gestão da propriedade rural, a certificação da cana, através da rastreabilidade de toda a produção, é um passo fundamental para inserção dos produtores nesse mercado de CBIOs e a inclusão do setor produtivo numa agenda de sustentabilidade. “Essa injustiça cometida contra os produtores de cana, tirando-os da participação neste mercado de Crédito de Carbono, precisa ser revista e o primeiro passo é essa certificação”, reforçou ela, lembrando que, posteriormente, vai se criar um mercado de crédito de carbono voluntário, que agregará ainda mais valor a cana rastreada. Priscilla também fez a demonstração de como utilizar a plataforma do selo PROAR e reforçou que a proposta de inclusão dos produtores no acesso ao CBios não “entra em rota de colisão com  os usineiros, mas, em rota de coalizão”.

O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, lembrou que é preciso rever essa injustiça com os produtores o quanto antes e disse que se a inserção dos produtores no mercado de CBios não acontecer, ele pretende judicializar essa questão. “O Renovabio é um programa audacioso, mas, por enquanto só beneficia as indústrias, deixando de fora a gente que planta. Isso não é correto e precisa ser revisto o quanto antes. Já perdemos essa safra sem receber nada e não pretendemos perder a próxima”, disse José Inácio, adiantando que tem esperanças que o PL do deputado Efraim consiga reverter essa situação porque, segundo ele, caso contrário, ele vai judicializar. José Inácio disse ainda que é importante ver como dar celeridade a apreciação do PL no Congresso. “A pandemia atrapalhou também, mas é preciso que a gente faça pressão em Brasília para que as coisas andem de forma mais rápida”, disse ele.

Na opinião de Miguel Lacerda, o setor produtivo merece ser inserido nesse processo e ter direito a participar do mercado de CBios, mas ele acha que muito mais eficaz que votar o PL do deputado Efraim, seria mudar a regulação da ANP. “Penso que uma regulação e uma revisão no RenovaCalc iria ajustar a inserção dos produtores no mercado de CBios, sem necessariamente precisar de um PL para regulamentar essa questão”, disse ele.

Já o deputado Efraim Filho, que participou do finalzinho do Webinar em função de estar em uma reunião no mesmo horário, reforçou que o papel dele neste processo foi o de capitanear essa ação de transformação e mudança que beneficia também o produtor através da proposição de um PL que corrigisse essa distorção, mas que são os produtores que vivem o dia a dia no campo, que têm o conhecimento do que é importante para o setor que irão consolidar essa ação e dar embasamentos para que o mercado se readeque para reverter essa injustiça com a classe produtiva. “O PL ainda passará por comissões da Casa antes de ser apreciado em plenário e nesse processo a participação e acompanhamento dos líderes do setor serão fundamentais para que a gente consiga corrigir esse vazio que foi deixar de fora do CBios quem planta”, destacou o parlamentar.

O presidente da Feplana, Alexandre Lima, disse que embora boa parte dos industriais não queiram pagar o CBios aos fornecedores de cana, essa é uma luta legítima e que será encampada com muita energia e disposição. “Não é justo que na hora de somar nós sejamos parceiros, mas na hora de dividir essa parceria não exista. Nós sabemos que é um direito nosso participar deste mercado e vamos conseguir porque fazemos parte desta cadeia produtiva, inclusive, sendo os responsáveis pela maior parte de captura de carbono, já que é no processo produtivo que isso acontece em maior escala. Portanto, não vamos desistir de ter o que é nosso por direito”, disse ele, agradecendo a participação dos palestrantes e das pessoas que acompanharam a primeira webinar da Feplana.

 

Assessoria

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Feplana promove palestra remota para orientar fornecedores de cana a se prepararem para ter acesso ao CBIOs

Fruto da Política Nacional de Biocombustíveis, o Renovabio, o crédito de descarbonização (CBios) é um ativo emitido por produtores e importadores de combustíveis e licenciado através de instituições financeiras. Cada crédito representa uma tonelada de CO2 que se evitou de jogar na atmosfera. Esse mercado de CBIO é uma novidade também pleiteada por fornecedores de cana-de-açúcar que, inicialmente ficaram de fora dessa negociação. Para entender um pouco mais e saber como se preparar para participar e ter lucros com esse ativo, a Federação dos Plantadores de Cana do Brasil- Feplana  vai realizar, nesta terça-feira (08), um webinar, às 17h. O acesso a palestra cujo tema é “Selo PROAR 2030 today – Participação dos fornecedores de cana no Renovabio/CBios:Como se preparar”, será feito pelo link HTTPS://bit.ly/3mtJp60.

O webinar é qualquer conferência, reunião, palestra ou seminário realizado pela internet, geralmente, realizados em tempo real para os espectadores, através de transmissões de vídeo e áudio em plataformas específicas de comunicação. No caso da webinar da Feplana, explica o presidente da entidade, Alexandre Lima, que será um dos palestrantes do evento, ele será ao vivo. “Vamos orientar os fornecedores de cana sobre como se preparar para participar desse mercado de CBios que é bastante promissor, tanto do ponto de vista de redução das emissões no meio ambiente, como de ganhos financeiros para toda a cadeira sucroenergética”, afirma Alexandre.

Além do dirigente canavieiro, também participarão do webinar, Priscilla Maciel, da Comissão de Baixa Emissão de Carbono do MAPA e ainda o deputado federal pela Paraíba, Efraim Filho (DEM), que é autor de um Projeto de Lei (PL 3149) que altera a Lei do RenovaBio e garante créditos de descarbonização (CBios) aos canavieiros do Brasil.  O PL, segundo o parlamentar, tem o objetivo de corrigir uma injustiça contra os fornecedores independentes de cana na lei do RenovaBio. “Embora o setor seja responsável por 30% da matéria-prima do etanol e do açúcar produzidos pelas usinas do país, a lei não incluiu os canavieiros e nem produtores de milho e de soja no direito ao recebimento de créditos (CBios), a serem pagos pela produção do biocombustível. O PL acaba com tal exclusão, como esses setores também passam a dividir com as usinas os custos operacionais exigidos pelo mercado de CBios. O projeto também cria regulamentações para garantir aos agricultores a co-participação e recebimento proporcional dos créditos correspondentes à produção de etanol da unidade onde a matéria-prima foi fornecida”, explica Efraim Filho.

Para o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba, (Asplan), José Inácio de Morais, o webinar será muito importante, porque vai dar orientações fundamentais para que os produtores possam ser inseridos no CBios. “Os produtores já estão se mexendo para ter acesso aos créditos de descarbonização. Aqui na Paraíba, por exemplo, já criamos o selo PROAR, estamos  cadastrando nossos associados e em breve estaremos também inseridos nesse mercado de CBios, agregando ainda mais valor e tendo mais lucros com a produção canavieira”, reforçou José Inácio, convidando os plantadores de cana da Paraíba a assistirem a palestra remota da Feplana.

 

Assessoria