Categoria Música

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Com as mesmas atrações confirmadas e no mesmo local, Jampa Rock Festival acontece no dia 17 de abril de 2021

Paralamas do Sucesso, Vitor Kley, Capital Inicial, Val Donato e Biquini Cavadão se apresentam no Espaço Cultural Jose Lins do Rêgo

Em função da pandemia que atingiu em cheio diversos segmentos da economia, inclusive e principalmente o setor de turismo e eventos, o Jampa Rock Festival que aconteceria em abril de 2020, precisou ser cancelado naquele momento. Paralamas do Sucesso, Vitor Kley, Capital Inicial, Val Donato e Biquini Cavadão se preparavam para um festival nunca antes visto em João Pessoa e muitas marcas nacionais e internacionais estariam naquele que prometia ser um evento especial e inédito no Espaço Cultural Jose Lins do Rêgo. No entanto, a Colônia Produções, responsável pelo evento, anuncia uma ótima notícia: o Jampa Rock Festival tem nova data para acontecer. O evento já está marcado para 17 de abril, com as mesmas atrações e no mesmo local.

Assim como planejado, o evento que promete agradar e surpreender o público com apresentações especiais em seis horas de show, estrutura com dois palcos, praça de alimentação, camarotes exclusivos e setores de acessibilidade. “A proposta do evento continua sendo oferecer uma experiência única em todos os sentidos. Sabemos que o público de João Pessoa e estados vizinhos valorizam o rock e, com certeza, estará aqui pra prestigiar a primeira edição do evento, com a nova data.  Estamos fazendo tudo com muito zelo e carinho”, declarou Daniel Rodrigues, sócio da Colônia Produções. “O festival é a demonstração de que acreditamos no cenário roqueiro da Paraíba. Queremos dar espaço a essa expressão. Nossa ideia também continua sendo em  homenagear o cantor, músico e compositor Herbert Viana, líder do Paralamas. Esperamos contar com a presença de todos que acreditam nesta ideia, neste presente para diversas gerações”, acrescenta Fábio Henrique, da Colônia Produções.

Reembolsos – O “efeito cascata” provocado pela pandemia afetou também o planejamento financeiro dos artistas e de seus escritórios, que também se apresentaram vulneráveis neste sentido. Segundo a produção do evento, as quatro atrações nacionais já haviam recebido a maior parte dos valores contratados – e se mostraram impossibilitados em devolver o que ja haviam recebido, o que  atingiu diretamente o planejamento e empenho da organização do evento para o reembolso de ingresso. “Por nosso princípio de transparência para com os clientes e a sociedade,  informamos que apenas uma das atrações nacionais conseguiu nos devolver parte do que foi pago e nós, prontamente, fizemos o reembolso aos clientes por meio da empresa Ingresso Nacional. Cerca de  40% dos clientes foram contemplados com a devolução”, informou a produção do evento.

No mês passado, governo federal editou uma medida provisória (MP 948/2020) para proteger empresas de turismo e cultura impactadas pela pandemia de coronavírus. De acordo com o texto, os prestadores de serviços ficam dispensados de reembolsar imediatamente os valores pagos pelos consumidores por reservas ou eventos, shows e espetáculos cancelados. Para ter direito ao benefício, a empresa deve assegurar a remarcação do serviço ou oferecer crédito para a compra de outras reservas ou novos eventos, que foi o caso da Colônia Produções.

O texto também permite que o prestador formalize outro tipo de acordo com o usuário. Como a  remarcação do evento já foi feita, o consumidor fica isento de taxa ou multa. É importante lembrar, ainda, que a MP 948/2020 define ainda que essas relações de consumo impactadas pela pandemia, como no caso de compra e devolução de ingressos, caracterizam a hipótese de “caso fortuito ou força maior”. De acordo com o texto, elas não ensejam danos morais, aplicação de multa ou outras penalidades.

Serviço

Jampa Rock Festival

Data: 17 de abril de 2021

Atrações: Paralamas do Sucesso, Vitor Kley, Capital Inicial, Val Donato e Biquini Cavadão

Local: Espaço Cultural José Lins do Rego  – Funesc

 

Informações: @jamparockfestival

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Atriz e radialista Daisy Lúcidi morre por covid-19 aos 90 anos

Daisy iniciou carreira aos 6 anos na Rádio Nacional, declamando poemas

A atriz e radialista Daisy Lúcidi morreu na madrugada desta quinta-feira (7), aos 90 anos, no Rio de Janeiro. Ela estava internada no centro de terapia intensiva (CTI) do Hospital São Lucas, na zona sul da capital, desde 25 de abril e morreu por complicações decorrentes de infecção por covid-19.

Daisy Lúcidi nasceu no Rio, em 10 de agosto de 1929. Muito cedo começou sua carreira na Rádio Nacional, a maior emissora da América Latina, na época de ouro do rádio, nos anos 1940, 1950 e 1960, com seus programas de auditório, com nove orquestras e o radioteatro, onde Daisy, com voz marcante, iniciou aos 6 anos de idade declamando poemas.

Participou do programa Seu Criado, Obrigado!, ao lado de César Ladeira, durante dez anos. Ela participou também de novelas da Rádio Nacional, que paravam o Brasil de norte a sul, como integrante da equipe do radioteatro, com tudo ao vivo, sem poder errar. A primeira radionovela do país foi apresentada em 1941 pela Rádio Nacional – Em busca da Felicidade – e, um ano depois, inaugurou a primeira emissora de ondas curtas, o que deu aos seus programas dimensão nacional.

Com a primeira novela, que ficou mais de três anos no ar, vieram outras com grande sucesso. Daisy Lúcidi estreou em 1952 na Rádio Nacional, no elenco de radioteatro, comandado por Floriano Faissal, do qual faziam parte Brandão Filho, Iara Sales, Zezé Fonseca, Isis de Oliveira, entre tantos outros artistas de sucesso.

Os programas de auditório com  César de Alencar e a rivalidade dos fã-clubes de Emilinha Borba e Marlene marcavam as tardes de sábado na emissora da Praça Mauá, 7, onde as filas para assistir aos programas davam voltas no quarteirão. A rádio também contava com programas de humor como Edifício Balança mas não cai, que contava com  Paulo Gracindo, Brandão Filho e Walter d’Ávila, com a participação do elenco de radioteatro.

Daisy Lúcidi também participou de várias novelas da Rede Globo, entre elas Paraíso Tropical, Passione,  Bravo!, O Casarão, Babilônia, Geração Brasil e do seriado Tapas e Beijos.

Em 1971, Daisy Lúcidi estreou o programa Alô Daisy, que permaneceu no ar por 45 anos, no horário das 13h às 15h. Foi o primeiro programa de rádio voltado para o público feminino, para a dona de casa, que contava com receitas, notícias de artistas, um quadro, no início do programa, chamado Cidade, Atenção, com a com a equipe de radiojornalismo que ia para as ruas e mostrava os problemas da cidade. Depois, a produção cobrava das autoridades a solução para cada reclamação apresentada pelo público.

Auditório da Rádio Nacional do Rio de Janeiro
Auditório da Rádio Nacional do Rio de Janeiro – Acervo/Rádio Nacional

Alô Daisy também apresentava, em dois dias da semana, debates populares, sempre às quartas e sextas-feiras. Em um dia a mesa era formada somente de homens – Agora é que são eles – e em outro dia formado por mulheres – Agora é que são elas, que debatiam questões nacionais, do estado e do município, sempre com destaque para os assuntos em evidência na semana.

Em eventos especiais da Rádio Nacional, como a visita do papa João Paulo II ao Brasil, Daisy Lúcidi participou com destaque da cobertura.

Com a projeção do programa, Daisy acabou entrando para a política – primeiro, para a Câmara Municipal do Rio e, depois, para dois mandatos seguidos como deputada estadual.

Daisy também desenvolvia um programa social, com creche e distribuição de alimentos, roupas e calçados para as famílias necessitadas. A sede da entidade, ficava na Rua Uranos, no morro do Alemão.

Recentemente, há pouco mais de dois anos, deixou a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), à qual a Rádio Nacional está vinculada, aderindo ao Programa de Demissão Voluntária.

Daisy Lucidi foi casada por 64 anos com o radialista Luiz Mendes, que morreu em 2011.

 

Agência Brasil

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Encontro das Cidades Criativas Brasileiras da Unesco será sediada pela FINCC 2020

Ecriativa Virtual acontece no dia 5 de maio para 1000 pessoas, de forma Digital. No evento serão discutidos projetos inovadores, impactantes e compartilháveis

Criar ações inovadoras e compartilháveis que possam movimentar a economia em tempos de crise, esse é o pedido da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação), para as 246 cidades que constituem a rede mundial de Cidades Criativas. Na atual situação pandêmica do mundo, se configura ainda mais urgente a necessidade de medidas inovadoras e diversificadas para movimentar a economia, principalmente das pequenas e médias empresas. É preciso se destacar no mercado para ser visto e vender. Pensando nisso, João Pessoa, uma das cidades da rede, tomou a iniciativa de promover a Ecriativa Virtual (Encontro das Cidades Criativas Brasileiras). O encontro acontecerá no dia 5 de maio, das 15h às 17h, e será sediado pela FINCC 2020 (Feira Internacional de Negócios Criativos e Colaborativos, do Sebrae Paraíba), que irá ser realizada entre os dias 4 e 10 de maio de forma 100% digital e gratuita.

O grupo de cidades Brasileiras que fazem parte da rede mundial, é formado por 10 cidades, em cinco categorias, são elas: Belém (PA), Florianópolis (SC), Paraty (RJ), Belo Horizonte (MG) na Gastronomia; Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) no Design; João Pessoa (PB) no Artesanato e Artes Folclóricas; Salvador (BA) na Música; e Santos (SP) no Cinema. No Ecriativa, que será mediado por Marianne Góes, cada cidade tem o direito de escolher dois representantes, com 10 minutos disponíveis para apresentar até três projetos desenvolvidos, que sejam inovadores, impactantes e compartilháveis, em qualquer área da economia criativa.

A primeira edição do encontro nacional, foi realizada em março de 2018, em João Pessoa, que foi a responsável pela ideia de promover uma reunião apenas com as cidades do Brasil. Esse ano, o evento aconteceria em Salvador, na Bahia, mas foi adiado, devido a pandemia da Covid-19 (novo Coronavirus), sem data definida. A iniciativa de realizar o evento de forma digital, também partiu da capital paraibana. “Nosso desejo é que todas as cidades participem, o que não é obrigatório, mas acreditamos que que todas elas possuem iniciativas interessantes à serem compartilhadas, e estamos trabalhando para que isso aconteça”, disse Eduardo Barroso, Coordenador do Labin (Laboratório de Inovação Cultural de João Pessoa) e um dos responsáveis pela coordenação do evento.

Eduardo ressaltou a importância do evento na atual crise enfrentada pelo mundo. Ele considera que conhecer ideias novas e ter bons exemplos é um ótimo meio de pensar em soluções para a crise de forma criativa. “O nosso desejo é possibilitar uma rede de compartilhamento de práticas e bons projetos que possam ser reproduzidos em cada uma das cidades que fazem parte da rede. Conhecer os projetos que as cidades estão desenvolvendo, como é o principal desejo da UNESCO”, relatou ele.

O objetivo do evento é fazer com que esses projetos sirvam de estímulos e exemplo para as demais cidades, e para o público que estará assistindo ao encontro e poderá interagir através de perguntas em chat. As inscrições serão realizadas pelo site da FINCC (https://fincc.com.br/),  e as vagas são limitadas.

A FINCC – Conforme a organização do evento, a programação desse ano da Feira Internacional de Negócios Criativos e Colaborativos contará com 14 palestras técnicas, 24 palestras de casos de sucesso de pequenos negócios, além de shows culturais, lançamentos de livros, desfiles, workshops e muitas promoções.

Todos os segmentos de economia criativa serão contemplados, como artesanato e arte popular, artes visuais, audiovisual e cinema, design, música, teatro, circo, literatura, games, arquitetura, moda, museus, comunicação, publicidade, websites e startups. Informações aqui: www.fincc2020.com.br

Assessoria

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Moraes Moreira morre aos 72 anos, no Rio de Janeiro

Conforme assessoria do artista, ele morreu nesta segunda-feira (13), por volta das 6h, após sofrer um infarto agudo do miocárdio. Informações sobre velório não serão divulgadas.

O cantor e compositor Moraes Moreira morreu na madrugada desta segunda-feira (13) aos 72 anos, em casa, no bairro da Gávea, no Rio de Janeiro. Conforme a assessoria do artista, ele morreu por volta das 6h depois de sofrer um infarto agudo do miocárdio.

Segundo Eduardo Moraes, irmão do cantor, o corpo de Moraes Moreira foi encontrado após a chegada da empregada doméstica no apartamento em que ele morava. O artista vivia sozinho, segundo o irmão.

Ainda de acordo com a assessoria, as informações sobre o enterro não serão divulgadas para evitar aglomerações, recomendação de vários órgãos de saúde como prevenção à Covid-19.

Antonio Carlos Moreira Pires nasceu em Ituaçu, no interior da Bahia, em 8 de julho de 1947. Moraes Moreira começou tocando sanfona de doze baixos em festas de São João e outros eventos na cidade. Na adolescência aprendeu a tocar violão, enquanto fazia curso de ciências em Caculé, na região sudoeste da Bahia, em 1967.

Aos 19, ele foi para Salvador, onde começou a estudar no Seminário de Música da Universidade Federal da Bahia. Lá, ele conheceu seus futuros companheiros dos Novos Baianos, Luiz Galvão e Paulinho Boca de Cantor, além de Tom Zé.

Em 1968, eles criaram o espetáculo que deu origem aos Novos Baianos, Desembarque dos Bichos depois do Dilúvio Universal.

O grupo já tinha também a participação de Baby do Brasil (Baby Consuelo, na época) na voz e o guitarrista Pepeu Gomes quando foi participar do popular Festival da Música Popular Brasileira na TV em 1969, com a música “De Vera”, de Moreira e Galvão.

No ano seguinte, o grupo lançou seu disco de estreia, “Ferro na boneca”. Mas a grande obra deles viria após uma visita de João Gilberto à casa em que eles moravam juntos, já no Rio de Janeiro. Em 1972, eles lançaram o álbum “Acabou chorare”, que consagrou os Novos Baianos. O trabalho juntava samba, rock, bossa nova, frevo, choro e baião.

Com a regravação de “Brasil pandeiro”, de Assis Valente, além de “Preta pretinha”, “Mistério do planeta”, “A menina dança”, “Besta é tu” e a faixa título, todas de coautoria de Moraes Moreira, o álbum de 1972 é reconhecido como um dos melhores – senão o melhor – trabalho do pop brasileiro.

Foi um passo adiante do tropicalismo de Caetano, Gil e Tom Zé – no abraço ao rock e à psicodelia hippie, na fusão de ritmos brasileiros, na recusa a seguir padrões no período mais duro da ditadura militar.

O grupo foi morar em um sítio em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio, onde seguiam a cultura hippie dos EUA e da Europa em plena ditadura militar brasileira. Lançaram ainda três discos, cujo sucesso não tão grande começou a gerar desentendimentos. Ele ficou no grupo de 1969 até 1975, quando saiu em carreira solo.

Carreira Solo

Em 1976, já em carreira solo, ele se tornou o primeiro cantor de trio elétrico, ao subir no trio de Dodô e Osmar, e cantou a música “Pombo correio”, sucesso na época.

Já em 1997, ele reuniu o grupo Novos Baianos para lançar o disco ao vivo Infinito Circular, com canções dos discos anteriores e algumas inéditas. Em 2007, Moraes Moreira publicou o livro A História dos Novos Baianos e Outros Versos, escrito em linguagem de cordel, que conta a história dos Novos Baianos.

Em 2017, ele lançou outro livro, o “Poeta Não Tem Idade”, com cerca de 60 textos sobre homenagens a Luiz Gonzaga, Machado de Assis, Gilberto Gil e muitos outros.

Nos últimos anos, Moraes Moreira se envolveu em shows de reunião dos Novos Baianos e também de trabalhos solo. O artista também se dedicou a trabalhos com o filho. No total, ele lançou mais de 60 discos entre a carreira solo, Novos Baianos, Trio Elétrico Dodô e Osmar, além da parceria com o guitarrista Pepeu Gomes.

Em março deste ano ele fez a última postagem no Instagram falando sobre a quarentena que o mundo vive por causa da Covid-19.

G1-BA

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NOTA DE CANCELAMENTO: Jampa Rock Festival 2020

Estamos muitos tristes em informar que, devido à pandemia de Covid-19 (coronavírus), e em atendimento às recomendações das autoridades de saúde da Paraíba e da cidade de João Pessoa, a Colônia Produções tomou a decisão de CANCELAR o Jampa Rock Festival 2020, inicialmente marcado para acontecer no dia 4 de abril deste ano, em João Pessoa. Tomamos essa decisão em respeito ao momento delicado que estamos vivendo e após esgotadas todas as possibilidades de um adiamento – em negociações entre a equipe de produção, as bandas e a Fundação Espaço Cultural José Lins do Rego (Funesc), onde ocorreria o festival.

A iniciativa é, também, uma medida de precaução diante do cenário já instalado. Prezamos pela saúde e pela segurança dos nossos parceiros, colaboradores, artistas e, principalmente, dos nossos clientes. Optamos pela responsabilidade coletiva, a fim de proteger a sociedade e de colaborar com os esforços para conter a propagação do vírus.

Lamentamos muito a atual situação, pois estávamos determinados a realizar o maior e o melhor festival de rock da Paraíba. Mas isso ainda acontecerá: em breve, uma nova data para a realização do Jampa Rock Festival em 2021 será anunciada, tão logo haja mudanças positivas no quadro que ora vivemos.

Em relação aos ingressos já vendidos, os comprados nos cartões de debito ou credito, a partir do dia 25 de março (quarta-feira) a Ingresso Nacional fará o reembolso automático sem necessidade de solicitação.

Ingressos comprados em dinheiro, também a partir do dia 25 de março, os clientes podem procurar o mesmo ponto de venda onde compraram para efetuarem reembolso mediante apresentação  e retenção do ingresso e assinatura de recibo.

Para qualquer dúvida sobre o processo de reembolso, os clientes podem entrar em contato com a Ingresso Nacional pelo e-mail atendimento@ingressonacional.com.br e pelo Call Center (0xx41)3315-0808.

Agradecemos a todos os envolvidos nesse projeto (bandas, artistas, Funesc, patrocinadores e apoiadores) pela confiança e pelo incentivo. Esperamos estar juntos – e ainda mais fortes – no próximo ano!

 

Atenciosamente,

Equipe Colônia Produções

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Inédito: Músicos da banda de Cássia Eller juntam-se à cantora paraibana Val Donato e preparam homenagem especial

”Nós, Voz, Eller”  é o nome do show que vai circular o Nordeste em abril

Dezoito anos após a sua partida precoce, Cássia Eller será reverenciada por um trio de peso: os músicos Walter Villaça e Fernando Nunes, que fizeram parte da sua banda, e a cantora e compositora Val Donato – que não a conheceu, mas em quem os músicos confiaram a missão de ser a voz desse projeto. O grupo prepara uma turnê que começará pela capital paraibana, João Pessoa, e percorrerá outras cidades nordestinas, a partir do mês de abril. Depois, será a vez de ganhar o Brasil.

Os planos para essa homenagem começaram a ser tramados no ano passado, quando Val se sentiu segura para interpretar as músicas que fizeram sucesso na voz de Cássia sem que, com isso, tivesse o esse trabalho confundido com o de um cover. “Hoje, eu tenho um trabalho autoral bem desenvolvido, estou gravando o segundo disco, então as pessoas já entendem que tenho referências dela, sim, mas não faço uma imitação. No início da minha carreira, as pessoas me relacionavam muito a Cássia, até por não haver muitas cantoras no estilo dela”, conta.

Foi então que nasceu, na cantora paraibana, a vontade de homenagear a cantora carioca. Inicialmente, seria um projeto como outros que ela já tinha realizado com sua banda, como os tributos para Chico Science e Bob Marley. Mas aconteceu de ela se encontrar com o guitarrista Walter Villaça e, devido à amizade e à confiança que tem nele, pedir a sua opinião sobre a ideia – e então o plano inicial começou a ganhar outros caminhos.

O projeto – Walter tanto achou a ideia ótima quanto se dispôs a fazer uma participação em alguns shows. Primeira boa surpresa para Val. Daí, em janeiro passado, foi a vez de Fernando Nunes entrar no páreo. Depois de participar de algumas apresentações que ele fez em João Pessoa, e com a aproximação proporcionada por esses encontros (eles se conheciam apenas superficialmente), Val comentou sobre a ideia do show. “Ele adorou e foi mais longe: e se a gente fizesse esse show com a banda que tocava com ela?”, lembra Val. Outra surpresa.

Fernando voltou para São Paulo com essa ideia na cabeça e, logo que pôde, entrou em contato com Walter, que topou na hora. Convidaram o baterista da banda de Fernando, Igor Galindo, e formaram o grupo. A partir de então, começaram a checar possibilidades e agendas – e agora se preparam para estrear a turnê.

Os músicos – Músico profissional há 25 anos, Walter Villaça tocou com Cássia Eller de 1996 até a sua morte (e também em discos póstumos). Hoje, toca com Nando Reis e tem também um trabalho autoral instrumental, o Walter Villaça e os Cablocos. Além de guitarrista, é produtor musical e violonista. Ligado à música desde a infância, já tocou com artistas consagrados da música brasileira e internacional, como Gilberto Gil, Gal Gosta, Milton Nascimento, Zélia Duncan, Gabriel O Pensador, Frejat, Ivan Lins, Rita Lee, Glória Gaynor e Jr. Marvin (The Wailers), entre outros.

“Com o ‘Nós, Voz, Eller’, queremos elevar o nome da Cássia, uma das maiores cantoras do país, uma figura ímpar. Tive o privilégio de conviver com ela nos palcos e fora deles. Simples, inteligente, humana, com uma cultura musical robusta. Ela ficaria muito feliz com esse projeto”, acredita. Para ele, a música brasileira está carente de uma voz poderosa, que canta de samba a rock. E por isso a presença de Val será fundamental para o projeto. “Val tem um furacão na voz, é bem a onda de Cássia”, diz ele.

O alagoano Fernando Nunes também está na estrada desde as primeiras décadas de vida: começou a tocar aos 12 anos e atua profissionalmente desde os 15. Em quase 40 anos de carreira, ele morou em Salvador, onde tocou e gravou com diversos artistas do cenário baiano, e depois no Rio de Janeiro, onde se integrou à banda de Ivan Lins, em turnê pela Europa e Estados Unidos. Em 1994, entrou na banda de Cássia Eller – e lá permaneceu até o disco póstumo “Dez de dezembro” (2002).

“Eu trato tudo o que tem o nome Cássia Eller como algo muito pessoal, quase como uma missão de perpetuar o legado dela, preservando a qualidade e mantendo a atmosfera de alegria e amor à música que ela tinha, em sua essência”, diz o baixista. Para ele, o show não poderia ser encabeçado por outra pessoa, senão Val Donato. “Entrei nesse projeto porque, além da qualidade de Val como cantora, sei da sua seriedade em relação a Cássia”, diz. “Tudo terá regado a emoção e boas lembranças. Que cada show seja um presente para os fãs, os curiosos e também para nós, que sentimos muita falta dela.”

 

Assessoria 

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Val Donato será a estrela paraibana no Jampa Rock Festival

Artista multifacetada mostrará a força da sua música no mega evento

Cantora, compositora, locutora, apresentadora. O talento de Val Donato não se esgota. Eclética e multifacetada, ela canta em todos os gêneros – mas é o rock que faz as suas veias pulsarem com mais força. Com voz potente e domínio de cena, ela se agiganta no palco, e será com essa força que mostrará a força do rock paraibano no Jampa Rock Festival. Ao lado de Biquíni Cavadão, Vitor Kley, Os Paralamas do Sucesso e Capital Inicial, ela fará as estruturas do Espaço Cultural José Lins do Rego tremerem, a partir das 17h, no dia 4 de abril.

Val Donato deu início a sua carreira em 2006, mas foi em 2010 que começou a se destacar no cenário musical paraibano. Acompanhada pela banda Os Cabeças, ela abriu shows para bandas e artistas como Titãs, O Rappa, Capital Inicial, Leoni, Maria Gadu, RPM e Lenine, entre outros, e participou de festivais nacionais importantes (dos quais, ela e banda levaram prêmios de melhor vocalista, melhor banda e melhor guitarrista). Em 2015, relançou o CD “Café amargo”, que traz, entre outras, as canções “Pra mim você” (seu maior hit), “Café amargo” e “Pra que você goste”. Ela passeia por diferentes gêneros, mas não perde a identidade.

Em 2017, Val foi convidada pela Rádio Tabajara FM para apresentar o Palco Tabajara (à época, Palco 105), em formato de programa de auditório e com transmissão ao vivo pela web. Gravado direto da Usina Cultura Energisa, o Palco Tabajara é hoje a maior vitrine da música paraibana, com interações entre apresentadores, público e artistas. Além de apresentar, Val produz e dirige o programa. Ainda na Rádio Tabajara, ela apresenta o programa Rock do Brasil, aos sábados, que toca exclusivamente rock brasuca.

Val assina, ainda, o Projeto Iaras, criado para incentivar a produção e o aprendizado feminino em áreas como fotografia, poesia e música. O projeto já teve edições em João Pessoa, Campina Grande e Conde. No ano passado, realizou o 1º Festival Iaras de Música e lançou um livro de poesia resultante de um concurso entre poetas amadoras.

Jampa Rock – Idealizado para ser um marco divisor na história dos festivais ocorridos na Paraíba, o Jampa Rock Festival prepara uma superestrutura para receber os artistas que se apresentarão no Espaço Cultural.  Haverá dois palcos, camarotes, praça de alimentação, shopping, banheiros – tudo para proporcionar conforto ao público durante as mais de seis horas de roquenrol, baladas e pop que estão previstas na programação.

O segundo lote ingressos já estão sendo vendidos no site Ingresso Nacional e nos pontos físicos listados (ver serviço). O camarote (que não será open bar) e o front stage terão entrada exclusiva antes da abertura dos portões. Quem estiver no camarote, (ou Palco Herbert Vianna), poderá acessar o front stage do Palco 2 – mas o contrário não será permitido. Haverá setores de acessibilidade em frente aos palcos. O Jampa Rock é uma realização da Colônia Produções.

Serviço:

Jampa Rock Festival

Data: 04/04/20

Horário: a partir das 17h

Local: Praça do Povo do Espaço Cultural José Lins do Rego

Valores

·         Pista meia: 112,00

·         Pista Amigo Jampa Rock: 122,00 (+ 2 kg de alimento)

·         Front stage Palco II: 132,00

·         Camarote Atol (ao lado do Palco I Herbert Vianna): 182,00

Vendas

Campina Grande: Loja Avatim, no Partage Shopping

João Pessoa: Lojas Appshop, nos shoppings Manaira, Mangabeira e Mag; Loja Avatim, no Mag Shopping

Online: www.ingressonacional.com.br

 

Produção: Colônia Produções / Assessoria: Vivass Comunicação

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Atração do Jampa RockFestival, Vitor Kley faz primeiro show em João Pessoa

Cantor impressiona pelo talento precoce e o carisma no palco

Ele conquistou o Brasil com a música “O Sol”, em 2017. A bordo desse hit, passou a percorrer o país com seus shows e sua energia singular. Mas a sua história na música começou bem antes de estourar com essa canção – ele tem dois discos independentes, lançados em 2009 e 2012, e assinou a sua primeira composição aos tenros 10 anos de idade. O nome dele é Vitor Kley, porto-alegrense de 25 anos confirmado como uma das atrações do Jampa Rock Festival, megevento que acontece em João Pessoa no dia 4 de abril, no Espaço Cultural José Lins do Rego, a partir das 17h.

Em 2015, Vitor foi contratado pela gravadora Midas Music, do consagrado produtor Rick Bonadio (produtor de artistas como Charlie Brown Jr., Mamonas Assassinas, Titãs, Rouge, Ira! e NX Zero). O primeiro EP com produção de Rick virou um marco na carreira do artista. Com sete faixas autorais, o EP inclui as músicas já trabalhadas “Dois amores”, “Armas a nosso favor” e “Faro”, que também contabilizam milhões de acessos nas plataformas de streaming.

O single “Morena” chegou em junho de 2018. Composto por Vitor, rapidamente caiu no gosto do público – o clipe da canção já ultrapassa 60 milhões de views no Youtube. Cinco meses depois, lançou o terceiro disco, intitulado “Adrenalizou”, pela gravadora Midas Music. O álbum, com 14 canções (sendo cinco inéditas) recebeu o Disco de Platina. Entre as músicas já conhecidas estão “O Sol”, com o qual o artista ganhou Disco de Ouro e Disco de Diamante Duplo; “Farol”, uma homenagem ao pai; e o hit “Morena”, que venceu o Disco de Diamante. Entre as inéditas, destaque para a faixa “Adrenalizou”, que batiza o disco, e para “Bem te vi”, uma parceria com a cantora Kell Smith. A direção artística é assinada por Rick Bonadio.

Em 2019, Vitor Kley realizou diversos shows em Portugal, sendo um deles em um dos maiores festivais do país, o Meo Sudoeste. Lá, conquistou o single de platina com o “O Sol”, música que chegou ao primeiro lugar nas rádios portuguesas. Dentre os últimos lançamentos, Vitor se uniu ao duo Anavitória e, juntos, carimbaram mais um sucesso, “Pupila”, lançado em julho passado. Em setembro, ele lançou seu novo single, “A tal canção para a lua”, que faz parte do projeto Microfonado, gravado de forma acústica no estúdio Midas. A música tem como convidado Samuel Rosa, vocalista do Skank.

Jampa Rock – O segundo lote ingressos para o festival que vai ficar na história da Paraíba já estão sendo vendidos no site Ingresso Nacional e nos pontos físicos listados (ver serviço). O camarote (que não será open bar) e o front stage terão entrada exclusiva antes da abertura dos portões. Quem estiver no camarote, (ou Palco Herbert Vianna), poderá acessar o front stage do Palco 2 – mas o contrário não será permitido. Haverá setores de acessibilidade em frente aos palcos.

Serviço:

Jampa Rock Festival

Data: 04/04/20

Horário: a partir das 17h

Local: Praça do Povo do Espaço Cultural José Lins do Rego

Valores

·         Pista meia: 112,00

·         Pista social (+ 2 kg de alimento): 122,00

·         Front Palco II: 132,00

·         Camarote Atol (ao lado do Palco Herbert Vianna): 182,00

Vendas

Campina Grande: Loja Avatim, no Partage Shopping

João Pessoa: Lojas Appshop, nos shoppings Manaira, Mangabeira e Mag; Loja Avatim, no Mag Shopping

Online: www.ingressonacional.com.br

Produção: Colônia Produções

 

Assessoria: Vivass Comunicação

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Jampa Rock Festival: Falta apenas um mês para o rock invadir João Pessoa

Primeira edição do evento contará com cinco atrações, dois palcos na Praça do Povo do Espaço Cultural e seis horas de show

Fãs de todas as gerações já podem se preparar para o maior festival de rock da Paraíba, o Jampa Rock Festival. Falta apenas um mês para o mega evento que promete agradar e surpreender o público com apresentações especiais em seis horas de show, estrutura com dois palcos, praça de alimentação, camarotes exclusivos e setores de acessibilidade. “A proposta do evento é oferecer uma experiência única em todos os sentidos. Sabemos que o público de João Pessoa e estados vizinhos valorizam o rock e, com certeza, estará aqui pra prestigiar a primeira edição do evento. Estamos fazendo tudo com muito zelo e carinho”, declara Daniel Rodrigues, da Colônia Produções. Promovido pela Colônia Produções, o show acontecerá no dia 4 de abril, no Espaço Cultural, e terá como grande homenageado o cantor, músico e compositor Herbert Viana, líder do Paralamas. O show contará com cinco atrações: Biquíni Cavadão, Os Paralamas do Sucesso, Vitor Kley, Capital Inicial e a paraibana Val Donato, representando o estado como atração local.

Os Paralamas do Sucesso

Val Donato

Capital Inicial

Vitor Kley

O evento terá um dia de programação, mas o desejo dos organizadores é torná-lo parte do calendário cultural da Paraíba e ser cada dia maior. “Em um futuro próximo, queremos que o evento passe a acontecer em mais de um dia. Nosso desejo é trazer mais atrações paraibanas e montar outras ilhas do rock, tornando o evento cada vez mais grandioso. Queremos que seja algo inovador e único”, detalhou Fábio Henrique, da Colônia Produções. “O festival é a demonstração de que acreditamos no cenário do rock na Paraíba. Queremos dar espaço a essa expressão. O nosso papel será enaltecer o rock, tanto o que já tem reconhecimento nacional quanto o que produzimos aqui”, conta.

Ingressos – O público pode adquirir os ingressos via Ingresso Nacional e, em João Pessoa, nas lojas Appshop, nos shoppings Manaíra, Mangabeira e Mag, e na Loja Avatim, no Mag Shopping. Já em Campina Grande, os ingressos estão sendo vendidos na loja Avatim, do Partage Shopping. O camarote (que não será open bar) e o front stage terão entrada exclusiva antes da abertura dos portões. Quem estiver no camarote, (ou Palco Herbert Vianna), poderá acessar o front stage do Palco 2 – mas o contrário não será permitido. Haverá setores de acessibilidade em frente aos palcos.

Serviço:

Jampa Rock Festival

Data: 04/04/20 (sábado)

Horário: 17h

Local: Praça do Povo do Espaço Cultural José Lins do Rego

Valores

Pista meia: 112,00

Pista social (+ 2 kg de alimento): 122,00

Front Palco II: 132,00

Camarote Atol (ao lado do Palco Herbert Vianna): 182,00

Vendas

Campina Grande: Loja Avatim, no Partage Shopping

João Pessoa: Lojas Appshop, nos shoppings Manaíra, Mangabeira e Mag; Loja Avatim, no Mag Shopping

Online: www.ingressonacional.com.br

Produção: Colônia Produções

 

Assessoria de Imprensa

porpjbarreto

Forrozeiros reúnem 250 mil pessoas no Carnaval de Aracati

Felipão, Wallas Arrais e Wesley Safadão animaram público com músicas do funk e forró

Quem disse que Carnaval não tem forró? No litoral leste do Ceará, os forrozeiros Felipão, Wallas Arrais e Wesley Safadão levaram um grande público neste domingo (23). Segundo a Prefeitura de Aracati, os cantores reuniram 250 mil pessoas no corredor da folia, localizado na Avenida Coronel Pompeu, neste domingo (23).

No repertório, canções que são sucessos nos aplicativos de streaming como “Hit Contagiante”, “Contatinho”, “Com ou sem Mim”, entre outras. O forró também foi presente e cantado junto pelo público.

No corredor da folia, Wesley Safadão apresentou novo visual. Na semana passada, o cantor deixou o cabelo descolorido. No Carnaval de Aracati, o público conferiu uma nova cor — o rosa. Músicas como “Ressaca de Saudade”, “Juras de Amor” e “Bora” ganharam a cadência do axé.

Wallas Arrais cantou mais de 70 músicas em cima do trio. O repertório contou com a nova letra de trabalho, a composição “Rave Pancadão”.

Felipão animou o público com sucessos do forró e sertanejo, como “O Que Tem Que Ser Será” e “Apaixonadinha”.

Nesta segunda-feira (24), as grandes atrações são Parangolé e Solange Almeida.

 

Com informações do Diário do Nordeste