Categoria Rural

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Homem morre afogado na tarde desta segunda-feira (24) em açude na Zona Rural de Carrapateira, no Sertão paraibano

O popular Betânio Bernardo, de 41 anos, conhecido por “Dodóia”, tentava colocar uma rede de pesca do tipo “galão” nas águas de um açude do Sítio Currais, na Zona Rural de Carrapateira, no Sertão paraibano, quando escorregou e morreu afogado.

Fato ocorrido no final da tarde desta segunda-feira (24), porém, tragicamente o pescador acabou se afogando e morreu no local.

De acordo com informações da pessoa que pescava com “Dodóia”, a vítima teria escorregado, motivo pelo qual, houve o afogamento. “Ele escorregou na parede do açude, quando tentava armar o galão, mergulhou e não subiu mais, apenas o boné dele subiu”, presenciou a testemunha.

A Polícia Militar foi acionada, para preservar a área até a chegada de uma guarnição do Corpo de Bombeiros. Até o fechamento desta matéria o corpo de Betânio, não havia sido encontrado.

 

Redação

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Inmet emite alerta de chuvas intensas para Cajazeiras e outras 96 cidades da Paraíba

Há baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta amarelo de perigo potencial de chuvas intensas para 97 municípios do Cariri, Seridó e Sertão da Paraíba. O aviso foi emitido às 10h deste domingo (23) e segue até as 10h da segunda (24).

Conforme o alerta, poderá chover entre 20 e 30 milímetros por hora, ou até 50 milímetros por dia nas cidades listadas. Os ventos devem ser intensos, de 40 a 60 quilômetros por hora. Há baixo risco de corte de energia elétrica, de queda de galhos de árvores, de alagamentos e descargas elétricas.

O Inmet recomenda que os moradores das cidades listadas, que em caso de rajadas de vento, evitem se abrigar embaixo de árvores. Veículos também não devem ser estacionados próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. A população deve evitar utilizar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

Em caso de problemas, o órgão orienta que as pessoas entrem em contato com a Defesa Civil, por meio do número 199, e com o Corpo de Bombeiros, por meio do número 193.

– Lista das cidades com alerta de chuvas intensas:

Água Branca

Aguiar

Aparecida

Areia De Baraúnas

Assunção

Belém Do Brejo Do Cruz

Bernardino Batista

Boa Ventura

Bom Jesus

Bom Sucesso

Bonito De Santa Fé

Brejo Do Cruz

Brejo Dos Santos

Cachoeira Dos Índios

Cacimba De Areia

Cacimbas

Cajazeiras

Cajazeirinhas

Carrapateira

Catingueira

Catolé Do Rocha

Conceição

Condado

Coremas

Curral Velho

Desterro

Diamante

Emas

Frei Martinho

Ibiara

Igaracy

Imaculada

Itaporanga

Jericó

Joca Claudino

Junco Do Seridó

Juru

Lagoa

Lastro

Livramento

Malta

Manaíra

Marizópolis

Mato Grosso

Maturéia

Monte Horebe

Mãe D’Água

Nazarezinho

Nova Olinda

Nova Palmeira

Olho D’Água

Passagem

Patos

Paulista

Pedra Branca

Pedra Lavrada

Piancó

Picuí

Pombal

Poço Dantas

Poço De José De Moura

Princesa Isabel

Quixabá

Riacho Dos Cavalos

Salgadinho

Santa Cruz

Santa Helena

Santa Inês

Santa Luzia

Santa Teresinha

Santana De Mangueira

Santana Dos Garrotes

Serra Grande

Sousa

São Bentinho

São Bento

São Domingos

São Francisco

São José Da Lagoa Tapada

São José De Caiana

São José De Espinharas

São José De Piranhas

São José De Princesa

São José Do Bonfim

São José Do Brejo Do Cruz

São José Do Sabugi

São João Do Rio Do Peixe

São Mamede

Taperoá

Tavares

Teixeira

Tenório

Triunfo

Uiraúna

Vieirópolis

Vista Serrana

Várzea

 

Fonte: Inmet/G1

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Ações coletivas movidas pela Asplan em favor de produtores canavieiros têm avançado na Justiça afirma advogado Jeferson Rocha

Os produtores canavieiros paraibanos, representados pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), têm cinco ações coletivas tramitando na Justiça, algumas já conclusas, esperando apenas a arbitragem de valores e cálculos a serem ressarcidos. Essa semana, o advogado Jeferson Rocha esteva na sede da Asplan, em João Pessoa, para atualizar as informações sobre cinco ações que a entidade move em favor dos seus associados e as colocações dele animaram os produtores que têm direito a restituição de valores pagos indevidamente em todas elas. As ações recaem sobre cinco itens: Funrural, Salário Educação, 10% da Demissão Sem Justa Causa, Plano Collor Rural e sobre a Contribuição Social das Cooperativas de Trabalhos, este último referente, especificamente, ao Plano de Saúde. Em todos os casos, se questiona contribuições inconstitucionais.

Entre as ações coletivas, segundo o advogado, a que está com a demanda mais avançada é a que se refere ao Salário Educação que se encontra na fase de liquidação de sentença. “Nós já ganhamos o mérito, que já transitou em julgado. Ainda há uma indefinição em relação aos beneficiários deste provimento, mas, que está sendo discutido no STJ, mas, isso não impede a liquidação de tramitar”, afirmou o advogado, adiantando que 90% deste processo já foi esgotado, sendo os 10% finais referente ao pagamento. Sobre o prazo, ele afirma que, infelizmente, o juiz não tem prazo para decidir e que os cálculos, como se trata de demanda coletiva, são feitos pela própria Fazenda Nacional. Alagoas, Pernambuco e Sergipe já estão com os cálculos prontos, a Paraíba ainda está na fase de elaboração, segundo Jeferson Rocha. Ele adianta que a União não tem impugnado, nem criando empecilhos, mas que a efetivação do pagamento esbarra, infelizmente, na lentidão do Judiciário.

O advogado explicou que de posse dos cálculos, cabe as associações de classe fazer a atualização dos valores acrescidos da Selic para se consolidar o valor final do débito da União para com os produtores. “Esses valores tem representado, aproximadamente, de R$ 7 a R$ 8 mil por funcionário registrado. Em outros locais do país, em ações semelhantes, já houve devolução de indébitos, como no caso do sul do país, onde a Andaterra já teve cerca de R$ 11 milhões devolvidos, há precatórios também em fase de emissão para outras associações, como a da Ascana, onde a devolução será de aproximadamente 50 milhões de reais aos produtores, e uma vez emitido os precatórios, o governo tem um ano para fazer a quitação”, explicou Jeferson Rocha, lembrando que os prazos estão dentro do cronograma, apesar de um pouco de atraso, e que o período do indébito é referente ao ano de 2003 até os dias atuais, já que muitas associações, como no caso da Asplan, não houve suspensão dos pagamentos e o produtor continuou pagando até a consolidação do cálculo. Jeferson explicou que o Salário Educação jamais teria que ser cobrado do produtor rural empregador pessoa física, somente jurídica é que deveria recolhê-lo. E sobre a possibilidade de novas ações com o mesmo objeto o advogado assegurou que é possível, basta o produtor procurar sua entidade de classe.

Sobre o Funrural, o advogado explicou que houve um avanço significativo e uma excepcional novidade, recentemente, quando um julgamento do Supremo, deu ganho de causa, por 9×0, sore a tese de inconstitucionalidade do Funrural nas exportações indiretas. “Embora essa não seja uma tese que afete, diretamente, o plantador de cana, mas ela pode desenvolver um benefício para o associado que, por exemplo, for produtor de algum produto que é exportado via uma trading company, ele pode se beneficiar dessa tese jurídica”, afirmou ele. Além disso, a própria cadeia do setor sucroalcooleiro é beneficiada. “Na exportação de açúcar, por exemplo, as usinas, médias e pequenas cooperativas, elas se reúnem para fazer escala e colocar esse produto lá fora. E nessa operação, elas se valem de uma intermediária que é uma trading company que até o julgamento no Supremo estavam sujeitas ao recolhimento de 2,6% de Funrural, nessa operação, que agora foi desonerada. Desde então, o Fisco não pode mais cobrar o tributo e, melhor ainda, há o direito da restituição deste indébito. Se alguma dessas beneficiárias for sócia da Asplan, pode buscar esse direito desde 2003”, explicou Jeferson Rocha.

Ainda de acordo com o advogado, no dia 27 de maio, será julgado no Supremo Tribunal Federal, o Funrural após a resolução do Senado. “Isso significa que as nossas ações, aquelas ações antigas de Funrural, podem ter uma reversão em relação a tese de desoneração tributária, com o reconhecimento da inconstitucionalidade do Funrural”, esclareceu Jeferson Rocha.

Sobre o Plano Collor Rural, que tramita na Justiça Estadual, ele explicou que o processo está concluso e com o juiz, aguardando uma deliberação sobre a sentença, já que a fase de instrução já terminou e o Banco do Brasil não apresentou as provas como o acordão do STJ determina. “Estamos aguardando a sentença de liquidação que, muito provavelmente, vai obrigar o banco a fornecer os dados para os cálculos”, disse o advogado, lembrando que o Plano Collor Rural remonta a março de 1990 e faz referência a quem tinha crédito rural, seja custeio ou investimento, com o Banco do Brasil, ele teve neste mês de março, a aplicação de uma alíquota irregular, ilegal. “Na prática, o produtor pagou 42,7% a mais no financiamento de custeio ou investimento para o banco que foi condenado a devolver esse valor e como fazem 30 anos, são valores expressivos, com correção monetária e juros, que o banco vai ter que devolver. Não cabe mais recursos. Essa é uma ação já ganha que espera apenas o juiz de João pessoa, da Vara Estadual, definir em sentença a obrigação do BB em restituir esses valores”, disse Jeferson Rocha.

A demanda que tem por objetivo repetir o indébito de uma Contribuição Social com uma alíquota de 15% que a Asplan estava sujeita. Neste caso, explica, Jeferson, não são os associados, mas a entidade que recolhia sobre o valor pago no Plano de Saúde Coletivo. “Essa contribuição foi considerada inconstitucional pelo Supremo, é uma causa ganha, tanto é que a própria Asplan já está aproveitando parte deste crédito de forma administrativa, mas saindo a decisão, a União será obrigada a devolver os últimos cinco anos do ajuizamento, que pega de 2010 até 2015”, disse o advogado.

Sobre a ação dos 10% sobre Justa Causa, Jeferson Rocha explicou que esse é um processo que está sobrestada e é um caso de repercussão geral, no TRF da 5ª Região, que é julgada no Supremo, mas aplicada aqui, e tem a ver com um adicional de 10% na demissão sem justa causa. “Quando se demite um funcionário sem justa causa, o empregador está sujeito a pagar uma multa de 40% do FGTS. Uma Lei Complementar criou essa atribuição, na década de 90, de que o empregador tinha que pagar 10%, além dos 40%, para fazer frente a um prejuízo do FGTS. Foi um acordo que o governo fez com o FGTS que quem pagou foi o empregador. Mas, como era Lei Complementar, não teve grandes discussões. É um imposto que teve a finalidade de fazer jus aos expurgos inflacionários do FGTS. No momento em que se pagou, em 2007, a norma perdeu o sentido. Se já cobriu o rombo, os 10% não poderia ter sido mais cobrado”, reitera o advogado, lembrando que essa cobrança indevida aconteceu de 2007 até o final de 2019, quando o governo Bolsonaro revogou a norma e reconheceu que não havia mais razão desta cobrança. “Vamos aguardar a decisão do Supremo, acompanhamos também no STF e assim que tiver o resultado, será aplicado em nível nacional”, disse o advogado.

Jeferson destacou ainda que outra frente de atuação da assessoria jurídica recai sobre a questão do endividamento e a luta por uma nova securitização dos débitos. “Há um problema crônico, de endividamento do Brasil. O nosso setor primário tem passado por um problema grave. Na verdade os índices de inadimplência são pequenos, 1,5%, só que são operações mata-mata, ou seja, estamos rolando dívidas, e estudos apontam que o agro deve para os bancos oficiais cerca de R$ 300 bilhões. Fora dos bancos, mais R$ 400 bilhões e não é justo que o setor seja penalizado por conta de, muitas vezes, problemas setoriais como monopólios que retiram a renda do pecuarista, situações climáticas, situações de mercado que a própria cana vivenciou, são situações que a própria lei de crédito rural diz que tem que ser contempladas e nunca foram. Os bancos não obedecem a lei de crédito rural e em função disso se luta pela securitização”, disse o advogado, destacando que há iniciativas que fortalecem esse pleito, como o PL de autoria do deputado Jerônimo Goergen, já aprovado na Comissão da Agricultura e, mais recentemente, a criação do Movimento Brasil Verde Amarelo.

 

Assessoria 

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BNDES descentraliza o acesso ao Crédito Rural e as instituições de fomento são agora operadoras dos recursos

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) criou mais um programa de crédito voltado ao produtor brasileiro. Trata-se do programa Crédito Rural, que terá inicialmente R$ 1,5 bilhão para projetos de investimento e aquisição isolada de máquinas e equipamentos. Anunciado na última sexta-feira (09), os recursos serão oferecidos em parceria com mais de 30 instituições financeiras. Para o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba – Asplan, José Inácio de Morais, essa é uma iniciativa bem-vinda, principalmente porque “pulveriza” a oferta de crédito que é feita com a participação de outras instituições de fomento.

Segundo divulgou o BNDES, o programa estará vigente a partir do dia 10 de março deste ano e o prazo dessas operações pode chegar a 15 anos para projetos de investimento e a 10 anos para aquisição de bens de capital, com a participação do BNDES em até 100% dos itens financiáveis. Para o financiamento de máquinas e equipamentos, a taxa final será próxima a 9% ao ano (0,72% ao mês), e a de projetos será em torno 10% ao ano (0,78% ao mês).

“Acho que a descentralização da concessão do crédito é algo que pode ser muito bom porque amplia as possibilidades de acesso ao crédito ao produtor e os programas agropecuários com operação exclusiva de bancos do governo federal, dando mais liberdade a ele que poderá escolher entre agências de fomento, cooperativas de crédito, bancos cooperativos, bancos privados ou bancos públicos para ter acesso ao crédito’, comentou o presidente da Asplan, José Inácio.

 Essa rede de agentes credenciados, de acordo com José Inácio, qualifica o BNDES como instrumento de descentralização do acesso ao crédito e tem tudo para fortalecer o desenvolvimento de uma política pública de apoio à agropecuária. “Tudo o que vier facilitar a vida do produtor e disponibilizar para ele acesso ao crédito será muito bem-vindo. Resta agora saber se o produtor não esbarrará em muitas exigências para ter acesso a esse novo programa de crédito”, destaca o dirigente da Asplan.

O diretor do Departamento Técnico da Asplan, Neto Siqueira, reitera a importância de se ampliar as linhas de crédito para o produtor. “Essa iniciativa do BNDES de descentralizar o crédito que contribuirá para fomentar o agronegócio é muito louvável e esperamos que ele venha também desburocratizado e para facilitar a vida do produtor”, reforçou Neto Siqueira.

Como solicitar

Segundo o BNDES, para ter acesso ao Crédito Rural, basta procurar um agente financeiro credenciado, que vai informar a documentação necessária e negociar as garantias. A instituição financeira encaminhará o pedido ao BNDES, que realizará o processo em tempo real, permitindo assim um acesso ao crédito de forma ágil pelo produtor rural. A expectativa é que a partir de 10 de março os interessados possam protocolar seus pedidos de financiamento.

 

Assessoria – Asplan

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Veneziano destina mais de R$ 35 milhões em emendas para Governo do Estado investir em obras na Paraíba

O Senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) recebeu nesta segunda-feira (03) em reunião no seu gabinete, em Brasília, o Secretário Executivo do Escritório de Representação do Governo do Estado da Paraíba na capital federal, Adauto Fernandes. O objetivo foi finalizar a destinação de verbas através de emendas parlamentares de autoria do senador, para investimentos na Paraíba, através de ações do Governo do Estado.

Ao todo, Veneziano destinou R$ 35.400.000,00 (Trinta e Cinco Milhões e Quatrocentos Mil Reais) em emendas, com destaque para o montante destinado à obra do Centro de Convenções de Campina Grande. Houve também destinação para obras de pavimentação asfáltica e por paralelepípedo, para o Parque Linear Parahyba III e para ações da Secretaria de Agricultura.

Para o Centro de Convenções de Campina Grande foram três emendas, nos valores de R$ 8,9 milhões, R$ 4 milhões e R$ 16 milhões, totalizando R$ 28,9 milhões; mais R$ 2 milhões para a pavimentação asfáltica do trecho que interliga as cidades de Lagoa Seca e Puxinanã; R$ 1,5 milhão para a pavimentação de ruas em Campina Grande; R$ 2,5 milhões para a revitalização do Parque Linear Parahyba III; e 500 mil para ações da Secretaria de Agricultura, totalizando R$ 35,4 milhões.

Além deste montante, apenas neste primeiro ano do exercício do mandato de Senador (2019), Veneziano conseguiu contemplar algo em torno de 180, do total de 223 municípios paraibanos, somando as emendas destinadas para o orçamento 2019 ainda do exercício do mandato de deputado federal, mais as destinações extra orçamentárias.

“Realmente, conseguimos uma excelente marca, contemplando as ações via Governo do Estado em mais de R$ 35 milhões e conquistando recursos para praticamente 180 cidades da Paraíba. Nossa meta para este ano é ampliar os recursos para investimentos via Governo do Estado e contemplar todos os 223 municípios da Paraíba, fazendo com que nosso mandato beneficie todas as cidades, independente de questões político-partidárias”, afirmou Veneziano.

O Secretário Adauto Fernandes agradeceu o emprenho do Senador Veneziano e a atenção do parlamentar para com as obas prioritárias definidas pelo governo estadual em João Pessoa, Campina Grande e demais cidades. “Muito importante esta parceira, para que o governo João Azevêdo possa executar obras importantes e de grande alcance social”, destacou o secretário.

Também participaram da reunião o Assessor Orçamentário do Gabinete do Senador, David Thomas; e o Chefe de Gabinete, Daniel Chianca.

Assessoria de Imprensa

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Bolsonaro anuncia fábrica “que extraí água do ar”

O projeto contará com parceria israelense

“Fábrica israelense que extrai água do ar será construída no Brasil.” O anúncio é do presidente Jair Bolsonaro, feito pelo Twitter.  Segundo ele, a iniciativa é “mais uma via de enfrentamento da falta de água no Nordeste, além da dessalinização, poços artesianos e [Rio] São Francisco.”

Além de água, o presidente da República acredita que “o empreendimento também criará empregos e desenvolvimento da região.”

Parcerias com Israel para melhorar o abastecimento de água na região Nordeste são defendidas por Jair Bolsonaro desde a transição para o seu governo. Há um ano, o ministro Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações) viajou para Israel com equipe de técnicos para conhecer experiências de reuso e dessalinização de água.

Em novembro do ano passado, técnicos e dirigentes da Agência Nacional de Águas estiveram em Israel para discutir memorando de entendimento sobre gestão de recursos hídricos, águas residuárias, gerenciamento de esgotos, além de reuso e dessalinização de água.

 

Agência Brasil

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Bagaço de cana pode substituir petróleo na fabricação de plásticos

Composto é pesquisado no Instituto de Química de São Carlos

A Universidade de São Paulo (USP) desenvolveu um composto derivado do bagaço de cana que pode substituir o petróleo na fabricação de plásticos. A pesquisa é do professor do Instituto de Química de São Carlos Antonio Burtoloso. “A gente construiu uma molécula interessante, que é um poliol, que são muito utilizados para fazer alguns tipos de plásticos”, explicou o pesquisador.

A substância é, segundo Burtoloso, semelhante a usada para elaborar plásticos como os usados em painel de carro ou alguns tipos de espuma dura. Para testar as possibilidades de uso prático, no entanto, o pesquisador está buscando parcerias com a indústria. “É um trabalho que está bem no início, eu estou tentando firmar parcerias para a construção desse tipo de material”, disse.

Professor do Instituto de Química de São Carlos Antonio Burtoloso pesquisa derivado do bagaço de cana para produção de plásticos – Henrique Fontes/IQSC.

O trabalho busca alternativas ao petróleo na fabricação desse tipo de material. “Ao invés da gente construir moléculas de fontes de carbono, que não são renováveis, como é o caso hoje em dia, em que quase 100% vem do petróleo, o que agente fez foi usar outra fonte de carbono, que é a biomassa”, resume sobre os objetivos da pesquisa. Os resultados foram publicados na revista científica britânica Green Chemistry.

A matéria-prima investigada no estudo existe em abundância no país. Segundo pesquisa divulgada em 2017 pelo Instituto de Economia Agrícola citada pelo professor, o Brasil gerou cerca de 166 milhões de toneladas de bagaço de cana-de-açúcar na safra 2015/16.

É necessário ainda um grande período de desenvolvimento para que a molécula possa chegar ao mercado na forma de materiais acabados. “Eu não veria algo desse tipo virar um produto para o consumidor antes de cinco anos”, estima Burtoloso.

Apenas após os testes industriais será possível determinar os custos para a produção em escala de materiais derivados da nova molécula ou o tempo para que esses itens se decomporem quando descartados. “Uma vez demonstrado que esse material é interessante como substituto dos plásticos atuais, teria que ser feito todo o estudo de degradação”, explica o pesquisador sobre as etapas do trabalho.

 

Agência Brasil

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Quase 60% dos municípios da Paraíba estão em alerta para surto de arboviroses, Cajazeiras é um deles

Outras 32 cidades estão em situação de risco para surto ou epidemia por arboviroses e 57 estão em situação satisfatória

A Paraíba tem cerca 133 municípios em alerta de surto de doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti, transmissor de dengue, chikungunya e zika. O número corresponde a 59,9% das 223 cidades paraibanas. Os dados são do primeiro Levantamento Rápido de Índices para o mosquito Aedes Aegypti (LIRAa/LIA), de 2020.

O estudo foi realizado em 222 cidades entre os dias 6 e 10 de janeiro e divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), nesta terça-feira (28). Apenas o município de Riachão não participou do estudo.

Outras 32 cidades, que equivalem a 14,4%, estão em situação de risco para surto ou epidemia por arboviroses e 57, que correspondem a 25,7%, estão em situação satisfatória.

Entre as recomendações da SES para o combate do mosquito estão a intensificação das ações por parte das secretarias municipais de saúde; sensibilizar a população para eliminação de criadouros do mosquito; integrar os agentes de combate à saúde e de endemias, no combate aos criadouros e na identificação dos casos suspeitos.

Municípios em situação de alto risco para surto

  • Soledade
  • Pedra Branca
  • Serra Branca
  • Salgadinho
  • Imaculada
  • Assunção
  • Sousa
  • Serra Grande
  • Araruna
  • Mulungu
  • Patos
  • Juripiranga
  • Seridó
  • Juru
  • Brejo do Cruz
  • Cajazeiras
  • Nova Floresta
  • Massaranduba
  • Picuí
  • Conceição

Municípios em situação de alerta ou médio risco

  • São José de Caiana
  • Ingá
  • Passagem
  • Cacimbas
  • Teixeira
  • Belém
  • Campina Grande
  • São José do Brejo do Cruz
  • Nazarezinho
  • Cacimba de Dentro
  • Remígio
  • Piancó
  • Parari
  • Olivedos
  • Santa Cruz
  • Paulista
  • Aroeiras
  • Tenório
  • Salgado de São Félix
  • Catolé do Rocha
  • São José da Lagoa Tapada
  • Santa Inês
  • Catingueira
  • Aguiar
  • Caldas Brandão
  • Belém do Brejo do Cruz
  • Livramento
  • Santa Luzia
  • Brejo dos Santos
  • Barra de Santa Rosa
  • Pedras de Fogo
  • Areia de Baraúnas
  • São José dos Cordeiros
  • Cacimba de Areia
  • Coremas
  • Alagoa Grande
  • Riachão do Bacamarte
  • Umbuzeiro
  • Gurinhém
  • Pocinhos
  • Queimadas
  • Riacho de Santo Antônio
  • Cajazeirinhas
  • Junco do Seridó
  • Barra de Santana
  • São João do Rio do Peixe
  • Bayeux
  • Nova Olinda
  • Lagoa de Dentro
  • Tacima
  • Uiraúna
  • Lagoa Seca
  • São João do Tigre
  • Caaporã
  • Itaporanga
  • Vista Serrana
  • Lagoa
  • Curral de Cima
  • Frei Martinho
  • Bernardino Batista
  • São José do Sabugi
  • São José dos Ramos
  • Triunfo
  • Taperoá
  • Solânea
  • São João do Cariri
  • Sertãozinho
  • Borborema
  • Condado
  • Boqueirão
  • Caturité
  • Santana de Mangueira
  • Marizópolis
  • Boa Vista
  • Caiçara
  • Areia
  • Bom Sucesso
  • Cruz do Espírito Santo
  • Vieiropólis
  • Jacaraú
  • Sumé
  • Monteiro
  • São Sebastião do Umbuzeiro
  • Boa Ventura
  • Malta
  • Camalaú
  • Jericó
  • Água Branca
  • Itabaiana
  • Várzea
  • Mato Grosso
  • Caraúbas
  • Barra de São Miguel
  • Cubati
  • Marcação
  • Bananeiras
  • Lastro
  • Poço Dantas
  • Cabaceiras
  • Bonito de Santa Fé
  • São Bento
  • Damião
  • Santa Cecília
  • Casserengue
  • Emas
  • Riachão do Poço
  • Santa Terezinha
  • São Miguel de Taipú
  • São Mamede
  • Mataraca
  • Itapororoca
  • Esperança
  • Santa Rita
  • Zabelê
  • Prata
  • Congo
  • Montadas
  • Ibiara
  • Cuité de Mamanguape
  • Alagoinha
  • Ouro Velho
  • São Domingos
  • São José de Princesa
  • Logradouro
  • Areial
  • Serra da Raiz
  • Monte Horebe
  • Nova Palmeira
  • Pilõezinhos
  • Santana dos Garrotes
  • Natuba
  • Tavares
  • Alhandra

Municípios em situação satisfatória ou baixo risco

  • Quixaba
  • Duas Estradas
  • Pilões
  • Riacho dos Cavalos
  • Dona Inês
  • Algodão de Jandaíra
  • Mãe D’água
  • Matinhas
  • Capim
  • Manaíra
  • Fagundes
  • São Sebastião de Lagoa de Roça
  • Conde
  • Amparo
  • Santo André
  • Gurjão
  • São José de Espinharas
  • Puxinanã
  • Rio Tinto
  • Sapé
  • Cabedelo
  • Igaracy
  • Sobrado
  • Gado Bravo
  • Cachoeira dos Índios
  • Bom Jesus
  • Serraria
  • Diamante
  • Cuitegi
  • Serra Redonda
  • Aparecida
  • Araçagi
  • Mamanguape
  • João Pessoa
  • São Domingos do Cariri
  • São José do Bonfim
  • São Bentinho
  • Alcantil
  • Santa Helena
  • Lucena
  • Pombal
  • Coxixola
  • Curral Velho
  • Carrapateira
  • Joca Claudino/Santarém
  • São Francisco
  • Sossego
  • Poço de José de Moura
  • Baraúna
  • Pedro Régis
  • Olho D’agua
  • Baia da Traição
  • Arara
  • Pitimbú
  • São José de Piranhas
  • Mari

 

Com informações de G1 PB 

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IFPB/Sousa: Divulgadas as confirmações de matrícula da lista de espera do PSCT 2020

Classificados devem aguardar o início do semestre letivo

A Diretoria de Desenvolvimento do Ensino (DDE) do Campus Sousa divulgou nesta segunda-feira (27) os Editais de Confirmação de Matrícula na primeira chamada da lista de espera do Processo Seletivo dos Cursos Técnicos do IFPB (PSCT). A seleção visa preencher as 250 vagas ofertadas pela instituição para os cursos de Agroindústria, Agropecuária, Informática e Meio Ambiente.

Os quatro cursos disponibilizaram vagas na modalidade Integrado (Ensino Médio mais Curso Técnico) e dois deles, Agropecuária e Informática, ofertaram vagas para os cursos Subsequentes (Técnico pós Ensino Médio). Os estudantes que estiverem com as matrículas confirmadas devem vir ao Campus no início do semestre letivo 2020.1, o que está previsto para acontecer no dia 03 de fevereiro para os Integrados e em 02 de março para os Subsequentes.

Além das listas dos alunos matriculados, foram divulgadas as relações dos candidatos que tiveram matrículas indeferidas por não cumprirem as regras previstas nos editais, como a não entrega da documentação exigida, por exemplo. Os candidatos que desejarem interpor recursos poderão fazê-lo em dois dias úteis a contar da publicação do Edital, junto à Coordenação de Controle Acadêmico do Campus Sousa.

Assessoria de Comunicação do IFPB/Sousa
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Agricultores reformam casa de farinha e retomam produção de mandioca

Assistência técnica continuada, utilização correta de água e persistência na espera dos resultados têm proporcionado a inúmeras famílias de agricultores sucesso em suas atividades de produção de mandioca, melhorando a qualidade de vida e permitindo acesso a recursos financeiros para seu sustento.

É caso do produtor Pedro Ivo da Silva, conhecido como Pedro Cancão, do sítio Porteiras, no município de Mãe d’Água, no Sertão paraibano, que tem obtido êxito cultivando a terra com orientação técnica. Trabalhando em menos de um hectare de terra, com o uso racional da água disponível e seguindo as orientações dos extensionistas da Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária (Empaer), Pedro Ivo cultivou um roçado de mandioca, do qual extraiu a farinha e produzindo beiju para o consumo da sua família e vizinhos. Ele se prepara para a produção numa escala maior, pensando em comercializar nas feiras livres.

Na propriedade também são cultivadas outras culturas, utilizadas no consumo da família e o excedente sendo comercializado na cidade para aumentar a renda familiar.

Devido às estiagens que vinham se verificando nos anos anteriores, o agricultor estava com pequeno plantio de mandioca, mas no ano passado, quando ocorreram chuvas regulares na região, a plantação se desenvolveu com mais vigor até que recentemente fez a colheita, transformando as raízes em farinha e beijus que distribuiu entre os familiares.

Orientada pelos extensionistas, a família recuperou a casa de farinha. “A reforma da casa de farinha foi uma ideia dos meus tios para resgatar a cultura de nossos antepassados, meus bisavôs José Nunes e Severina. Eles cultivavam grandes plantios de mandioca e macaxeira, mas nunca comercializavam, sempre guardando para o próprio consumo e dividiam com os outros agricultores que tinha pouca terra para o cultivo”, comentou Pedro Ivo.
O cultivo de mandioca sempre foi uma das principais atividades da família, desde os antepassados, quando, em determinado período de inverso regular, chegaram até a produzir numa farinhada mais de 600 “cuias” de farinha, como costumavam fazer a medição da produção agrícola.

Com as mortes do casal José Nunes e Severina, em 2001 e 2003, Pedro Ivo veio morar na casa-grande que pertenceu aos familiares. Sua proposta é fazer com que esta cultura volte a ser mais cultivada na região, não apenas como tradição, mas como fonte de renda para as famílias e para isso conta com a parceria da Empaer, cujo gerente local, Mascigleudo Almeida de Oliveira, conhecido como Márcio, orienta o trabalho de recuperação desta cultura no município, com o acompanhamento do gerente regional da Empaer em Patos, Francisco Acácio.

O técnico da Empaer em Mãe d’Água lembrou que a recuperação da casa da farinha e a volta de suas atividades sempre foi um desejo da família e que agora, depois das chuvas ocorridas no ano passado e as que estão acontecendo neste ano de 2020, acredita que será possível a retomada desta cultura que poderá trazer mais renda para as famílias, já que vão colocar no mercado um produto orgânico de boa aceitação.

O presidente da Empaer, Nivaldo Magalhães, lembrou que o Governo do Estado dispõe de um banco de pesquisas sobre tubérculos e raízes, notadamente mandioca, desenvolvidas pelo grupo de pesquisadores da empresa já disponível e que conta com técnicos capacitados para orientar no cultivo desta cultura.

O pesquisador da Empaer, Elson Soares dos Santos, é um dos que tem se dedicado às pesquisas, constatando o aumento da produtividade de tubérculos e raízes nos últimos anos. As pesquisas foram realizadas tendo como alvo o melhoramento de culturas como inhame, batata-doce e mandioca que estão à disposição dos produtores. Nos contatos com os agricultores, estes tomam conhecimento de todos os aspectos e vantagens do plantio para a obtenção de uma boa produtividade.

A Empaer é uma empresa vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (Sedap), que tem como objetivo básico pesquisar, programar, executar e fiscalizar a política pública estadual de assistência técnica, extensão rural e regularização fundiária, com vistas ao desenvolvimento da agropecuária e da pesca, como também promover pesquisas de desenvolvimento científico e tecnológico aplicadas à agropecuária, além da produção de sementes para atender ao agricultor familiar.

 

Empaer-PB