Categoria Rural

porpjbarreto

Stiupb: Governo quer privatizar transposição em 2021

Além do saneamento e Eletrobras, Governo Federal quer privatizar transposição do São Francisco em 2021 

Além da privatização dos serviços de saneamento e da Eletrobras (Chesf), Correios e Telégrafos, entre outros, o Governo Federal planeja fazer o leilão de concessão da transposição do rio São Francisco em julho de 2021, entregando toda a atividade para a iniciativa privada.

O presidente do Sindicato dos Urbanitários da Paraíba (Stiupb), Wilton Maia Velez, afirmou que o presidente Bosonaro segue o mesmo modelo entreguista da gestão FHC e que só trouxe prejuízos para o País.

“Juntamente com entidades lideradas pela Federação Nacional dos Urbanitários (FNU), estamos numa luta sem fim contra esses projetos privatistas do Governo, tudo em nome do lucro. Não é fácil, pois o Governo tem padrinhos fortes, com muito poder financeiro. Mas estamos na luta, unidos para salvaguardarmos nosso patrimônio nacional”, avaliou Wilton Maia.

No caso específico do São Francisco, Wilton Maia disse que a entrega da gestão à iniciativa privada certamente vai resultar no aumento das tarifas aos consumidores, já que houve a recarga de água em açudes em vários Estados e até agora não houve cobrança adicional.

COMO SERÁ – A empresa vencedora cuidará da operação dos reservatórios, estações de bombeamento e 477 quilômetros de canais, que alcançam quatro estados do Nordeste –Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte.

O governo tem feito sondagens com investidores e busca empresas de grande porte que poderiam operar um sistema de complexidade alta.

No radar da equipe econômica, estão companhias como a brasileira Weg, que já atua em sistemas de distribuição de água e irrigação em outros países.

A transposição do São Francisco é a maior intervenção hídrica do Brasil. As obras começaram em 2007, no governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O objetivo é interligar as águas do São Francisco a rios dos quatro estados beneficiados.

Os contratos da concessão devem ter duração de 25 a 30 anos. Para fazer a modelagem, o governo contratou o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

Assessoria 

porpjbarreto

A 27ª edição do Concurso Mundial de Destilados de Bruxelas premia cachaça paraibana Baraúna com três medalhas de Ouro

O universo dos destilados tem um concurso mundial que premia, em várias categorias, a cachaça, uísque, conhaque, aguardente, rum, vodca, gin, entre outras bebidas destiladas que são avaliadas e classificadas por um grupo de especialistas de renome internacional e a 27ª edição do Concurso Mundial de Bruxelas, realizado nos dias 30 e 31 de outubro e 1º de novembro de 2020, premiou a cachaça Baraúna com três medalhas de Ouro. Produzida no Engenho Baraúna, localizado no município de Alhandra, no litoral sul paraibano, a cachaça arrebatou os prêmios com os produtos Baraúna Carvalho Premium, Baraúna Tradicional (Branca) e Baraúna Umburana. A edição 2020 teve a participação de um total de 1.400 destilados, de 54 países que competiram para ganhar uma medalha de Prata, Ouro ou Grande Ouro. A premiação do concurso deste ano foi feito de forma online, em função da pandemia, mas a degustação dos produtos concorrentes foi feita pelos especialistas, em Bruxelas.

O sócio fundador do Engenho Baraúna, José Rodrigues, recebeu com muita alegria mais essa premiação. “É uma honra representar a Paraíba, o Nordeste e meu país num concurso de destilados do nível deste de Bruxelas e conquistar medalhas de Ouro com os nossos produtos. Esse prêmio simboliza o desafio de produzir cachaça de qualidade com muita responsabilidade, zelo, competência e amor”, disse José Rodrigues.

Para o sócio diretor da Baraúna, Alexandre Amorim, o reconhecimento dos produtos são um forte indicativo da excelência de produção e da qualidade da Baraúna. “Os prêmios nacional e internacional que recebemos esse ano é uma prova que estamos no caminho certo, fazendo um produto de qualidade, com preço acessível”, disse Alexandre, que herdou de seu bisavô e pai o gosto pelas coisas do mundo canavieiro. Além do concurso de Bruxelas, a Baraúna também teve um reconhecimento nacional de especialistas no Concurso de Vinhos e Destilados do Brasil, realizado em outubro último, quando ganhou duas medalhas, uma de Ouro, com a Baraúna Carvalho Premium, e outra de Prata, com a Baraúna Umburana.  Além da Baraúna, outras três cachaças paraibanas também foram premiadas neste concurso nacional (Engenho Nobre, Engenho Gregório e Pai Vovó).

 

Relativamente nova no mercado de destilados, já que a Baraúna só começou sua produção em 2013, com a Baraúna Tradicional (Branca), a marca veio para se firmar como uma das mais bem feitas do mercado, com aroma, sabor e gosto diferenciado. A Baraúna Umburana só começou sua produção em 2018, enquanto que a Baraúna Carvalho Premium, entrou no mercado apenas 2019. Alexandre explica que a Baraúna Carvalho Premium fica quatro anos envelhecendo em barris de carvalho americano e Francês, enquanto as outras duas cachaças de sua produção precisam de um ano para serem engarrafadas e comercializadas.  “É um processo demorado, que tem um tempo adequado para cada produto”, reforça ele.

A Baraúna pode ser facilmente encontrada em pontos comerciais da região metropolitana de João Pessoa e em algumas cidades do interior do Estado. “Começamos há pouco tempo, há seis anos apenas, e estamos melhorando essa logística de vendas aos poucos. O importante é colocar no mercado um bom produto. Não queremos quantidade, mas, sobretudo qualidade”, destaca ele, lembrando que sua cachaça é produzida a partir das melhores canas e leveduras selecionadas por exame de DNA e possui baixa acidez e degustação suave. Sobre o exame de DNA, Alexandre explica que isso se deu graças a uma parceria com a Destilaria Japungu, detentora desta tecnologia, e a UFPE e que esse estudo é utilizado por ele para melhorar a fermentação de seus produtos.

O presidente da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, fala da satisfação de ver um produto genuinamente paraibano ser premiado internacionalmente e destaca a qualidade da cachaça paraibana. “A cachaça é uma bebida que possui complexidade, frescor e características especiais. Ela é bem diferente de outros destilados e fabricar cachaça de qualidade é uma arte e nós, da Paraíba, somos privilegiados neste aspecto porque temos aqui a produção de excelentes cachaças, entre elas, a Baraúna, que com esses prêmios conquistados agora passa a ocupar lugar de destaque internacionalmente também”, disse José Inácio.

Sobre o concurso internacional

O Concurso Mundial de Bruxelas, mundialmente conhecido como Spirits Selection by Concours Mondial de Bruxelles (CMB), é o maior evento voltado para avaliação e premiação de destilados do mundo inteiro. A excelente reputação de seu processo de seleção é um dos principais componentes do sucesso da competição. São rigorosamente escolhidos para a competição juízes conceituados e renomados por sua capacidade de avaliar bebidas alcoólicas. Na seleção e competição de destilados participaram 60 juízes profissionais que provaram e avaliaram até 35 bebidas alcoólicas por dia. A Seleção de destilados pela CMB é a única competição itinerante no mundo e única que realiza análises laboratoriais pós-evento nos destilados vencedores de medalhas.

Realizado há 20 anos, o concurso, que é sediado em diferentes países a cada edição, é levado muito a sério e cada vez mais produtores de destilados do mundo inteiro querem ganhar nas categorias, já que um selo de premiação no Spirits Selection pode representar um aumento de 30% nas vendas. O que torna a premiação ainda mais almejada e competitiva está na regra que apenas 30% dos participantes levam medalhas entre Ouro, Prata e Grand Ouro – o que quer dizer se 100 produtos forem inscritos, somente 30 ganharão.

As cachaças premiadas com Medalhas de Ouro na edição 2020 foram:

Aguardente Borghezan Tajuva 4 Months

Valdemir Debiasi Borghezan

Cachaça Barauna Carvalho Premium

Cachaça Barauna Tradicional

Cachaça Barauna Umburana

Engenho Barauna Ltda. Me

Cachaça Bylaardt Premium 5 Years

Ind. e Com. De Aguardente Bylaardt Ltda.

Cachaça Cafundó da Serra Ouro French Oak 2 Years

Coop. Familiar Agroindustrial Sul Catarinense Cafundó Da Serra

Cachaça Catarina Única

Destilaria Vitória

Cachaça Córrego Novo Amburana

Cachaça Córrego Novo Prata

Agrimar Agro Indústria e Comércio Ltda.

Cachaça de La Vega Premium

De La Veja Indústria de Bebidas Ltda.

Cachaça Extra Premium

Destilaria Rech

Cachaça Guaraciaba jequitibá

Aguardente Guaraciaba Ltda

Cachaça Pátria Amada Carvalho e Cumarú

Cachaça Pátria Amada Ouro

Quefan Agroindústria e Comércio Ltda-Me

Cachaça Seleta Seleta & Boazinha

Indústria e Comércio Importação e Exportação Ltda.

Cachaça Sóbria Clássica 2019

Cachaça Sóbria

Cachaça Vanalli Envelhecida 10 anos

Cachaça Vanalli

Cachaça Vanderley Azevedo Prata 2018

Cachaça Vanderley Azevedo Premium

Vanderey Azevedo

Moendão Premium Blend

Cachacaria Moendão Ltda

Pé Na Areia Cachaça Prata 40°

Alquimia Companhia Industrial e Comércio de Bebidas Ltda

Pinoco’s Premium French Oak 2 Years

Pinoco’s Cana Ltda.

 

Fonte: site da cachaça- https://www.sitedacachaca.com.br/concurso-mundial-de-bruxelas/

porpjbarreto

Sindalcool comemora apoio do Ministério de Minas e Energia ao RenovaBio

A sociedade brasileira, através do Congresso Nacional, escolheu a Política Nacional de Biocombustíveis, o RenovaBio, instituído pela Lei nº 13.576, de 26 de dezembro de 2017, como parte integrante da política energética nacional, visando contribuir para o atendimento aos compromissos do País no âmbito do Acordo de Paris e para promover a adequada expansão da produção e do uso dos biocombustíveis na matriz energética nacional, com ênfase na regularidade do abastecimento de combustíveis.

Um dos principais instrumentos da Política Nacional de Biocombustíveis é o Crédito de Descarbonização (CBIO). O CBIO é emitido por produtores ou importadores de biocombustíveis, voluntariamente certificados, com base na nota de eficiência energético-ambiental, proveniente dessa certificação, e do volume de biocombustíveis comercializado no mercado nacional. Cada CBIO equivale a uma tonelada de gás carbônico equivalente evitada na atmosfera. Os distribuidores de combustíveis de gasolina e diesel são a parte obrigada da política a adquirir os CBIOs.

Anualmente, como parte da política pública, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) define as metas compulsórias anuais de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa (GEE) para a comercialização de combustíveis. Assim, no ano passado, através da Resolução nº 15, de 24 de junho de 2019, o CNPE definiu as metas para o período de 2020 a 2029. Portanto, desde a publicação dessa Resolução os distribuidores têm conhecimento da meta definida para o ano de 2020.

Entretanto, para o ciclo de revisão das metas desse ano, excepcionalmente, o CNPE reduziu as metas de 2020 em cerca de 50%, materializadas na sua Resolução nº 8/2020, pois reconheceu os impactos da pandemia de COVID-19 no setor e, consequentemente, a necessidade de adequação das metas à redução da demanda de combustíveis e, portanto, à menor emissão de CBIOs em relação às metas estabelecidas no ciclo anterior.

Além disso, em sua decisão, o CNPE levou em consideração o fato do mercado de CBIOs ter sido aberto às negociações para os agentes em abril deste ano, o que também contribuiu para a redução das metas.

A proposta foi previamente discutida e analisada pelo Comitê RenovaBio antes de ser submetida ao CNPE. Ademais, assim como nos anos anteriores, a proposição foi lastreada em estudos técnicos objetivos, os quais foram objeto da Consulta Pública nº 94/2020. Esse processo participativo foi realizado com total transparência e amplo debate com a sociedade, ao longo dos trinta dias de sua duração.

Esse processo conferiu a desejada previsibilidade para o bom funcionamento do setor. Os CBIOs estão sendo escriturados e comercializados pelos produtores de biocombustíveis, e, desde abril deste ano, os distribuidores de combustíveis estão adquirindo seus créditos de descarbonização. Até o momento foram emitidos cerca de 14 milhões de CBIOs, o que corresponde a mais de 95% da meta anual de descarbonização, cujo prazo de cumprimento vai até o final deste ano.

Assim, o Ministério de Minas e Energia reafirma o seu apoio integral à Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio) e ratifica que as metas compulsórias anuais de descarbonização para a comercialização de combustíveis no âmbito da Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio), para o corrente ano estão vigentes e deverão ser cumpridas pelos agentes obrigados até o dia 31 de dezembro de 2020.

O MME continua empreendendo os melhores esforços, em conjunto com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e demais Agentes Setoriais para a continuidade e sucesso dessa estruturante política pública de longo prazo, legitimamente estabelecida com a aprovação da Lei e a edição dos atos infra legais decorrentes.

Para o presidente do Sindicato da Indústria de Fabricação de Álcool na Paraíba (Sindalcool), Edmundo Barbosa, neste ano, com a vigência da Política Nacional de Biocombustíveis, a redução de metas de descarbonização contam com apoio da sociedade e está claro a urgência em despoluir o ar.

O dirigente do Sindalcool lembrou que o MME esclareceu ao mercado sobre a garantia de segurança jurídica para os investimentos novos que começaram a ser planejados desde 2019.

Segundo ainda Edmundo Barbosa, o secretário de Petróleo, Gás e Biocombustíveis, José Mauro Coelho Ferreira e o ministro Bento Albuquerque reafirmaram que o RenovaBio é um instrumento eficaz para novos investimentos e empregos, e destacou ainda a capacidade de resposta rápida do MME em sentido contrário a qualquer judicialização nefasta aos interesses nacionais.

 

Sindalcool com Assessoria do MME

porpjbarreto

ANA lança aplicativo que permite a qualquer pessoa acessar os dados de chuvas e rios

Ferramenta também oferece dados de alguns dos principais reservatórios do Brasil

A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) lançou um aplicativo que permite a qualquer pessoa acessar os dados de volume de chuvas em determinado ponto, níveis e vazão de rios. A nova atualização da ferramenta também disponibiliza informações diversas sobre alguns reservatórios brasileiros, como vazão fluente e defluente, nível e volume.

Além disso, o aplicativo da ANA exibe dados sobre estações fluviométricas, que acompanham rios e reservatórios. O aplicativo integra o Sistema Nacional de Informações sobre Recursos Hídricos (SNIRH), gerenciado pela ANA, e permite o acesso às informações telemétricas coletados pela Rede Hidrometeorológica Nacional (RHN).

A ferramenta está disponível para download nos dispositivos móveis com sistemas operacionais Android e iOS.

Fonte: Brasil 61

porpjbarreto

João Azevêdo inspeciona obras e anuncia Restaurante Popular com oferta de mil refeições diárias em Cajazeiras

O governador João Azevêdo esteve, na última sexta-feira (06), em Cajazeiras, no Sertão da Paraíba, ocasião em que anunciou a instalação de um Restaurante Popular no município, com a oferta de mil refeições diárias, e realizou visitas técnicas às obras de pavimentação da PB-394, de acesso à 6ª Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) e à quarta adutora de Cajazeiras, ações que representam investimentos superiores a R$ 30 milhões.

Na oportunidade, o chefe do Executivo estadual destacou a importância da instalação do Restaurante Popular de Cajazeiras. “Nós sabemos que segurança alimentar é muito importante para as pessoas e ter a oportunidade de fornecer alimentos de excelente qualidade é fundamental porque disponibilizamos uma refeição a R$ 1,00, por isso, vamos ampliar esse investimento para mais cinco municípios”, frisou.

Ele também ressaltou os investimentos do Governo do Estado para garantir segurança hídrica para a região. “Investimento em água é sempre muito importante e a quarta adutora que vai garantir segurança hídrica para Cajazeiras é extremamente importante. Nós também autorizamos o DER a fazer o estudo para a ligação da rua João de Souza Maciel à BR-230, nas proximidades da Escola Técnica, e ficamos muito felizes de visitar a cidade e vistoriar obras que eu sei que vão beneficiar o povo”, comentou.

O deputado federal Wilson Santiago e os deputados estaduais Júnior Araújo e Wilson Filho acompanharam as visitas em Cajazeiras. Os secretários Deusdete Queiroga (Infraestrutura, dos Recursos Hídricos e do Meio Ambiente) e Ronaldo Guerra (Chefe de Governo) também estiveram presentes.

Pavimentação da rodovia PB-394 – As obras compreendem um trecho de 14,1 km (entroncamento da BR-230/Engenheiros Avidos) e representam um investimento de aproximadamente R$ 13 milhões, oriundos do tesouro estadual, beneficiando diretamente os moradores de Cajazeiras e Carrapateira. Os serviços visam promover a integração dos municípios da região; modernizar a infraestrutura rodoviária estadual; melhorar a qualidade de vida da população local; e oferecer conforto e segurança aos usuários da rodovia.

Quarta adutora de Cajazeiras – No local estão sendo investidos R$ 15,4 milhões, contemplando mais de 51 mil paraibanos. As obras consistem em uma adutora de água tratada por gravidade, com vazão de 60 litros por segundo e extensão de 17.995 metros; subadutoras de água tratada, sendo uma por gravidade com extensão de 1.460 metros, duas com extensão de 73,4 metros e três com extensão de 23,35 metros.

Acesso à Ciretran – As obras compreendem uma extensão total de 2,5 Km e a previsão de conclusão é para o início de 2021. Os serviços representam um investimento superior a R$ 1,6 milhão e irão beneficiar, diretamente, mais de 62 mil habitantes.

O objetivo da ação é melhorar a mobilidade urbana e a qualidade de vida da população local. Os serviços executados durante todo o período de atividades são: pavimentação da pista de rolamento em concreto asfáltico usinado a quente (CBUQ), calçamento em paralelepípedo, sistema de drenagem e sinalização horizontal e vertical.

 

Secom-PB

porpjbarreto

Usinas mantém cuidados com colaboradores na prevenção a Covid para manter rotina da safra em curso

Desde março deste ano, a pandemia do Covid-19, mudou a rotina da população mundial, com cenários nada animadores para a economia em todos setores. Apesar do declive econômico, o agronegócio brasileiro provou que continua sendo o celeiro para o planeta. Na Paraíba, o setor sucroalcooleiro, se adaptou a esse novo tempo, buscando meios para superar os desafios para garantir o abastecimento de álcool 70, etanol combustível, açúcar, bioeletricidade, dentre eles, a implementação do Plano de Combate e Prevenção Covid em todas usinas associadas ao Sindicato da Indústria de Fabricação de Álcool na Paraíba (Sindalcool).

Para o presidente do Sindalcool, Edmundo Barbosa, o protocolo embora já em execução, desde o final do primeiro trimestre, foi elogiado por Auditores na Superintendência Regional do Trabalho na Paraíba (SRT-PB), por ser o primeiro estado a elaborar um documento com essa finalidade. Em formato digital e impresso, contém uma série de ações para mitigação, controle e prevenção do Covid-19, visando a saúde e bem-estar dos colaboradores e fornecedores, e pode ser obtido no site sindalcool.com.br

Além de medidas de contenção ao vírus dentro das usinas, desde o início da pandemia, o álcool neutro tem hoje vendas crescentes e se tornou um aliado do sistema de saúde na prevenção contra Covid.

No documento, as usinas relataram que o reconhecimento precoce de novos casos é primordial para a prevenção da transmissão, pois atualmente, sabe-se que os casos não detectados e assintomáticos são os maiores responsáveis pela elevada taxa de transmissão.

O documento entregue a SRT-PB tem o objetivo de estabelecer o programa de vigilância e combate à pandemia da COVID-19, com os devidos protocolos e procedimento adotado pelo setor sucroalcooleiro, e estará sujeito a ajustes decorrentes da sua utilização prática e das modificações do cenário epidemiológico, podendo sofrer alterações à medida em que novos conhecimentos acerca da doença forem divulgados pelas autoridades competentes.

Os trabalhadores continuam sendo orientados quanto às medidas de prevenção nos ambientes de trabalho, a exemplo das áreas comuns, banheiro, área de descanso, vestiário, transporte, entre outros, por meio de orientações nos treinamentos internos, sinalização interna nas empresas, além de outros formatos de comunicação.

Medidas como aferição da temperatura corporal, afastamento dos funcionários sintomáticos, afastamento dos colaboradores do grupo de risco, higienização das mãos e etiqueta respiratória, distanciamento social, entre outras, fazem parte do protocolo aplicado pelas usinas associadas ao Sindalcool e Asplan.

Para a Engenheira Ambiental e de Segurança do Trabalho da Agroindustrial Tabu, Mírian Lira, construir esse protocolo em conjunto com as outras usinas e validá-lo junto a SRT-PB, com o objetivo de mitigar a problemática que todos estão passando com a pandemia do COVID-19 é gratificante, e reforça a responsabilidade de sempre contribuir na perspectiva de prevenção, humanização e melhoria das rotinas de trabalho.

“Enfrentar uma pandemia é desafiador para todos, mas nós da Destilaria Tabu temos nos dedicado desde o início, e estamos vigilantes para minimizar as possibilidades de contágio e controlar dentro do possível, aplicando os quesitos definidos no protocolo”, destacou Mírian Lira.

 

Assessoria

porpjbarreto

ASPLAN realiza ação social com crianças carentes de comunidade de Mamanguape

Além de ser uma referência para os produtores canavieiros, a Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (ASPLAN), que atua em defesa da categoria há mais de 60 anos, também é uma entidade socialmente responsável, que desenvolve ações em prol da comunidade e da sociedade. No último dia 30, mais uma ação social foi realizada com esse objetivo, quando colaboradores da Estação de Camaratuba, onde funciona a produção de insumos biológicos da Associação, promoveram uma tarde de brincadeiras e diversão com crianças carentes da comunidade Rua Nova, localizada no município de Mamanguape.

Foi uma tarde de muitas brincadeiras e diversão, que teve ainda a distribuição de kits de higiene e de lanches e guloseimas. “Esse evento foi importante para as crianças que se divertiram bastante e também aprenderam um pouco sobre a produção de insumos biológicos da Estação e a importância deles para o meio ambiente. Desde cedo precisamos formar a consciência ecológica na geração futura”, destaca o biólogo da Estação, Roberto Balbino, que também participou das atividades junto com seus colegas de trabalho.

“As crianças são o futuro de toda nação, devemos pensar e contribuir de alguma forma para um país melhor, mais humano e mais justo, além de ensinarmos boas lições, que com certeza ficaram marcadas e eles levarão para o resto da vida. Além disso tivemos o cuidado de entregarmos os kit’s de higiene, que são importantes em qualquer ocasião, ainda mais agora no momento que estamos vivendo”, reforça o coordenador da ASPLAN Luís Augusto.

Recentemente, por causa da pandemia do COVID-19, a ASPLAN, também dentro deste escopo de trabalho social, distribui álcool etílico à 70% para várias entidades públicas e privadas da capital paraibana. “Entendemos que se cada um fizer a sua parte, a sociedade caminhará de forma mais equilibrada. E a ASPLAN sempre teve esse cuidado, não apenas com seus associados, mas, com a sociedade de um modo geral, não à toa existimos há mais de 60 anos”, finaliza o presidente da ASPLAN, José Inácio de Morais.

Assessoria 

porpjbarreto

Livro ‘Cultivo de cana-de-açúcar na Paraíba’ tem participação de profissionais da ASPLAN

Lançado pela Editora da UFPB, numa iniciativa dos organizadores Fábio Mielezrski e Gleydyane Novais Lopes, o livro ‘Cultivo de Cana-de-Açúcar na Paraíba’ é leitura obrigatória não apenas de quem vive da produção da matéria-prima que gera álcool, açúcar e outras iguarias, mas, também de quem quer conhecer um pouco mais da cultura que existe desde a colonização do Brasil, sendo um dos principais sustentáculos econômicos do Nordeste. O livro, recentemente lançado, tem a participação de profissionais da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e é prefaciado pelo presidente da entidade, José Inácio de Morais.

Dividido em sete capítulos, a obra aborda desde a importância econômica da cana-de-açúcar na Paraíba, até questões específicas de manejo, morfologia, fenologia, fertilidade de solos, técnicas de implantação da cultura, controle de pragas daninhas, bioestimulantes e insetos-pragas da cultura. Os capítulos 1 (Importância econômica da cana-de-açúcar na Paraíba) e o 7 (Insetos-praga da cana-de-açúcar no estado da Paraíba) têm, respectivamente, as participações do agrônomo e coordenador da Asplan, Luis Augusto de Lima Santos e do biólogo da Estação de Camaratuba, mantida pela Asplan, Roberto Balbino.

No prefácio, José Inácio destaca a importância da cultura canavieira para o Brasil e, especialmente, para o Nordeste e fala do orgulho de ser produtor e neto e bisneto de plantadores de cana. “A cultura de cana-de-açúcar existe no Brasil, especialmente, no Nordeste desde os tempos da colonização. De lá para cá, sempre foi e ainda é o principal sustentáculo econômico e social da região. Na Paraíba, a cultura canavieira sempre ocupou lugar de destaque, sobreviveu a crises e secas e resistiu a tempos ruins. Existente em 26 municípios do Estado, a cana-de-açúcar merece destaque em qualquer cenário ou debate que se aborde economia, desenvolvimento, geração de emprego, renda sustentabilidade e produção de combustível limpo e renovável”, escreveu José Inácio.

 Ele ainda recomendou a leitura do livro, principalmente, com foco no reconhecimento e fortalecimento da cultura canavieira. “Como neto e bisneto de plantadores de cana, aluno da escola de Areia e produtor de cana, com muito orgulho, recomendo a leitura”, reiterou José Inácio.

Assessoria

porpjbarreto

Coasplan promove 1º Encontro Cultivar que reuniu produtores para debater uso de insumos que asseguram melhores rendimentos

O 1º Encontro Cultivar promovido pela Cooperativa dos Associados da Asplan (COASPLAN), em outubro, foi um sucesso de participação de produtores e de nível de debates e palestras. O momento, que contou com a parceria da Agrivalle e EuroChem, aconteceu na sede da fazenda do presidente da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio, em Mamanguape. Segundo o diretor comercial da Cooperativa, Thiago Queiroz, a iniciativa da Coasplan é atuar em várias frentes, inclusive, na realização de encontros como esse. “Foi um momento de muito aprendizado e difusão de conhecimentos que agregam valor ao negócio de nossos associados, possibilitando que eles tenham mais informações para gerir melhor suas lavouras”, destacou Thiago, lembrando que a ideia é realizar outros momentos como esse, brevemente.

Parceiros fortes da Coasplan, a Agrivalle e EuroChem, participaram do 1º Encontro Cultivar mostrando os diferenciais de seus produtos. A Agrivalle apresentou, na ocasião, a linha de enraizadores, fungicidas e nematicidas e a forma de atuação da bactéria Welt, demonstrando um menor custo por hectare, com resultados entre seis a doze toneladas comparando com os tratamentos convencionais e com um custo bem reduzido. Já a EuroChem mostrou os diferenciais da tecnologia utilizada em seus fertilizantes, com ênfase na Linha Nitrofosca, que contém todos os nutrientes necessários a planta, em apenas um grão.

“Esses parceiros têm trazido para o mercado canavieiro e para o agronegócio de um modo geral o menor custo de utilização de insumos por hectare. Neste evento foi realizado duas palestras, sob a responsabilidade destes parceiros, mostrando a viabilidade e retorno no uso dos produtos prospectados na ocasião. Saímos todos da fazenda de José Inácio com informações e dados importantes que balizarão, com certeza, os próximos investimentos na lavoura de nossos associados”, finaliza Thiago.

Assessoria

porpjbarreto

Monitoramento da cana feito pela Asplan nas indústrias assegura ganho real ao produtor canavieiro paraibano

O trabalho de fiscalização dos agentes tecnológicos contratados pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), para acompanhar a avaliação da qualidade da matéria-prima entregue pelos produtores canavieiros às indústrias processadoras paraibanas, vem assegurando, ano após ano, que o produtor receba uma remuneração compatível com a matéria-prima que está direcionando as usinas. Agora em outubro, a eficácia deste trabalho ficou ainda mais evidente quando um agente tecnológico da Asplan identificou uma falha de processo na Destilaria Giasa, comunicou o fato a referida empresa que, prontamente, tomou providências para corrigir o problema e ressarcir as diferenças em função do mesmo.

“O DETEC vem desenvolvendo um belo trabalho em prol dos associados e no que diz respeito a fiscalização nas unidades industriais esse trabalho é fundamental para assegurar ao produtor que ele receberá uma remuneração compatível com a cana que está entregando”, desta a o diretor técnico do DETEC, Neto Siqueira. Ele ressalta que o problema na Giasa se deu no laboratório de sacarose, com alguns certificados que não estavam dando como clarificados devido a um problema no clarificante usado. “Ao mesmo tempo que parabenizamos o nosso fiscal por ter identificado a falha, também enaltecemos a conduta da Giasa que de imediato resolveu problema e se prontificou a ressarcir os prejuízos noticiados”, reitera Neto Siqueira.

Em comunicado à Asplan, a Giasa esclareceu que assim que tomou conhecimento do problema, suspendeu a utilização do clarificante que estava sendo utilizado substituindo-o por outro produto também homologado pelo Consecana e se prontificou a ressarcir os prejuízos noticiados, programando o pagamento dos mesmos o que ocorreu neste dia 22 de outubro. No ofício endereçado ao DETEC, a direção da Giasa ainda reiterou que o Grupo Olho D’Água tem 100 anos de atuação no mercado sucroalcooleiro e que sempre agiu com ética e transparência no relacionamento com seus clientes, parceiros, colaboradores e fornecedores.

Sobre a fiscalização

O trabalho dos agentes tecnológicos da Asplan nas usinas compreende a análise da matéria-prima que usa a fórmula da ATR (Açúcar Total Recuperado) e o acompanhamento de todo o processo, desde a pesagem até a análise no laboratório para que a remuneração paga pela cana seja fidedigna ao que está sendo entregue. O acompanhamento da cana dos associados permanece durante toda a safra, diuturnamente, e enquanto houver fornecimento da matéria-prima para as oito unidades industriais paraibanas. O trabalho de fiscalização da Asplan conta com 18 gentes tecnológicos, sendo que 16 deles atuam nas usinas, um é o coletor das amostras e outro fica no laboratório fazendo as análises.

 

Assessoria