Categoria Policial

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Extorsão no débito: travestis obrigam clientes a passar cartões

O bando chegou a faturar R$ 12,6 mil ao dopar um servidor público. Ameaçado de morte em um quarto de motel, ele forneceu as senhas

Armada, perigosa e com funções bem definidas, uma quadrilha formada por travestis negocia programas sexuais, rende vítimas e comete roubos e extorsões no Distrito Federal. Os principais alvos são homens que procuram sexo rápido e sigiloso na região conhecida por abrigar pontos de prostituição em Taguatinga Sul, próximo à fábrica da Coca-Cola. O bando chega a faturar entre R$ 10 e R$ 12 mil em cada ação, sempre operando máquinas de crédito e débito. Os equipamentos são usados para passar os cartões das vítimas.

Dezenas de ocorrências registradas na 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Sul) mobilizaram equipes de investigação para identificar e desarticular a associação criminosa, formada por sete travestis, dois homens e uma mulher. Ao todo, 72 vítimas procuraram a unidade policial e narraram ataques. Em um dos casos, um servidor público de 55 anos foi rendido e obrigado a digitar a senha dos seus cartões. Perdeu R$ 12,3 mil na cama de um motel.

As investigações traçaram o modus operandi usado pela quadrilha, o perfil das vítimas, além do dia, hora e local que as acompanhantes mais atacam. Os casos se multiplicaram desde o início deste ano, especificamente nos lugares com maior concentração de pontos de prostituição e casas especializadas em promover encontros sexuais.

Perfil

Conforme análise da PCDF, o grupo escolhe a dedo suas vítimas. Em todos os casos, os alvos são homens — a maioria casado —, com idades entre 40 e 65 anos e que apresentam receio de serem expostos por terem tido contato com travestis. Quase todos os ataques ocorrem nas quadras CSG, entre segunda e quinta-feira. Os horários variam entre 1h e 5h da madrugada.

Ela fez uma proposta aparentemente vantajosa: o homem desembolsaria mais R$ 30 e teria outras duas travestis para uma orgia. Todos seguiram para um motel próximo ao ponto de prostituição. No quarto, uma delas abriu uma lata de cerveja e serviu ao cliente. A bebida havia sido batizada com uma substância calmante, que deixou o funcionário público desorientado.

As agressões e ameaças começaram. As acompanhantes sacaram máquinas de débito guardadas nas bolsas e obrigaram o homem a digitar a senha do cartão. “Só me lembro delas falando que estava demorando para apagar e que me cortariam com facas se eu não digitasse a senha”, disse a vítima em depoimento na delegacia.

Ao todo, elas efetuaram 16 saques com os cartões do servidor, totalizando R$ 12,3 mil. Foram feitas também compras de crédito em uma série de estabelecimentos. Ainda atordoado e sob o efeito da droga, a vítima despertou apenas na manhã do dia seguinte, acordado por uma camareira do motel. O servidor juntou todas as faturas dos cartões usados pelas travestis e entregou aos investigadores, que apuram os roubos cometidos.

Outras vítimas

Além do servidor dopado e roubado, os policiais da 21ª DP investigam uma série de outros casos ligados ao bando. Um deles diz respeito a um idoso de 64 anos rendido no estacionamento de uma faculdade, em Taguatinga. Morador da Asa Norte, ele foi obrigado a debitar valores com seus cartões. Os valores chegaram a R$ 6,8 mil.

Caminhoneiros e motoristas de aplicativo também tornaram-se alvos do bando pela vulnerabilidade de suas funções. Os primeiros costumam estacionar as carretas e caminhões nas regiões próximas à Coca-Cola. Alguns são rendidos enquanto dormem nas boleias e outros são roubados quando negociam programas com as travestis.

Os motoristas de aplicativos são acionados por meio do celular para realizarem corridas e acabam sendo ameaçados com facas e obrigados a digitar as senhas dos cartões nas máquinas. Algumas das travestis foram identificadas e são procuradas pela polícia.

Fonte: Metropoles

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Cajazeiras: Motociclista perde a vida ao colidir com animal na BR-230, no Sertão paraibano

O motociclista Elionaldo Nascimento de Oliveira, conhecido por “Neném”, de 43 anos, residente no Bairro Bela Vista em Cajazeiras, morreu quando trafegava em uma moto, CG de cor vermelha, placa: MOD-4771, pela rodovia federal BR-230, entre o distrito São José e Cajazeiras.

O fato se deu na noite do último sábado (12), quando um animal teria provocado o fatídico ocorrido. “Neném” faleceu no local, pois devido ao grande número de fraturas e ferimentos graves, ele não resistiu.

Populares acionaram a Polícia Rodoviária Federal, que rapidamente chegou ao local, mas a vítima já estava em óbito. De acordo com testemunhas, “Nénem” usava capacete no momento do choque, mas não foi suficiente para diminuir o impacto, causando-lhe a morte instantaneamente.

Uma equipe de peritos foi acionada e, o corpo encaminhado ao Núcleo de Medicina Odontológica Legal (NUMOL) de Patos, a 170 quilômetros de Cajazeiras.

 

Foto: WhatsApp

Redação – com informações de Ângelo Lima

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Acusado de praticar estupro contra irmã menor tem condenação mantida pela Justiça da Paraíba

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba, em sessão realizada na última quinta-feira(10) negou, por unanimidade e em harmonia com o parecer do Ministério Público, provimento ao apelo de Andrey Alexandre Cordeiro da Silva, mantendo a sentença do Juízo da 1ª Vara da Comarca de Monteiro, que condenou o réu a uma pena definitiva de 12 anos de reclusão em regime fechado, pela prática do crime de estupro de vulnerável (artigo 217-A do Código Penal), praticado contra sua irmã menor. O relator da Apelação Criminal nº 0000647-98.2016.815.0241 foi o desembargador Arnóbio Alves Teodósio.

Consta dos autos que o acusado praticou ato libidinoso diverso da conjunção carnal contra sua irmã menor, à época dos fatos, com seis anos de idade. No dia 11 de maio de 2016, a Promotoria de Justiça de Monteiro recebeu relatório da Secretaria de Ação Social do Município de São Sebastião do Umbuzeiro, informando do suposto abuso sexual de vulnerável.

Dados do relatório informam que, ao realizar acompanhamento social na Escola Municipal Pedrosa Amador, observou-se que a criança apresentava queda de cabelo exagerada e falta de higiene. Encaminhada ao médico e realizado acompanhamento, constatou-se que a mesma, ao ser contrariada, exposta a tensão ou intimidação, passava a arrancar, compulsivamente os cabelos. Após um mês, a menor passou a expressar vocabulário não muito habitual para sua pouca idade.

Em suas razões, a defesa pugnou pela absolvição, sob o argumento de que não há provas da existência do fato criminoso e que os elementos são insuficientes a ensejar uma condenação, destacando os laudos sexológico e psicológico. Requereu, também, a desclassificação do crime de estupro de vulnerável para o delito de Contravenção Penal (artigo 61 do Decreto Lei nº 3.688/41) ou para o crime de satisfação de lascívia mediante a presença de criança ou adolescente (artigo 218 – A do CP).

Ao analisar os pleitos, o relator afirmou ser impossível a absolvição, tendo em vista que os fatos narrados na denúncia encontram respaldo nas declarações da ofendida, corroboradas por outras provas produzidas durante a instrução criminal, não deixando dúvidas de que, de fato, o acusado praticou o crime de estupro de vulnerável contra sua irmã. “Em que pese a irresignação da defesa, existem elementos probatórios aptos e suficientes para justificar o édito condenatório proferido em primeira instância, portanto, o recurso não merece provimento”.

O relator afirmou, ainda, que a sentença recorrida apresenta fundamentação irretocável, tendo o magistrado de primeiro grau sopesado todo o acervo probatório e, de forma indubitável, alicerçado sua decisão em elementos concretos dos autos, demonstrando os motivos que levaram à condenação do denunciado. Da decisão cabe recurso.

Assessoria de Imprensa – TJPB

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Senado aprova MP que facilita venda de bens apreendidos do tráfico

O plenário do Senado aprovou na última quarta-feira (09) projeto que facilita a venda de bens apreendidos de traficantes. A matéria vai agora à sanção presidencial.

Proposto pelo governo federal em junho como medida provisória (MP 885/19), o texto agiliza o repasse, a estados e ao Distrito Federal, de recursos decorrentes da venda de bens apreendidos relacionados ao tráfico de drogas. A MP dá à Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) o poder de leiloar esses bens antes do término do processo criminal.

A expectativa do governo é facilitar a transformação dos produtos apreendidos em recursos financeiros para custear ações de repressão policial, compra de equipamento, campanhas contra o uso de drogas e atendimento a dependentes químicos, entre outras ações.

Aprovado na Câmara no início deste mês, o texto estabelece que o juiz ordenará às secretarias de Fazenda e aos órgãos de registro e controle de aeronaves, embarcações e veículos a realização de averbações necessárias para livrar o bem a ser leiloado de qualquer gravame.

Segundo o Ministério da Justiça, existem atualmente no país 30 mil bens que estão à disposição da União aguardando destinação depois de terem sido apreendidos em operações de combate ao tráfico de drogas. Há um número ainda maior de bens que foram aprendidos e aguardam o término do processo criminal para serem destinados aos leilões. A pasta estima que esse número chegue a 50 mil.

Agência Brasil

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‘Operação Calvário’: Dois indiciados são encaminhados para Ala Especial da Penitenciária Hitler Cantalice

O ex-secretário estadual executivo de Turismo, Ivan Burity, e o diretor administrativo do Hospital Geral de Mamanguape, Eduardo Simões Coutinho, foram encaminhados para a Ala Especial da Penitenciária de Segurança Média, Juiz Hitler Cantalice, na Capital. A decisão sobre o encaminhamento dos indiciados na quinta fase da “Operação Calvário” para a unidade prisional aconteceu durante a audiência de custódia realizada no início da noite desta quarta-feira (09), na Sala de Sessões da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba, sob a presidência do juiz da 1ª Vara Criminal da Comarca de João Pessoa, Adilson Fabrício Gomes Filho, designado para o ato.

Durante a sessão, os custodiados tiveram o direito de não permanecer algemados, em conformidade com o artigo 8º, inciso II, da Resolução nº 213/2013 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A defesa de Ivan Burity requereu que seu cliente recebesse e fizesse uso, no Presídio, de medicamento de uso contínuo, para tratamento de hipertensão. Este pedido foi deferido pelo juiz, em harmonia com o parecer do Ministério Público, desde que com a devida prescrição médica, a ser conferida pela Diretoria do estabelecimento prisional. Em seguida, foi requerida a substituição da prisão preventiva por medidas cautelares previstas no artigo 319 do Código de Processo Penal, sendo tal pedido encaminhado para o relator do Processo nº 0000691-59.2019.815.0000, desembargador Ricardo Vital de Almeida.

“Este Juízo não é instância revisora da decisão perseguida, mas tão somente por delegação da relatoria, à realização da audiência de custódia”, disse o juiz Adilson Fabrício, ao analisar o pedido de substituição da prisão preventiva. A decisão também serviu para o custodiado Eduardo Coutinho, que requereu a substituição da preventiva pela prisão domiciliar. O magistrado determinou, ainda, que está expressamente proibida a visita de qualquer pessoa aos indiciados, salvo familiares de 1º e 2º graus (em linha reta) e advogados. A medida visa evitar a ingerência da influência política no processo judicial.

Ivan Burity e Eduardo Simões foram presos, preventivamente, na manhã desta quarta-feira, durante a quinta fase da Operação Calvário, que visa desarticular uma organização criminosa suspeita de corrupção, lavagem de dinheiro e desvio de recursos em contratos firmados com unidades de Saúde e Educação da Paraíba. A investigação identificou que a organização criminosa teve acesso a mais de R$ 1,1 bilhão em recursos públicos para a gestão de Saúde em várias unidades da federação, no período entre julho de 2011 até dezembro de 2018.

Fernando Patriota/Assessoria de Imprensa-TJPB

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Paraíba: Deflagrada quinta fase da Operação Calvário. Veja decisão!

Foi deflagrada, na manhã desta quarta-feira (09/10), a quinta fase da Operação Calvário, para combater desvio de recursos públicos estaduais, corrupção e lavagem de dinheiro, em três cidades paraibanas (João Pessoa, Santa Rita e Mataraca) e em mais quatro Estados (São Paulo, Alagoas, Paraná e Rio de Janeiro). Na Paraíba, a ação foi desenvolvida pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) e a Comissão de Combate aos Crimes de Responsabilidade e à Improbidade Administrativa (Ccrimp), órgãos do Ministério Público da Paraíba, juntamente com a Controladoria-Geral da União (CGU), Ministério Público Federal (MPF), Polícia Federal (PF) e Polícia Rodoviária Federal (PRF). O objetivo foi cumprir três mandados de prisão e 25 de busca e apreensão.

Esta etapa da operação contou com o apoio operacional dos órgãos do Ministério Público dos estados de São Paulo, Alagoas e Paraná, por meio de seus respectivos Gaecos, e do Rio de Janeiro, por intermédio do Grupo de Segurança e inteligência (CSI) e do Gaocrim, e da auditoria do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba.

De acordo com a investigação em curso, a Operação Calvário, na Paraíba, tem o objetivo de investigar e desarticular uma organização criminosa (Orcrim) que, por seus agentes e núcleos de atuação, foi responsável pela prática de atos de corrupção, lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos em contratos firmados com unidades de saúde e educação do Estado e cujos valores ultrapassam o montante de R$ 1 bilhão. Ainda segundo a apuração, essa organização atuou também em outras unidades da federação, a exemplo do Estado do Rio de Janeiro.

A primeira fase da Operação Calvário foi desencadeada em dezembro de 2018. À medida que as investigações avançaram, novas fases foram deflagradas e denúncias oferecidas à Justiça. Esta quinta fase teve o objetivo de cumprir ordens emitidas pelo desembargador relator do processo em curso no Tribunal de Justiça da Paraíba, Ricardo Vital de Almeida, atendendo a requerimento do Ministério Público da Paraíba. A Justiça determinou a expedição de três mandados de prisão preventiva em desfavor de Ivan Burity de Almeida, Jardel Aderico da Silva e Eduardo Simões Coutinho.

Os 25 mandados de busca e apreensão foram em desfavor de Aléssio Trindade de Barros, José Arthur Viana Teixeira, Ivan Burity de Almeida, Pousada Potiguara/Camaratuba, Conesul Compercial e Tecnologia Educacional Eireli, Márcio Nogueira Vignoli, Hilário Ananias Queiroz Nogueira, Editora Grafset, Vladimir dos Santos Neiva, J.R. Araújo Desenvolvimento Humano Eireli/Editora Inteligência Relacional (este com localizações em Ribeirão Preto/SP e Maceió/AL), Jardel da Silva Aderico, Antônio Carlos de Souza Rangel, Henaldo Vieira da Silva, Giovana Araújo Vieira, Mário Sérgio Santa Fé da Cruz, Eduardo Simões Coutinho, José Aledson de Moura, Instituto de Psicologia Clínica Educacional e Profissional (IPCEP) e Brink Mobil Equipamentos Educacionais (este último estabelecido em Colombo/PR, Curitiba/PR, Campina Grande do Sul/PR e São Paulo/SP).

Na Paraíba, estão sendo cumpridos, de forma simultânea, 13 mandados judiciais, sendo dois de prisão preventiva e 11 de busca e apreensão, mais precisamente nos municípios de João Pessoa, Santa Rita e Mataraca. Outros mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos no Estado do Rio de Janeiro (quatro), em São Paulo (três) e no Paraná (cinco). Em Alagoas, são três mandados (um de prisão preventiva e dois de busca e apreensão).

Clique neste link DECISÃO-BUSCA-E-PRISÃO-PREVENTIVA  e confira a íntegra da decisão judicial que culminou com as prisões e demais ações da operação desta quarta-feira (09).

Assessoria de Imprensa – MPPB

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Perseguição: radialista é afastada de emissora de rádio a pedido do prefeito de Cajazeiras. Escute!

“O prefeito quer minha cabeça, ele quer que eu me cale”!

Goretty Videres, radialista sousense radicada em Cajazeiras há mais de uma década, foi contratada para prestar seus serviços à Secretaria Municipal de Educação de Cajazeiras e, tudo corria tranquilo, mas a partir do momento que a referida profissional continuava a receber críticas e diversas denúncias – principalmente dos seus de ouvintes em desfavor da gestão do prefeito José Aldemir Meireles de Almeida (PP), a mesma tentava resolver cada solicitação perante um secretário da pasta que lhe cabia uma intervenção, porém, os auxiliares do governo desconversavam e não buscavam nenhuma solução dos problemas da sociedade cajazeirense.

Insatisfeita e incomodada com o “alheísmo” de uma resposta à comunidade e seus ouvintes, Goretty passou a registrar as demandas por meio de vídeos e publicá-los nas redes sociais.

De acordo com áudios vazados nos grupos do WhatsApp, um auxiliar da gestão havia tentado intimidar Videres com ameaças, não tão distante desse tipo de comportamento, o próprio prefeito José Aldemir fez uma ligação em tom bastante agressivo, intimidador e ameaçador.

Foi ai que Goretty procurou a Delegacia de Polícia Civil, para registrar um Boletim de Ocorrência. Logo que tomou conhecimento do B.O, o gestor providenciou uma nota de esclarecimento, para dar sua versão. Por existir um contrato entre a Prefeitura de Cajazeiras e a empresa que Goretty trabalha, supõe-se que houve um pedido do prefeito à direção da emissora, para afastar a profissional como maneira de amedronta-la.

Abaixo, ela postou uma nota direcionada aos seus ouvintes e desabafo em áudios:

Prezados ouvintes e amigos:

Comunico a todos que tive minhas férias antecipadas na Rádio Patamuté FM, tudo parece providência de Deus, pois na hora em que meu profissionalismo e coragem são postos em desafio, bem como sendo alvo de muitas acusações e ameaças, terei dias de merecido descanso. Todavia, também aproveitarei – dada a demanda crescente – para estar junto de vocês, pessoalmente, ouvindo a todos e continuando com essa campanha orgânica de esclarecimentos à população, cobranças aos gestores públicos e debate com a comunidade. Em breve voltaremos a nos encontrar nas ondas da Rádio Patamuté FM, e atualizarei ao meu querido público acerca de assuntos relevantes para toda sociedade paraibana. Forte abraço, Goretty Videres”.

 

Redação – fmrural.com.br

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Justiça mantém pena de 15 anos a réu que matou homem no velório em São José de Piranhas

Momento em que a vítima era socorria para o hospital.

Na sessão de julgamento desta terça-feira (8), a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba negou provimento à Apelação Criminal nº 0000145-54.2018.815.0221 apresentada pela defesa do réu Aldeir José Vieira de Araújo. Ele foi condenado pelo Juízo da Vara Única da Comarca de São José de Piranhas a uma pena de 15 anos, por homicídio duplamente qualificado. O crime aconteceu durante um velório. A relatoria do recurso foi do desembargador e presidente do Colegiado, Ricardo Vital de Almeida. O voto foi em harmonia com o parecer do Ministério Público e a decisão unânime.

Segundo os autos, no dia 18 de março de 2018, por volta das 17h30, no Distrito de Piranhas Velhas, pertencente ao Município de São José de Piranhas, o apelante matou, por motivo fútil e dificultando a defesa da vítima, José Eudair Oliveira de Lima. Conforme foi apurado, o ofendido se encontrava em um velório, quando Aldeir José o apunhalou com um golpe de faca peixeira. Em seguida, o réu fugiu do local e teve sua prisão preventiva decretada no dia 20 de março de 2018. Os autos ainda informam que o motivo do assassinato teria sido uma discussão que o apelante e a vítima tiveram na manhã do dia do crime.

O magistrado de 1º Grau pronunciou o réu como incurso no artigo 121, § 2º, incisos I e IV, do Código Penal (homicídio duplamente qualificado).

O Conselho de Sentença da Comarca de São José de Piranhas reconheceu a materialidade e autoria delitiva e, por outro lado, rechaçou a tese defensiva de homicídio privilegiado – praticado por motivo de relevante valor social ou moral – condenando  Aldeir José Vieira de Araújo pelo crime de homicídio qualificado. Na sentença, o juiz Hermeson Alves Nogueira aplicou ao réu 15 anos de reclusão, fixando o regime fechado para o cumprimento inicial da pena, negando ao réu o direito de recorrer em liberdade.

A defesa do apelante alegou que a decisão dos jurados foi manifestamente contrária à provas dos autos e que, diante da fragilidade dos elementos probatórios, deve prevalecer o princípio do in dubio pro reu (na dúvida, a favor do réu). Com base nesses argumentos, requereu a anulação do julgamento. Pediu, ainda, a redução da pena ao patamar mínimo, defendendo a inidoneidade da fundamentação adotada quando da análise das circunstâncias judiciais.

Segundo o relator, a tese defensiva de homicídio privilegiado foi rechaçada pelos jurados, que acolheram a pretensão condenatória do crime duplamente qualificado apresentada pelo Ministério Público. “Essa opção por uma das versões arguidas em plenário, afastada a nulidade de decisão contrária à provas dos autos, deve ser mantida, em obediência ao princípio da soberania dos veredictos”, afirmou o desembargador Ricardo Vital de Almeida.

A respeito da redução da pena, o relator disse que, considerando a desfavorabilidade de dois vetores (culpabilidade e consequência do crime), bem como a pena em abstrato para o crime de homicídio qualificado (12 a 30 anos), a elevação da pena-base para 16 anos e seis meses de reclusão obedece aos princípios da razoabilidade e da proporcionalidade, impondo-se a conformação. Ao final, o desembargador ressaltou a preponderância da atenuante da confissão, realizando uma compensação parcial e reduziu a pena em um ano e seis meses. Assim, realizada a subtração, a pena ficou definitiva em 15 anos de reclusão em regime fechado. Da decisão cabe recurso.

 

Fernando Patriota – Assessoria de Comunicação – TJPB

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Após emissão de Nota de Esclarecimento do prefeito José Aldemir, radialista Gorete Videris expõe real situação. Escute!

A radialista sousense Gorete Videris, radicada na cidade de Cajazeiras há mais de uma década tem sofrido ameaças de pessoas ligadas à gestão e segundo ela até do próprio prefeito José Aldemir (PP) e, por razão, a mesma se dirigiu à Delegacia de Polícia Civil local e descreveu com detalhes às agressões e intimidações.

“Eu não vou fazer parte de um governo que está enganando as pessoas”

Abaixo, um áudio postado pela radialista, onde dá informações sobre o assunto. Escute!

Gorete tem feito várias denúncias em desfavor da gestão, postando vídeos, depoimentos de pessoas extremamente carentes e o efeito está lhe causando grande tormento.

Como efeito de resposta à sociedade, a assessoria do chefe do executivo cajazeirense emitiu na manhã deste domingo (06) nas redes sociais e grupos de WhatApp, uma nota de esclarecimento, para tentar acalmar os ânimos. Abaixo, a referida nota.

 

Nota de Esclarecimento

O prefeito de Cajazeiras, José Aldemir Meireles, vem a público, por intermédio de sua assessoria, para se manifestar surpreso com as acusações feitas pela radialista Gorete Viderys, que tem usado as redes sociais, se dizendo vítima de ameaças, por parte do chefe do executivo cajazeirense.

“Nunca aconteceu isso, não é verdade”, disse o prefeito, acrescentando que manteve um contato telefônico bem amistoso com sua acusadora, tratando-a muito bem, e apenas com o objetivo de esclarecer sobre algumas questões levantadas por ela relacionadas aos programas sociais desenvolvidos no município com recursos federais.

O prefeito Zé Aldemir lamenta tamanha injúria e, sobretudo, o uso político-eleitoreiro que está sendo feito por seus adversários, e que deverá interpelar judicialmente a acusadora para que ela comprove o teor de ameaça existente por ocasião do diálogo e para que a verdade venha à tona.

“Cajazeiras e a região me conhecem, sabem da minha trajetória. Durante os mais de 40 anos de vida pública, mesmo sofrendo os mais covardes ataques pessoais, nunca fiz ameaças a ninguém e nem nunca pratiquei ato de violência. Por que agora iria fazer isso contra uma jovem mulher, com quem sempre mantive boas e respeitosas relações. A minha vida tem uma marca diferente, que é a da solidariedade ao povo, principalmente aos mais carentes, concluiu o prefeito cajazeirense.

 

Redação – fmrural.com.br

 

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Homem é alvejado a bala na noite desta sexta-feira (04) na Zona Sul de Cajazeiras

Por volta das 18hs35 minutos desta sexta-feira (04), a nossa reportagem foi informada que havia um homem caído ao solo nas imediações da Praça Camilo de Holanda, na Zona Sul de Cajazeiras, vítima de um disparo de arma de fogo.

Em contato com um policial, o mesmo confirmou a veracidade do fato, dando conta que viaturas do SAMU e guarnições da Polícia Militar do 6º BPM já estavam indo para o local.

Atingido por um disparo na perna esquerda, “Francione” como foi chamado no local da ocorrência, foi socorrido pelo SAMU, para o Hospital Regional de Cajazeiras.

A polícia faz diligências para tentar localizar e prender o(s) acusado(s).

Redação – fmrural.com.br