Categoria Policial

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MPF abre inquérito para investigar suposta fraude em licitação na Prefeitura de Cajazeiras

Inquérito foi aberto após análise de documentação apreendida na casa de um dos alvos da Operação ‘Andaime’, que já que condenou mais de 13 pessoas por desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro.

O Ministério Público Federal (MPF) abriu um inquérito civil para apurar supostas irregularidades na Tomada de Preços realizada pelo município de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba. Segundo a portaria publicada no Diário Eletrônico do MPF da sexta-feira (13), o inquérito foi aberto após análise de documentação apreendida na casa de um dos alvos da Operação ‘Andaime’, que já que condenou mais de 13 réus pelos crimes de organização criminosa, fraude à licitação, superfaturamento de preços, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro.

De acordo com o MPF, o processo licitatório realizado pela Prefeitura de Cajazeiras teve como vencedora a empresa Concretex Comércio Construções e Serviços Ltda. Os documentos analisados durante os desdobramentos da operação foram apreendidos na casa de um dos alvos da ação do MPF

Na manhã deste sábado (14), o G1 tentou contato com a Prefeitura de Cajazeiras e com a empresa citada na portaria, mas, até a publicação desta reportagem, nenhuma das ligações foram atendidas.

Ainda conforme a portaria, a investigação tem como objetivo coletar elementos destinados a auxiliar a formação de convicção ministerial acerca dos fatos.

 G1

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Maqueiro do IML é flagrado tendo relações sexuais com cadáver na Região Norte do país

Wanderley dos Santos Silva, 52, foi exonerado do Instituto Médico Legal e um inquérito policial foi instaurado para apurar o caso. O cadáver seria o de uma moça que aguardava exame de necropsia 

Wanderley dos Santos Silva, 52, foi exonerado da função de maqueiro do Instituto Médico Legal (IML), após ter sido flagrado mantendo relações sexuais com o cadáver de uma moça que estava aguardando para passar por exame de necropsia.

O maqueiro foi flagrado por um perito criminal que estava de plantão no dia do ocorrido, na noite que o time do Flamengo foi campeão da Copa Libertadores da América. O perito teria ido à sala de necropsia coletar dados sobre um cadáver e acabou encontrando o maqueiro sobre o cadáver.

Ao notar a presença do perito, o maqueiro teria pulado e saído desconfiado. O caso foi comunicado a direção do Departamento de Polícia Técnico e Científica (DPTC) e o diretor Lin Hung foi ao local e exonerou o maqueiro. Na mesma noite, o diretor também exonerou outro funcionário que estava no local embriagado.

Segundo servidores do instituto que preferiram não se identificar, no dia do ato, os dois saíram para comemorar o resultado do jogo e voltaram bêbados.

De acordo com informações de delegados, ter relações sexuais com cadáver configura crime de vilipêndio de cadáver, com pena de um a três anos de prisão.

Um inquérito policial sobre o caso do maqueiro foi instaurado para verificar há quanto tempo a ação criminosa vem ocorrendo, já que o suspeito trabalhava no IML desde 2015.

O diretor do DPTC foi procurado, mas não foi possível encontrá-lo para falar sobre o caso.

Em nota, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP-AM) informou que pediu a abertura de inquérito para apurar o caso.

Confira a nota na íntegra:

“O Departamento de Polícia Técnico-Científica do Amazonas (DPTC) informa que pediu abertura de um inquérito policial para investigar denúncias de prática de necrofilia por um auxiliar de necropsia do órgão. O caso está sendo investigado pelo 27 DIP.

O auxiliar de necropsia foi demitido juntamente com um auxiliar administrativo por faltas funcionais graves praticadas durante o plantão do dia 23 de novembro, em que ambos deixaram o expediente para assistir ao jogo final da Copa Libertadores e retornaram embriagados, segundo relatos de outros profissionais do plantão.

Outro fato grave denunciado por profissionais do plantão diz respeito ao auxiliar de necropsia. Segundo os relatos, ele foi flagrado em situação suspeita na sala de necropsia, na madrugada do domingo 24 de novembro. Assim que adentraram no recinto, encontraram-no arrumando as calças enquanto descia subitamente de uma mesa de necropsia onde havia um cadáver do sexo feminino.

O caso está em investigação pela Polícia Civil e o suspeito não faz mais parte dos quadros funcionais do IML. Seguindo determinações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM), o DPTC tomou todas as medidas cabíveis para o esclarecimento célere das denúncias.”

As informações é do site Acrítica

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Demitido: Papai Noel “excitado” diz que doença no testículo causou engano

Após ser acusado por mãe de criança de 10 anos, homem de 58 foi demitido de shopping. Ele garante não ter feito nada

Acusado por uma mãe de ter se excitado ao segurar no colo uma criança de 10 anos – e demitido por causa disso de seu emprego de Papai Noel de shopping – um homem de 58 anos morador de Contagem (MG) disse que é vítima de um mal entendido e que não fez nada. “É muito triste, eu fiquei sem chão, sou pai de família”, disse ele em entrevista ao jornal mineiro O Tempo.

De acordo com o homem, que pediu para não ser identificado, uma doença no saco escrotal foi interpretada erroneamente pela mulher que o acusou.

“Eu deveria ter feito uma cirurgia devido a uma glândula que rompeu. O lado direito do meu testículo é maior que o outro. A calça do Papai Noel tem um tamanho maior para ter a impressão de mais fofo”, justificou o homem, sobre o volume que aparece na imagem.

Em postagem no Facebook, a mãe da menina de 10 anos fez um relato assustador: “Bom dia papais e mamães de Contagem. É com muita tristeza que venho fazer essa publicação. Ontem fui levar minha filha no Big Shopping. Ela quis tirar fotos com Papai Noel, o Papai Noel ficou excitado quando ela sentou em sua perna pra tirar a foto, eu queria tirar ela e ele ficava a segurar a menina”, escreveu ela.

Em sua defesa, o Papai Noel desempregado se defendeu alegando que “existem posições para fazer fotos e, às vezes, a criança está meio tensa e você tem que convencê-la com jeitinho para que a foto saia nítida”.

Ele disse também que lembra do momento registrado e divulgado pela mãe. “Ao ver a foto, lembrei da menina, mas não teve nenhum problema. A mãe poderia ter se manifestado na hora, tomado a criança, acionado os seguranças do shopping ou até mesmo procurado o posto policial. Nada disso aconteceu”, reclamou.

“Sem chão”

O homem disse ao jornal mineiro que soube da denúncia devido ao compartilhamento pelas redes sociais. “Quando fomos olhar, eram mais de mil compartilhamentos”, relatou.

“É muito triste, eu fiquei sem chão, sou pai de família, não fiz nada. Meus irmãos moram em outra cidade e queriam encontrar comigo. Isso prejudica também os outros Papais Noéis. Denunciar as pessoas assim é muito sério. Vou alertar às mães que não compartilhem, não façam comentários sem ter certeza dos fatos. Existem famílias que podem ser destruídas com um estalar de dedos”, disse ele, ainda, sobre a repercussão.

O homem contratou um advogado para estudar suas opções. Ele pretende processar ao menos o shopping, que o demitiu sem ouvir sua versão.

Metrópoles 

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Sargento é preso por estuprar sobrinha-neta de 12 anos ao buscá-la na escola em Fortaleza

Suspeito era responsável pelo transporte da garota ao colégio todos os dias

Um Policial Militar reformado, de 83 anos, foi preso em flagrante por estupro de uma adolescente de 12 anos, na última quarta-feira (10), no Bairro Jardim Iracema, em Fortaleza. Ele é tio-avô da vítima e foi capturado com a criança dentro de carro, em frente à escola da adolescente.

Segundo o delegado Levy Louzada, da Delegacia de Combate à Exploração da Criança e Adolescente (Dececa), o policial recebia uma quantia em dinheiro para deixar e buscar a garota na escolas todos os dias, desde o início do ano.

Moradores dos arredores denunciaram à polícia ao perceber os movimentos do carro estacionado em frente à escola. De acordo com a Polícia Militar, após serem acionados, os policiais encontraram vítima e suspeito parcialmente despidos, no interior do veículo.

A vítima mora com a avó, irmã do suspeito, e relatou aos policiais que o sargento dava dinheiro para a menina com recorrência. A mãe da vítima mora em São Paulo e a avó dela não tinha conhecimento dos abusos.

O policial reformado foi autuado por estupro de vulnerável. A vítima foi encaminhada aos órgãos competentes, para a realização de exames.

Diário do Nordeste 

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Tarado: Mãe denuncia Papai Noel excitado: “Não queria largar minha filha”

“Eu sei que tenho culpa por deixar ela tirar foto, mas tomem cuidado com a filha de vocês”, relatou a mulher

Indignada, uma mãe denunciou, em suas redes sociais, que o Papai Noel do Big Shopping, em Contagem, Minas Gerais, teria ficado excitado ao tirar foto com a filha dela no colo. São informações do portal Hoje em Dia.

Além de fotos do “bom velhinho” com a criança no colo, a mãe postou um desabafo nesta quarta-feira (11/12/2019) no Facebook. “Bom dia papais e mamães de Contagem. É com muita tristeza que venho fazer essa publicação. Ontem fui levar minha filha no Big Shopping. Ela quis tirar fotos com Papai Noel, o Papai Noel ficou excitado quando ela sentou em sua perna pra tirar a foto, eu queria tirar ela e ele ficava a segurar a menina”, contou relatou.

Em outro trecho, a mulher disse que a filha tem apenas 10 anos e que o Papai Noel não queria soltá-la. Segundo a mãe, o ator “ficava virando ela [a filha] de uma perna pra outra” e a atitude só teve fim quando ela reagiu. “Até que eu a puxei do colo dele. Eu sei que tenho culpa por deixar ela tirar foto, mas tomem cuidado com a filha de vocês”, finalizou.

Apesar do relato, a Polícia Civil informou que não foi feito nenhum registro contra o Papai Noel e que não há prova, até o presente momento, de má conduta por parte do profissional, que não foi localizado para comentar a denúncia.

Nota do shopping

O Big Shopping informou que procurou uma empresa especializada para contratar o personagem Papai Noel nesse período natalino. “Tomando conhecimento da denúncia, o Big Shopping proibiu a continuidade dos serviços contratados do referido Papai Noel. Na oportunidade lamenta o episódio e informa que as comemorações de Natal no Big Shopping prosseguem normalmente”, diz a nota do mall.

À reportagem, a assessoria do shopping informou que é a primeira vez que o homem estava trabalhando para o Big, porque o profissional que estava acostumado a atuar nesse período teve problemas de saúde neste ano. Quanto à empresa terceirizada, o shopping não quis divulgar o nome, mas informou que ela também foi contratada pela primeira vez.

(Com informações do BHAZ)

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Júri: acusado de mandar matar padrinhos é condenado a 68 de prisão, em CG

O empresário Nelsivan Marques de Carvalho foi condenado, nessa segunda-feira (09/12), no 2º Tribunal do Júri de Campina Grande, por dois homicídios tentados e dois homicídios qualificados consumados. O júri teve a atuação do promotor de Justiça Márcio Gondim. O caso envolve o assassinato de Washington Luiz Alves de Menezes e Lúcia Santana Pereira e da tentativa de homicídio de Lindon Jonhson da Silva, fato ocorrido em março de 2014. A sentença foi prolatada pelo juiz Horácio Ferreira de Melo Júnior, nos autos da ação nº 0033439-87.2014.815.0011.

Segundo o promotor Márcio Gondim, no dia 1º de março de 2014 houve uma primeira tentativa de homicídio contra Washington Menezes, mas ele escapou ao entrar em casa. Como não conseguiram, foram contratados outros executores que planejaram os homicídios para o dia do casamento do acusado, 29 de março de 2014, porque Washington Menezes e Lúcia Pereira seriam os padrinhos. Na ocasião, além dos dois homicídios, um vigilante que estava no local também foi ferido.

Para o Conselho de Sentença, restou provado que os motivos do crime seriam porque ele queria assumir sozinho a empresa de educação que comandava junto com Washington Luiz Alves de Menezes e Lúcia Santana Pereira. O casal era padrinho de casamento do réu e foram mortos no dia em que houve a celebração do matrimônio.

Nelsivan Marques foi condenado a uma pena de 68 anos de reclusão, a ser cumprida em regime fechado, no Presídio Serrotão. Para cada homicídios consumado, ele foi condenado a uma pena de 22 anos e para cada homicídio tentado, a uma pena de 12 anos, perfazendo 68 anos no total.

No julgamento, o Conselho de Sentença absolveu a ré Maria Gorete Alves dos Santos, por entender que ela não teve nenhum envolvimento nos crimes.

Assessoria – MPPB

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Homem que se passou por corretor de imóvel e se apropriou de valores de clientes é condenado a 9 anos

Em razão da prática de estelionatos, praticados seis vezes em concurso material, a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba manteve a sentença imposta a Everson Silva de Souza, condenado a nove anos de reclusão, em regime fechado, e 120 dias-multa. Ele foi denunciado pelo Ministério Público perante o Juízo da 1ª Vara Criminal da Capital (juiz Adílson Fabrício Gomes Filho) por se passar por corretor e negociar a venda de imóveis alheios, induzindo futuros compradores em erro para obter vantagens ilícitas. O relator foi o juiz convocado Miguel de Brito Lyra Filho, que negou provimento à Apelação Criminal nº 0010662-47.2017.815.2002.

Conforme os autos, os fatos ocorreram nos anos de 2015, 2016 e 2017, quando o acusado, fingindo-se de corretor de imóveis responsável pela venda de determinadas casas, induziu e manteve pretensos compradores em erros, apropriando-se dos valores pagos a título de sinal e /ou de questões burocráticas junto às instituições bancárias, causando um prejuízo superior a R$ 30 mil.

Com esta prática, o acusado obteve para si vantagens em prejuízo de seis vítimas: Maria Alexandra Santos Alves, José Carlos da Silva, Juliete Lilian Ricardo Lins, Joyciane Priscila Ricardo Lins, Valdeci Bernardo da Cruz e Rosinete Vieira da Silva.

O caderno processual também afirma que os reais proprietários não tinham conhecimento de que os bens estariam sendo negociados com as vítimas e não chegavam a receber qualquer valor, bem como, em sua maioria, sequer conheciam o denunciado.

No voto, o relator explicou que o crime de estelionato consiste na obtenção de vantagem indevida (benefício, ganho ou lucro), induzindo ou mantendo alguém em erro. Afirmou, também, que a materialidade e a autoria restaram comprovadas e que as provas produzidas em Juízo confirmam os fatos descritos na denúncia.

“Muito embora o acusado não tenha confessado as práticas delituosas, o dolo de ludibriar as vítimas ficou evidenciado, pois o recorrente firmava contrato particular com promessa de compra e venda de imóvel com suas vítimas, mesmo não sendo o proprietário dos imóveis”, acrescentou o juiz convocado. Disse, ainda, que a defesa também não conseguiu demonstrar ausência de dolo na conduta do acusado, conforme alegado. Da decisão cabe recurso.

Assessoria – TJPB

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Homem que teria ateado fogo na residência da ex-companheira é condenado a quatro anos de reclusão

Um homem, acusado de atear fogo na residência de sua ex-companheira, foi condenado a uma pena de quatro anos de reclusão, em regime aberto, além de 20 dias-multa, como incurso nas sanções do artigo 250, §1º, II, ‘a’, do Código Penal. A sentença foi proferida pela juíza Kalina de Oliveira Lima Marques, da 2ª Vara da Comarca de Mamanguape, nos autos da ação nº 0001415-54.2016.815.0231.

De acordo com a denúncia do Ministério Público estadual, o fato aconteceu no dia 11 de setembro de 2016, por volta das 23 horas, no Sítio Paulo Teixeira, em Itapororoca. Na ocasião, o réu Carlos Antônio Nascimento Guedes teria colocado fogo no quarto da ex-companheira, que se alastrou pela sala, banheiro e instalação elétrica, destruindo bens e documentos da vítima, que residia no local com seus filhos. O crime foi motivado por ciúmes.

A defesa, em suas razões finais, pugnou pela absolvição diante da falta de provas e aplicação das benesses da lei. Já o Ministério Público assegurou ter provado os fatos narrados na denúncia, motivo pela qual, requereu a condenação.

Na sentença, a juíza Kalina de Oliveira observou que, com base nos relatos das testemunhas, não há como absolver o réu. “Se a prova colhida é suficiente para demonstrar a ocorrência do fato descrito na denúncia, ou melhor, a sua materialidade e autoria, imperiosa a condenação”, afirmou a magistrada, que concedeu ao acusado o benefício de apelar da decisão em liberdade.

Assessoria de Imprensa – TJPB

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Gestão Romero/Enivaldo descumpre decisão judicial e mantém servidores investigados na ‘Operação Famintos’

Um caso que vem chamando a atenção da imprensa paraibana e brasileira pelo seu tamanho e desdobramentos das suas fases é a ‘Operação Famintos’, considerada a ‘Lava-Jato da Paraíba’, devido ao tamanho e ramificações que vem obtendo, onde investiga a formação de uma ‘Orcrim da Merenda’, responsável por supostos desvios milionário na contratação de merenda escolar na gestão do prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues (PSD) e de seu vice-prefeito Enivaldo Ribeiro (PP). Pois bem, muito se tem falado sobre o processo, mas com o intuito de informar os cidadãos, averiguando o Sistema de Acompanhamento Online (Sagres-PB) do Tribunal de Contas da Paraíba (TCE-PB), nota-se que a gestão Romero/Enivaldo descumpriu uma determinação do Poder Judiciário Federal, que havia determinado o afastamento por 180 dias a contar de julho deste ano de sete auxiliares do prefeito, destes a PMCG cumpriu a ordem judicial apenas para três.

Em 24 de julho desde ano de 2019, o Poder Judiciário Federal, determinou o afastamento por 180 dias a contar da publicação da sentença dos seguintes ex-braços fortes da gestão Romero/Enivaldo envolvidos na ‘Orcrim da Merenda’ em Campina:

• Gabriella Coutinho Gomes Pontes – pregoeira titular da prefeitura de Campina Grande;

• Helder Giuseppe Casulo de Araújo – pres. da Comissão Permanente de Licitação de Campina Grande;

• Iolanda Barbosa da Silva – Secretária de Educação de Campina Grande;

• José Lucildo da Silva – servidor da prefeitura de Campina Grande;

• Paulo Roberto Diniz – secretário de Administração da Prefeitura de Campina Grande;

• Marisete Ferreira Tavares – servidora da Prefeitura de Campina Grande;

• Maria José Ribeiro Diniz – servidora da Secretaria de Administração

Veja mais detalhes deste pedido de afastamento no link: https://paraibaonline.com.br/2019/07/servidores-da-pmcg-que-foram-afastados-temporariamente-de-suas-funcoes/

Porém segundo consta no Sagres-PB, conforme pode ser comprovado acessando este link: (https://sagresonline.tce.pb.gov.br/#/municipal/pessoal/servidores), apenas os servidores Gabriella Coutinho Gomes Pontes que ganhava R$ 3 mil e os ex- secretários Iolanda Barbosa da Silva e Paulo Roberto Diniz, foram afastados, esses últimos dois exonerados após o mês de julho. Mas os servidores Maria José Ribeiro Diniz – servidora da Secretaria de Administração (Esposa de Paulo) que recebe R$ 14.249,65 continuou recebendo da PMCG seus vencimentos normais nos meses de julho, agosto, setembro e outubro. Também continuaram recebendo nestes referidos meses de forma ilegal da PMCG os servidores: Marisete Ferreira Tavares – servidora da Prefeitura de Campina Grande; Helder Giuseppe Casulo de Araújo – pres. da Comissão Permanente de Licitação de Campina Grande E José Lucildo da Silva – servidor da prefeitura de Campina Grande. A gestão de Romero/Enivaldo, portanto descumpriu uma determinação explicita da justiça federal. A soma dos vencimentos pagos de forma ilegal a esses servidores passa dos R$ 100 mil.

Para acessar a integra do processo da ‘Operação Famintos’ basta clicar neste link: (http://www.mpf.mp.br/pb/sala-de-imprensa/docs/denuncia-operacao-famintos/view, ou pelo número do 0802629-06.2019.4.05.8201. lá você terá acesso a depoimentos como dos empresários envolvidos a exemplo de Flávio Maia e Frederico Lira, onde descrevem a existência de empresárias fictícias, criadas para figurarem como donas de empresas milionárias. Segundo a Polícia Federal, o ‘esquema’ teria criado a pessoa física Delmira Feliciano Gomes, que era proprietária (no papel) da empresa Delmira Feliciano Gomes; que recebeu mais de R$ 10 milhões em contratos com várias prefeituras paraibanas.

Veja o depoimento de Frederico de Brito

https://youtu.be/3ssatrQPmyw

Veja o depoimento de Flávio Souza Maia

https://youtu.be/Sqqsks8yFFo

Bastidores – Nos há indicações de que a quarta fase da ‘Operação Famintos’ poderá recair sobre as hostes da Agência Municipal de Desenvolvimento (AMDE) que é atualmente comandada pelo vereador licenciado Nelson Gomes (PSDB), bem como nas áreas da saúde e obras, tendo em vistas que a investigação do MPF apontam que os contratos feitos a partir das licitações feitas de forma supostamente irregulares incluíam o fornecimento de material de higiene e de limpeza para outras áreas de governo (Saúde, Assistência Social, etc.), conforme pode ser visto nessa matéria: encurtador.com.br/ayGMY

Famintos – As investigações foram iniciadas a partir de representação junto ao MPF, relatando a ocorrência de irregularidades em licitações na Prefeitura de Campina Grande (PB) mediante a contratação de empresas “de fachada”. Com o aprofundamento dos trabalhos pelos órgãos, constatou-se que desde 2013 ocorreram contratos sucessivos, que atingiram um montante pago de R$ 25 milhões. Dois secretários municipais (Administração e Educação) foram afastados pela Justiça. Dois secretários municipais de Campina Grande foram afastados dos cargos.

A CGU, durante auditoria realizada para avaliar a execução do PNAE no município, detectou um prejuízo de cerca de R$ 2,3 milhões, decorrentes de pagamentos por serviços não prestados ou aquisições de gêneros alimentícios em duplicidade no período de janeiro de 2018 a março de 2019.

Famintos 2

A Segunda fase da Operação Famintos teve como foco contratos firmados diretamente entre empresas – que seriam de fachada – e as escolas municipais. São investigados crimes como fraude em licitações, sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e de corrupção na aquisição de gêneros alimentícios e merenda escolar. Oito pessoas foram presas. Até agora 16 pessoas já foram denunciadas pelo MPF à Justiça, por envolvimento no suposto ‘esquema’.

Famintos 3

Foi deflagrada no mês de setembro deste ano a terceira fase da ‘Operação Famintos’, em Campina Grande, pela Polícia Federal, que investiga fraudes nas verbas da merenda. Foram cumpridos um mandado de prisão preventiva, um de prisão temporários e três de busca e apreensão. O objetivo da terceira fase foi dar continuidade às investigações para combater fraudes em licitações, superfaturamento de contratos administrativos, corrupção e organização criminosa. A operação contou com a participação de 20 policiais federais. As ordem foram expedidas pela 4ª Vara Federal de Campina Grande. Veja detalhes: https://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2019/09/26/pf-cumpre-mandados-de-prisao-e-busca-e-apreensao-em-3a-fase-da-operacao-famintos-na-paraiba.ghtml

 

Redação com PBNews

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Suspeito de estuprar adolescente autista no Ceará é preso em Cajazeiras

Suspeito, de 50 anos, teria cometido o crime no dia 23 de novembro deste ano, em um distrito de Ipaumirim, no Ceará. Ele foi preso na quinta-feira (5), após mandado de prisão preventiva.

Um homem suspeito de estuprar uma adolescente autista no Ceará foi preso na quinta-feira (5), em Cajazeiras, no Sertão da Paraíba. De acordo com a Polícia Civil, já havia um mandado de prisão preventiva contra o homem expedido pela Comarca de Ipaumirim (CE), onde o crime aconteceu.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito, de 50 anos, teria cometido o crime no dia 23 de novembro deste ano, no Distrito de Felizardo Vieira, em Ipaumirim (CE).

O suspeito foi preso no bairro da Agrovila, em Cajazeiras. A ação aconteceu por meio da Polícia Civil do Ceará, através da Delegacia Municipal de Ipaumirim, em conjunto com policiais militares do 6° Batalhão de Polícia Militar de Cajazeiras.

Na manhã desta sexta-feira (6), a Polícia Civil informou que o suspeito vai responder por estupro de vulnerável. Ele foi encaminhado à Cadeia Pública de Icó, no Ceará.

Com G1-PB