Categoria Internacional

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Música: Cinquenta anos da gravação de “Don’t Let Me Down”, dos Beatles

A música foi gravada nos estúdios da Apple, durante as sessões do disco “Let It Be”

Em 1969 os Beatles gravaram a música “Don’t Let me Down”, nos estúdios da Apple. A música foi gravada durante as sessões do disco “Let It Be”. “Don’t Let Me Down” é uma canção de amor para Yoko Ono, interpretada por Paul McCartney. O single com essa música saiu em abril de 1969 com “Get Back” no lado A.

A Música do Dia é “Don’t Let Me Down“.

Produção e apresentação – Luiz Cláudio Canuto
Fonte: Agência Rádio Câmara
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Música: Em 1763 o Rio de Janeiro se transformou na capital brasileira

A Música do Dia comemora o aniversário da transferência da capital de Salvador para o Rio de Janeiro com o “Samba do Avião”

Rio de Janeiro

Em 1960 a capital do Brasil passou a ser Brasília. Antes, foi o Rio de Janeiro. Mas a primeira capital foi Salvador, até 1763, quando houve a mudança da capital.

Salvador era considerada uma cidade mais moderna e equipada, mas a descoberta do ouro e o consequente risco de contrabando “exigia” uma capital mais perto da mina. No caso, das minas gerais, que ficavam em Minas Gerais.

A Música do Dia é “Samba do Avião“, da Família Caymmi.

Produção e apresentação – Luiz Cláudio Canuto
Fonte: Agência Rádio Câmara
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Cajazeirense firma parceria com empresa dos EUA e monta protótipo de carro autônomo. Veja!

Um cajazeirense ganhou destaque nacional após firmar parceria com a empresa de tecnologia Nvidia. Raphael Sousa criou um protótipo de inteligência artificial para um carro autônomo, ou seja, um “cérebro” para um carro se guiar sozinho.

O carro autônomo já é uma realidade. Nas ruas de Phoenix, nos Estados Unidos, os moradores só andam em veículos tradicionais se assim desejam. Há uma frota de táxis guiados por robôs, que desde dezembro último podem ser acionados pelos habitantes da cidade por meio de um aplicativo. O pioneirismo coube à Waymo, que nasceu como um projeto do Google e hoje opera de forma independente. Entre empresas líderes em tecnologia e grandes montadoras de automóveis, passando por fornecedoras de componentes e startups, há um ecossistema efervescente prestes a mudar o modo como as pessoas se locomovem em todo o mundo. Empresas de recrutamento no exterior oferecem milhares de vagas no setor, de engenheiros de carro autônomo a programadores e desenvolvedores de sistemas de navegação, radares e sensores. É um mercado em ascensão, e há uma geração de brasileiros pronta para aproveitar a onda: 31 deles se graduaram como engenheiros de carro autônomo na Udacity, a universidade do Vale do Silício fundada pelo alemão Sebastian Thrun (leia a entrevista abaixo), criador do Google X, o laboratório de pesquisa do gigante digital. Thrun foi também o pai do projeto do veículo sem motorista da empresa, esse mesmo que circula pelas ruas de Phoenix. Graças a ele, 2 400 profissionais já se formaram pela Udacity com a missão de continuar seu legado.

É isso mesmo que esses jovens brasileiros querem. A maioria atuava na área de engenharia, mas queria dar um passo além. É o caso de Fernando Damasio, de 35 anos, que fundou no Vale do Silício a Data Riders, uma startup que coleta dados por meio de sensores instalados em veículos convencionais em diversos países. As informações são utilizadas para o desenvolvimento dos carros autônomos, para prever eventos como o comportamento de pedestres e animais. Hoje ele comanda a Skoods, uma empresa que desenvolve carros de corrida autônomos. “Os profissionais do futuro precisarão ter capacidade de rápida adaptação ou ficarão à margem da transformação digi­tal”, diz Damasio, que é engenheiro de controle e automação e estudou machine learning (aprendizado da máquina, ramo da inteligência artificial) antes de decidir fazer o curso de engenharia de carro autônomo. Outro exemplo é o de Alexandre Nogueira, que mora em Estocolmo. Engenheiro da computação, ele também fez o curso da Udacity e trabalha na sueca Ericsson, onde desenvolve novos negócios automotivos utilizando a “internet das coisas”, tecnologia que permite a transmissão de dados em tempo real a partir dos veículos.

Há mercado para esses profissionais também no Brasil. Rafael Barreto Lopes, de 30 anos, engenheiro eletricista, conseguiu dar um salto na carreira depois de diplomar-se na Udacity. “Queria mudar de área e decidi fazer um curso voltado para o futuro que fosse relacionado com projetos e tivesse aplicação prática”, conta. Hoje ele atua como pesquisador no Senai Cimatec, em Salvador, e desenvolve robôs autônomos para uso em plataformas marítimas na indústria de petróleo e gás natural.

Raphael Sousa, de 32 anos, por sua vez, criou um grupo de robótica para alunos do ensino médio em sua cidade natal, Cajazeiras, na Paraíba. Para isso, contou com o apoio da americana Nvidia, uma das empresas que lideram o desenvolvimento de inteligência artificial no mundo, para montar um protótipo de um minicarro autônomo. São histórias que começam a ficar mais frequentes em todo o país.

https://veja.abril.com.br/tecnologia/engenheiros-do-futuro/



Fonte: Polêmica Paraíba e Veja

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Brasil dá sorte e cai em grupo mais fácil da Copa América

Sorteio no Rio de Janeiro definiu os adversários brasileiros na noite de quinta-feira (24)

Caminho traçado para o Brasil na Copa América deste ano. Na noite da última quinta-feira (24), um sorteio no Rio de Janeiro definiu os três grupos do torneio, além de apresentar a bola oficial que será usada na competição.

A cerimônia contou com a presença de grandes ídolos do nosso futebol como a rainha Marta, Zico, Cafu e Ronaldinho Gaúcho.

Cabeça-de-chave no grupo A, o Brasil encara na primeira fase Bolívia, Peru e Venezuela, adversários teoricamente fáceis. O primeiro compromisso da nossa seleção será no dia 14 de junho contra a Bolívia, no Morumbi, em São Paulo.

Depois, no dia 18, é a vez de encarar a Venezuela na Arena Fonte Nova, em Salvador. O último confronto, contra o Peru, acontece na Arena Corinthians, no dia 22.

No grupo B, estão Argentina, Colômbia, Paraguai e Catar. Isso mesmo, você não ouviu errado. Apesar de ser a Copa América, a equipe disputará o torneio como convidada, já que vai sediar a próxima Copa do Mundo, em 2022.

Na chave C, estão Uruguai, Equador, Chile e Japão, outro convidado para a competição devido a boa relação entre as federações continentais. Essa não será a primeira vez que os japoneses disputam a Copa América. Em 1999, os Samurais também participaram do torneio sul-americano.

O regulamento é simples. Avançam para as quartas de final os dois primeiros de cada grupo, além dos dois melhores terceiros colocados.

Os oito melhores disputam o mata-mata a partir das quartas de final. A decisão está marcada para 7 de julho, no Maracanã.

 

Reportagem – Raphael Costa

Fonte: Agência do Rádio

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Buscas por avião que transportava jogador Emiliano Sala são encerradas após três dias

As buscas pelo avião tiveram início na manhã da última terça-feira (22), horas depois do desaparecimento da aeronave, na noite de segunda (21)

As buscas para encontrar o avião que transportava o jogador argentino Emiliano Sala foram encerradas. Após três dias de procura por sobreviventes ou partes da aeronave, nas águas do Canal da Mancha, a polícia local decidiu pôr fim à procura nesta quinta-feira (24).

De acordo com comunicado oficial, a “difícil decisão” foi tomada após a revisão de todas as informações disponíveis. Segundo o capitão David Barker, responsável pelo documento, as chances de sobrevivência nesta etapa são extremamente remotas.

As buscas pelo avião tiveram início na manhã da última terça-feira (22), horas depois do desaparecimento da aeronave, na noite de segunda (21). Apenas o argentino e o piloto estavam no avião, que sumiu dos radares perto do farol de Casquets, local famoso por ser palco de muitos naufrágios, segundo a imprensa da Inglaterra.

O jornal argentino Clarín divulgou um áudio de WhatsApp enviado por Sala a um grupo de amigos durante o voo. Após dizer que fez muitas coisas antes de deixar a cidade francesa de Nantes, o jogador disse que estava indo para a cidade de Cardiff, no país de Gales, em um avião que “está caindo aos pedaços”.

O jogador ainda disse aos amigos que, caso algo acontecesse, achava que que não seria encontrado, revelando medo durante o trajeto. O pai do atleta confirmou ao periódico argentino a veracidade do áudio.

Aos 28 anos, Sala seria a contratação mais cara do Cardiff City, galesa que disputa a primeira divisão na Inglaterra. O atacante foi contratado junto ao Nantes, da França, por 15,3 milhões de libras, ou aproximadamente R$ 73 milhões.

 

Reportagem – Paulo Henrique Gomes

Fonte: Agência do Rádio

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Bolsonaro: Brasil reconhece Guaidó como presidente da Venezuela

Ministério das Relações Exteriores formaliza posição do governo brasileiro, que segue decisões dos EUA, da OEA e do Canadá

O presidente Jair Bolsonaro reconheceu nesta quarta-feira, em Davos, o líder oposicionista Juan Guaidó como presidente da Venezuela, durante conversa na qual VEJA participou. Guaidó, do partido Vontade Popular, preside a Assembleia Nacional do país e, hoje, fez juramento solene diante de uma multidão, em Caracas, durante manifestações em prol da renúncia de Nicolás Maduro.

Depois da declaração de Bolsonaro, o Ministério das Relações Exteriores formalizou a posição antecipada por Bolsonaro. “O Brasil reconhece o senhor Juan Guaidó como Presidente Encarregado da Venezuela”, informa o texto. “O Brasil apoiará política e economicamente o processo de transição para que a democracia e a paz social voltem à Venezuela.”

O Itamaraty assinala que Guaidó assumiu o Poder Executivo “de acordo com a Constituição”  da Venezuela, “tal como avalizado pelo Tribunal Supremo de Justiça (TSJ)”. Na segunda-feira 21, porém, o próprio TSJ, dominado por Maduro, considerou a Assembleia Nacional “inconstitucional” como forma de neutralizar a possível iniciativa de Guaidó.

O líder oposicionista já havia se declarado “presidente interino” da Venezuela no último dia 11, invocando o artigo 333 da Constituição. Nesta quarta-feira, ele lidera manifestações em Caracas e em 23 estados da Venezuela em prol da renúncia de Maduro, considerado pela oposição como um usurpador.

A iniciativa de Bolsonaro veio a público depois do reconhecimento de Guaidó como presidente interino pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e pelo secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro. Em Davos, o presidente do Paraguai, Mário Abdo Benítez, afirmara na terça-feira que seu governo estava pronto para reconhecer Guaidó.

O governo do Canadá seguiu o mesmo caminho, e há expectativa de que os demais membros do Grupo de Lima, que pressiona Caracas pela retomada da democracia, e a União Europeia igualmente reconheçam Guaidó como presidente interino da Venezuela.

Nicolás Maduro, porém, continua no Palácio de Miraflores como presidente do país. Ele assumiu seu terceiro mandato em 10 de janeiro, respaldado pelas eleições fraudulentas de maio, apesar do clamor internacional para que não tomasse posse. Seu governo é considerado “ilegítimo” pelo Grupo de Lima – exceto México – e pelos Estados Unidos. Mas é apoiado pela Rússia, China e Turquia, além dos bolivarianos Cuba, Nicarágua e Bolívia e pela União Africana.

O sucessor de Hugo Chávez, morto em 2013, tem ainda o apoio das Forças Armadas e da Guarda Nacional Bolivariana que, junto com milícias civis armadas, mantém controle sobre o grosso da população. Seu poder se estende à Assembleia Constituinte, 100% composta por seus aliados, e ao TSJ.

 

Por Ana Clara Costa

Veja.com

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Bolsonaro diz que vai trabalhar para o Brasil ser exemplo para o mundo

Em discurso “curto” e “objetivo” como havia anunciado, com duração de 6 minutos e 36 segundos, o presidente Jair Bolsonaro reafirmou hoje (22), no Fórum Econômico Mundial, em Davos na Suíça, os compromissos de campanha. Ele destacou a determinação de abrir a economia, atrair investidores, fazer reformas, diminuir o peso do Estado e combater a corrupção. “Representamos um ponto de inflexão.”

Brazil's President Jair Bolsonaro attends the World Economic Forum (WEF) annual meeting in Davos, Switzerland, January 22, 2019. REUTERS/Arnd Wiegmann
Jair Bolsonaro participa do Fórum Econômico Mundial em Davos – Reuters/Arnd Wiegmann/Direitos Reservados

Bolsonaro citou três de seus ministros Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública), Paulo Guedes (Economia) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores). Após o discurso, ele respondeu a perguntas dos organizadores do fórum sobre preservação do meio ambiente e desenvolvimento econômico, combate à corrupção e crescimento da América Latina.

O presidente se comprometeu a colocar o Brasil “no ranking dos 50 melhores países para se fazer negócios”, atrair capital estrangeiro, explorar recursos naturais, fazer as reformas tributária e da Previdência Social, investir em educação, incentivar turismo e manter a sustentabilidade do agronegócio. “Avançar na compatibilização entre a preservação do meio ambiente e da biodiversidade com o necessário desenvolvimento econômico.”

Compatibilização

Bolsonaro enfatizou que o Brasil é “o país que mais preserva o meio ambiente. Nenhum outro país do mundo tem tantas florestas como nós. A agricultura se faz presente em apenas 9% do nosso território e cresce graças a sua tecnologia e à competência do produtor rural. Menos de 20% do nosso solo é dedicado à pecuária”, destacou.

“Essas commodities [produtos primários com cotação internacional], em grande parte, garantem superávit em nossa balança comercial e alimentam boa parte do mundo”, acrescentou o presidente. Ele também assegurou a vontade de “aprofundar” as relações comerciais.

Segundo o presidente, seu esforço será para que o Brasil se torne um exemplo para o mundo. “Nossa missão agora é avançar na compatibilização entre a preservação do meio ambiente e da biodiversidade com o necessário desenvolvimento econômico, lembrando que são interdependentes e indissociáveis.”

Bolsonaro disse que está empenhado em “integrar o Brasil ao mundo”. Para ele, um dos caminhos é a “defesa ativa da reforma” da Organização Mundial do Comércio (OMC) para buscar a eliminação do que chamou de “práticas desleais de comércio e garantir segurança jurídica das trocas comerciais internacionais”.

Reformas

O presidente destacou que pretende implementar uma série de medidas no país, e citou as reformas, a redução de tributos e a desburocratização. Segundo ele, são ações que vão levar ao desenvolvimento econômico e à estabilidade.

“Vamos diminuir a carga tributária, simplificar as normas, facilitando a vida de quem deseja produzir, empreender, investir e gerar empregos. Trabalharemos pela estabilidade macroeconômica, respeitando os contratos, privatizando e equilibrando as contas públicas.”

Valores

O presidente ressaltou que gastou menos de US$ 1 milhão na sua campanha e que o país precisa de resgatar valores. “Assumi o Brasil em uma profunda crise ética, moral e econômica. Temos o compromisso de mudar nossa história.”

Bolsonaro enfatizou que vai resgatar valores. “Vamos defender a família e os verdadeiros direitos humanos; proteger o direito à vida e à propriedade privada e promover uma educação que prepare nossa juventude para os desafios da quarta revolução industrial, buscando, pelo conhecimento, reduzir a pobreza e a miséria.”

Combate à corrupção

No discurso, Bolsonaro destacou ainda a presença do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro: “O homem certo para o combate à corrupção e o combate à lavagem de dinheiro”, disse. Ao ser questionado sobre seus planos para a área, ele disse que Moro tem “todos os meios para seguir o dinheiro no combate à corrupção e no combate ao crime organizado”.

“É mudando a legislação e aperfeiçoando outra parte da mesma. Dessa forma, tenho certeza de que atingiremos nosso objetivo”, respondeu.

Bolsonaro também acrescentou que os ministros foram indicados de forma técnica, sem participação político-partidária. “Precisamos, sim, muito do Parlamento brasileiro e confiamos que grande parte do mesmo nos dará respaldo na busca do combate à corrupção e na lavagem de dinheiro. Dessa forma, o Brasil será visto de forma diferente aqui fora.”

Segurança

De acordo com o presidente, o governo federal investirá de forma intensa na segurança pública e convidou os presentes a conhecer o Brasil, lembrando que, apesar das belezas naturais, o país não está entre os 40 principais destinos turísticos do mundo. Ele destacou que pretende dinamizar o turismo no Brasil

“Vamos investir pesado na segurança para que vocês nos visitem com suas famílias, pois somos um dos primeiros países em belezas naturais, mas não estamos entre os 40 destinos turísticos mais visitados do mundo. Conheçam a nossa Amazônia, nossas praias, nossas cidades e nosso Pantanal. O Brasil é um paraíso, mas ainda é pouco conhecido.”

Estreia

Bolsonaro sublinhou que a sua presença no encontro é primeira viagem internacional que faz após a eleição, comprovando a importância que atribui às pautas que têm sido promovidas pelo Fórum de Davos.

“Esta é a primeira viagem internacional que realizo após minha eleição, prova da importância que atribuo às pautas que este fórum tem promovido e priorizado”, disse. “É, para mim, uma grande oportunidade de mostrar para o mundo o momento único em que vivemos em meu país e para apresentar a todos o novo Brasil que estamos construindo.”

O presidente disse que pretende viajar em breve para Israel, Itália, Argentina e Chile.

“Excelente”

O presidente da República em exercício, general Hamilton Mourão, classificou o discurso de Jair Bolsonaro no Fórum Econômico Mundial como “excelente”.

“Maravilhosas as palavras do presidente. De acordo com tudo o que estamos pensando e buscando para inovar no nosso país e que a gente tenha um rumo melhor e chegue aos nossos objetivos. A gente tem que lembrar que os nossos objetivos é que todo brasileiro tenha escola, acesso à saúde, ande na rua com segurança e tenha emprego e renda”, afirmou.

Sobre a preservação do meio ambiente citada no discurso, Mourão lembrou que o Brasil está no Acordo de Paris. “Às vezes alguns ruídos acontecem, mas a gente não pode fugir dessa questão ambiental, a questão do clima. O presidente tem plena consciência disso aí e deixou claro no discurso dele”, disse Mourão. O presidente em exercício participou hoje da transmissão de comando do 2º Regimento de Cavalaria de Guarda, para o tenente-coronel Antonio Cesar Esteves Mariotti, na Vila Militar, no Rio de Janeiro.

 

Fonte: Agência Brasil

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Moro fala sobre corrupção, mas não comenta caso Queiroz

Perguntado se o caso Queiroz afeta de alguma forma o governo Bolsonaro, ministro disse apenas que a nova gestão assumiu compromisso contra corrupção

Presente no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, defendeu o combate à corrupção como uma forma de impulsionar a confiança no país.Moro participou de um debate em Davos, na SuíçaQuestionado se o processo que investiga o ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, que teve movimentações bancárias consideradas suspeitas pelo Coaf, afeta de alguma forma o governo de Jair Bolsonaro, Moro lembrou do compromisso assumido pelo atual governo no combate à corrupção. O ministro citou ainda que as nomeações foram baseadas em capacitação técnica, e não em indicações políticas para cargos públicos.

No debate, o ministro afirmou ainda que casos de corrupção em grande escala tiram a confiabilidade de um país, e enfatizou que a falta de impunidade no Brasil era recorrente, mas que o panorama mudou recentemente.

Durante uma hora, Sergio Moro participou de um painel no evento sobre corrupção e o uso de tecnologia. Além dele, o secretário de Política Industrial da Índia, Ramesh Abhishes, a presidente da Transparência Internacional, Delia Ferreira Rubio, e o chefe do Facebook para Ameaças Perturbadoras, David Agranovich, também estavam presentes.

 

Reportagem – Raphael Costa

Fonte: Agência do Rádio

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Em Davos, Bolsonaro diz que vai buscar investimentos para Brasil

O presidente Jair Bolsonaro quer aproveitar sua participação no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suiça, para atrair investimentos – em especial no agronegócio.

“Nós queremos mostrar, é nosso interesse especial, que o Brasil tomou medidas para que o mundo restabeleça confiança, que os negócios voltem a florescer entre o Brasil e o mundo, sem viés ideológico, que nós podemos ser um país bom para investimentos, e em especial para o agronegócio, nossas commodities mais caras. Queremos ampliar esse tipo de comércio. Por isso estamos aqui para mostrar que o Brasil mudou”, declarou aos jornalistas em vídeo disponível em sua conta no Twitter, postado após sua chegada na Suíça.

Indagado por jornalistas, o presidente da República não quis antecipar encaminhamento do programa de privatizações. “A gente não vai anunciar particularidades no tocante a isso. A agenda está com nosso chefe da economia, Paulo Guedes, está bastante detalhado nesse sentido e ele vai anunciar a partir do momento que tiver certeza que faremos boas privatizações”.

Jair Bolsonaro ainda informou que o discurso que fará amanhã (22), na abertura do fórum, será “curto, objetivo e claro”. Segundo ele, o texto a ser lido feito e corrigido por vários ministros para que nós déssemos recado mais amplo possível do novo Brasil que se apresenta com a nossa chegada ao poder.

Venezuela

Na chegada, Bolsonaro também demonstrou preocupação com o agravamento da situação na Venezuela. Nesta segunda-feira, na região de Sucre, em Miranda, um grupo de militares contrários ao governo tentou render um quartel e foi detido.

“Estou sabendo que a Venezuela está com problema não é de hoje e nós esperamos que mude rapidamente, mude o governo [conduzido pelo presidente Nicolás Maduro].”

Na semana passada, Bolsonaro e vários ministros se reuniram com integrantes da oposição a Maduro. Durante o fórum, ele conversará com os presidentes do Peru, da Colômbia, do Equador e da Costa Rica, novamente o tema será a Venezuela.

 

Fonte: Agência Brasil

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Bolsonaro chega nesta segunda à Suíça; Mourão assume a Presidência

Em sua primeira viagem internacional, o presidente Jair Bolsonaro apresentará em Davos – no Fórum Econômico Mundial, na Suíça, uma série de temas que vão desde a abertura da economia, ao combate à corrupção, à preservação da democracia no Brasil e na América Latina. Pela primeira vez, o vice-presidente, general Hamilton Mourão, exercerá a Presidência da República. Bolsonaro deve chegar a Zurique, na Suíça, nesta segunda-feira (21) por volta das 17h30. Davos fica a 116 quilômetros de Zurique.

O presidente deve retornar ao Brasil na madrugada de sexta-feira (25). E até lá Mourão será o presidente em exercício. Bolsonaro discursará nesta terça-feira (22), na abertura do fórum, mas deve aproveitar a oportunidade, em Davos, para demonstrar sua preocupação com o agravamento da crise na Venezuela, apresentar seu ponto de vista sobre globalização, tecnologia e inovação.

Veja galeria de fotos da cerimônia de transmissão de cargo

Há previsão de Bolsonaro se reunir com os presidentes do Peru, Martín Vizcarra; do Equador, Lenín Moreno; da Colômbia, Iván Duque; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Com eles, devem ser tratadas as crises na Venezuela e na Nicarágua, além dos impactos na região, como a questão migratória.

Presidência em exercício

Na manhã desta segunda-feira, Mourão se reúne com Miguel Angelo da Gama Bentes para discutir projetos de mineração estratégica. À tarde, o presidente em exercício tem encontros com os embaixadores da Alemanha, Georg Witschel, e Tailândia, Susarak Suparat.

Em seguida, Mourão se reúne com o coronel Hélcio Bruno de Almeida cujo currículo o descreve como especialista em defesa e segurança com atenção no combate ao terrorismo. Depois, ele se encontra com dois generais.

 

Fonte: Agência Brasil