Categoria Política

porpjbarreto

Entrevista: Governador eleito na PB, João diz que Educação e Segurança serão prioridades

O governador eleito da Paraíba, João Azevêdo (PSB), revelou, em entrevista ao programa Tambaú Debate, exibido neste domingo (21), pela TV Tambaú, algumas das prioridades do seu governo, citou as primeiras medidas a serem tomadas e falou da montagem de sua equipe e da transição com o atual governo.

Ele elencou Educação e Segurança como as áreas que receberão atenção especial no seu governo e garantiu que a Paraíba não vai sofrer solução de continuidade nas políticas públicas que foram implantadas e no ritmo das obras.

“Sempre digo que a Educação é a mãe de todas as políticas públicas. Fizemos muito nos últimos anos e vamos continuar priorizando essa área, inclusive garantindo a abertura de mais 50 escolas de ensino em tempo integral já a partir de fevereiro. Segurança pública é uma preocupação nacional. A política de segurança implantada a partir de 2012 na Paraíba deu resultados com a redução de homicídios por sete anos consecutivos, e agora vamos ampliar essa política com investimentos em capacitação, tecnologia e inteligência”, destacou João.

Para Educação, além da abertura de 50 novas escolas com ensino integral no começo do ano, João reafirmou que vai ampliar programas como o Gira Mundo, PRIMA (Programa de Inclusão através da Música e das Artes), contratar 4 mil professores ao longo dos quatro anos do mandato e implantar, pelo menos uma Escola Técnica Cidadã Integral em cada cidade do Estado.

Já para Segurança, o governador eleito confirmou a implantação de Centros de Monitoramento e Controle nas cidades de João Pessoa, Campina Grande e Patos: a convocação dos 500 concursados da Polícia Militar e a realização de concursos anuais para recompor perdas naturais da tropa, como aposentadorias, por exemplo.

João revelou ainda que já está mantendo conversas com os deputados federais do Estado para garantir emendas ao Orçamento Geral da União para as obras e ações no ano que vem. Ele reafirmou que quer reunir toda a bancada federal no mês de janeiro para discutir com os 12 deputados federais e três senadores, as prioridades para a Paraíba junto ao Governo Federal.

O socialista falou ainda sobra à montagem da equipe de governo e transição, destacando que por se tratar de um governo de continuidade, não haverá sobressaltos. Ele disse que até o final de novembro quer está com a equipe formada e adiantou que vai anunciar os nomes via redes sociais.

Assessoria

porpjbarreto

Vereador morre ao ser atropelado no Cariri paraibano

Fábio estava em uma motocicleta quando foi atingido por um veículo e arremessado para o acostamento

O vereador da cidade de Coxixola, Fábio Oliveira, morreu na madrugada da última sexta-feira (19).

Fábio estava em uma motocicleta quando foi atingido por um veículo e arremessado para o acostamento.

O vereador foi socorrido para o Hospital de Serra Branca, mas não resistiu aos ferimentos e foi a óbito.

 

ClickPB

porpjbarreto

Durante ato no Nordeste, Haddad fala em virada para derrotar “trambiqueiro”

O candidato do campo democrático à Presidência da República, Fernando Haddad (PT), disse, durante um ato de campanha em Fortaleza (CE), que uma vitória sobre o candidato de extrema direita, Jair Bolsonaro (PSL), terá “um gosto especial, (…) porque não é ganhar de um cara razoável. É ganhar de um trambiqueiro, é ganhar de um cara destrambelhado”. A afirmação vem na esteira das denúncias de que empresários estariam bancando campanhas milionárias para disparos massivos de mensagens em aplicativos nas redes sociais contra ele e o PT, o que é vedado pela legislação eleitoral além de configurar crime de caixa 2.

Haddad, que na manhã deste sábado (20) participa do ato “Caminhada pela Democracia”, também em Fortaleza, antes de seguir para o Crato e Juazeiro do Norte, também destacou que a campanha de Bolsonaro tem sido caracterizada pela incitação à violência. “Modéstia à parte, o Brasil precisa mais de um professor que de um miliciano”, ressaltou. “Não é qualquer mal que ele traz para política. É um mal que leva à violência, ao desrespeito. É evangélico desrespeitando católico, branco desrespeitando negro, homem desrespeitando, porque ele estimula esse tipo de coisa o tempo inteiro. Há muito tempo não víamos isso na política acontecer”, afirmou.

Haddad disse esperar, ainda, que o “tranco” da repercussão da denúncia de que empresas estariam bancando uma campanha difamatória contra ele e PT, resultem “na prisão preventiva de empresário, para que eles denunciem em delação o que aconteceu na campanha” do adversário. Para ele, a guerra cibernética influenciou o súbito crescimento de Bolsonaro na reta final do primeiro turno. “Ninguém entendeu muito bem o que estava rolando. “A gente vinha crescendo muito forte [no primeiro turno]. Aí a gente passou o Bolsonaro nas projeções de segundo turno. Ficamos uma semana à frente dele nas projeções de segundo turno. A gente ia terminar o primeiro turno em primeiro lugar.

Isso era o que todo mundo dizia. Aí a gente não entendeu o que aconteceu nos últimos três, quatro dias”, observou.

“Não foi só na eleição presidencial. Na eleição para o Senado, para governador de Minas, do Rio de Janeiro. Um negócio muito estanho. Como é que o eleitor se comporta tão diferentemente do dia para a noite? …Uma mudança brusca dessa natureza… Tinha que ter acontecido alguma coisa. A gente começou a desconfiar. Aí (veio) a reportagem da Folha de ontem (quinta-feira, 18)”, disse sobre a denúncia de que empresários teriam gasto até R$ 12 milhões na comprar de pacotes de disparos de mensagens em massa contra o PT e sua candidatura.

“A atividade digital tem que ser marcante nestes dez dias para conter a ‘mentiraiada’ que ele conta e para fazer o Brasil ser feliz de novo”, clamou.

ASCOM

porpjbarreto

Qual o Brasil que você quer? Site nacional lhe ajuda a comparar os planos de governo de Bolsonaro e Haddad

Diante de um cenário político polarizado, no qual a disseminação de informações falsas e o debate inflamado, superficial e improdutivo sobre a política do país geram um panorama de intolerância, cresce o grupo de eleitores sem posição, saturados e frustrados com o tema. Vendo essa realidade, foi criado o site nacional “Tô indeciso”, que se propõe a analisar os planos de governo dos dois candidatos presidenciáveis. Basta acessar: http://toindeciso.com/#/propostas

O ‘Tô indeciso’ alia simplicidade e profundidade de conteúdo, para auxiliar cada brasileiro a exercer seu papel democrático e se ferramentar de informações para tomar a sua decisão, sem viéses e ruídos causados pelo contexto atual e focado nas temáticas que mais influenciam o dia-a-dia e a realidade de cada cidadão.

A plataforma é uma sumarização de informações verificadas e/ou extraídas dos planos de governo oficiais de cada candidato, criada sem fins políticos ou partidários, para ajudar o eleitor a exercer seu papel democrático e exigir a sua representatividade, no país que ele deseja construir.

Quem fez

Uma iniciativa popular, voluntária e independente baseada no Rio de Janeiro, formada por profissionais oriundos de vários estados e atuantes nos campos de design, comunicação e tecnologia.

 

Por JCPB

porpjbarreto

João Azevêdo diz que resultado da eleição confirma independência do povo da Paraíba

Em entrevista ao programa Primeiro Plano, da TV Manaíra, o governador eleito da Paraíba, João Azevêdo (PSB), disse que o resultado da eleição confirmou a independência que o povo da Paraíba conquistou nos últimos anos, graças às políticas públicas implementadas pela gestão do PSB, sob o comando do governador Ricardo Coutinho. João disse ainda que seu foco no momento está voltado para ampliar a vitória que o candidato à presidência Fernando Haddad (PT) obteve no Estado e virar o jogo em João Pessoa, onde o petista não chegou em primeiro lugar.

O socialista destacou que foi o candidato mais votado para governador em 209 dos 223 municípios paraibanos, sendo 60 administrados por prefeitos de partidos de oposição, que trabalharam contra sua candidatura. “Isso demonstra a autonomia, a liberdade e a independência que o povo da Paraíba conquistou, que mesmo com a constante informação contrária ao nosso nome, nós vencemos. Isso mostra que a força do trabalho vence qualquer disputa contra a política do discurso fácil”, afirmou.

João ressaltou ainda que o resultado da eleição que lhe garantiu uma expressiva vitória, foi fruto de um planejamento que foi cumprido à risca e graças ao projeto que ele representa que mudou a face da Paraíba. “Eu sou muito focado em estabelecer metas. Para mim, meta estabelecida, tem que ser cumprida e foi isso que fizemos”.

Ele disse ainda que a transição de governo se dará de forma tranquila, sem sobressaltos, já que a nova gestão vai se tratar de uma continuidade. Ele realçou, no entanto, que a população paraibana vai identificar, com o passar do tempo, que a nova administração terá sua cara.

João voltou a dizer que já tem planejado as primeiras ações do seu governo a partir de 1º de janeiro de 2019. Além de garantir a continuidade das obras que estão em andamento em todo Estado, ele assegurou a redução da conta de luz para mais de 500 mil paraibanos, através da isenção do imposto estadual, e a abertura de novas 50 escolas de ensino integral.

O governador também reafirmou a intenção de se reunir com toda bancada federal (deputado federais e senadores), já em janeiro, para definir as prioridades para o Estado.

 

Assessoria

porpjbarreto

Possível ministro da Agricultura de Bolsonaro é criticado após dizer que “há mais espaço para desmatamento”

Luiz Antônio Nabhan Garcia, presidente da União Democrática Ruralista, também defendeu a saída do Brasil do Acordo de Paris

Líder nas pesquisas de intenções de votos para a presidência da República, Jair Bolsonaro já ventila possíveis nomes para seus ministérios. E um deles causa polêmica antes mesmo da indicação. A fala de Luiz Antônio Nabhan Garcia, presidente da União Democrática Ruralista e cotado como ministro da Agricultura de Bolsonaro, de que “há espaço para mais desmatamento na Amazônia” foi duramente criticada por ambientalistas.

Em nota oficial, o Greeenpeace classificou como infeliz e ultrapassada a opinião de Nabhan. A ONG também criticou a possibilidade de união entre os ministérios da Agricultura e Meio Ambiente, ideia defendida por Jair Bolsonaro.

Na declaração dada ao jornal O Estado de S. Paulo nesta semana, Nabhan classificou como absurdo “falar em desmatamento zero”. Ele também defendeu a saída do Brasil do Acordo de Paris, que propõe medidas de redução de emissão dióxido de carbono a partir de 2020 e foi assinado em 2015 por 195 países.

Nesta semana, presidentes das federações estaduais de agricultura e pecuária e o presidente da CNA, João Martins, declaram oficialmente apoio pessoal à Jair Bolsonaro através de uma nota conjunta. Líder ruralista, Nabhan é o principal articulador de Bolsonaro no setor do agronegócio.

 

Reportagem: Raphael Costa

 

porpjbarreto

Plenária de apoio a Haddad no 2º turno reúne dezenas de lideranças em Campina Grande

Dezenas de lideranças políticas e de movimentos da sociedade civil participaram na última quarta-feira (17), em Campina Grande, da primeira plenária de mobilização na cidade em favor da candidatura presidencial de Fernando Haddad (PT), neste 2º turno. O evento foi organizado pela ex-deputada federal e suplente de Senadora Nilda Gondim e pela presidente do Centro de Apoio à Criança e ao Adolescente (Cendac), Valquiria Alencar.

A plenária ocorreu na sede do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas da Paraíba (STIUPB) e contou com a presença de representantes do governador eleito João Azevêdo (PSB), do Senador eleito Veneziano Vital do Rêgo (PSB), do diretório do PT, do PCdoB, do Podemos e do PROS, que integram a chapa petista, e também com a adesão de lideranças do PDT, que no primeiro turno apresentou a candidatura de Ciro Gomes.

Uma das organizadoras do evento, Nilda Gondim, falou em nome de Veneziano e pediu a união de todos em favor da candidatura que, verdadeiramente, representa a democracia e os direitos do cidadão. “Vamos lutar e unir nossas forças e levantar a bandeira de Haddad, pois chega de repressão. Chega de ditadura militar, que meu pai, meu marido e todos foram vítimas. Chega de violência e desrespeito com a mulher, os professores e crianças e só nós, com nossa força, poderemos ajudar a levantar essa bandeira”, afirmou Nilda. Veja o depoimento completo acessando o link https://youtu.be/AX5rm6iLz1w.

Ao falar em nome do Podemos, a primeira suplente de deputada federal Ana Cláudia Vital lembrou o empenho de todos no primeiro turno para as eleições estaduais, pela chapa do PSB, e pediu que todos voltem às ruas pedindo votos para Haddad neste 2º turno. “Vocês que penaram com o sol e sofreram com o frio, que disseram que queriam que a Paraíba continuasse com a força do trabalho, nós temos que defender a campanha de Haddad. Eu não tenho dúvidas de que o amor haverá de vencer o ódio, não vamos ceder a um governo que desrespeita as instituições da justiça eleitoral, da mesma forma que não respeita a Constituição e as mulheres”, disse. Veja o depoimento de Ana Cláudia: https://youtu.be/bhExyRyRMOU.

O presidente municipal do PT, Marcio Caniello, disse que o partido está dialogando com lideranças de diversas outras legendas, que já manifestaram o desejo de aderir à campanha de Haddad no 2º turno. “Estamos conversando com todos, no sentido de trazê-los para o nosso projeto, que é o único, neste segundo turno, que defende a liberdade, a democracia, a tolerância, o amor e o respeito entre os brasileiros, independentemente da posição ideológica de cada um”.

Estiveram presentes na reunião a ex-prefeita de Campina Grande Cozete Barbosa, a ex-presidente do PT municipal Teresinha Cavalcante, lideranças do PROS, Podemos e lideres de Clubes de Mães, Associações de Moradores de Bairro e outras entidades de Campina Grande.

Por JCPB

porpjbarreto

Deputado Jeová faz duro discurso contra Bolsonaro, diz que ele não respeitará instituições e que fala uma coisa mas pensa outra

Como alguém ousa dizer que combate a corrupção se só anda com corrupto? Essa frase abriu o duro discurso feito na última quarta-feira (17), pelo deputado estadual Jeová Campos (PSB), durante sessão na ALPB. O parlamentar lembrou ainda que 99% dos líderes políticos dos partidos que apoiam a candidatura de Bolsonaro, apoiam o governo de Temer e boa parte deles estão envolvidos em escândalos de corrução. “É muita incoerência fazer um discurso de combate à corrupção quando se vira para todos os lados do palanque do 17 e só tem corruptos, olha para traz só tem os golpistas que apoiaram Michel Temer e olha para frente só tem Michel Temer”, destacou Jeová.

Outro ponto de crítica do parlamentar foi em relação as posturas inconsistentes do candidato. “Como é que um candidato a presidência dá declarações contra o Bolsa Família e agora afirma que é uma desumanidade acabar com o Bolsa Família. Há pouco tempo, ele dizia que não estuprava mulher feia, eu mulher tinha que ganhar menos e agora diz que não tem nenhum problema com mulher. Que na votação do impeachment de Dilma elogiou um torturador e nos dias atuais diz que é compromissado com os direitos humanos. Afinal de contas, nós estamos falando com quem?, questionou Jeová.

Outro ponto de críticas foi em relação à postura de Bolsonaro no que diz respeito as armas. “Eu me pergunto como é que se vai combater violência fomentando o estímulo ao armamento da população? Quem de nós não teria cometido um erro grave na vida se tivesse uma pistola na cintura em determinados momentos?”, disse Jeová que também criticou a ausência do candidato nos debates. “Eu não posso entender que alguém que queira ajudar a democracia, fortalecer as instituições, ajudar o Brasil a encontrar um novo caminho se negue a ir a um debate político. Como vamos saber efetivamente o que pensa esse candidato dada as suas constantes contradições, se ele diz uma coisa numa semana e na outra diz outra completamente distinta”, frisou o deputado.

Jeová levantou ainda algumas questões que, segundo ele, precisam ser esclarecidas para o eleitorado. “Precisamos saber dele como ele vai gerar empregos neste país que precisa de 20 milhões de empregos. Como vai se dar a reorganização do estado nacional, como ficará a Petrobras, será privatizada? E as nossas riquezas, serão entregues de bandeja ao capital estrangeiro? Como vai se dar a relação com o Poder Judiciário? Ele vai mudar seu posicionamento como presidente em relação ao congelamento de 20 anos nos investimentos na saúde e educação que foram aprovados com o voto dele na condição de deputado federal?”, questionou Jeová.

Ainda segundo o parlamentar, a questão sobre não respeitar a listra tríplice para indicação do Procurador Geral da República, o preocupa demasiadamente. “Bolsonaro já disse que não vai respeitar a listra tríplice para indicação do Procurador Geral da República. E o que significa isso? Significa não respeitar a vontade soberana das instituições. Todos os presidentes, desde Fernando Henrique, sempre escolheram dentro da lista tríplice. Bolsonaro disse que não agirá assim e ai eu pergunto: Como vai se respeitar a democracia desta forma já que a Procuradoria é uma das instituições mais importantes da República”,  reforçou o parlamentar, que também é advogado.

Segundo Jeová essa afirmação de Bolsonaro significa uma intervenção direta na instituição, que comprometerá indubitavelmente os inquéritos que serão tocados de acordo com o interesse do Presidente da República e não da Nação. “Eu sinceramente não posso deixar de mostrar minha inquietação e meu constrangimento, porque isso significa uma insensatez, uma insanidade, aliás, isso é tudo o que significa essa candidatura. Espero que o povo acorde deste transe e consiga enxergar o que está por trás desta candidatura que eu diria até que é de um lobo vestido em pelo de cordeiro”, finalizou Jeová.

 

Assessoria

porpjbarreto

Haddad afirma que vai mudar toda a equipe econômica se vencer as eleições

O presidenciável disse que está conversando com pessoas de alta respeitabilidade, pois quer montar a melhor equipe que o país já teve

Foto: Agência Brasil

Nesta terça-feira (16), o candidato à presidência da República, Fernando Haddad, afirmou que, se vencer as eleições, vai mudar toda a atual equipe econômica.

Segundo ele, essa é uma estratégia que o diferencia de Jair Bolsonaro, que pretende manter quem está na equipe econômica hoje em dia. Em entrevista coletiva, Haddad disse que, se for eleito, a partir do dia 1º de janeiro, a equipe do Temer sai e irá entrar uma nova equipe.

Ao ser questionado sobre quem poderá fazer parte do futuro governo, Haddad disse que tem feito sondagens a pessoas que ele respeita, independentemente de partido político.

O presidenciável disse que está conversando com pessoas de alta respeitabilidade, pois quer fazer um governo mais amplo possível e montar a melhor equipe que o país já teve.

A tarde, Haddad concedeu entrevista a Rádio Jovem Pan de São Paulo e disse que, nos 18 anos de vida pública, com 55 anos de idade, nunca teve um gesto de deselegância com pessoas que ele tenha algum tipo de divergência. Segundo ele, alguém que pretende governar o Brasil precisa ter postura e saber dialogar para não “arrebentar o país”.

Na noite desta segunda-feira (15), em Fortaleza, Cid Gomes disse, em um evento de apoio a Haddad, que o PT deveria fazer um “mea culpa”, ou seja, pedir perdão, fazer a confissão da própria culpa, e que, se não fizer isso, será “bem feito perder a eleição” para Jair Bolsonaro (PSL).

Nesta terça-feira (16), no que se refere a rixa entre os irmãos Ciro e Cid Gomes, Haddad disse que eles “ficaram ressabiados com o PT por razões locais do Ceará”, mas que sabe que o problema não é com ele. Haddad disse que é muito amigo dos dois, que o respeito por eles continua o mesmo e que deseja que eles participem da campanha dele.

Um dia depois de criticar o PT, o senador eleito Cid Gomes escreveu no Facebook que o candidato do partido à Presidência, Fernando Haddad, “é infinitamente melhor que o Bolsonaro”.

Reportagem: Cintia Moreira

 

porpjbarreto

Dra. Paula reage à denúncia de uso da Prefeitura: “Coisa de oposição raivosa”

“É fake news”. Foi assim que a primeira-dama de Cajazeiras e deputada estadual eleita, Paula Francinete (PP) reagiu à denúncia de uso da máquina pública da Prefeitura da cidade em favor de sua candidatura. A afirmação foi feita na tarde desta terça-feira (16) pelo deputado estadual eleito, Júnior Araújo (Avante).

“Eles continuam fazendo isso. Foi na minha campanha, foi quando assumi a Secretaria de Saúde. Isso são resquícios de uma oposição raivosa”, disse a médica, em contato com o Blog.

Junior Araújo denunciou no Arapuan Verdade (Rede Arapuan), o que chamou de “balcão de negócios” montado na Prefeitura para eleger a primeira-dama.

Ele sugeriu a existência de nomeações na estrutura municipal de cabos eleitorais que apoiaram a candidatura de Paula e liberação de exames médicos em municípios onde ela foi votada.

A deputada eleita nega.

Cajazeiras: “Prefeitura virou balcão de negócios para eleger Dra. Paula”, acusa Júnior

 

Com Heron Cid